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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Paul McCartney to help celebrate Quebec's 400th anniversary



Canwest News ServicePublished: Monday, June 30, 2008
QUEBEC - This is one British invasion Quebec City will welcome.
Organizers of Quebec City's 400th anniversary bash announced Monday that Paul McCartney would appear at a July 20 concert on the Plains of Abraham to mark the celebrations.
"I am doing a big gig in Quebec City," McCartney said in a video message taped in London to announce the event. "That is to help Quebec celebrate their 400th anniversary - that's a long time!"


The show will be the ex-Beatle's only North American performance this year and is his first concert in Canada since 2005.
McCartney's presence brings the type of headliner the organizers of the festivities were hoping for.
"Paul McCartney, is more than a celebrity, he's a legend, a reference, a musical and cultural icon," said organizer Daniel Gelinas. "His presence here will draw the attention of the entire world."
"Music is a good way to celebrate an anniversary like this. It's a universal language which unites everyone," McCartney went on in his video message. "Our two countries have historic links which remain important today. We're eager to celebrate this 400th anniversary with Quebec."
© Canwest News Service 2008

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Lennon e Jackson

Produtor diz que Michael Jackson chorou ao ver filme pornôEnviada por Reuters26/06/2008 - 11:57Ao participar do programa da TV britânica "The Sunday Night Project" do domingo, 22, o produtor musical Mark Ronson contou um intrigante episódio envolvendo Michael Jackson.Ele disse que, durante a infância, costumava passar noites em companhia dos amigos Sean Lennon e Michael Jackson. Certa vez, Ronson e Lennon resolveram ver filmes pornôs na televisão e chamaram Michael para se juntar a eles.Jackson, inexplicavelmente, começou a chorar em um canto do quarto, repetindo a frase: "Parem, isso é tolo!" O produtor especula que a reação se deveu à postura feminista do artista e não acha que a divulgação da história prejudicará a imagem do cantor.

PRODUTORA ENCONTRA FILMES INéDITOS COM BEATLES

PLANTãO Publicada em 26/06/2008 às 13h43mBBC A produtora britânica Arthouse anunciou ter descoberto mais de 15minutos de imagens inéditas dos Beatles em 1967.As imagens filmadas em Newquay e Plymouth (sudoeste daGrã-Bretanha) serão lançadas nos próximos meses no documentáriochamado Beatles Magical Mystery Tour Memories. No verão europeu de 1967, o ônibus amarelo usado pelos Beatles nofilme Magical Mystery Tour chegou à época cidade de Plymouth.A qualidade das imagens não é das melhores, já que foram feitas porfamílias que passavam férias no balneário.Mas isso não afeta o valor que o filme tem. Imagens dos quatroBeatles assim, juntos, praticamente vivendo momentos de lazer sãoextremamente raras. Elas são vendidas por milhares de dólares e para colecionadoresvalem mais que ouro.Há várias imagens também dos quatro Beatles na cidade de Newquay,na Cornualha. As imagens também foram produzidas por cinegrafistasamadores. Fonte:http://oglobo. globo.com/ cultura/mat/ 2008/06/26/ produtora_ encontra_ filmes_ineditos_ com_beatles- 546980925. asp

quarta-feira, 25 de junho de 2008

A Morte das Lojas de Discos

O que você vai ler a seguir é a crônica de uma morte anunciada há mais de uma década, desde que a internet mostrou que a informação não precisava mais de um meio físico isolado para ser armazenada. Podia correr por fios de forma epidêmica. Inclusive a música.

Estava decretada a morte do CD, mas ela ainda não aconteceu. O assassinato em 2008 está sendo outro, mais preliminar: o das cadeias de lojas especializadas exclusivamente em venda de discos. Vítima exemplar deste crime abundante em testemunhas impotentes, a rede porto-alegrense Banana Records acaba de anunciar o encerramento das operações de sua última unidade em atividade, no bairro Bela Vista. As quatro lojas do grupo eram um dos últimos refúgios de quem buscava novidades do mundo pop sem recorrer aos grandes magazines que também vendem livros, material de informática e mil outros itens estranhos ao mundo da música. Ou de quem não gostava de freqüentar sebos de discos ou lojas underground especializadas em alguns estilos, tão comuns nas galerias do centro da Capital. Em 14 anos de atividade, a rede Banana Records colecionou histórias, como a vez em que a banda norte-americana Red Hot Chilli Peppers fechou a loja da Bela Vista para uma
tarde de compras.

Focada no público jovem das classes A e B, a rede se tornou a protagonista porto-alegrense da explosão do mercado fonográfico brasileiro, entre 1994 e 1999. Em uma madrugada de agosto de 1997, chegou a abrir as portas da loja à 0h1min para atender a uma fila de jovens ensandecidos atrás do novo álbum da banda britânica Oasis, em primeira mão, repetindo uma prática comum apenas em mercados efervescentes, como o europeu, mas até então rara no Brasil. Eram outros tempos: neste mesmo ano, 1997, nada menos do que 15 artistas brasileiros estavam vendendo mais de 1 milhão de cópias cada um. Em 2007, nenhum atingiu esta marca.

Nos últimos cinco anos, no Brasil, a venda de discos caiu de 75 milhões para 25 milhões

Em apenas uma década, o mercado fonográfico mundial - e principalmente o brasileiro - foi do céu ao inferno. Segundo um dos diretores da Banana Records, a queda começou a ser percebida em 2002, quando o grupo ainda empregava 70 pessoas. A análise encontra respaldo nos números da Associação Brasileira de Produtores de Discos. Segundo ela, naquele ano foram vendidos 75 milhões de discos no país. Os números foram caindo até que, em 2007, foi registrada a venda de um terço desta quantidade: apenas 25 milhões de cópias.

O grande trunfo da rede Banana Records, que era ter um público jovem, de bom poder aquisitivo e que se interessava em conhecer música, acabou sendo também o motivo de sua morte. Este perfil de consumidor, apontam as pesquisas em todo o mundo, é exatamente o que passou a comprar ou piratear tudo pela internet. A loja se esvaziou.

- As que sobreviveram ou mudaram de foco ou se reinventaram - afirma Vilson Noer, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Porto Alegre.

Há 20 anos no mercado, a loja Multisom começou a perceber as mudanças no comportamento do público em 1998. Na época, para se adequar ao novo perfil, passou a investir em eletroeletrônicos, que hoje representam 55% das vendas, e instrumentos musicais.

- Antes, tínhamos um público jovem, dos cinco aos 30 anos. Hoje, quem vai à loja tem entre 30 e 60 anos e, em alguns casos, mal sabe usar a internet - diz Francisco Novelletto Neto, empresário sócio da Multisom.

De forma geral, quem se antecipou, atualmente, tem o CD como um coadjuvante da loja. O disquinho espelhado, que durante 20 anos enriqueceu comerciantes e gravadoras, definitivamente, não é mais um bom negócio.

( gabriel.brust@ zerohora. com.br )

Cinco sintomas da morte do CD
1. Do a Radiohead (ou "Fazer um Radiohead", em inglês) virou a expressão da moda, e é usada sempre que um artista decide distribuir música por conta própria na rede, de graça, assim como o grupo inglês Radiohead, do vocalista Thom Yorke, fez no ano passado. Em 2008, as bandas Coldplay e Nine Inch Nails fizeram o mesmo. No Brasil, Tom Zé, Ed Motta e o Cansei de Ser Sexy se preparam para também "fazer um Radiohead"
2. Uma pesquisa organizada pelo British Music Rights sobre os hábitos de download e cópia dos fãs de música comprovou o que todo mundo já sabia: 96% dos fãs entre 14 e 24 anos copiam música ilegal, gratuitamente. Também na Inglaterra, o renomado crítico Norman Lebrecht acaba de decretar a morte da indústria fonográfica, em seu mais recente livro, Maestros, Obras-primas & Loucura (Record, 350 páginas, R$ 47)
3. Com o MP3 suplantando o CD no quesito praticidade, o disco de vinil volta a ser o preferido dos colecionadores e começa a ser fabricado novamente. As vendas dos bolachões aumentaram 36,6% em 2007 nos EUA, vendendo 1,3 milhões de unidades. Nada de espírito retrô: as mais descoladas e modernas bandas de rock estão lançando seus discos também em vinil
4. No Brasil, a queda de vendas de CD foi tão grande que os critérios para se ganhar um disco de ouro, platina ou diamante mudaram. A partir de 2004, as vendas mínimas para ganhar as distinções caíram pela metade: Disco de Ouro foi de 100 mil para 50 mil, de platina foi de 250 mil para 175 mil, e o de diamante de 1 milhão para 500 mil. Nenhum artista brasileiro hoje vende mais de 1 milhão de discos
5. Em Porto Alegre, a Banana Records, a última rede de lojas dedicada exclusivamente aos CDs, anuncia o fim das suas operações em 2008. Na pesquisa anual de intenção de compras no Dia dos Namorados realizada pela Câmara dos Dirigente Lojistas, pela primeira vez o CD não apareceu

Sinceramente: João Lennon
http://br.geocities .com/beachboysbr azil
http://earlybeatles .cjb.net

All together now

'All together now'
Filme mostra 'reunião' dos Beatles com Cirque de Soleil
Plantão Publicada em 24/06/2008 às 18h19mReuters
SILVER SPRING, Estados Unidos - Paul McCartney e Ringo Starr aparecem ao lado de Yoko Ono e Olivia Harrison, viúva de George Harrison, em um novo filme sobre os Beatles, que conta também com a participação do produtor Sir George Martin.O encontro serviu para, além de superar um histórico de desavenças,colaborar em um grande show ao lado do Cirque de Soleil.O filme, chamado "All together now" (todos juntos agora), mostra os cinco reunidos para remixar a música do grupo para a produção "Love"do Cirque de Soleil, que estreou em Las Vegas em 2006."Eu quis contar a história dessas pessoas que são mitos. Trata-se depersonagens míticos", disse o diretor do filme, Adrian Wills, que écanadense. "Isso representou para eles uma forma de enfrentar opassado ainda no presente."" Eu quis contar a história dessas pessoas que são mitos. Trata-sede personagens míticos "O filme estreou nos EUA na semana passada, no festival dedocumentários Silverdocs, e ganhou uma nova exibição na segunda-feirapor exigência da platéia.O executivo Jonathan Clyde, da Apple, disse que o filme não deveentrar em cartaz, mas que será lançado em DVD dentro em breve."Love" é um show de 180 milhões de dólares realizado em um teatroconstruído especialmente para a apresentação dentro do Mirage Hotel.O Cirque du Soleil usa dança, shows de acrobacia e representações paracontar a história dos Beatles, do pop contagiante até a psicodelia,atualizando a imagem de 41 anos do Sgt. Pepper com um vigor high-tech.A idéia nasceu da amizade do Beatle George Harrison, que morreu em2001, com o fundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberté.Wills já havia registrado outros shows do Cirque, e "All Together Now"deveria ser, a princípio, um pequeno filme promocional.O diretor, no entanto, sempre foi um fã dos Beatles e disse que sabiaestar testemunhando um raro momento em vista da amargura que cercou ofim da banda, em 1970. Eles estavam criando alguma coisa nova.Registrando a história"Aquilo não seria definitivo, mas era algo novo em que estavamtrabalhando. E eu acho que aquilo os empolgou", afirmou Wills. "Agente sabia que estava registrando a história."Wills enfrentou dificuldades quando tentou gravar as imagens dosBeatles. Ele disse ter filmado à distância com lentes de longo alcancee ter colocado microfones em todo mundo.O diretor conseguiu realizar entrevistas com Ringo e com Paul somentedepois de ter conquistado a confiança de Ono e Harrison. "Nós meio queroubamos o filme", afirmou." A gente sabia que estava registrando a história "Há alguns breves momentos de desacordo. Ono aparece estressada devidoà versão de "Come Together", e nesse instante as telas mostramdançarinos vestidos de negro rodopiando no palco.A versão parecia "leve" demais se comparada com o que o marido dela,John Lennon, tinha em mente ao criar essa canção de cunho político,reclamou Ono.Mas, em sua maior parte, o filme mostra McCartney, Starr, Harrison eOno cooperando intimamente com Martin e o Cirque, e revivendo umaépoca na qual os Beatles dominavam a cultura popular. http://oglobo. globo.com/ cultura/mat/ 2008/06/24/ filme_mostra_ reuniao_dos_ beatles_com_ cirque_de_ soleil-546951566 .asp

OLHA ISSO!!!!!!!


Grupo que fez backing vocal para Elvis continua na estrada

02/07/2005 - 09:51 - "Estou num selo pequeno, fazendo algum barulho", disse o rapaz confiante, de cabelo escuro. "Mas, se eu conseguir um contrato com uma gravadora grande, quero que vocês façam meu backing vocal." Era 1955. O rapaz desconhecido era Elvis Presley, e seu convite era dirigido a Gordon Stoker, cujo quarteto, The Jordanaires, acabava de fazer o backing de Eddy Arnold, num show em Memphis. "Ninguém tinha ouvido falar em Elvis Presley", recordou recentemente Stoker, que hoje tem 80 anos. "Mas parece que ele gostou de como cantamos 'Peace in the Valley'. O primeiro amor dele sempre foi o gospel. Ele nos ouviu no Grand Ole Opry, quando fomos o primeiro quarteto branco a cantar spirituals. E a musica dele também sofreu essa influencia." A colaboração aconteceu, e The Jordanaires acabaram fazendo o back-up em alguns dos maiores sucessos de Elvis, incluindo "Don't Be Cruel" e "Jailhouse Rock". O quarteto tambem fez back-up para Roy Orbison, Johnny Cash, George Jones, Brenda Lee, Kris Kristofferson, Willie Nelson, Merle Haggard, Tammy Wynette, Dolly Parton e ate mesmo Ringo Starr, dos Beatles. Embora os Jordanaires não sejam um nome conhecido, eles já gravaram com estimados 2.500 artistas diferentes e já cantaram em mais discos a figurar entre os Top 10 do que qualquer outro grupo vocal da historia, com vendas que chegam a mais de 2,6 bilhões de dólares.

ELVIS FEZ UM PEDIDO

Stoker se recorda de ter ficado surpreso um ano depois de conhecer Elvis, quando o "barulho" que este falou que estava fazendo na Sun Records, de Memphis, lhe valeu um contrato com a RCA. Os Jordanaires, cujo quarteto foi formado em 1948 em Springfield, Missouri, já eram um nome muito conhecido em Nashville. O astro country Chet Atkins, que estava produzindo o primeiro disco de Presley para a RCA, disse a Stoker que o cantor tinha pedido para os Jordanaires fazerem o backup. Quatro meses depois, Chet chamou Ben e Brock Speers para ajudar Stoker a fazer o backup de Presley em "I Want You, I Need You, I Love You", que virou grande sucesso. A partir de então, Elvis fez questão não apenas de contar com os Jordanaires em todas as suas sessões de gravação futuras, mas também de que o nome do quarteto constasse de seus álbuns. Era uma iniciativa incomum, já que, na época, os músicos de backup, produtores e engenheiros de som não tinham seus nomes mencionados nos créditos dos discos. Foi o inicio de uma relação que iria durar 14 anos, durante a qual The Jordanaires fizeram o backup de "Don't Be Cruel", "All Shook Up", "Jailhouse Rock", "Can't Help Falling in Love" e vários outros sucessos de Elvis Presley. As coisas continuaram assim ate que Presley transferiu sua carreira para Las Vegas e The Jordanaires optaram por não se afastar de suas raízes em Nashville. Elvis Presley morreu em Memphis em 1977, aos 42 anos. The Jordanaires continuaram a fazer o backup de outros cantores, com tanto sucesso que continuam a fazer discos e a apresentar-se em shows ate hoje, alem de integrar o Hall da Fama da Musica Country. Eles acabam de lançar seu primeiro álbum de bluegrass, intitulado "Believe", que contem 26 hinos, dos quais quatro compostos especialmente para o disco. O álbum inclui um hino favorito de Presley, "Angel Band"

http://www.sistemad ifusora.com. br/noticias. php?news= 8413

terça-feira, 24 de junho de 2008

Mostra em Bruxelas reúne arte feita por roqueiros;

MÁRCIA BIZZOTOda BBC BrasilUma exposição em Bruxelas reúne obras feitas por vinte roqueirosfamosos nas quais os músicos revelam seu talento para as artes plásticas.Com o título "It's Not Only Rock'n'Roll, Baby!" ("Não é Apenas Rockand Roll, Baby", em tradução livre), que faz uma referência a umconhecido álbum dos Rolling Stones, "It's Only Rock'N Roll", mostrareúne fotos, instalações, pinturas e colagens de nomes como PeteDoherty, Yoko Ono, David Byrne e Patti Smith. "É a primeira vez que obras de grandes músicos do rock desde os anos70 até a atualidade estão reunidas em uma mostra. A exposição revelauma outra história do rock, a dos roqueiros que vieram do mundo daarte", afirma o curador, Jérôme Sans.Um dos destaques da mostra, em cartaz no Palácio de Belas Artes deBruxelas (Bozar), é a coleção de desenhos feitos por Pete Doherty comseu próprio sangue.A roqueira Patti Smith também participa da exposição com uma seleçãode fotografias em branco e preto --entre elas um auto-retrato. Elaafirma ainda que, na realidade, é uma artista plástica e que a músicafoi apenas a forma que encontrou para levar sua poesia aos palcos.O produtor Brian Eno contribui para a mostra com quadros psicodélicose uma grande instalação do mesmo gênero, que mistura montes de areiacolorida, uma projeção caleidoscópica e música transcendental.Além disso, o Bozar reservou o salão de entrada para uma instalaçãocom cadeiras de madeira, assinada por Yoko Ono, e uma sala parafotografias, colagens e esculturas pop-punk de Bianca Casady, do duetoamericano CocoRosie."Não se trata de uma corrente [artística], mas de artistas que têm umenfoque singular e que abordam a arte e a música como um corpo comum,uma união de idéias, e mostram como duas formas de expressão ao mesmotempo diferentes podem ser indissociáveis" , afirma Sans.O Bozar abriga ainda uma série de concertos de rock para celebrar amostra. Entre as atrações confirmadas estão Lou Reed e John Cale. Amostra "It's Not Only Rock'n'Roll, Baby!" fica em cartaz até 14 desetembro.http://www1. folha.uol. com.br/folha/ bbc/ult272u41548 2.shtml

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Empresas de games negociam jogo dos Beatles

da Efe, em LondresRepresentantes dos Beatles negociam com duas companhias para criar umjogo de videogame inspirado no grupo musical britânico, afirma nestasegunda-feira o jornal "Financial Times".Os representantes conversaram com a Activision e a MTV Games,fabricantes dos jogos Guitar Hero e Rock Band. O acordo é avaliado emmilhões de dólares e poderia ser fechado em algumas semanas.No entanto, o "Financial Times" especifica que antes o acordo terá dereceber o sinal verde da Apple Corps, a companhia escolhida pela bandapara supervisionar seus interesses comerciais, e da EMI, a empresa demúsica britânica proprietária das gravações dos Beatles.O jornal ressalta que os dois Beatles vivos --Paul McCartney e RingoStarr-- foram cautelosos na hora de explorarem seu material em novasplataformas.A Apple Corps começou a trabalhar de maneira mais ativa nos últimosmeses, desde que Jeff Jones assumiu como diretor-executivo. Acompanhia permitiu que as composições dos Beatles fossem utilizadas,por exemplo, em um espetáculo em Las Vegas (EUA) do Cirque du Soleil. http://www1. folha.uol. com.br/folha/ informatica/ ult124u415126. shtml

EDUCACAO MUSICAL!!! APOIEM!!!!

DIFICILMENTE ESCREVO AQUI POR MIM MESMA, TALVEZ POR NAO TER MUITA COISA IMPORTANTE O SUFICIENTE PARA SER DITO, MAS AGORA ENCONTREI ALGO, E ESTOU REALMENTE PEDINDO, AINDA QUE VOCE NAO SEJA MUSICO, QUE NEM GOSTE DE MUSICA, NAO SE PODE IGNORAR A IMPORTANCIA DE UM ENSINO ARTISTICO-CULTURAL, ESPECIALMENTE NO NOSSO PAIS, QUE COMPROVADAMENTE RESPIRA ARTE.
DISPENSE ALGUNS SEGUNDOS DO SEU TEMPO PARA ASSINAR ESSE DOCUMENTO, NAO VAI TE CUSTAR NADA.


APOIEM...ASSINEM....É MUITO IMPORTANTE!!!!

sábado, 21 de junho de 2008

Em busca de um Elvis judeu

Terça-feira, 30 de Abril de 2002, 14:59 - Instigados pela notícia (verdadeira) de que o rei do rock´n´roll tinha uma antepassada judia, jornalistas produzem filme, livro e website misturando fatos e besteirol sobre o sangue hebreu do astro - Dois jornalistas canadenses acabam de provar que uma boa idéia, por mais estapafúrdia que pareça, pode se transformar em um projeto lucrativo. Inspirados por uma reportagem de 1998 do The Wall Street Journal, que pela primeira vez especulou que Elvis Presley era descendente de judeus, Max Wallace e Jonathan Goldstein resolveram ir atrás das verdadeiras raízes do rei. A viagem, feita em um ônibus transformado em estúdio e casa, virou um filme, um livro e um website. Bem-vindo ao mundo de Schmelvis. O projeto, claro, tem ares de besteirol, inclui um sósia de Elvis que é judeu ortodoxo e tem trechos gravados em Israel - e é recheado de revelações curiosas. Wallace e Goldstein ficaram intrigados com a reportagem que revelava que a tataravó do astro era judia. Eles resolveram fazer um empréstimo e conseguiram vender a idéia de um documentário para um canal de TV inglês. A primeira parte da "road trip" foi de Toronto, no Canadá, a Memphis, Tennessee, terra do rei. No caminho, eles descobriram várias "raízes" judaicas de Elvis, como o fato de que ele morou, durante a infância, em cima do apartamento de um rabino. Os diretores localizaram a viúva do rabino, que revelou que o astro fazia as atividades proibidas aos ortodoxos no sábado (operar máquinas e aparelhos eletrônicos) e que sempre ficava para o jantar e adorava a comida. Ela também disse que ele costumava doar dinheiro anualmente para diversas associações judaicas. Por meio da viúva, eles acabam indo falar com a dona do apartamento em que a família Presley morou - e descobrem, por meio de fotos inéditas da infância dele, que Elvis fez uma plástica no nariz. "Hoje descobrimos que a mãe dele queria que ele fosse médico, que ele adorava comida judaica e que fez uma operação no nariz", escrevem os autores em um trecho do livro. "Que outra prova precisamos sobre a origem dele?" O livro, Schmelvis: In Search of Elvis Presley´s Jewish Roots (editora ECW, US$ 17,95 nos Estados Unidos), que relata o processo de produção do filme, tem 208 páginas e uma série de fotos também da viagem feita a Israel. Há, sem dúvida, um bom trabalho de investigação, feitas por um detetive particular contratado pela produção e também por Wallace, que é autor do livro Who Killed Kurt Cobain?, de 1998, e chegou a ganhar um prêmio da revista Rolling Stone, nos anos 80, como "melhor jornalista investigativo" . Mas o projeto, que estréia no aniversário de 25 anos da morte de Elvis, inclui momentos de puro besteirol, como as receitas do sanduíche de pasta de amendoim da tia deles e uma série de outras bobagens. No website oficial do projeto, no endereço http://www.schmelvi s.com, há por exemplo uma seção chamada "Jesus versus Elvis", que faz analogias como: "Jesus disse ´ame seu irmão´" e "Elvis disse ´não seja cruel´" (em referência à canção Don´t Be Cruel); ou "Jesus andou sobre a água" e "Elvis foi surfista". ESTADO DE SÃO PAULO.

Exposição no Masp celebra o kitsch

Segunda-feira, 27 de Agosto de 2001, 09:48 - Mostra reúne 1,2 mil peças entre o brega, o engraçado e o mau gosto, incluindo pingüins de geladeira, um vestido de Hebe Camargo e altares para Elvis e Marilyn - Embora com sua barba opulenta o crítico de arte Olney Krüse possa ser um Papai Noel de primeira qualidade, a ele se colou um rótulo mais peculiar, o de "pai do kitsch". Ninguém cuidou mais do kitsch aqui do que Olney e ele mostra que manteve a chama acesa fazendo, juntamente com Eunice Moraes Sophia, a curadoria da exposição Viva o Kitsch, que tem abertura para convidados nesta quarta-feira, na Galeria Prestes Maia. Nesse cenário de mármore e linhas art déco, cerca de 1200 peças se dividem em dois salões. No primeiro, há recriação da exposição de 700 objetos kitsch feita em 1984 por Olney Krüse no Masp. Além de fotos da época, também haverá altares a ícones kitsch como James Dean, Elvis Presley e Marilyn Monroe, cheios de objetos dedicados a eles feitos em várias partes do mundo. No segundo salão, 500 novos objetos kitsch (que depois se juntarão ao acervo do Masp, integrado pelos 700 do outro salão) serão mostrados, com destaque para um vestido de Hebe Camargo, acompanhado por tudo a que se tem direito, dos sapatos de strass ao batom. O artista Carlos Miele também doará ao Masp uma obra inspirada no kitsch e feita especialmente para a exposição. Outro grande momento ocorrerá na abertura da mostra, em que haverá um grande desfile que lembrará as relações do Masp com a moda no Brasil. O museu tem um acervo de vestuário integrado, por exemplo, por um Dior desenhado por Salvador Dali e vestidos de vanguarda da década de 60. A palavra kitsch vem do alemão "kitschen", que se refere a fazer o novo com o velho, especialmente móveis, e nasceu por volta de 1860. "Verkitschen" é vender de segunda mão ou entregar algo no lugar do que fora pedido. A explicação mais específica seria usar a arte para dela fazer um produto de consumo para o grande público. Por extensão, kitsch se tornou um objeto, uma manifestação cultural ou uma pessoa de mau gosto. Contudo, esse é um jeito simplista de encarar o kitsch: ele não é sempre sinônimo de mau gosto. Que é uma noção subjetiva, flexível, ilusória, já que o gosto varia de acordo com a época e o lugar. No contexto da exposição da Galeria Prestes Maia, o kitsch pode ser visto como arte popular que tem apelo sentimental, poucas (ou nenhuma) pretensões artísticas. Seduz e repele por suas características obviamente falsas: materiais baratos que imitam prata, ouro ou pedras preciosas. Uma característica fundamental do kitsch é o humor. Que se liga a outra que é o excesso. Assim, uma caneca com a cara de Elvis Presley, revela um excesso de adoração por um cantor, que leva a se fazer um objeto de uso cotidiano como prova de idolatria a um astro, algo excessivo, sem dúvida. É kitsch e fica engraçado, exatamente por esse excesso que beira o absurdo. Aplicando-se isso ao erotismo, ao romantismo, à religião, à arte, surge o universo do kitsch, que se liga ainda a um toque de felicidade. O kitsch também pode ser uma reinterpretaçã o do que é produzido pela grande arte e passou de moda ou estilo e passa a ser feito em cópia barata ou brega. As pessoas se sentem satisfeitas quando se deparam com o que é conhecido e reconhecido, seja onde for. Assim, a caneca de Elvis mostra um rosto reconhecido e idolatrado, não oferece o intrigante da arte não-kitsch, que desafia e incomoda. Exposição Viva o Kitsch - Masp Centro (Pça. do Patriarca - Galeria Prestes Maia). De 30/8 a 20/12, de 2ª a sábado, das 11 às 17h. R$ 4,00 e R$ 2,00 (estudantes e maiores de 60 anos). ESTADO DE SÃO PAULO.

Gravadora quer novos fãs para Elvis Presley

Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2002, 13:38 - Embora seja um dos nomes mais lembrados do pop, seus discos vendem pouco e seu museu em Memphis amarga baixa visitação. Para reverter o quadro, a RCA repara uma compilação com marketing dirigido a novos e jovens fãs - Quase 25 anos depois da morte de Elvis Presley, a RCA tenta recolocá-lo no trono do pop mundial. A gravadora está produzindo atualmente uma compilação de 30 hits de Elvis Presley nos mesmos moldes de 1, dos Beatles, que teve 8 milhões de cópias vendidas apenas nos Estados Unidos. Colocar outro produto de Elvis à venda no mercado não é a novidade principal. A diferença é a campanha de marketing que por trás do lançamento, que ainda não tem título definido. A RCA pretende vender o CD para um público entre 15 e 24 anos, que nunca comprou nada relacionado com Elvis. O objetivo é rejuvenescer a base de fãs do músico. Por quê? Para aumentar as vendas de seu catálogo. No ano passado, Elvis Presley teve 1,4 milhão de discos vendidos, o que é considerado muito pouco para quem tem um catálogo tão extenso e importante. Até hoje, é estimado que ele teve 600 milhões de discos vendidos nos Estados Unidos, mais 400 milhões no resto do mundo. Outro sinal de que a memória de Elvis está em baixa é a queda na visitação à Graceland, sua mansão/museu em Memphis, Tennessee. O número de visitantes caiu 15% no ano passado, e já estava muito ruim mesmo antes dos ataques terroristas de 11 de setembro. Após a tragédia, a administração do local teve de demitir 15% de seus funcionários: quase 50 pessoas. Graceland foi aberta à visitação em 1982 pela viúva do ídolo, Priscilla. Para rejuvenescer o nome de Elvis, que teria feito 67 anos este mês, a RCA e a Elvis Presley Enterprises (EPE) vão associar sua "marca" com outros nomes internacionais importantes: de volantes de loteria a roupas inspiradas nos anos 50, da marca Lansky Brothers, a primeira a vestir do rei do rock. No web site da Mansão Graceland, por exemplo, já é possível conseguir o cartão de crédito Visa Elvis. Até o estúdio Walt Disney entrou na jogada: canções do músico vão estar na trilha sonora de um novo desenho animado do grupo, Lilo & Stitch, sobre uma menina havaiana apaixonada pelo cantor. O nome de Elvis, quem diria, vai estar ligado a promoções do filme infantil em lojas do McDonald´s e jogos do PlayStation 2, da Sony. A tentativa de relançar Elvis não é fácil. Uma prova disso foi o show especial da cantora Britney Spears em Las Vegas no ano passado, que foi transmitido ao vivo pelo canal de TV por assinatura HBO. No cartaz de promoção do evento, ela usava uma roupa clássica de Elvis: body-suit branco com detalhes em dourado. Em uma pesquisa informal, a RCA descobriu que a maior parte do público da diva teen associava a roupa ao rei do rock, mas sabia muito pouco sobre o músico. Que ele fez filmes, por exemplo, poucos adolescentes tinham conhecimento. Outra dificuldade na tarefa é retirar de Elvis o estigma de kitsch ou cafona, uma característica que não é entendida pelo público jovem atual. Por outro lado, a onda de nostalgia no pop é grande e Elvis trata-se de um dos nomes mais reconhecidos da cultura pop no século 20, ao lado de Marilyn Monroe, por exemplo. De qualquer maneira, ainda vai se ouvir muito falar em Elvis em 2002, que vai ter uma grande celebração do aniversário de sua morte. A Elvis Week 2002 está marcada para começar em 10 de agosto e vai ter como seu ponto alto Elvis: The 25th Anniversary Concert, cujos ingressos começam a ser vendidos nesta sexta-feira. No evendo de 16 de agosto, na arena The Pyramid, de Memphis, Elvis vai cantar no telão, acompanhado por músicos que trabalharam com ele no passado e outros artistas em participações especiais que ainda não foram anunciadas. Mais informações podem ser conseguidas no web site www.elvispresley. com. ESTADO DE SÃO PAULO.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

A partitura e sua imprecisão.

escrito em quarta 21 março 2007 21:02
n A partitura sempre teve imprecisões ao tentar registrar a música ao longo da história da música.¡ A música antiga grega possuía símbolos para cada nota e o seu ritmo era dado pelo ritmo da poesia a ser declamada. O acompanhamento musical era feito totalmente em uníssono ao canto e instrumentos de percussão tinham caráter de música estrangeira.¡ Na idade média, a música gregoriana era escrita em linhas e pontos acima da letra que deveria ser cantada. Mais tarde, numa pauta de quatro linhas, foi usado quadrados, losangos, pontuados e ligados, por linhas.¡ O baixo cifrado é um exemplo da grande liberdade que tinha o cravista barroco, podendo ser comparado ao improviso de hoje em dia na música popular.¡ No período clássico, o trompete e o tímpano eram comumente utilizados juntos e por isso havia uma só linha para os dois, sem precisar citar na grade.¡ O ritmo e a dinâmica extremamente flexíveis do período romântico.¡ As partituras com desenhos gráficos, cores e poesias, de compositores do séc. XX. Procuravam partiturar uma determinada estética em suas composições, não importando a nota e como.¡ Bartók procurou ter o máximo de precisão ao escrever suas peças, colocando até mesmo os segundos exatos para sua duração.n Assim como todos esses exemplos tinham suas imprecisões, a partitura em Braille também possui as suas. Pode ser considerada uma forma diferente de registrar uma música.n Mesmo sendo um sistema criado a partir da partitura em tinta, ela possui signos próprios e maneiras diferentes de escrever os mesmos gestos musicais.n A Musicografia Braille utiliza o mesmo sistema de signos usados para o alfabeto e os sinais ortográficos.n Para representar alguns símbolos musicais da partitura em tinta é necessário usar mais de uma Cela Braille.

Modos Gregos

Artigo Escrito por Tom Silva
airtonsax@hotmail.comhttp://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7694096428781628365Modos Gregos
Na Grécia antiga, as diversas organizações sonoras (ou formas de organizar os sons) diferiam de região para região, consoante as tradições culturais e estéticas de cada uma delas. Assim, cada uma das regiões da antiga Grécia deu origem a um modo (organização dos sons naturais) muito próprio, e que adaptou a denominação de cada região respectiva. Desta forma, aparece-nos o
modo dórico (Dória), o modo frígio (da região da Frígia), o modo lídio (da Lídia), o modo jónio (da região da Jónia) e o modo eólio (da Eólia). Também aparece um outro — que é uma mistura — denominado modo mixolídio.
História
Historicamente, os modos eram usados especialmente na
música litúrgica da Idade Média, sendo que poderiamos também classifica-los como modos "litúrgicos" ou "eclesiásticos". Existem históriadores que preferem ainda nomeá-los como "modos gregorianos", por terem sido organizados, também, pelo papa Gregório I, quando este se preocupou em organizar a música na liturgia de sua época. No final da Idade Média a grande maioria dos músicos foi dando notória preferencia aos modos jónio e eólio que posteriormente ficaram populares como Escala maior e Escala menor. Os demais modos ficaram restritos a poucos casos, mas ainda são observados em diversos estilos musicais. O sétimo modo, o lócriofoi criado pelos teóricos da música para completar o ciclo, mas é de rarissima utilização e pouca aplicabilidade prática.
Fundamentação
Os modos baseiam-se atualmente na
escala temperada ocidental, mas inicialmente eram as únicas possibilidades para a execução de determinados sons. Desde a antiga Grécia os modos já se utilizavam caracterizando a espécie de música que seria executada. Os modos, bem definidos então, eram aplicáveis de acordo com a situação, por exemplo: se a música remetia ao culto de um determinado deus deveria ser em determinado modo, e assim para cada evento que envolvesse música. Com o temperamento da escala e a estipulação de uma afinação padrão, os modos perderam gradativamente sua importância visto que a escala cromática englobava a todos e harmonicamente foi possível classifica-los dentro dos conceitos "maior e menor". O uso de frequências determinadas possibilitou o desenvolvimento das melodias na música juntamente com a harmonia e, com isto, na atualidade, os modos facilitam a compreensão do campo harmónico e sua caracterização, mas não possuem mais funções individuais. O fato de não mais estabelecermos diferença entre bemol e sustenido na escala cromática veio a restringir ainda mais o emprego de modos na música, senão como elemento teórico.
Os modos
Nada mais são que uma série de
sons melódicos pré-definida. Ao todo são 7, mais 7 variações destes.
Compreendendo
Partimos da
escala padrão diatónica (a que se forma pelas notas sem acidentes) dó - ré - mí - fá - sol - lá - sí, e sobre cada uma destas notas criamos uma nova escala diatónica. Quando fazemos isto, a relação dos tons é alterada, consequentemente todo o campo harmónico tambem muda visto que, ao estabelecer uma nota como a inicial, estabelecemos a tónica da nova escala. Para ser mais claro, na escala musical temos funções que classificamos como graus para cada uma das notas, de acordo com sua posição acerca da primeira. Portanto, (nota por nota) sendo os graus: tónica, super-tónica, mediante, sub-dominante, dominante, super-dominante e sensivel (para, por exemplo: dó - ré - mí - fá - sol - lá e sí), o que mudamos no sistema modal é esta função de cada uma, criando uma nova relação entre os graus e notas. Tudo isso deve-se unicamente por estabelecermos uma nova tônica mantendo os intervalos.
Como são
Da
escala diatónica: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, extraimos a relação intervalar de tonos (T) e semitonos (st) seguinte: T - T - st - T - T - T - st. Sempre que existir esta relação intervalar, teremos o modo jónio ou escala maior (no caso, de dó). Se firmarmos como tónica o ré, usando a mesma escala diatónica, teremos: ré, mí, fá, sol, lá, sí, dó: T - st - T - T - T - st - T. Sempre que esta relação existir, teremos o modo dórico, e assim por diante:
Modos
T - T - st - T - T - T - st: Jónio
T - st - T - T - T - st - T: Dórico
st - T - T - T - st - T -T: Frígio
T - T - T - st - T - T - st: Lídio
T - T - st - T - T - st - T: Mixolidio
T - st - T - T - st - T - T: Eólio
st - T - T - st - T - T - T: Lócrio
Exemplos:
dó - ré - mí - fá - sol - lá - sí: Jónio
ré - mí - fá - sol - lá - sí - dó: Dórico
mí - fá - sol - lá - sí - dó - ré: Frígio
fá - sol - lá - sí - dó - ré - mí: Lídio
sol - lá - sí - dó - ré - mí - fá: Mixolidio
lá - sí - dó - ré - mí - fá - sol: Eólio
sí - dó - ré - mí - fá - sol - lá: Lócrio
Entendendo melhor
Para sabermos utilizar tais sistemas na prática, devemos ter em mente que a escala musical actual é
cromática, portanto, podemos estabelecer uma tonalidade e sobre esta (sem mover a nota da tónica) estabelecer cada uma das funções de um modo.
Exemplo
Partindo sempre da nota dó:
Jónico: dó - ré - mí - fá - sol - lá - sí
Dórico: dó - ré - míb - fá - sol - lá - síb
Frígio: dó - réb - míb - fá - sol - láb - síb
Lídio: dó - ré - mí - fá# - sol - lá - sí
Mixolídio: dó - ré - mí - fá - sol - lá - síb
Eólio: dó - ré - míb - fá - sol - láb - síb
Lócrio: dó - réb - míb - fá - solb - láb - síb
Isso cria, para cada modo, um novo
campo harmónico, uma tónica em escalas diferentes.
Classificação atual
Atualmente, classificamos os modos como maiores e menores, de acordo com o primeiro
acorde que formarão em seu campo harmonico.
Modos maiores
Jônio
Lídio
Mixolidio
Modos Menores
Dórico
Frígio
Eólio
Lócrio (este podendo ser também classificado como diminuto)
Aplicabilidade
Para aplicarmos os modos praticamente, devemos ter conhecimento sobre
harmonia para compreender os encadeamentos harmonicos que cada escala modal propõe. Na realidade, é muito simples: se, por exemplo, tocamos uma música na tonalidade de dó maior, cuja tônica (estabelecemos) é o sol, estamos trabalhando com o modo "sol mixolidio" (muito usado em músicas nordestinas). Se, harmonicamente, em uma música cujo tom está em dó maior, surge um acorde de ré maior, estamos no modo "dó lídio". Conhecer os modos facilita a interpretação e composição musical, desde que tenhamos bem óbvia a questão da harmonia.

veja também em:
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Campo_harmonico&action=edit&redlink=1

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Almir Sater compara ver "Pantanal" a ouvir Beatles

da Folha OnlineO cantor Almir Sater disse não se opor à exibição da novela "Pantanal",produzida originalmente pela TV Manchete e reprisada atualmente pelo SBT."O Sílvio lançou a novela sem falar nada, é uma novela que conquista aspessoas, conquista pela beleza", afirmou Sater."É uma novela de quase 20 anos que continua atual, é uma coisa de beleza, éum clássico do Benedito Ruy Barbosa, é como ouvir uma música dos Beatles",disse o cantor.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Elizabeth Taylor ganha outra boneca em sua homenagem

Quinta-feira, 14 de Setembro de 2000, 12:49 - Atenção, fãs e colecionadores de memorabilia em geral. O fabricante de briquedos Mattel vai lançar outra boneca de Elizabeth Taylor. A empresa, que lançou uma boneca de Taylor como Cleópatra em abril, põe à venda esta semana outra em que ela aparece com um vestido de gala violeta e cheia de jóias. O brinquedo faz parte da série Timeless Treasures, que já homenageou Lucille Ball, Elvis Presley e Audrey Hepburn. ESTADO DE SÃO PAULO.

Rock Festival

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domingo, 15 de junho de 2008

. Paul canta para 200 mil na Ucrânia

Debaixo de chuva, McCartney canta para 200 mil na Ucrâniada France Presse, em Kiev (Ucrânia)Pelo menos 200 mil pessoas, entre elas o ex-presidente ucranianoViktor Kuchma e o presidente georgiano, Mikhail Saakachvili,assistiram, na noite deste sábado (14), sob uma forte chuva, ao showgratuito do ex-Beatle Paul McCartney, em Kiev. A apresentação foi um"presente" de um milionário local para sua cidade. O público foi menor do que os 500 mil esperados pelos organizadores,na praça da Independência, palco da "Revolução Laranja" do final de 2004.O presidente ucraniano, Viktor Yuchenko, cuja presença havia sidoanunciada pelos organizadores, acabou não comparecendo.O cantor saudou os espectadores em ucraniano: "Pryvit, druzi!"("Saúde, amigos!"), disse McCartney. Ele lhes agradeceu pela presença,apesar da chuva.Durante duas horas e meia, McCartney interpretou canções dos Beatles,dos Wings e algumas músicas da carreira solo, escolhidas em umavotação na Internet, da qual participaram mais de 20 mil pessoas.A famosa canção "Back in the USSR", que cita as "garotas da Ucrânia",foi particularmente apreciada pela platéia.O show gratuito de Paul McCartney foi bancado pelo multimilionárioViktor Pinchuk, a segunda fortuna da Ucrânia, de acordo com a revista"Korrespondent" ."Tinha o sonho de ver as pessoas reunidas na praça da Independência,todos juntos, felizes e livres por pelo menos duas horas", explicouPinchuk, justificando a contratação do ex-Beatle.Em 2007, a Fundação Pinchuk organizou na mesma praça um showbeneficente do cantor Elton John, que contou com a presença de mais de200 mil ucranianos.http://www1. folha.uol. com.br/folha/ ilustrada/ ult90u412618. shtml

sábado, 14 de junho de 2008

O aquecimento: como e o que praticar

por Sérgio Cascapera

Expressões tais como aquecer, usar a língua, ligar as notas com os lábios, respirar com o diafragma são todas expressões mal empregadas. Nós, na realidade, nem aquecemos, nem desaquecemos. O que se faz é a estimulação da nossa estrutura física e muscular. Isto é essencial para deixar a estrutura do corpo humano pronta para receber o bocal do instrumento. Todas as leis naturais são rompidas quando, por ignorância, alguém persiste em usar brutalmente e de maneira errada os músculos faciais para colocá-los em forma. A força bruta coloca a delicada sensibilidade dos músculos faciais em estado de choque, o que traz como resultado uma incontrolada frustração de pânico. Embora a natureza seja gentil e compreensiva, não se pode esperar que ela vá reverter, instantaneamente, o dano físico causado.

O "aquecimento" deve estimular os músculos necessários da face. Esses delicados músculos devem ser trabalhados gentil e pacientemente, passo a passo, evitando-se esforços desnecessários, principalmente os músculos dos olhos, orelhas e queixo. Todos os exercícios devem ser inicialmente praticados devagar e gradativamente.

Estas recomendações proporcionam confiança e aplicam-se, também, aos seguintes músculos: dos dedos, do pulso, braços e ombros. Além desses, desenvolve também a musculatura do diafragma. Toda a nossa anatomia deve ser mantida numa condição de relaxamento durante todo o tempo, sem descuidar da disciplina de treinamento muscular.

E preciso muito tempo para que alcancemos uma sensação confortável, no que deiz respeito aos músculos diafragmáticos. O primeiro passo para isso, é nunca nos submetermos a estados de tensão, por exemplo, ao completarmos uma pssagem extremamente longa e exaustiva, este é um momento crucial, em que devemos nos disciplinar e seguir as seguintes técnicas: relaxar todos os músculos de nosso corpo, com exceção da musculatura diafragmática, localizada na parte inferior das costelas e ao redor da parte inferior dos pulmões. A rezão é que não devemos relaxar para executar a próxima passagem, pois o constante relaxamento e contração destes músculos pode sobrecarregá-los.

E necessário, no princípio, o exagero e acentuação respiração. Por mera questão de disciplina, a pulsação da acentuação da respiração deve ser constante e ritmada. Para fins de treinamento ainda em estágio embrionário, o exagero na respiração necessita uma diminuição no andamento, praticar lentamente. Uma vez que isto é temporário, seu propósito é, basicamente, coordenar e sincronizar nosso suporte da respiração. Esta técnica não só influência a acentuação rítmica, mas também a sincronização da técnica do dedilhado.

A teoria e o propósito da prática de diminuição do intervalo entra as batidas do metrônomo, são de suportar os primeiros estágios do exagero da pulsação da respiração. A fim de nos certificarmos de que nossa respiração assume um papel dominate, temos que nos disciplinar a um dedilhado lento, firme e preciso. Isto estabelece fundamentos da técnica sincronizada, que é a base para os nossos reflexos musculares. Quando a nossa técnica de dedilhado, finalmente, torna-se automática, deixa-nos livres para nos concentrarmos na projeção do som, nível da língua, flutuação do diafragma e uma ampla expiração, preparatória de exercícios que requerem grandes quantidades de ar.

A maioria dos estudantes não está apta a elaborar um esquema consciente e coerente de aprendizado; além disso, não está capacitada para reconhecer seus principais pontos fracos e corrigi-los. Há a necessidade da ajuda e de conselhos regulares de um bom professor.

Primeiramente, deve-se levar em conta a hora e o lugar apropriados para o estudo. E absolutamente necessário encontrar uma sala de prática boa e silenciosa, livre de perturbações externas. Evite-se praticar numa sala com muita acústica, porque qualquer eco ou ressonância irá exaltar o som e, conseqüentemente, fará com que os erros sejam menos perceptíveis.

Toda a fadiga excessiva e toda violência são estranhas aos bons métodos de estudo do trompete. E fato que, em comparação com outros músculos, os dos lábios são pequenos e delicados, portanto, devemos tomar muito cuidado para mantelos numa condição forte e saudável. Por causa da quantidade de tempo, a prática deve ser executada de maneira deliberada e sensível. Os principiantes necessitam apenas de poucos minutos por dia para começar. O tempo deve ser aumentado à medida em que os músculos se desenvolvem em sua vitalidade. Toda prática deve ser realizada quando o estudante encontra-se sadio e alerta, "fisica e mentalmente"; assim sendo, quando realizada pela manhã, produz melhores resultados.

Constante descanso proporcional ao esforço feito parece ser um bom preceito e, por isso, recomendamos esta prática aos nossos alunos: para quinze minutos de estudo, quinze minutos de descanso. Naturalmente, alguns estudantes necessitarão um maior descanso que outros, o que não significa que estejam menos aptos ao instrumento. O estudante deve aprender a pressentir sua própria capacidade de resistência, praticando e descansando de acordo com as suas possibilidades.

Quando o "ataque" se torna menos preciso, o som perde sua costumeira ressonância e a flexibilidade começa a diminuir; é hora de parar e descansar. Duas seções separadas, de 30 minutos cada, são provavelmente melhores que a prática de uma hora integral para um estudante.

O primeiro propósito dos "aquecimentos" é ajudar os estudantes e profissionais a se familiarizarem novamente com a sensação do bocal nos lábios. Para isso, aconselhamos alguns minutos de zumbido específico no bocal e praticar estudos introdutórios a serem feitos somente no bocal com as ligaduras e staccatos recomendados por Max Schlossberg. Em seguida, escolher estudos com notas longas, tendo como objetivo fortificar os lábios através desta prática. Para aumentar a flexibilidade, praticar os exercícios contidos no método J. B Arban, concomitantemente aos livros de flexibilidade de Walter M. Smith e Dr. Charles Colin.

Após realizadas estas etapas, recomendamos aos estudantes praticarem escalas diatônicas maiores e menores, em todas as tonalidades; escalas cromáticas e arpejos maiores e menores, encontrados no mpetodo de J. B. Arban, nas páginas 59 a 86 e 142 a 151. A seguir, praticar os estudos técnicos de Herbert L. Clarke, Arban's e Saint-Jacomes. E, finalmente, aconselhamos aos alunos que procurem praticar transposição, trechos orquestrais e peças com acompanhamento de piano.

A oredem precisa dessas práticas varia de profissional para profissional. Cada indivíduo deve encontrar o modelo de rotina que melhor se adapte às suas necessidades; o importante é que esta seja realizada todos os dias, mesmo que o tempo não permita uma completa seção de prática, porque, depois de um pequeno descanso, mesmo sendo este de poucos dias, o profissional ou estudante verá que perdeu muito do que ele pacientemente executou nas semandas anteriores.

Ao praticar, procure usar a consoante "D" em vez de "T", uma vez que com "D" teremos 90% de ar e 10% de língua, enquanto que com "T", teremos 90% de língua e 10% de ar. O propósito desta prática é que, com "D", estaremnos com a musculatura mais relaxada e isso aumentará a possibilidade de praticarmos num espaço de tempo muito maior com menos esforço. Não se esquça também de usar as vogais "A" para os graves, "E" para os médios e "I" para os agudos. Isto porque, com a prática correta destas vogais, sua língua se posicionará no lugar certo e você obterá resultados eficazes e objetivos. A produção do som no trompete é obtida com a combinação da respiração, língua e lábios, sendo muito importante que você, ao lados desses princípios, use corretamente as vogais e consoantes.

A importância de um bom piano

Felicity Jones*
Brasília realmente precisa acordar. A capital do Brasil tem de ter uma política cultural minimamente séria. Estou ainda bastante impressionada com a precariedade das salas de concerto da cidade. Ninguém lá fora acreditaria se lhes contassem que nem mesmo o teatro mais importante da cidade, que leva o pomposo nome de Teatro Nacional Cláudio Santoro, possui um bom piano.
No exterior, em teatros e salas de concerto de relevância equivalentes ao Teatro Nacional, colocam-se à disposição dos pianistas pelo menos cinco grand pianos, na maioria Steinways, com menos de dois anos de uso. É nesse momento que os artistas podem escolher o tipo de sonoridade e de ação mecânica mais apropriada para o seu repertório. Ao que parece, isso é de total desconhecimento da Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal e também do maestro Sílvio Barbato. Do contrário, o maestro, na posição de diretor musical da Orquestra Sinfônica, condicionaria sua atuação à resolução desse vergonhoso problema. Problema que, segundo já estou informada, se arrasta há anos. O que só prova a ausência de uma política cultural séria para Brasília.
Amigos, nem mesmo o Teatro de Nova Déli, na Índia, é tão mal aparelhado. E é bom salientar que aquele país é paupérrimo. Mas mesmo lá eles possuem Steinways. E não é só isso. O Teatro Nacional daqui também possui um. A diferença é que em Nova Déli os pianos são trocados de tempos em tempos e não são instrumentos cansados, sem manutenção, como os daqui. Os indianos sabem que os materiais dos pianos se desgastam com o tempo e que os seus pianistas, locais ou convidados, merecem ser recebidos com um mínimo de dignidade para a sua arte se manifestar de maneira plena.
Já que estamos falando em bons pianos, achei bastante oportuno acrescentar a esta crônica um texto sobre o pianista russo Denis Matsuev, que tocou aqui na última quarta-feira no CCBB, a única sala de concertos da cidade que possui um Steinway novo. O texto informa que em sua apresentação na Sala Alice Tully, do Lincoln Center, em novembro do ano passado - que eu tive o privilégio de assistir -, Matsuev tocou num Yamaha CFIIIS. Esse é o melhor piano de cauda produzido por esse fabricante, custando hoje algo em torno de US$ 150 mil, na América.
Piano, minha gente, é assunto sério!
* Felicity Jones é Mestre em Piano pela Universidade de Michigan e Doutora em História da Música pela Universidade de HarvardEmail para contato:
ty1jones@hotmail.com

quinta-feira, 12 de junho de 2008




On Saturday 14th June 2008, 21:00 at the invitation of the Victor Pinchuk Foundation, Paul McCartney will perform to hundreds of thousands of people in Independence Square, Kiev, Ukraine. This groundbreaking event has been named Independence Concert. Paul's special show will be free to attend and will be broadcasted live on Novy TV.
This exciting event will be seen as symbolic for several generations of Ukrainians. It will allow people of different ethnicities and religions, political preferences and geopolitical orientations to come together around the ideas of peace, love and unity; the very ideas that Paul McCartney with The Beatles helped bring into the World. Independence Concert is an independent social initiative that aims to strengthen the confidence and understanding in the Ukrainian society.
Independence Concert appeals to the ideals that helped 30 years ago to melt down the ice of the ‘cold war' in the hearts of millions and changed the world into a better place. Today the ideology that forms the core of Ukrainian independence is shared with Paul McCartney's own ideology. Independence Concert serves to promote happiness, freedom, love and peace not only in the Ukraine but also to the entire World.
This historic concert will be broadcast live on screens in 5 cities across the Ukraine - Lviv, Kharkov, Dnipropetrovsk, Donetsk and Odessa for those who can't make it to Kiev.
Paul McCartney said:
‘I'm very excited because on the 14th of June I've been invited to play a concert in Independence Square, Kiev. Me and the band are going to be there and we're going to have to a great evening and we hope to see you there. So come along, it's going to be great evening hopefully for the Ukraine. Pull together, groove, rock and roll - all together"
Victor Pinchuk, Ukrainian businessman and philanthropist and founder of the Victor Pinchuk Foundation said:
"One could not imagine this 30 years ago. Nobody could even dare to hope for this 20 years ago. One could only dream about it 10 years ago. 5 years ago we could only envy our neighbours for whom this became a reality. And finally the day has come. For the first time we have the opportunity to hear the songs that changed the world and created a new culture. The songs that we grew up with and became who we are. These songs tell us about very simple but nevertheless important things: real love can't be bought and that real friendship can't be sold. There is much more to what unites people than what divides them, and in reality it's not an impossible task to become a better person and to make the world a better place, especially if you do it all together.


http://independenceconcert.kiev.ua/en/




sábado, 7 de junho de 2008

Filha de Elvis canta com ele em In the Guetto

Sexta-Feira, 17 de Agosto de 2007 - Lisa Marie Presley, única filha do rei do rock, Elvis Presley, lembrará os 30 anos da morte do pai cantando com ele em um novo videoclipe da mítica canção In the Guetto. A voz de Lisa Marie, de 39 anos, foi acrescentada à versão original da canção, lançada por Elvis em 1969. Este dueto póstumo, dirigido por Tony Kaye, foi rodado em New Orleans. A princípio, a intenção era homenagear Elvis, mas Lisa Marie, após ser testemunha da desolação deixada pelo furacão Katrina, em 2005, decidiu que o vídeo homenagearia os mortos na ocasião. A nova versão da canção já pode ser baixada através do iTunes e o videoclipe poderá ser visto no site Spinner.com. ESTADO DE SÃO PAULO.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Shows raros serão vendidos na Web

Performances antigas de artistas como Jimi Hendrix, Bob Marley e LynyrdSkynyrd, estarão em breve juntas a 500 gravações já disponíveis paradownloads no site de música e souvenires Wolfgang's Vault.As novidades só foram possíveis devido a um acordo entre o grupo UniversalMusic e o fundador do site, Bill Sagan.As gravações incluem shows ao vivo de artistas da Universal, selecionadosentre milhares de shows produzidos pelo falecido promoter Bill Graham, entreoutras preciosidades de catálogos e arquivos de décadas atrás."Este é um acordo para tornar disponível o que eu considero gravações deperformances ao vivo que não foram lançadas antes, de artistas da Universalde meados dos anos 1960 até hoje", disse Sagan à Billboard.com. "Isto cobrecentenas de artistas da Universal e milhares de shows."Sagan lançou o site em 2003 após adquirir a coleção de souvenires egravações de Bill Graham por 5 milhões de dólares.O acordo para o conteúdo que estará disponível na Internet para downloadserá válido por 10 anos.Se um show for maior que 30 minutos, o download completo custará 9,98dólares. Se for menor que isso, 5,98 dólares. Para uma ou duas músicas aovivo, o preço será 3,98 dólares.O site continuará a disponibilizar as gravações em versões "streaming" -- que não podem ser gravadas no computador, apenas escutadas pela Internet --,após o fim do contrato."Para os 1.434 shows do site, 488 estão disponíveis para download agoramesmo", disse Sagan. "E alguns dos grandes artistas, daqui a 30 ou 60 dias."Atenciosamente,Ari Mendes / Lost Highway Records

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Semana dedicada aos Beatles movimenta Liverpool

04/06/2008 16h39 Em agostoSemana dedicada aos Beatles movimenta LiverpoolComo acontece desde 1986 em Liverpool, na Inglaterra, o mês de agostoterá uma semana inteira dedicada aos Beatles. De 20 a 26, osbeatlemaníacos poderão assistir a shows de bandas-cover de mais de 20países – várias delas, inclusive, do Brasil.A maioria dos shows da Semana Internacional dos Beatles acontece noCavern Club, uma réplica do clube onde o quarteto costumava seapresentar nos idos dos anos 60. Mas a extensa programação tambémprevê eventos em outros locais da cidade, como passeios temáticos,exposições e venda de memorabilia dos Fab Four. O roteiro completo dasatividades pode ser encontrado em http://www.caverncl ub.org/.Da Agência O Globohttp://www.pernambu co.com/ultimas/ nota.asp? materia=20086416 3947&assunto= 18&onde=1

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Paul McCartney disponibilizará nova música em 'festa virtual'

04/06/2008 - 16h18 - Atualizado em 04/06/2008 - 16h34Paul McCartney disponibilizará nova música em 'festa virtual' no seu site Quemdoar US$ 25 para campanha contra minas terrestres poderá baixar faixa.Fãs deverão entrar em site oficial nesta quinta-feira (5).* * Do G1, http://g1.globo. com/Noticias/ Musica/0, ,MUL589447- 7085,00.htmlO ex-beatle Paul McCartney vai dar uma "festa virtual" nesta quinta-feira(5), em seu site oficial, onde disponibilizará uma nova faixa para downloada fãs que doarem um mínimo US$ 25 para a campanha contra as minasterrestres.A nova música se chama "Lifelong passion (sail away)" e os fãs precisam selogar no site <http://www.paulmcca rtney.com/> como convidados. O chef JamieOliver irá passar receitas de pratos vegetarianos na ocasião, que também vaicelebrar o dia mundial do meio ambiente."Lifelong passion (sail away)" é uma composição do The Fireman, projeto demúsica eletrônica que McCartney tem com o produtor Youth desde os anos 90 eque resultou em dois álbuns. Um novo disco da dupla deverá ser lançado embreve.O ex-beatle participa já há vários anos da campanha Adopt-a-Minefield que,através de doações, tem como prioridade em países pobres retirar minasterrestres de determinadas áreas para que se possa cultivar plantações.

terça-feira, 3 de junho de 2008

"Yoko perde ação e 'Imagine' entra em trilha de filme

s filhos de John Lennon e a viúva dele, Yoko Ono, perderam nestasegunda-feira um processo com que tentavam impedir que a canção*Imagine*fosse usada num documentário.A editora EMI Blackwood Music Inc. também aparecia como autora do processo,junto com Yoko, Sean Ono Lennon (filho do casal) e Julian Lennon (filho doprimeiro casamento do músico). O caso tramitava desde abril na JustiçaFederal de Nova York.Os autores alegam que os produtores do documentário *Exposed: NoIntelligence Allowed* usaram sem autorização o hino pacifista de Lennon. Ofilme trata de discriminações contra cientistas e professores que apóiamteorias alternativas à evolução darwinista.Mas o juiz Sidney Stein deu ganho de causa aos produtores do filme com basena doutrina do "uso razoável". "Essa doutrina prevê que o uso razoável deuma obra registrada para propósitos de crítica e comentário não constituiinfração de copyright", disse o juiz.Em 2004, a revista *Rolling Stone* colocou *Imagine* (1971) na 3ª posição dasua lista das 500 maiores canções de todos os tempos, um dado devidamentecitado na ação.Reuters".

domingo, 1 de junho de 2008

McCartney faz show para 40 mil em Liverpool

01/06/2008 - 17h46McCartney faz show para 40 mil em Liverpoolda France Presse, em LiverpoolMilhares de pessoas de todas as idades se reuniram neste domingo, emLiverpool, para um megashow do ex-Beatle Paul McCartney para comemorara designação da cidade, localizada do norte da Inglaterra, comocapital cultural da Europa em 2008.A última vez que McCartney --que completa 66 anos em 18 de junho-- deuum show foi exatamente há cinco anos, quando conclui nesta cidade suaturnê "Back in the World".O show "Liverpool Sound" acontece em Anfield, o estádio da equipe defutebol do Liverpool, que recebeu entre 35 mil e 40 mil pessoas.O evento terá também como atrações The Zutons e Kaiser Chiefs --doisdos grupos de rock mais populares e inovadores da Grã-Bretanha."Acho que Paul McCartney talvez seja a pessoa viva com mais influênciano mundo da música. Sem a influência dos Beatles, nada seria a mesmacoisa", comentou Nick Hodgson, integrante dos Kaiser Chiefs.Ringo Starr, 67, o outro ex-Beatle ainda vivo depois da morte de JohnLennon (1940-1980) e George Harrison (1943-2001), também participoudas celebrações de Liverpool ao inaugurar os festejos em 11 de janeirocom um grande show ao ar livre.http://www1. folha.uol. com.br/folha/ ilustrada/ ult90u407650. shtm