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sábado, 30 de setembro de 2006

Longe de perder a majestade

Vinte e cinco anos depois de sua morte, Elvis Presley ressuscita direto no topo das paradas mundiais. Graças a remix feito para comercial de marca esportiva veiculado durante a Copa do Mundo, o cantor desempata a disputa dos Beatles e passa a frente na coleção de hits # 1 no Reino Unido. E de quebra o mundo ainda descobre uma pérola do repertório do artista que foi injustamente apagada com o tempo. Por Abonico R. Smith.

Há 25 anos – no dia 16 de agsoto de 1977 – ele morria aos 42 anos, no banheiro de sua mansão, Graceland. Mas Elvis Presley não morreu. Ou melhor, ressuscitou. Graças a mais um milagre da tecnologia, ele ressurgiu cantando em um comercial da Nike, feito para ser exibido durante a Copa do Mundo. A música era “Little Less Conversation” e o remix foi assinado pelo DJ holandês Tom Holkenberg, mais conhecido como Junkie XL. Uniu Elvis com futebol e seleção brasileira e o resultado foi o esperado: o single ganhou o topo das paradas britânicas e deu ao americano o desempate (18 a 17) de uma longa batalha com os Beatles para ver quem coleciona mais números um no Reino Unido. Por mais que tudo tenha sido feito com altas intenções financeiras e corporativas, o destino provou que se encarrega mesmo de escrever certo por linhas tortas. Tirou do fundo do baú uma grande pérola do repertório de Elvis, que injustamente nunca tinha chamado tanto a atenção quando foi lançada, em 1968. “Little Less Conversation” ganhou uma nova mixagem e um artigo no nome (virou “A Little Less...”) e transformou-se na trigésima música de Presley a atingir o topo dos principais charts – do Reino Unido e dos Estados Unidos. Na verdade, a música já havia vindo à tona na virada deste ano, utilizada na trilha sonora incidental do filme Ocean’s Eleven (blockbuster com Julia Roberts, George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon que foi muito bem nas bilheterias mas afundou no objetivo de estourar nas indicações ao Oscar). Nas mãos de Holkenberg, ela transformou-se em um vibrante big beat. O holandês, aliás, foi muito respeitoso à gravação original (intencionalmente ou limitado por imposições de bastidores?). Fez pequenas mudanças como aumentar os vocais principais e sobre tudo os de apoio e acelerar ligeiramente o tempo. “Little Less Conversation” foi composta por Mac Davis e Billy Strange e para filme Live a Little, Love a Little (Viva um Pouquinho, Ame um Pouquinho, em português). O filme traz apenas três músicas de Elvis, que interpreta um fotógrafo de moda. Foi lançado em 1968, justamente no ano em que o astro estava voltando aos concertos depois de oito anos de ausência dos palcos. O filme é mediano e já representa o cansaço e a queda de qualidade nas películas estreladas pelo cantor. Armadilhas do destino à parte, a música – mesmo trinta anos depois – permanece um petardo. No single Elvis x JXL (RCA/BMG), também disponível no mercado nacional, a gravação original (que teve pouco mais de trinta segundos finais suprimidos na masterização do compacto) chega a superar os dois remixes de Holkenberg. É soul puro e na veia, com linha de contrabaixo que faz decolar qualquer pista, backings femininos herdados do gospel e riff de sax tenor de arrepiar o nervo ciático. Aliás, vale o registro de que na mesma época, outro Rei (desta vez o da nossa música, Roberto Carlos) também fazia altos filmes e gravava nos discos muita black music de primeira. A letra também é dez. Revela um lado completamente debochado do cantor, que solta farpas irônicas uma atrás da outra e cobra da namorada um pouco mais de atitude na “relação” (“Um pouco menos de conversa e menos ação, por favor/ Toda esta situação ainda não está me satisfazendo/ Um pouco mais de mordidas e menos latidos/ Um pouco mais de luta e menos centelha/ Cale a boca e abra seu coração e, baby, me satisfaça/ Feche seus olhos e ouça a música/ Sendo levada pela brisa de verão/ Esta é uma noite dura e eu posso lhe mostrar como fazer/ Venha comigo e haja com naturalidade/ (...) Não embace, não se articule/ Garota, está ficando tarde e estou ficando aflito de tanto esperar”). Com a chegada de “A Little Less Conversation” ao topo das paradas, fechou-se em trinta o número de hits máximos de Elvis. E todos eles estarão pela primeira vez reunidos em um mesmo disco a partir de setembro. Mas Elv1s #1 Hits já é outra história...
http://www.bacana.mus.br/edicao_mat.asp?mat=42&e=4

Limusine de Elvis Presley irá a leilão

5 de Janeiro de 2006 - Carsale - Um Lincoln Mark V 1960, que pertenceu a Elvis Presley, será leiloado no fim desse mês em um evento no Arizona, nos Estados Unidos. O veículo foi encomendado pelo "rei do rock" à divisão de carros de luxo da Ford em meados 1959, enquanto ele servia ao exército dos Estados Unidos em uma base militar na Alemanha. A limusine, que traz numeração de série 32, está com 53 mil quilômetros rodados e vem com vários itens exclusivos, entre eles, uma divisória de vidro elétrica entre os bancos dianteiros e traseiros e saídas de ar-condicionado para a parte traseira. O lote inclui ainda documentos originais relacionados ao carro, como o certificado de fabricante da Ford Motor Company, uma procuração assinada por Elvis autorizando a compra do veículo e o certificado de transferência concedido a Alan Fortas, amigo particular do cantor, que adquiriu o carro em 1965. O carro está em poder de Fortas há 40 anos. A compra ainda dá direito a levar para casa uma foto de Elvis, vestido com uniforme do exército, ao lado do Lincoln e na frente da casa dele, em Graceland, no estado de Memphis (EUA). O Lincoln foi personalizado a pedido do astro pela Hess and Eisenhardt, a mesma empresa que customizou o Lincoln X-100 conversível em que o presidente John Kennedy foi assassinado em 1963.
http://br.autos.yahoo.com/060105/49/10rq8.html

Limusine de Elvis Presley irá a leilão

5 de Janeiro de 2006 - Carsale - Um Lincoln Mark V 1960, que pertenceu a Elvis Presley, será leiloado no fim desse mês em um evento no Arizona, nos Estados Unidos. O veículo foi encomendado pelo "rei do rock" à divisão de carros de luxo da Ford em meados 1959, enquanto ele servia ao exército dos Estados Unidos em uma base militar na Alemanha. A limusine, que traz numeração de série 32, está com 53 mil quilômetros rodados e vem com vários itens exclusivos, entre eles, uma divisória de vidro elétrica entre os bancos dianteiros e traseiros e saídas de ar-condicionado para a parte traseira. O lote inclui ainda documentos originais relacionados ao carro, como o certificado de fabricante da Ford Motor Company, uma procuração assinada por Elvis autorizando a compra do veículo e o certificado de transferência concedido a Alan Fortas, amigo particular do cantor, que adquiriu o carro em 1965. O carro está em poder de Fortas há 40 anos. A compra ainda dá direito a levar para casa uma foto de Elvis, vestido com uniforme do exército, ao lado do Lincoln e na frente da casa dele, em Graceland, no estado de Memphis (EUA). O Lincoln foi personalizado a pedido do astro pela Hess and Eisenhardt, a mesma empresa que customizou o Lincoln X-100 conversível em que o presidente John Kennedy foi assassinado em 1963.
http://br.autos.yahoo.com/060105/49/10rq8.html

sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Filme sobre o músico desperta nostalgia de um pacifismo hoje

É um bonito presente para cinqüentões nostálgicos e um puxão de orelha indireto na geração de hoje por sua passividade materialista. O excelente documentário "The US vs. John Lennon" (Os EUA contra John Lennon) traz recordações, felizes e amargas ao mesmo tempo, para os que se envolveram no movimento contra a Guerra do Vietnã no final dos anos 1960 e início dos 70.

O filme faz um apanhado do ativismo antibélico do desafortunado Beatle e do assédio a que foi submetido pelo paranóico governo Nixon.No filme, dirigido por David Leaf e John Scheinfeld e distribuído pela mesma companhia que distribuiu "Fahrenheit 9/11", combinam-se valiosas imagens de arquivo com entrevistas atuais com ativistas, intelectuais e jornalistas, tudo isso temperado por canções que foram hinos daquela juventude idealista e contestadora.

A viúva do cantor, Yoko Ono, tem um papel de destaque, mas sempre se mostra discreta.Lennon aparece como uma figura valente, íntegra, divertida e provocadora. São antológicas suas respostas durante seus protestos na cama pela paz, de pijama e junto com Yoko, e o humor com que suportou a via crúcis que o governo o fez passar quando ameaçou deportá-lo. Um jornalista lhe pergunta: "Você disse que teve problemas a vida toda. Por quê?"

"Tenho essa cara. As pessoas nunca gostaram da minha cara", zomba Lennon.Mas em outro momento admite estar "aterrorizado" depois de saber que o FBI, sob o comando do sinistro Edgar Hoover, grampeou seu telefone e vigiava seus movimentos. No filme intervêm personagens díspares como o ex-líder dos Panteras Negras Bobby Seale ou um dos homens de Nixon no escândalo Watergate, George Gordon Liddy (Olha q nome lindo do kra!!!!).

Também falam George McGovern, o candidato presidencial democrata derrotado em 1972 e o mítico apresentador de TV Walter Cronkite. O ensaísta Noam Chomsky faz sua análise e o escritor Gore Vidal não pode evitar uma contundente comparação com a época atual:

"Lennon representava a vida e os senhores Nixon e Bush representam a morte"."The US vs. John Lennon", que poderá ser visto em todos os EUA a partir da próxima semana, estreou de forma restrita. No cinema da Broadway em que esteve "La Vanguardia", o público recebeu com suspiros de satisfação as cenas culminantes do documentário. Theresa Hammond, professora de contabilidade no Boston College, saiu impressionada.

"Foi muito mais informativo e emocionante do que eu esperava", declarou. "Sabia que Lennon foi um pacifista, mas desconhecia seu envolvimento e a dignidade que demonstrou. Há diversas entrevistas muito boas. Falam inclusive com Gordon Liddy, que dá a interpretação direitista da história."

"Você vê paralelos com a situação atual?" "Oh, sim, vejo muitos. É tão triste! Não temos muita gente dessa estatura opondo-se à guerra do Iraque. George Clooney e outros fizeram alguma coisa, mas não com a mesma intensidade."

"Por que acredita que o movimento pacifista não decolou desta vez?" "Creio que o principal é que não existe o serviço militar obrigatório. A maioria, da classe média para cima, não se sentiu afetada.""O filme me trouxe recordações daquele período", salientou Robert Sands, um cinegrafista de 54 anos que vivia no mesmo bairro que Lennon e costumava vê-lo na rua ou nos restaurantes junto com Yoko e o pequeno Sean.

"O mais importante é comprovar que John Lennon exerceu realmente muita influência naquela época. No início foi por causa dos Beatles, mas depois conseguiu situar-se ele próprio em um pedestal para o público. O filme mostra a força de um artista na sociedade e como as idéias acabam sendo mais fortes que as espadas.""Hoje há muito materialismo", prosseguiu Sands.

"Na época havia muito mais interesse por valores espirituais e sociais. Hoje os jovens parecem hipnotizados por coisas materiais, por roupas, pelos iPods. Gore Vidal faz uma das afirmações mais duras do filme, quando diz que o patriotismo é o último recurso dos sem-vergonhas."

Coletânea de George Michael traz parceria com Paul McCartney

Aproveitando o início de sua turnê européia, o cantor George Michael anunciou o lançamento de um pacote com os principais momentos de sua carreira. Entre eles estão algumas músicas inéditas, como "Hear the Pain" gravada com Paul McCartney e "This Is Not Real Love" com Sugababe Mutya. A faixa "An Easier Affair" é a terceira novidade que completa a coletânea. Intitulada "Twenty Five", a compilação chega às lojas de todo o mundo em novembro, na forma de discos duplos ou triplos. Alguns de seus melhores momentos no Wham! (no qual começou a carreira junto com Andrew Ridgeley) estão bem distribuídos entre diferentes fases de sua trajetória, como na faixa "Don't Let the Sun Go Down on Me", parceria com Elton John. O cantor voltou aos palcos no sábado (23) na Espanha, com a primeira apresentação de sua turnê européia. Faziam mais de quinze anos que ele não se apresentava ao vivo.

quarta-feira, 27 de setembro de 2006

Você sabe que está ouvindo Rock Progressivo demais quando...

1. A palavra "mellotron" provoca uma estranha sensação nas suas partes> intímas.

2. Você se refere ao vocalista do Yes como "O Profeta Sagrado Jon> Anderson".

3. Você culpa Phil Collins pela saída de Peter Gabriel do Genesis.

4 Você adora os discos "Invisible Touch" (Genesis), "90125" (Yes) e "Love Beach" (Emerson, Lake & Palmer), mas tem vergonha de admitir.

5. Você gosta de "Not Everybody's Gold" do Salem Hill.

6. Você sabe o significado da palavra "firth".

7. Você acredita que o talento de um baterista é mensurável pelo tamanho de seu instrumento.

8. Você considera letras um desperdício de tempo entre solos.

9. Você vai a um show do King Crimson e toma notas.

10. Você não respeita nenhum tecladista que não usa um Hammond B3 verdadeiro.

11. Você prefere Bill Bruford ao Alan White, dizendo que "groove e feeling> são superestimados".

12. Você gosta do timbre da guitarra do Steve Howe.

13. A sua fantasia de Menage à Trois envolve você, Keith Emerson e Rick Wakeman.

14. Você não vê nada de engraçado com Robert Fripp e está disposto a sair no braço com quem vê.

15. Os adjetivos "Canterbury", "melódico", "sinfônico" e "neo" anexos à palavra "progressivo" significam apenas "ruim".

16. Você deu aos peixes do seu aquário nomes de membros antigos e atuais do Yes.

17. As letras de "Close to the Edge" (Yes) têm um sentido profundo em sua vida.

18. Você prestou um serviço à comunidade ao bater em alguém que disse "Eu adoro Yes. Owner Of A Lonely Heart era demais!"

19. Você tira um tempo para ouvir "Tales From Topographic Oceans" em sua totalidade.

20. Você ainda adora o Kansas, apesar de deslizes como "Carry On My Wayward Son","Point Of Know Return" e Dust "In The Wind".

21. Você fez e usou a sua própria roupa de palco da turnê "Aqualung" do Jethro Tull.

22. Você gastou anos de terapia tentando esquecer que John Wetton já fez outra coisa além de tocar com o King Crimson.

23. O seu código secreto para sair de um show do Yes é: "Roundabout".

24. Todas as suas bandas favoritas têm nomes de personagens ou lugares de "O Senhor dos Anéis".

25. Você acredita que um baixista não merece respeito se não usar Rickenbacker.

26. Você sabe o que é uma Warr Guitar.

27. Você chama a maior parte do Rock Progressivo atual de "derivado", mas sonha secretamente com o Yes gravando um "Close to the Edge II".

28. Você acredita que tocar em uma rádio é o sinal de decadência de uma banda.

29. Você considera "Os Reis do Iê-Iê-Iê" uma besteira para pessoas presas ao passado, mas já assitiu "The Musical Box" seis vezes.

30. Você gasta mais tempo e energia tentando fazer a sua mullher se animar com Rock Progressivo do que a animando efetivamente.

31. Você já dançou ouvindo "Tom Sawyer" (Rush).

32. Você não está disposto a considerar Led Zeppelin uma banda de Rock Progressivo.

33. Quando você vê um amigo seu achando um disco do Styx na sua coleção, você rapidamente diz "apenas um descuido juvenil".

34. Você sai de um show do Emerson, Lake & Palmer resmugando "vendidos!", porque eles só tocaram a primeira parte de "Karn Evil 9".

35. Você acha que o disco "Union", do Yes, deveria se chamar "Onion" (cebola) - ele fede!

36. Você é homem, escolado, groupie e assexuado.

37. Você ligou para uma rádio e xingou todo mundo por terem tocado a versão editada de "Thick As A Brick", do Jethro Tull.

38. Você sabe quem é Annie Haslam.

39. Você sabe de cor a letra de alguma música do Gentle Giant.

40. Você insiste em ter um tapete persa no palco.

41. Você sabe o que são pedais Taurus.

42. Você ouve o barulho de um acidente de carro e diz "Isso é derivado de Yes ou Genesis".

43. A sua coleção de CDs é separada por ordem das notas que cada músico tocou.

44. Você gasta rios de dinheiro para conhecer o som de uma banda, mas acaba descobrindo que só vai conseguir algum CD deles na base de troca.

45. Você sabe que "House Of The King" foi feita pelo Focus e não pelo Jethro Tull.

46. Você sabe a diferença entre Jurgen Fritz e Keith Emerson.

47. Você condena o som da música techno, porque nenhum som feito por computador pode ser considerado música, mas compara às escondidas o estilo dos sons de Rick Wakeman com o de Tony Kaye tocando em 90125.

48. Além do mais, você secretamente deseja que contratem Steven Rothery para dar uma "apimentada" no som.

49. Você considera todo e qualquer estilo de música como um derivado do Rock Progressivo, que é a a única forma verdadeira de música.

50. Você já fez uma aposta sobre o tempo de duração de "A Change Of> Seasons"> (Dream Theater) contra "Grendel" (Marillion).

51. Você concorda com os motivos que levam Fish e/ou Marillion a não tocarem mais "Grendel".

52. Você tentou escutar toda a sua coleção (e as dos seus amigos) de discos de Rock Progressivo lendo "O Retorno do Rei" e chegou à conclusão que, já que todos combinaram, Tolkien era fã de Rock Progressivo também.

53. A "turnê mundial" da sua banda favorita consiste em três apresentações pela costa oeste - um show acústico em uma livraria, um show de aquecimento pré-festival em uma noite de sexta ao lado de outras seis bandas, e um show grátis na loja de aluguel de ternos do seu tio.

54. Você acredita que a era de ouro do Rock Progressivo vai ser ressuscitada através do Chapman Stick.

55. Você adora o King Crimson... mas queria que Greg Lake, Gordon Haskell, John Wetton e Adrian Belew mantivessem o bico fechado.

56. Você acredita que tocar teclado sem estar usando uma capa é uma desonra em relação ao instrumento e ao Rock Progressivo em si.

57. Você pode tranquilamente sentar em uma sala ao lados de outros fãs de Rock Progressivo e levar uma conversa inteligente sobre bandas como Renaissance e Illusion... mas o que você queria mesmo é que eles fossem embora para ouvir o seu vinil de "Hero and Heroine" do The Strawbs.

58. Você é capaz de recitar qualquer uma das histórias que Peter Gabriel contava entre uma música e outra nos shows do Genesis, tanto em inglês quanto em francês.

59. Você dá dinheiro para a sua esposa e filhos para saírem no final de semana para que você possa organizar o seu próprio festival caseiro de Rock Progressivo, com todos os discos ao vivo que você tem - por volta de uns 65-75. Dá direito até a "Framptons Comes Alive", a suposta entidade não-Progressiva.

60. Você acredita que Rael era uma pessoa real e procura sua biografia na Internet.

61. Você chora quando seus filhos chama a sua coleção de CDs de chata e pedem se não tem nada do Nirvana.

62. Seus olhos se enchem de lágrimas quando vê um filho seu cantando junto com um de seus discos de Rock Progressivo.

63. A primeira coisa que você verifica na procura de uma boa escola para seus filhos é se possuem aulas em Kobaian.

64. Você não fala mais com a sua esposa desde que ela se recusou a batizar as crianças de Dweezil e Moon Unit.

65. O seu chefe tem perguntando o porque de uma letra "K" maiúscula antes de algum "c" nos seus relatórios e memorandos.

66. Suas filhas se chamam Galadriel e Nico.

67. Você levou seu filho para comprar pratos para a bateria dele, porque ela estava pequena demais, com menos de uma dúzia.

68. Você mede o valor de uma música com o número de variações de compassos nela.

69. Você compra um disco com capa feita por Roger Dean independente da música contida nele.

70. Você prefere o som original de "Fragile" do Yes no vinil do que a remasterização em CD.

71. Você comprou duas cópias da edição especial da coletânea "Bridge Across Forever". Uma para guardar lacrada e outra que você usou para fazer cópias para tocar no carro, no escritório e, por medidas de segurança, no carro da esposa. Depois, ambos foram guardados em algum lugar bem afastado.

72. Mesmo que você não ouça Rock Cristão, você tem todos os discos solo do Neal Morse.

73. Você tem o catálogo inteiro da Magna Carta.

74. Você fez uma remoção à laser de tatuagem quando John Petrucci partiu para Ernie Ball.

75. A sua lista de presentes de Natal é feita com a ajuda do site Inside Out.

76. Você pode discutir sobre como James Labrie tem ficado melhor ao vivo.

77. Mesmo não manjando nada sobre técnicas de bateria, você tem Liquid Dream Theater e Progressive Drum Concepts.

78. O dia 20 de Abril é histórico para você.

79. Para você, a letra X no fim do nome de uma banda significa que ela é Progressiva.

80. Você não respeita um baixista que não toca mais do que quatro cordas.

81. Você parou de ouvir Pink Floyd quando começou a ouvir uma banda de nome estranho que vem da Indonésia.

82. Você não considera música qualquer passagem improvisada que uma banda faz ao vivo.

83. Você fez uma lista dos 10 melhores discos conceituais.

84. Você considera qualquer pessoa que faça uma lista assim como "Anti-Rock Progressivo". E diz para essa pessoa ir ouvir Mushroomhead.

85. Você pediu que "Time Stand Still" do Rush fosse o tema da sua formatura.

86. Tocou "June" ou "Surrounded" no seu casamento.

87. Você verificou se "A Change Of Seasons" do Dream Theater sincroniza com "A Sociedade dos Poetas Mortos", como Pink Floyd com o Mágico de Oz.

88. Você considera o Blue Man Group um grupo de Rock Progressivo porque eles usam um Chapman Stick.

89. Você admite que uma banda é boa, mas diz que é ruim porque você é fiel ao Rock Progressivo, e se não é Prog, não é bom.

90. Você assiste a gravações de shows do Genesis no auge e não vê nada de estranho em ver Peter Gabriel vestido de flor.

91. "The Dark Side Of The Moon" não é Progressivo o bastante para você.

92. Ninguém entende porque você fica rindo das vozes no Uncle Meat do Frank Zappa.

93. Suas visitas sempre perdem a hora quando você coloca alguma música: "Nossa, já é tudo isso? Mas é a mesma música que você colocou desde quando eu cheguei!".

94. O paradeiro atual dos integrantes da sua banda favorita é desconhecido.

95. Você mandou cartas para todas as emissoras de TV possíveis dando a idéia de fazer um desenho animado sobre as histórias do Gong.

96. Você acreditou quando alguém disse que era um membro dos The Residents.

97. Fica do lado de vagas especiais para deficientes fisícios na esperança de ver Robert Wyatt.

98. Conta quantas notas seu músico favorito é capaz de tocar por segundo.

99. "Revolution 9" é a única coisa dos Beatles que você gosta.

100. Você fez questão de se tornar um virtuoso em um instrumento usado apenas para produzir algum efeito sonoro eventual em uma determinada> música.

101. Ninguém deixa você escolher as músicas para uma festa.

102. Você usa o Metal Progressivo para conveter seus amigos HeadBangers para o Rock Progressivo.>

103. Os anos 80 foram difíceis para você.

104. Tarja, Simone Simmons, Liv Kristine e todas as vocalistas de canto lírico do Heavy Metal atual são meras cópias de Annie Haslam e Sonja Kristina para você.

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Correios britânicos farão série de selos com capas dos Beatles

Londres, 12 set (EFE).- Os Beatles aparecerão em uma nova sériede selos do Royal Mail, os correios britânicos, anunciou hoje acompanhia.Os seis selos, que serão colocados à venda em janeiro,reproduzirão as imagens que aparecem nas capas de alguns dos discosmais famosos do grupo de Liverpool.Entre estas capas, estão as dos discos "Sgt. Pepper's LonelyHearts Club Band", "Abbey Road", "Revolver", "Let it Be" e "With theBeatles"."A série especial dos Beatles será, com certeza, muito bemrecebida por admiradores de todo o mundo", disse um porta-voz doscorreios britânicos, ao anunciar a novidade.