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sábado, 30 de agosto de 2008

Carla Bruni vai cantar com Paul McCartney

Carla Bruni vai cantar com Paul McCartney e Metallica em programa
britânico

da Efe, em Londres

A cantora Carla Bruni, mulher do presidente francês, Nicolas Sarkozy,
vai se apresentar no dia 16 de setembro em um programa da emissora
britânica BBC. O programa de TV, ao vivo, também terá participação do
ex-Beatle Paul McCartney e do grupo de rock Metallica.

Como informou hoje a rede pública britânica, Bruni deve cantar "uma ou
duas canções" do terceiro álbum, "Comme si de rien n'était", no
programa "Later...with Jools Holland".

O programa, um clássico da BBC que será transmitido à noite, costuma
começar com o músico Jools Holland tocando piano e seus convidados
cantando juntos de maneira improvisada. O Metallica reaparecerá no
programa após 12 anos de ausência.

Carla Bruni conseguiu fazer sucesso com seu terceiro álbum, o primeiro
desde que se tornou a primeira-dama da França. O disco ficou no topo
das listas de vendas no país após seu lançamento, em julho.

A ex-modelo e cantora se tornou a terceira mulher de Nicolas Sarkozy
em 2 de fevereiro, em cerimônia que ocorreu no Palácio do Eliseu,
residência oficial em Paris do presidente francês

http://www1. folha.uol. com.br/folha/ ilustrada/ ult90u439729. shtml

Black Makeup Case





This black Max Factor makeup case is the most infamous of all Elvis artifacts.

Elvis owned hundreds of pieces of clothing, jewelry, and dozens of guns and cars. But Elvis owned only two cases in his lifetime. The one he carried that last two years of his life is secured in the Graceland archive. This one was never out of his reach for nearly eleven years and is the one you see in many of the behind the scenes photographs of Elvis on the road.

As is stated in the provenance from Joe Esposito, Elvis’ close friend and road manager for seventeen years, Esposito purchased the case at Elvis’ request from the Max Factor Store in Hollywood, California in the early 1960’s. Elvis kept personal items and jewelry in the case. As Esposito states, "The case went everywhere we went, and there was hell to pay if someone forgot to bring it."

In the book, Elvis Aaron Presley: Revelations From The Memphis Mafia, by Alanna Nash, Marty Lacker recalls, "We were doing Kid Galahad when I first noticed what Elvis called his makeup case. It was a professional Hollywood makeup case with little drawers in it. He carried it with him wherever he went or had one of us carry it.
To maintain its authenticity, nothing about the case has been refurbished. The top compartment contains the original green felt lining. All of the drawers in the bottom half are original to the case. Elvis’ name is stamped in silver just below the main front clasp.

This is an extraordinary one-of-kind artifact. As Esposito says, "If this makeup case could talk, the stories would be unbelievable. Thank goodness it can’t!"

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Make-up case measures 13.25W X 7.25D X 9.5H

Take The Walk Book Pre-sale begins Monday Sept. 7th


Take The Walk Book is a coffee table book that tells the story of how Hanson begin their campaign of barefoot, one-mile walks to encourage action in the fight against AIDS and poverty. The book comes with an EP with four new Hanson songs written for the book and an a cappella version of the song “Change In My Life.”

When you preorder, you will get a digital version of the Take the Walk EP instantly. More details coming next week.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Nowhere Boy

"Nowhere Boy" irá contar a vida de jovem John Lennon

1 hora, 16 minutos atrás

LONDRES (Hollywood Reporter) - A história de John Lennon será contada
no filme "Nowhere Boy", com foco na conturbada adolescência do ex-Beatle.

O roteiro escrito por Matt Greenhalgh detalha a história de Lennon
como um adolescente solitário, abandonado por sua mãe e criado por uma
tia autoritária.

Sua válvula de escape é a música, além da arte e da amizade com Paul
McCartney. O filme será dirigido pelo artista plástico Sam
Taylor-Wood, que rodará a história na cidade natal de Lennon, Liverpool.

"As mulheres da juventude de John literalmente formaram a pessoa em
que ele se transformou" , disse Taylor-Wood, que acrescentou: "e os
pontos fortes e fracos de seus relacionamentos são centrais neste filme."

A escolha dos atores para os papéis principais "está em curso",
segundo a Ecosse Films, produtora que está desenvolvendo o projeto com
a Film Council, do Reino Unido.

http://br.noticias. yahoo.com/ s/reuters/ cultura_filme_ john_lennon_ pol

Festival de Jazz faz New Orleans ferver

Sexta-feira, 25 de Abril de 2003, 16:59 - A cidade de New Orleans abriu ontem seu Festival de Jazz, que vai até 4 de maio. O cálculo dos organizadores é de que meio milhão de pessoas passarão pela cidade para assistir a shows de gente como Bob Dylan, LL Cool J e Fats Domino. O evento tem ainda uma intensa programação musical que não se restringe ao jazz e nem aos shows agendados pelos organizadores. O festival de New Orleans recebe a colaboração da comunidade local, que organiza pequenos shows independentes em clubes e bares, o que ajuda a aumentar a oferta musical. "Se a pessoa tem energia para ir à programação do Festival de Jazz e seguir assistindo outras apresentações, pode-se dizer que a música não pára", disse Lee Frank, diretor de um clube em New Orleans. A programação sempre aberta a novidades é uma das características do evento. Mas é nos shows do festival que a capital do estado de Louisiana sente o maior agito. E, além dos nomes estelares, os moradores e visitantes poderão ver em New Orleans pelo menos um show histórico: uma reunião de ex-músicos das orquestras de Elvis Presley e Howlin’ Wolf. "É uma reunião dos grandes", anuncia Scotty Moore, de 71 anos, que tocou guitarra com Elvis em músicas como Mistery Train e outras. Este ano o Festival de Jazz de New Orleans celebra os duzentos anos da negociação entre o governo dos Estados Unidos com Napoleão em 1803, pela posse de Louisiana. O imperador francês tinha a pretensão de construir um império açucareiro que se estenderia de Louisiana até a Martinica, no Caribe. Por isso, uma exposição num pavilhão central da cidade vai homenagear a cultura da Martinica. ESTADO DE SÃO PAULO.

McCartney teve o melhor 2002 do showbiz

Quinta-feira, 13 de Março de 2003, 19:13 - O artista lidera o ranking de faturamento do ano passado: US$ 72 milhões. Em segundo, aparecem os Rolling Stone. U2, que ocupava a primeira posição no ano passado, ficou de fora da lista - Graças à sua turnê pelos Estados Unidos, Paul McCartney é o artista que mais ganhou dinheiro em 2002 em todo o mundo, US$ 72 milhões, segundo a revista Rolling Stone. O bolso para lá de cheio do ex-beatle já o colocou no topo de listas semelhantes, como a da revista inglesa Heat, que listou os britânicos mais ricos do showbiz, e a americana People, em lista recente na qual McCartney também está no topo. A fortuna ganha por Sir Paul no ano passado é bem superior à aquilatada pelos Rolling Stones, que ficaram em segundo lugar com US$ 44 milhões. A banda deve seus milhões principalmente ao público americano, que lotou vários shows da turnê 40 Licks, comemoração de 40 anos dos Stones nos EUA. Com fracas vendas de disco, a Dave Matthews Band chegou em terceiro na lista da Rolling Stone. A banda faturou US$ 31,3 milhões em 2002 também graças aos shows que apresentou. A lista dos 50 músicos e bandas que mais ganharam dinheiro no ano passado vai ser publicada pela Rolling Stone em 14 de março, mais foi antecipada pela BBC. E traz surpresas. A primeira delas é o declínio do U2. A lista referente ao ano de 2001 trazia a banda irlandesa em primeiríssimo lugar, com US$ 62 milhões ganhos naquele ano. Mas os últimos 12 meses foram o bastante para tirar Bono e companhia da lista. O motivo: o U2 lançou apenas uma coletânea em 2002, e não fez turnê. Ozzy Osbourbne e sua família também são surpresa na lista. Eles entraram na lista já no décimo lugar. Tudo porque a série de TV Os Osbournes se tornou uma sensação nos Estados Unidos. Outro corpo estranho da lista é Mariah Carrey, oitavo lugar por ter ganho US$ 30 milhões da gravadora EMI pela rescisão de seu contrato. E Elvis Presley, que mesmo morto há 25 anos rendeu o suficiente para ficar na 12ª posição, graças à coletânea Elv1s e à trilha de Lilo & Stitch. ESTADO DE SÃO PAULO.

"Os Simpsons" e a história do rock

Quarta-feira, 6 de Novembro de 2002, 20:24 - Há 14 anos eles fazem sucesso. Há 14 anos eles aparecem ao lado de políticos, personalidades americanas e internacionais e astros do rock, como Red Hot Chili Peppers, Aerosmith, Smashig Punpkins, Ramones e Paul Mccartney. Após 14 anos, Os Simpsons fazem parte da história do rock, garante a edição especial da revista Rolling Stones, nas bancas dos EUA ainda este mês. São três capas. Entre elas, a recriação da famosa capa Abbey Road, histórico disco dos Beatles de 1969, com Homer, Marge, Bart e Lisa nos lugares de Jonh, Paul, Ringo e George. No domingo, dia 10, estréia a nova temporada do desenho nos EUA. Nela, Homer vai parar em um acampamento de rockstars; os intrutores são Mick Jagger e Keith Richards (dos Rolling Stones), Elvis Costello, Tom Petty, Lenny Kravitz e Brian Setzer (ex-Stray Cats). Os Simpsons estreou em 1988 e é a galinha dos ovos de ouro da Fox. Enquanto os episódios da família de Springfields são vistos por cerca de 16,7 milhões de pessoas nos EUA, a nova atração Girls Club, que não conseguiu passar da marca de 5 milhões de telespectadores e deve ser cancelada. Na metade deste ano, rumores que a série estava próxima do fim foram freqüentes. Matt Groening, criador da hilária família americana, deixou subentendido em entrevista publicada pelo Financial Times que o desenho poderia acabar em breve. "Tornou-se difícil, com o passar dos anos, não apenas surpreender a audiência, mas também surpreender a nós mesmos". No entanto, Groening afirmou "a Fox vai espremer até o último centavo antes de acabar com o programa". Com um desempenho desse, pudera. No início do ano, Bart Simpson derrotou Marilyn Monroe e Nelson Mandela em uma pesquisa feita na Inglaterra para eleger os ícones do século 20. O garoto rebelde ficou em quarto lugar. Elvis Presley ficou em primeiro, seguido da Princesa Diana e Martin Luther King. Em abril, Os Simpons estiveram no Brasil. No episódio Blame It On Lisa a família viaja para o país para tentar encontrar um órfão do qual Lisa é madrinha. No programa, o Rio de Janeiro é infestado por macacos e ratos coloridos, a violência aparece em níveis alarmantes e o sexo está presente nas danças típicas (como a "Penetrada") e em programas infantis de TV. O episódio foi criticado por autoridades brasileiras por fazer humor com estereótipos (?) associados ao Brasil. A Fox não só se recusou a fazer um pedido de desculpas ao Brasil como reapresentou o episódio. Trata-se de um costume antigo. Para o bem do humor, Os Simpsons já desancaram os canadenses, os franceses e os alemães, entre outros, em seus 14 anos no ar. ESTADO DE SÃO PAULO.

Eminem leva jeito como ator

Sexta-feira, 21 de Março de 2003, 11:40 - A prova é 8 Mile - Rua das Ilusões, sua estréia na telona, que chega hoje aos cinemas brasileiros - Vamos logo ao que interessa: fãs e inimigos declarados - que o rapper de Detroit tem às centenas - com certeza querem saber como se sai Eminem em sua estréia cinematográfica. A notícia talvez não seja boa para os segundos, que gostariam de ver o mais branco dos rappers de sucesso quebrar a cara em Hollywood. Que 8 Mile - Rua das Ilusões seja um bom filme nem causa tanto espanto, já que é assinado por Curtis Hanson, o talentoso diretor de Los Angeles - Cidade Proibida. Desde que ganhou o Oscar de roteiro por aquele filme, Hanson tem corrido o mundo, e já esteve no Brasil, ministrando oficinas para roteiristas. Hanson sabe como construir narrativas eficientes para contar boas histórias. A surpresa fica por conta de Eminem. Ele é, realmente, bom ator. Não é apenas mais um músico estreando no cinema. De Elvis Presley a Madonna, cantores, transformados em atores, representam o próprio papel à base de um naturalismo que procura disfarçar sua falta de técnica. Eminem representa - é outro trunfo do diretor Hanson, que, justamente em Los Angeles - Cidade Proibida, conseguiu extrair de Kim Basinger, bela mulher mas atriz de talento limitado, a melhor interpretação de sua carreira e ela até ganhou o Oscar de coadjuvante pelo papel. Em 8 Mile, Hanson repete a dose: oferece a Kim seu melhor papel desde Los Angeles e, de quebra, mostra que Eminem é bom ator, o que, só para lembrar, o ótimo Don Siegel dizia que Elvis também era, citando para isso um western com o rei, que ele próprio fez: Estrela de Fogo. Hanson construiu, em torno de Eminem, uma ficção com toques autobiográficos. Ele faz um metalúrgico que sonha fazer carreira como rapper. Logo no começo, participa de um concurso de improvisações. De cara fica bloqueado. Não emite um som e sai do palco sob vaias de seus concorrentes negros. O restante do filme pode ser considerado uma espécie de preparativo para a segunda chance que o personagem, como bom herói americano, não deixa de reivindicar. Parece clichê - o gran finale da apoteose -, só que a fábula de Hanson continua mais um pouco e é aí que fica interessante. Não é um filme miserabilista sobre a miséria do herói, muito menos a história edificante sobre o garoto que supera todas as dificuldades para vencer na vida e realizar o sonho americano. Importa muito a ambientação da trama em Detroit. É a cidade de Eminem, mas também é peculiar. No cinema, já foi vista como cenário para expressar a idéia de uma decadência futurista (na série Robocop). Detroit tem uma cena musical forte, tendo abrigado, por exemplo, a Motown. É uma cidade industrial, conhecida por seu parque automobilístico. Sua cena, portanto, também é social. Hanson sabe disso. Pode ter aceitado o filme de encomenda, mas tratou de adaptá-lo ao que vem dizendo já há algum tempo. Em Los Angeles e, principalmente, Garotos Notáveis - que é menos atraente do que 8 Mile - Hanson voltou-se para personagens que constroem histórias, em especial a deles mesmos. Eminem, no filme, tem problemas com a mãe, como tem na vida. É um rapper branco num meio de negros, mas não é Vanilla Ice, a quem não se cansa de ironizar. Como na vida, tem um produtor negro ou parceiros negros para levar a carreira adiante. É rebelde, mas talvez venha de Hanson o sentido de comprometimento que caracteriza a persona do herói. Pode até ser que fosse uma exigência do produto proposto. Mostrar uma imagem menos agressiva de Eminem para ganhar o público americano mais conservador. Hanson soube usá-la para criar um personagem dramaturgicamente interessante. O herói possui uma ligação muito forte com a irmã menina. Mora com a mãe num trailer e ela não é exatamente uma lady: dorme com um colega de aula do filho, comenta com ele, com uma franqueza constrangedora, detalhes de sua vida sexual. É vulgar, mas não um estereótipo. Possui humanidade e Kim Basinger, meio matrona, enfeiada, consegue passar esse sentimento. Eminem chega a provocar: são poucos os rappers que, a despeito de desigualdades sociais, não tiveram uma educação decente. A inteligência do diretor consiste em havê-lo transformado em personagem de um filme que faz o retrato do artista como trabalhador. A de Eminem, em adaptar-se ao papel. Ele tem uma cena que não é só erótica, a mais erótica, talvez, dos últimos tempos (vê se aprende, Leonardo DiCaprio). A maneira como integra a palavra aos gestos, até nessa cena, é a grande sacada do filme. Eminem, no filme, é um corpo e uma voz. Representa o flow, a linguagem das ruas transformada em música, uma maneira de dizer as palavras das canções - como a dos créditos finais, Lose Yourself, indicada para o Oscar -, e também os diálogos, que são cuspidos como metralhadoras que expõem problemas sociais. O branquelo faz uma boa estréia no cinema. E Hanson, justiça seja feita, acaba de assinar o primeiro grande musical americano rap. Ou você acha que existe algum melhor que esse? ESTADO DE SÃO PAULO.

"Beethoven" revela músico abençoado pelo talento e atormentado por problemas pessoais

Quem foi Beethoven, o compositor que há mais de 150 anos ocupa posição central no altar da música clássica ocidental? Ludwig van Beethoven foi um gênio musical. E muito mais do que isso.

Foi também o filho de uma família autoritária. O homem atormentado por problemas pessoais, incapaz de estabelecer relações estáveis com as mulheres. O músico que, mesmo vítima de uma surdez progressiva e incurável, recusou-se a parar de criar.

A trajetória contraditória e complexa de Beethoven, o desenvolvimento de seu gênio criativo, suas fraquezas e imperfeições, e sua luta para continuar criando após a surdez são retratados na biografia "Beethoven", da editora Objetiva, à venda na Livraria da Folha.

Extravagante e amante inveterado

O leitor descobrirá que Beethoven era um homem extravagante. Era amante de várias mulheres, a maioria delas casadas, mas nunca conseguiu manter um relacionamento duradouro em toda sua vida. Consagrado, vendia peças musicais para aristocratas antes mesmo de tê-las composto. E, apesar de brilhantemente inteligente, era incapaz de conter acessos crônicos de raiva.

A criação das principais obras de Beethoven é narrada paralelamente ao desenrolar dos fatos de sua vida. Um dos pontos altos do livro é justamente a descrição das estratégias que Beethoven desenvolveu para continuar a escrever música durante o processo de perda da audição.

Do nascimento aos últimos momentos, "Beethoven" apresenta o retrato de um homem fascinante, abençoado por um talento musical fora do comum e amaldiçoado por demônios complexos.

Sobre o autor

O livro é escrito por Edmund Morris, aclamado autor de três biografias best-sellers (incluindo "The Rise of Theodore Roosevelt", vencedora do Prêmio Pulitzer) e estudioso da vida e da obra de Beethoven há quase 50 anos.

Pianista, o autor demonstra a rara habilidade de falar sobre as complexidades da música de Beethoven sem cair em tecnicismos, conseguindo "traduzir" em palavras a grandeza da obra de Beethoven. Quem ganha é o leitor.

Serviços:
"Beethoven"
Autor: Edmund Morris
Editora: Objetiva
Páginas: 288
Quanto: R$ 39,90
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800 140090

Fonte: Folha OnLine - 29/08/2008

Michael Jackson: 50 anos de idade e 45 de carreira






Hugo Cals, JB Online
RIO - O cantor Michael Joseph Jackson, ou simplesmente Michael Jackson, nascido na cidade de Gary, no Estado de Indiana, nos Estados Unidos, comemora nesta sexta-feira seus 50 anos de idade. Com milhões de álbuns vendidos ao redor do mundo, Michael também tem outro motivo para festejar: o cantor também completa 45 anos de carreira. Apesar de ter se lançado como um artista solo, o contemporâneo da também cinqüentona Madonna já acumulava experiência de estúdios, palcos e estrada há muitos anos: desde 1964, integrava o grupo Jacksons 5, formado por ele e seus irmãos Jackie, Tito, Jermaine e Marlon, tendo inclusive realizado shows no Rio em 1974.
Apesar do cantor ser criticado por seu comportamento excêntrico, marcado por poucas aparições públicas e ausência de materiais inéditos (ele regravou alguns de seus sucessos para a nova edição do álbum Thriller, mas não lançou nenhuma faixa nova), as comparações com a cantora Madonna (que lançou disco novo em março passado e está em turnê mundial) não têm fundamento, já que por conta do comportamento abusivo de seu pai, Joseph Jackson, Michael foi obrigado a renunciar de sua infância e adolescência para seguir a carreira artística desde criança. O pai do cantor não enxergava o talento de seus filhos, submetendo-os a abusos sexuais e vendo o Jacksons 5 apenas como uma forma de lucro fácil.
Michael, mesmo sem querer, tornou-se uma celebridade muito conhecida antes mesmo de atingir a idade adulta. Durante o período em que integrou o Jacksons 5, Michael desenvolveu seus talentos como compositor e cantor, mas somente quando se lançou em carreira solo, com apadrinhamento do produtor musical Quincy Jones, revolucionou os passos de dança que surgiriam na música pop nos anos seguintes, tornando-se referência para muitos artistas.




Foto: Divulgação
Em 1979, depois de deixar o grupo de seus irmãos e a gravadora Motown (responsável não só pelo Jacksons 5 mas outras referências da Black Music como Diana Ross, Marvin Gaye, The Temptations e Stevie Wonder), Michael entrou em estúdio para gravar faixas que mais tarde iriam compor seu primeiro álbum solo, batizado de Off the Wall, que conquistou a crítica e o público por conter uma sonoridade equilibrada que oscilava entre a música disco e black. Por conta de umas das faixas do álbum, Don´t Stop Till You Get Enough, Michael ganhou seu primeiro Grammy. A música é bastante conhecida no Brasil por que sua base instrumental é usada, até hoje, como tema de abertura do programa Videoshow, da Rede Globo.
Michael atingiu o auge da carreira em fevereiro de 1983, quando o álbum Thriller foi o mais vendido nos EUA. Mais tarde, o álbum conquistou o título de “mais vendido da história da indústria fonográfica”, recorde que ainda não foi superado por nenhum outro disco. Além da qualidade das bases instrumentais (Eddie Van Halen gravou as guitarras para o hit Beat It), Michael mostrou ser um pioneiro em novas tendências e produziu videoclipes históricos para algumas faixas deste disco, como Thriller, Billie Jean e Beat It que estabeleceram novos padrões de qualidade para os artistas divulgarem suas músicas.
Foto: AFP
Quatro anos mais tarde, em 1987, Michael lançou seu terceiro álbum solo, Bad, que serviu de trilha sonora para o filme Moonwalker, estrelado por Jackson. Apesar de não ter tantas inovações musicais ou visuais como Off the Wall e Thriller, o público respondeu bem ao lançamento e Jackson continuou a vender milhares de discos. Nesta época, alguns rumores sobre seus comportamentos excêntricos - como que ele estaria se submetendo a tratamentos experimentais para clarear a pele ou dormindo em uma câmara hiperbárica para conservar a idade - começaram a aparecer, mas nunca foram comprovados.
Na mesma época, Michael comprou um rancho que batizou de Neverland, em referência a terra natal do personagem Peter Pan, que em português significa “Terra do Nunca”. Em 1991, Michael quebrou barreiras novamente ao lançar o álbum Black or White, outro sucesso de público e crítica. O videoclipe da faixa-título teve um lançamento mundial ambicioso, sendo transmitido simultaneamente em 27 países, com uma audiência estimada de 500 milhões de pessoas.
Foto: AFP
O clipe também foi uns dos pioneiros a mostrar na televisão metamorfoses geradas por computador. A partir do álbum, Jackson realizou a turnê mundial Dangerous World Tour, que passou por milhares de países, incluindo o Brasil. Michael se apresentou na cidade de São Paulo em 1993, na mesma época que mergulhou no peróodo mais obscuro de sua vida pessoal, quando foi acusado de ter abusado sexualmente de um jovem de 13 anos.
O cantor foi inocentado das acusações, mas sua integridade pessoal ficou abalada. A última parte da turnê foi cancelada. No ano seguinte, Michael casou-se com Lisa-Marie Presley, filha do falecido cantor Elvis Presley, união que durou apenas dois anos. Em 1995, Michael lançou o álbum History, que além de revisitar sucessos, também trazia faixas inéditas.
Por conta de uma dessas novas faixas, They Don´t Care About Us, Michael Jackson veio ao Brasil em 1996 para gravar um videoclipe para a música. O cantor filmou no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, no Centro de Salvador. Depois disso, Michael ainda lançou mais outros dois álbuns de estúdio, Blood on the Dance Floor e Invencible, mas que não obtiveram o mesmo sucesso de discos anteriores. Na atualidade, Michael vive recluso e muito especula-se sobre a possibilidade de um novo álbum solo, no entanto nada está confirmado. Apesar disso, mesmo que não lance mais nada de novo até o fim de seus dias, o legado produzido e conquistado pelo cantor já deram a ele um título vitalício de rei do pop.
>> ...e Michael Jackson subiu o morro

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Gerhard Berger escreve sobre George Harrison

Nosso ídolo Émerson deve ter muitas histórias como essas para nos contar. Em sua autobigrafia, ele narra algumas poucas, mas creio que uma boa entrevista com ele tiraria coisas muito interessantes. Tema obrigatório para o livro "BEATLES E O BRASIL" que alguma alma boa um dia há de escrever.{}sAdrianoQuero compartilhar com vocês, um trecho do livro "Na Reta de Chegada" de Gerhard Berger, piloto de formula 1 de 1984 a 1997, amigo de Senna e de George Harrison. Como esta escrito no livro "Esta é minha contribuição definitiva a história dos Beatles"Estavamos na Grande Barreira de Coral, região na costa australiana. Conhecida pela variedade e beleza da vida subaquatica que abriga.Voamos até a ilha Hamilton, a de maior desenvolvimento turistico da região e grande o suficiente para abrigar alguns esconderijos. Uma encosta inteira da montanha no lado mais afastado da ilha é o refugio de George Harrison.O fato do músico e o piloto de corridas serem amigos já há alguns anos não é novidade. George me convidou para ficar com ele e naturalmente não usarei essa visita particular para fazer reportagem, mas posso contar como são as coisas no paraíso.Imagine: uma encosta de colina terminando no mar azul, desabitada graças a proteção ambiental. A vegetação em nossa colina é uma mistura de arbustos silvestres, bosques dePalmeiras tropicais, flores e botões, além de pinheiros, o maior deles,enorme com copa em forma de pirâmide..Como em uma pequena vila dos mares do sul, a casa principal e as construções menores são todas terreas e há uma bacia de rocha natural servindo de piscina. Bambú, palha, luz e água emolduram a casa, que tem assoalhos escuros de madeira de Makai e esculturas da Nova Guiné espalhadas por todos os cantos.Três lados do meu quarto eram cercados por riachinhos com nenúfares rosados que desabrochavam á noite e se fechavam pela manhã, quando o azul mostrava toda a sua intensidade. Eu experimentava a beleza da manhã ás cinco horas, completamente desperto, graças aos pássaros. Não saberia identifica-los, mas não importa, um emite um tom agudo comovente, outro parece rir como uma hiena, entre os dois há assobios de nossos pequenos amigos emplumados e um bando inteiro deles brinca de bombardeios, surgindo como flechas do meio das folhas e jogando castanhas na piscina.No final da manhã, uma garotavem do vilarejo para arrumar as coisas, não havia mais ninguém além de nós, relaxante. George Harrison é mesmo muito bom nisso. Depois que os beatles se separaram, ele começou a relaxar e agora, depois de 25 anos, atingiu o clímax de sua arte. Essencialmente, diz George, é apenas uma questão de extrair o divinode nossas almas.Tenho de tomar cuidado com a maneira como falo isso agora, pois George encara tão a sério o misticismo, mesmo que de forma totalmente despretensiosa, que é impossivel sentir-se tentado a brincar com o assunto.Por exemplo, estavamos na cozinha, preparando macarrão de Bengala, e George afirmou que quem estava cozinhando não era, na verdade, o George real.É por isso que não tem problemas com a sua identidade como Beatle. Ele diz assim: "Todos dizem que sou um Beatle, mas isso era apenas uma fantasia qu eu usava naquele tempo.As pessoas continuam vendo aquelas fantasias, por isso pensam que este é George. Mas, na verdade, eu sou alguém completamente diferente."George se preocupa em relaxar a qualquer custo fisicamente, ele tenta se expor o mínimo possível aos vennos, na comida e na bebida em geral, preocupando- se em digerir tudo muito bem. Isso nãi émuito atraente- tem muito a ver com beber água morna.Para relaxar mentalmente, ele medita de três a quatro horas por dia. Ele conseguiu nos explicarna língua que dominamos. Nossa consciência tem 3 marchas: Acordado, dormindo e sonhando. Mas, para conseguir relaxar totalmente, ela precisa de algum tempo em ponto morto, e isso é a meditação.Sou capaz de ficar horas ouvindo George falar, sua voz já seria razão suficiente. Ele fala o mais belo ingl~es que já ouvi - a palavra de um músico encantador, que deixa as sílabas deslizarem em todas as suas nuances, dando-lhes uma certa melodia.Ás vezes, ele tira a guitarra havaiana ou a elétrica da parede e canta alguns versos, inclusive (para meu deleite) Old Budha´s Gong, com a qual Hogey Carmichael fazia serenata para ajovem Bacall. E a mais bela canção dos Beatles (infelizmente não é minha é do John) - Norwegian Wood - não é de partir o coração?...so I lit a fireisn´t goodNorwegian Wood ?Sem microfones nem gravação, apenas para mim, (ao gravar a música em 1965, George tocou citara pela ´rimeira vez, foi quando começou seu amor pela Índia).Com muito cuidado, george tenta pomover a filosofia indiana. Ele gosta de mim e queria fazer algo de bom para minha alma.Ir a um pub com George Harrison pode ser um tanto penoso, os turistas japoneses, em especial, quase desmaiam ao vê-lo, mas, antes de perder a consci~encia, correm para tirar uma foto junto com ele. Na realidade, ele é bem paciente com eles, pelo menos por algum tempo.George não tem tolerãncia alguma com a música de fundo nos restaurantes ou bares. Ele diz que não aguenta música ruim, que ela representa quase um ataque físico a ele, dói em seus ossos."Isso arruina meu sistema nervoso"Diertimo-nos ainda mais conversando com o George Harrison sobre carros. Ele contou que tevealgum tipo de problema com seu empresário, por isso achou que merecia algo como compensação, "um brinquedinho".Essas palavras são de seu filme favorito. Estavamos sentados junto á piscina e george ficou embasbacado por não termos visto o tal filme. Ele nos contou que Peter Sellers deu-lhe de presente uma cópia em 60mm e que ele o havia visto, na Inglaterra, pelo menos 40 vezes. È por isso que conhece o filme de cor, memorizando todo o dialogo e nos narrou com um entusiasmo incontido todas as suas piadas.Imagino que esse incansavel entusiamo tenhasido uma das coisas que fizeram dos Beatles os Beatles - todo um espetáculo cheio de brincadeiras e graça e a habilidade de mergulhar totalmente nele.Para encurtar a história: Tratava-se do primeiro filme de Mel Brooks, com quase 30 anos, chamado The Producers. Se por acaso você encontrá-lo em uma loja de vídeos, não deixe de compra-lo, pois é sensacional. Assim, há uma parte: "Eu mereço um briquedinho", e foi assim que George foi levado a comprar seu Mclaren F1 (Chassis nro 25), por pouco mais de um milhão de dolares, com a qualidade adicional de ter sido construído por um de seus amigos, Gordon Murray.Comentei: " Você 99% do tempo nãofaz nada alémde evitar esbarrar em pessoasestranhas e, de repente, compra o carro mais potente echamativo do mundo, com 330Km/h de velocidade máxima, ainda mais na Inglaterra, que não passa de um grande engarrafamento, Como você explica isso? Tudo o que ele respondeu foi: "É que eu gosto de brincar"Ele é uma criança grande, um sonhador em um momento de sorte, há uns 35 anos aconteceu de o grupo certo de crianças grandes se encontrar. Esta é a minha contribuição definitiva a história dos Beatles.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Gerhard Berger escreve sobre George Harrison

Quero compartilhar com vocês, um trecho do livro "Na Reta de Chegada" de Gerhard Berger, piloto de formula 1 de 1984 a 1997, amigo de Senna e de George Harrison. Como esta escrito no livro "Esta é minha contribuição definitiva a história dos Beatles"
Estavamos na Grande Barreira de Coral, região na costa australiana. Conhecida pela variedade e beleza da vida subaquatica que abriga.
Voamos até a ilha Hamilton, a de maior desenvolvimento turistico da região e grande o suficiente para abrigar alguns esconderijos. Uma encosta inteira da montanha no lado mais afastado da ilha é o refugio de George Harrison.
O fato do músico e o piloto de corridas serem amigos já há alguns anos não é novidade. George me convidou para ficar com ele e naturalmente não usarei essa visita particular para fazer reportagem, mas posso contar como são as coisas no paraíso.
Imagine: uma encosta de colina terminando no mar azul, desabitada graças a proteção ambiental. A vegetação em nossa colina é uma mistura de arbustos silvestres, bosques de
Palmeiras tropicais, flores e botões, além de pinheiros, o maior deles,enorme com copa em forma de pirâmide..
Como em uma pequena vila dos mares do sul, a casa principal e as construções menores são todas terreas e há uma bacia de rocha natural servindo de piscina. Bambú, palha, luz e água emolduram a casa, que tem assoalhos escuros de madeira de Makai e esculturas da Nova Guiné espalhadas por todos os cantos.
Três lados do meu quarto eram cercados por riachinhos com nenúfares rosados que desabrochavam á noite e se fechavam pela manhã, quando o azul mostrava toda a sua intensidade. Eu experimentava a beleza da manhã ás cinco horas, completamente desperto, graças aos pássaros. Não saberia identifica-los, mas não importa, um emite um tom agudo comovente, outro parece rir como uma hiena, entre os dois há assobios de nossos pequenos amigos emplumados e um bando inteiro deles brinca de bombardeios, surgindo como flechas do meio das folhas e jogando castanhas na piscina.
No final da manhã, uma garotavem do vilarejo para arrumar as coisas, não havia mais ninguém além de nós, relaxante. George Harrison é mesmo muito bom nisso. Depois que os beatles se separaram, ele começou a relaxar e agora, depois de 25 anos, atingiu o clímax de sua arte. Essencialmente, diz George, é apenas uma questão de extrair o divinode nossas almas.
Tenho de tomar cuidado com a maneira como falo isso agora, pois George encara tão a sério o misticismo, mesmo que de forma totalmente despretensiosa, que é impossivel sentir-se tentado a brincar com o assunto.
Por exemplo, estavamos na cozinha, preparando macarrão de Bengala, e George afirmou que quem estava cozinhando não era, na verdade, o George real.
É por isso que não tem problemas com a sua identidade como Beatle. Ele diz assim: "Todos dizem que sou um Beatle, mas isso era apenas uma fantasia qu eu usava naquele tempo.
As pessoas continuam vendo aquelas fantasias, por isso pensam que este é George. Mas, na verdade, eu sou alguém completamente diferente."
George se preocupa em relaxar a qualquer custo fisicamente, ele tenta se expor o mínimo possível aos vennos, na comida e na bebida em geral, preocupando- se em digerir tudo muito bem. Isso nãi émuito atraente- tem muito a ver com beber água morna.
Para relaxar mentalmente, ele medita de três a quatro horas por dia. Ele conseguiu nos explicarna língua que dominamos. Nossa consciência tem 3 marchas: Acordado, dormindo e sonhando. Mas, para conseguir relaxar totalmente, ela precisa de algum tempo em ponto morto, e isso é a meditação.
Sou capaz de ficar horas ouvindo George falar, sua voz já seria razão suficiente. Ele fala o mais belo ingl~es que já ouvi - a palavra de um músico encantador, que deixa as sílabas deslizarem em todas as suas nuances, dando-lhes uma certa melodia.
Ás vezes, ele tira a guitarra havaiana ou a elétrica da parede e canta alguns versos, inclusive (para meu deleite) Old Budha´s Gong, com a qual Hogey Carmichael fazia serenata para ajovem Bacall. E a mais bela canção dos Beatles (infelizmente não é minha é do John) - Norwegian Wood - não é de partir o coração?

...so I lit a fire
isn´t good
Norwegian Wood ?

Sem microfones nem gravação, apenas para mim, (ao gravar a música em 1965, George tocou citara pela ´rimeira vez, foi quando começou seu amor pela Índia).
Com muito cuidado, george tenta pomover a filosofia indiana. Ele gosta de mim e queria fazer algo de bom para minha alma.

Ir a um pub com George Harrison pode ser um tanto penoso, os turistas japoneses, em especial, quase desmaiam ao vê-lo, mas, antes de perder a consci~encia, correm para tirar uma foto junto com ele. Na realidade, ele é bem paciente com eles, pelo menos por algum tempo.
George não tem tolerãncia alguma com a música de fundo nos restaurantes ou bares. Ele diz que não aguenta música ruim, que ela representa quase um ataque físico a ele, dói em seus ossos.
"Isso arruina meu sistema nervoso"
Diertimo-nos ainda mais conversando com o George Harrison sobre carros. Ele contou que tevealgum tipo de problema com seu empresário, por isso achou que merecia algo como compensação, "um brinquedinho".
Essas palavras são de seu filme favorito. Estavamos sentados junto á piscina e george ficou embasbacado por não termos visto o tal filme. Ele nos contou que Peter Sellers deu-lhe de presente uma cópia em 60mm e que ele o havia visto, na Inglaterra, pelo menos 40 vezes. È por isso que conhece o filme de cor, memorizando todo o dialogo e nos narrou com um entusiasmo incontido todas as suas piadas.
Imagino que esse incansavel entusiamo tenhasido uma das coisas que fizeram dos Beatles os Beatles - todo um espetáculo cheio de brincadeiras e graça e a habilidade de mergulhar totalmente nele.
Para encurtar a história: Tratava-se do primeiro filme de Mel Brooks, com quase 30 anos, chamado The Producers. Se por acaso você encontrá-lo em uma loja de vídeos, não deixe de compra-lo, pois é sensacional. Assim, há uma parte: "Eu mereço um briquedinho", e foi assim que George foi levado a comprar seu Mclaren F1 (Chassis nro 25), por pouco mais de um milhão de dolares, com a qualidade adicional de ter sido construído por um de seus amigos, Gordon Murray.
Comentei: " Você 99% do tempo nãofaz nada alémde evitar esbarrar em pessoasestranhas e, de repente, compra o carro mais potente echamativo do mundo, com 330Km/h de velocidade máxima, ainda mais na Inglaterra, que não passa de um grande engarrafamento, Como você explica isso? Tudo o que ele respondeu foi: "É que eu gosto de brincar"
Ele é uma criança grande, um sonhador em um momento de sorte, há uns 35 anos aconteceu de o grupo certo de crianças grandes se encontrar. Esta é a minha contribuição definitiva a história dos Beatles

Fãs disputam ingressos para ver Paul McCartney em Tel-Aviv

Show dos Beatles em Israel foi proibido há 43 anos.
Ingressos mais baratos custam pouco mais de R$ 233.
Uma multidão de fãs dos Beatles tem protagonizado uma corrida por ingressos
para ver a única apresentação que Paul McCartney fará em Tel-Aviv em 25 de
setembro. As entradas começaram a ser vendidas há dois dias.

A empresa Lean denunciou "um tráfego excepcionalmente intenso" de pessoas em
seu site. As linhas telefônicas para a venda dos ingressos estão sempre
ocupadas. Na internet, alguns fãs afirmam terem conseguido os ingressos
somente de madrugada após muitas tentativas.

Ao todo, 70 mil ingressos foram colocados à venda. Os lugares VIP custam 10
mil shekel (mais de R$ 6 mil). O acesso aos camarotes custa 1.500 shekel
(quase R$ 700), enquanto os ingressos mais modestos estão na faixa de 500
shekel (pouco mais de R$ 233)

Os organizadores do evento informaram à imprensa local que, diferentemente
do que geralmente ocorre, não serão distribuídos convites.

O show proibido dos Beatles em Tel-Aviv em 1965 entrou para a história de
Israel. Na época foi dito que os líderes do partido trabalhista proibiram os
quatro músicos ingleses de se apresentarem para evitar expor os jovens
israelenses a um "mau exemplo".

Mais tarde, no entanto, esclareceu-se que o show foi na realidade anulado
devido à rivalidade entre dois organizadores" .

Fonte: G1.

The Beatles Songs chega ao Teatro Goiânia

Espetáculo The Beatles Songs chega ao Teatro Goiânia

Agência Goiana de Comunicação

O espetáculo The Beatles Songs acontece nesta sexta-feira, 29, no
Teatro Goiânia, unidade Agepel, a partir das 21 horas, com a Cia.
Filarmônica, de São Paulo. O Cia. Filarmônica traz uma formação
diferente (quarteto de cordas, três vozes, violão, guitarra, piano,
bateria e contrabaixo) para mostrar o repertório do grupo pop mais
famoso e influente do mundo: The Beatles. Ingressos a R$ 60 (inteira)
e R$ 30 (meia-entrada) .

Os arranjos musicais do show, feitos por Nelson Oliveira, embalam
canções inesquecíveis. Pontuada por divertidas participações da dupla
de músicos e humoristas Jica y Turcão, a apresentação conta com um
artefato cênico especial: um "gerador de caracteres", onde a platéia
canta juntamente com a "bolinha dançante". O espetáculo renova a
emoção de quem viveu a música dos anos 60, buscando sensibilizar,
também, as novas gerações.

http://www.goiasnet .com/opopular/ ultimas/noticia. php?cod=363033

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Oasis faz referência a Beatles

Em novo álbum, Oasis faz referência a Beatles

NOVA YORK (EUA) - A banda inglesa Oasis voltou às raízes em seu novo disco, "Dig out your soul". O álbum será lançado no dia 7 de outubro pela Warner Bros. e tem 11 faixas dos conturbados irmãos Gallagher. Uma delas, "The shock as the lightning", já está tocando, apesar de o lançamento oficial estar previsto para o fim de setembro.

A faixa de abertura é "Bag it up", canção fúnebre com duas cordas, que lembra "Columbia", faixa do primeiro disco da banda, "Definitely maybe", de 1994. A seguir, vêm "The tuning" e "Blackbird", que tem sons de estalar de dedos, carros passando e alarmes.

"Waiting for the rapture", cantada por Noel Gallagher, faz referência a "Come together", dos Beatles, enquanto o blues de "(Get off you) High Horse lady" e o clima boogie de "The nature of teality" dão ainda mais a impressão de volta às raízes do disco. "I'm outta time" tem um trecho da última entrevista de John Lennon à BBC, dias antes de sua morte, em 1980.

Noel escreveu seis das primeiras sete músicas de "Dig out your soul". Liam foi responsável por três e o baixista Andy Bell e o guitarrista Gem Archer tem, cada um, uma canção de sua autoria.

Novos endereços, o Yahoo! que você conhece. Crie um email novo com a sua cara @ymail.com ou @rocketmail. com.
http://br.new. mail.yahoo. com/addresses

Taylor Hanson Expecting Baby No. 4

By Rennie Dyball
Originally posted Monday August 18, 2008 06:30 AM EDT


Taylor and Natalie Hanson Photo by: Vince Flores / Celebrity Photo
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The Hanson baby boom continues! Taylor, the middle brother of the rock trio Hanson, and his wife Natalie are expecting their fourth child this winter, they tell PEOPLE exclusively. “Each of our kids has made life richer and more exciting,” gushed Taylor, 25, and Natalie, 24. “We can’t wait for this guy to join the party.” Their little one will join a group of six cousins, including two recent additions: Zac and Kate Hanson welcomed their
first child, Shepherd, in May, and Isaac and Nikki Hanson welcomed their second child, Monroe, in July. (Isaac’s son Everett and Taylor’s other kids – Ezra, Penelope and River – round out the bunch.) This fall, the brothers will have their hands full as they set out on their recently-extended Walk Around the World Tour (see dates at www.hanson.net) – with babies in tow. As Zac recently told PEOPLE: “We may have to think about getting a second bus!”

FACEinHOLE


Create your own FACEinHOLE

ESTRELAS DE 'HOUSE', 'DESPERATE' E 'HEROES' ARRASAM NA MÚSICA: VEJA VÍDEOS DA BAND FROM TV!

Hugh Laurie, o protagonista de "House"; Greg Grunberg, o Matt Parkman de "Heroes"; James Denton, o Mike Delfino de "Desperate Housewives"; Bob Guiney, principal estrela da quarta temporada de "The Bachelor"; Bonnie Sommerville, a Caitlin da cancelada "Cashmere Mafia".

Artistas de vidas atribuladas, de agendas lotadas - tudo bem, talvez Guiney nem seja tão ocupado assim - mas que resolveram unir parte de seus tempos livres para tocar por diversão em eventos beneficentes.

Assim, nasceu em 2006 a "Band From TV", com Laurie nos teclados, Grunberg na bateria, Denton na guitarra e Guiney e Bonnie nos vocais. E quer saber? Eles são ótimos!

O mais legal é que, por ser uma grande brincadeira, a Band From TV sempre acolhe outros astros e estrelas dos seriados em seus shows. Não é nada raro ver gente como Jorge Garcia (o Hurley de "Lost"), Teri Hatcher (a Susan de "Desperate Housewives") ou Hayden Panettiere (a Claire de "Heroes") dando canja com os caras. E assistir a todos eles sobre um palco é um prato cheíssimo pra quem ama séries!

Por isso, o Séries Etc. reuniu uma coleção dos melhores vídeos da Band From TV já postados no YouTube. E se as cenas já são divertidas só por vermos essa gente toda junta em momentos de descontração total, melhor ainda porque os encontros rendem boas músicas e talentos que se revelam - ou você já sabia que Jesse Spencer, o Chase de "House" e quase um membro honorário da banda, é um senhor violinista? Hein, hein?

Confira abaixo os vídeos, clicando nos títulos em negrito para assisti-los, e sinta-se nos shows da Band From TV. E quem sabe um dia eles não vêm tocar no Brasil?

- BAIXOU O ELVIS NO MIKE DELFINO - Guitarra em punho, James Denton asssume o microfone para cantar "Viva Las Vegas", um clássico do Rei Elvis Presley.

- HOUSE TOCANDO "THE WHO" NA VIDA REAL! - Quem vê "House" certamente se lembra da clássica cena em que o médico ranzinza finge tocar teclado ao som de "Baba O'Reilly", clássico do The Who; e neste vídeo, Hugh Laurie prova que sabe tocar - e muito bem - a música. E o que é melhor: seu ex-pupilo em "House", Jesse "Chase" Spencer também destrói no violino. Show!

- O VOZEIRÃO DE HURLEY, O VIOLINO DE CHASE E A GUITARRA DE NATHAN PETRELLI! - Toda simpática, Hayden "Claire" Panettiere (de "Heroes") apresenta a banda, com destaque para as participações de Jesse Spencer no violino, Adrian Pasdar (o Nathan de "Heroes") na guitarra... E o vocalista? "Por favor, dêem calorosas boas vindas para ele! De 'Lost', Jorgeee Garciaaa! O Dude solta a voz para valer no bluesão "Mustang Sally".

- HUGH LAURIE, ARRASANDO NOVAMENTE - Neste outro vídeo, Laurie ataca de tecladista de jazz em "Such a Night", com direito a dois solos maravilhosos. E o público vai ao delírio!

- TERI HATCHER, VOCALISTA MUITO SEXY - No "Idol Gives Back" deste ano - o especial beneficente de "American Idol" - a Band From TV teve uma vocalista especialíssima: Teri Hatcher, a Susan de "Desperate Housewives". Linda e cheia de charme, ela canta "Before He Cheats", de Carrie Underwood, ex-vencedora do reality show. E não é que ela não faz feio?

- MAIS TERI, DANDO UMA DE ROQUEIRINHA - Depois de "American Idol", a atriz voltou a cantar com a Band From TV, e brilha ao lado de Jesse Spencer no country rock "I Feel Lucky". Empolgada, Teri até arrisca umas dancinhas...

- CHUCK TAMBÉM SABE CANTAR - Intérprete do nerd/espião por acaso de "Chuck", Zachary Levi também deu canja, dividindo vocais com Bob Guiney em "The Letter", de Joe Cocker. É possível ver também Jesse Spencer e Adrian Pasdar no palco, discretos porém eficientes.

- REBOLA, JORGE GARCIA! - Cantando "Shake a Tail Feather", sucesso na voz de Ray Charles, Greg Grunberg, Jorge Garcia e Bob Guiney se divertem. Garcia até dá um tapinha no bumbum de Guiney!

Os dias e horários das séries estão aqui. Ouça nosso programa de rádio e venha deixar seus comentários no blog Legendado.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Especialistas divergem sobre modelo para ensino de música

Lei tornou disciplina obrigatória, mas falta de estrutura e professores preparados preocupa


Por mais de quatro anos, uma série de músicos começou a visitar regularmente o Congresso, dando palestras e levando abaixo-assinados e cartas-manifesto sobre as condições do profissional e a importância da música para o País. Deu mais ou menos certo: na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que trouxe de volta a música como disciplina obrigatória nas escolas de ensino fundamental e médio. Porém, vetou o artigo que dizia que apenas os licenciados na área poderiam ensinar.
A aprovação e o veto despertaram ainda mais polêmica sobre a proposta, elogiada e criticada tanto por músicos quanto por educadores, que divergem até mesmo sobre o que seria uma aula de música na escola.

"A lei do jeito que está é mentirosa, não é factível", diz Annelise Godoy, diretora-executiva da empresa Philarmonia Brasileira. "Não temos sequer pessoas qualificadas para acompanhar esse processo, menos ainda para dar as aulas", explica ela, que desenvolve projetos nas escolas em parceria com empresas e instituições não-governamentais. "Seria muito mais coerente criarmos um estágio intermediário, onde a obrigação seria de cada cidade ter um conservatório aberto aos alunos, com profissionais bem preparados."

Os especialistas não criticam o ensino de música, mas a maneira como ele será implementado em uma rede cheia de carências, onde falta desde energia elétrica até professores formados nas disciplinas básicas, como matemática e física.

"Sou totalmente favorável ao ensino de música, sempre achei uma pena ele ter saído das escolas. Mas é uma coisa que precisa ser muito bem pensada para que funcione", diz o maestro Jamil Maluf, diretor do Teatro Municipal de São Paulo e da Orquestra Experimental de Repertório. "Não existe material disponível para o professor e isso precisará ser criado, porque sem formação e sem material didático não há possibilidade de dar certo."

O maestro faz uma comparação com o ensino de educação artística, que foi colocado na rede sem preparo nem orientação. Muitas vezes, diz ele, os alunos fazem pouco mais do que ficar "recortando coelhinho de papel pra fazer enfeite de Páscoa". Para Maluf, o que deve ser ensinado não é apenas o uso de um instrumento, mas a apreciação e a compreensão do valor cultural da música.

A lei colocou a música como uma disciplina separada dentro do ensino de educação artística, já obrigatório desde a década de 1970. Foi estipulado um prazo de três anos para que as redes implementem o novo modelo. A freqüência e o conteúdo das aulas ficou em aberto - cada município ou Estado definirá seu próprio projeto.

"Em três anos a gente não vai conseguir fazer tudo o que precisa, deveriam ser uns 12 anos pelo menos", diz o músico Ricardo Breim, fundador da Escola de Música Espaço Musical. "Não adianta colocar a música de novo nas escolas sem pensar o que é o conhecimento em música, que não deve ser confundido com aprender um instrumento. A música na escola é importante se estiver conectada ao que o estudante está aprendendo."

Pioneiros

Longe do debate nacional, e antes da aprovação da lei, alguns municípios ou escolas implementaram por conta própria as aulas de música.

Em Franca, no interior paulista, há dois anos todos os alunos do ensino infantil e fundamental assistem a uma aula por semana da disciplina. Foram contratados 31 músicos licenciados e duas coordenadoras desenvolveram o material pedagógico. "Trabalhar a musicalidade é muito importante não só pela sensibilidade que ela desenvolve, mas pelas áreas do cérebro que estimula", diz a secretária de Educação do município, Leide Haddad Caleiro.

Durante as aulas, os alunos aprendem noções de teoria musical, ouvem gêneros diversos e, com instrumentos feitos com materiais reciclados, como latinhas e garrafas, incorporam conceitos de ritmo e melodia. "Eles desenvolvem noções de postura corporal e de canto, aprendem a se concentrar, a ouvir, a trabalhar em grupo", diz a coordenadora do projeto, Lisiane Bassi Sinelli. "Usamos materiais simples e transmitimos os conhecimentos de maneira fácil. Os alunos respondem a isso."

Fonte: Estadão - 25 de Agosto de 2008

Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008 - Música passa a ser matéria obrigatória na educação básica

Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008
http://www.planalto .gov.br/ccivil_ 03/_Ato2007- 2010/2008/ Lei/L11769. htm

Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para dispor sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica.
Mensagem de veto
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O art. 26 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescido do seguinte § 6o:
“Art. 26. ............ ......... ......... ......... ......... ......... ......... ......... .......
............ ......... ......... ......... ......... ......... ......... ......... ......... ......... ...
§ 6o A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular de que trata o § 2o deste artigo.” (NR)
Art. 2o
(VETADO)
Art. 3o Os sistemas de ensino terão 3 (três) anos letivos para se adaptarem às exigências estabelecidas nos arts. 1o e 2o desta Lei.
Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 18 de agosto de 2008; 187o da Independência e 120o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
Este texto não substitui o publicado no DOU de 19.8.2008

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Paul e Grohl em Liverpool

Dave Grohl se junta a Paul no concerto em Liverpool de junho desteano.Tocou guitarra em Band on the Run e bateria em Back in the USSR.Ficou legal, porque deu uma modificada de leve nessas músicas que oPaul repete ad nauseam...http://br.youtube. com/watch? v=5yiQCgIgzNQ

Músicas que são mais vezes mal interpretadas

The Police têm a frase mais mal compreendida da músicaMúsicas de U2, The Beatles, Bee Gees, entre outras figuram no estudoda empresa Amplifon sobre as frases que são mais vezes mal interpretadas2008/08/21 18:19A música «When the world is running down» da banda The Police tem afrase mais mal compreendida da história da música. Os fãs da bandaquando ouvem a frase: «You make the best of what's still around»confundem-na frequentemente com: «You make the best homemade stew around».Mas esta não é a única música da banda que aparece num estudo daempresa Amplifon sobre as frases de músicas que os fãs mais confundemcitado pelo jornal Telegraph. Ao ouvirem a música «Message in abotle», também dos The Police, várias pessoas confundem a frase «Ayear has passed since I wrote my note» com «A year has passed since Ibroke my nose».No top 10 organizado pela empresa, aparecem vários nomes de músicos emúsicas famosos. Dos U2, aos Beatles passando pelos Bee Gees váriassão as frases mal interpretadas pelos fãs.Na canção «Michelle», dos Beatles, a frase: «Michelle ma belle, sontdes mot qui vont tres bien ensemble tres bien ensemble» é confundidaregularmente com: « Michelle ma belle, some say monkeys play pianowell, play piano well»«Algumas pessoas cantam durante anos as letras erradas das suascanções favoritas», afirmou Enrico Vacca, director da Amplifon. «Nósouvimos alguns enganos brilhantes durante a nossa pesquisa. Noentanto, há um lado sério nesta pesquisa. O facto de que só no ReinoUnido existem cerca de nove milhões de pessoas classificadas comosurdas ou quase surda e quatro milhões dessas pessoas não recebemqualquer tipo de tratamento», lamentou.Lista dos 10 enganos mais frequentes1) The Police: When The World Is Running DownInterpretada como: «You make the best homemade stew around»Versão real: «You make the best of what's still around»2) Bee Gees: Stayin' AliveInterpretada como: «It's alright. It's okay. You make love the other way»Versão real: «It's alright. It's okay. You may look the other way»3) The Beatles: Lucy in the Sky With DiamondsInterpretada como: «The girl with colitis goes by»Versão real: «The girl with kaleidoscope eyes»4) U2: Mysterious WaysInterpretada como: «Shamu the mysterious whale»Versão real: «She moves in mysterious ways»5) The Beatles: MichelleInterpretada como: «Michelle ma belle, some say monkeys play pianowell, play piano wel».Versão real: «Michelle ma belle, sont des mots qui vont tres bienensemble, tres bien ensemble»6) Queen: Bohemian RhapsodyInterpretada como: «Scallaboosh, Scallaboosh, will you do the bannedtango»Versão real: «Scaramouche, scaramouche, will you do the Fandango»7) The Police: Message In A BottleInterpretada como: «A year has passed since I broke my nose»Versão real: «A year has passed since I wrote my note»8) David Bowie: ChangesInterpretada como: «Strange vaccinations are killing me»Versão real: «Strange fascination fascinating me»9) Oasis: WonderwallInterpretada como: «You're gonna be the one at Sainsbury's»Versão real: «You're gonna be the one that saves me»10) Kate Bush: Wuthering HeightsInterpretada como: «Healthcliff! It's me; I'm a tree, I'm a wombat.Oh, so cold at the end of your winter»Versão real: «Heathcliff! It's me, Cathy and I've come home oh, socold, let me in-a your window»http://www.musica. iol.pt/noticia. php?id=983518& div_id=3322

Primeiro filme dos Beatles sai em DVD

Domingo, 1 de Dezembro de 2002, 11:13 - Os Reis do Iê-Iê-Iê/A Hard Day´s Night é o marco de um novo estilo que mudou moral, costumes, visual e música. Além de tudo isso, o filme ainda é ótimo - Já o chamaram de "o Cidadão Kane dos filmes de rock", mas A Hard Day´s Night (ou Os Reis do Ié-Ié-Ié, como foi intitulado aqui) é até mais do que isso. Ele pode ser marcado como o início daquilo que hoje imaginamos como anos 60, em termos de mudança social e de costumes. Isso tudo pode ser conferido a partir do dia 4, quando estará nas lojas o DVD duplo da Imagem com o filme de Richard Lester, o primeiro dos cinco feitos pelos Beatles. Foi filmado em março e abril de 1964, quando boa parte do mundo, Estados Unidos inclusive, ainda estavam mergulhados na pasmaceira dos anos 50. Até mesmo na música, traz o ímpeto da renovação roqueira. A Hard Day´s Night trouxe à moda o visual um tanto andrógino dos Beatles, seus cabelos peculiares e, até mais importante que isso, um espírito irreverente e crítico. Os Beatles não eram como aquele bem-comportado Elvis Presley que, nas entrevistas, recitava as respostas ensaiadas por seu empresário. E não eram clones, apesar do cabelo e das roupas iguais. Cada um tinha sua personalidade e ninguém tinha dúvidas de quem fosse John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr (este, sem falar daquele nariz). O filme, através dos diálogos de Alun Owen, realçou essa individualidade de cada beatle e ganhou em verdade. A Hard Day´s Night é muito diferente de qualquer filme de rock feito até então. Era esperto, irreverente, feito em estilo de documentário, em preto e branco (Gilbert Taylor copiou - ou pelo menos utilizou - parte das técnicas dos filmes da nouvelle vague francesa, sobretudo a câmara na mão), sobre o que seriam 24 horas na vida do grupo. O lado anárquico do conjunto - mostrado como quatro rapazes loucos para se divertir, tanto no palco quanto fora dele - se casou admiravelmente com o método do diretor Richard Lester (refinado em comerciais de TV e programas ao vivo), que fundiu sua marca registrada, uma montagem frenética, com sequências humorísticas inspiradas nos grandes comediantes do cinema mudo. Na receita entraram ainda entrevistas gravadas em ritmo recorde, pedaços de diálogo entrecortados. Transitando do realista ao abstrato com uma passadinha pelo absurdo, o filme não se leva a sério e nem quer tornar os Beatles respeitáveis (a propósito, em nenhuma hora se diz a palavra Beatles). As situações são verídicas (embora simuladas) em ensaios, entrevistas, shows e gravações. Mostra um pouco do que seriam os vícios dos quatro: eles bebem, fumam, caçam garotinhas, ficam se olhando o tempo todo em espelhos, atacam figuras respeitáveis e querem mais curtir que responder cartas de fãs. Lester não os apresenta como figuiras heróicas ou sábias. Eles são, contudo, responsáveis e leais uns com os outros e têm uma atitude profissional com a música. E que música! Clássico após clássico, que cantam e tocam com evidente prazer: She Loves You, I Should Have Known Better, If I Fell, Can´t Buy me Love, I Wanna Be Your Man, All my Loving, And I Love Her, I´m Happy Just to Dance With You, Tell me Why, a instrumental This Boy e a música-tema, que foi composta da noite para o dia por Lennon e McCartney, a partir de um comentário de Ringo. É um filme que não envelheceu nada e o que nele parece convencional é apenas porque foi muito imitado. Basta ver a sequência de abertura para sentir o espírito dominante. Os Beatles querem entrar num trem e são perseguidos por uma multidão de fãs (foram usadas extras beatlemaníacas de verdade); sente-se a histeria das jovens e a excitação dos quatro roqueiros. Tudo é alternado com a música-título (a primeira vez que isso foi feito). Não há praticamente tempos mortos e muitas cenas são antológicas (como a participação hilária de Wilfrid Brambell no papel do avô de Paul). Muitos críticos dizem que a melhor cena do filme é a da apresentação do conjunto quando os Beatles cantam She Loves You. Os quatro sorriem enquanto cantam e são mostrados alternadamente com rápidas tomadas da platéia, quase toda de adolescentes, que gritam sem parar por toda a duração da música, criando um frenesi difícil de esquecer. Um dos discos do DVD (preço sugerido, R$ 43) tem o filme, com 88 minutos, e o outro mostra 236 minutos de extras, no qual há curiosidades como as da cena em que John Lennon foi substituido por um dublê, pois precisava lançar um livro em Londres e não esteve nas filmagens, a história de que a United só produziu o filme porque foi descoberta uma brecha no contrato com o grupo que lhe dava certos direitos sobre a trilha sonora. Hoje, vendo os Beatles como eram, é difícil lembrar como eles foram polêmicos. O visual da rebeldia mudou, mas passados 38 anos, John, George, Paul e Ringo, ao contrário dos seus fãs de então, são jovens para sempre. E isso nunca foi tão verdade como neste filme. ESTADO DE SÃO PAULO.

Elvis Presley vai «gravar» um álbum de duetos

12-08-2008 15: 17 - Elvis Presley vai «gravar», 31 anos após a sua morte, e graças à tecnologia, um álbum de duetos com cantores «country», noticiou o jornal «Le Figaro» na sua edição online. O «Rei», segundo o jornal, «cantará» em dueto com nomes sonantes da «country» como Martina McBride, LeAnn Rimes, Sara Evans, Gretchen Wilson, Anne Murray, Amy Grant e Carrie Under­wood. A gravação assenta num projecto de colaboração entre a Sony BMG e Elvis Presley Enterprises. «É um excelente exemplo das coisas inovadoras que podem ser feitas para colocar em sintonia com o gosto actual os títulos do catálogo de Elvis, para os novos e os antigos fãs», declarou John Ingrassia, presidente da Sony BMG. Intitulado «Elvis' Presley Christmas Duet», o disco será, como o nome indica, um álbum de Natal. Elvis gravou 20 canções de Natal e os seus álbuns para a quadra venderam mais de 25 milhões de cópias, só nos Estados Unidos. Priscilla Presley, a filha do «Rei», saudou o projecto de realização destas novas versões das canções de Natal do pai. «Estou certa de que ele sentiria orgulho em trabalhar convosco», disse. No disco, com lançamento previsto para 14 de Outubro, ouvir-se-á Elvis cantar em dueto «Blue Christmas» com McBride, «Here Comes Santa Claus» com Rimes, «Merry Christmas Baby» com Wilson, «White Christmas» com Grant e «I'll Be Home for Christmas» com Underwood. «Está tudo feito com bom gosto. Fizemos a mesma música de acompanhamento que para a gravação original, Elvis Christmas Album, de 1957», assegura Gordon Stoker, um dos elementos do coro que intervém no novo álbum. O disco de Natal de Elvis de 1957 é o mais popular da história dos Estados Unidos, com nove milhões de exemplares vendidos.

http://www.tvi24. iol.pt/internaci onais/elvis- presley-country/ 980727-3322. html

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Terra dos Beatles, Liverpool é capital cultural européia

LINO BOCCHINIda Revista da FolhaNão tem jeito. Mais de 600 mil turistas baixaram em Liverpool em 2006em busca da atmosfera que inspirou John, Paul, Ringo e George aformarem o mais famoso grupo de rock da história. Mas a cidade temmais a oferecer do que a memória do quarteto.Lá, fica, por exemplo, a Tate Liverpool, filial da galeria londrina.Aberta no final da década de 1980, a Tate local é um forte exemplo deque uma visita à cidade é marcante não apenas pela banda. A galeria,além de clássicos como Matisse, Picasso e Salvador Dalí, costumaorganizar mostras de importantes nomes de arte contemporânea, comoDamien Hirst e Peter Blake. A cidade vive um momento especial em sua história. Completou 800 anosem 2007 e é a capital cultural do continente. A União Européia nomeiaa cada ano duas cidades para a honraria. Em 2008, são Liverpool e anorueguesa Stavanger.Liverpool preparou-se com esmero: boa parte do que existe foireformado ou ampliado, como o pórtico de Chinatown ou o Beatles Story,principal museu sobre o grupo. Por lá, os famosos óculos redondos deJohn Lennon e a guitarra de Paul McCartney ganham a companhia de novassalas temáticas.Tanto o museu do grupo, que trouxe fama à cidade, quanto a Tate ficamem Albert Dock. Ali começa a visita.Os antigos armazéns, de 1846, hoje estão totalmente recuperados e sãotombados pela Unesco. As construções abrigam cafés, lojas,restaurantes e o Merseyside Maritime Museum --repleto de miniaturas,como a do Titanic, perfeito para crianças.De Albert Dock saem ainda os principais tours da cidade, como o YellowDuckmarine, feito a bordo de um veículo anfíbio (o passeio começa naágua e termina nas ruas) e o Magical Mistery Tour, que passa por todosos principais pontos relacionados aos Beatles: a casa onde nasceu cadaum deles, Strawberry Fields, Penny Lane e termina com uma "pint" noCavern Club. É curioso, mesmo que Penny Lane seja apenas uma rua comum e,Strawberry Fields, um jardinzinho fechado. Os guias são bem-humoradose bastante informados e, durante o trajeto, a música varia de acordocom a atração.Saindo das docas, ainda na zona portuária, outras preciosidades vãoaparecendo. É o caso do imponente Royal Liver Building, com 90 m e umjeitão de Gothan City. Seus dois relógios são maiores do que os dopróprio Big Ben.Datado do começo do século passado, o Liver convive harmoniosamentecom edifícios modernos do outro lado da rua. A mistura é fruto davigorosa reconstrução pós-bombardeios da Segunda Guerra, quedestruíram boa parte do centro.O que não foi posto abaixo está cuidadosamente preservado. É o caso doconjunto arquitetônico de Victoria Street, um excelente caminho paracontinuar o passeio, saindo das docas rumo ao centro. Ao fim da rua, aLiverpool Cathedral se impõe. Gótica, é a maior igreja da Inglaterra ea maior catedral anglicana do mundo. Inaugurada em 1924, demorou aficar pronta por conta da Primeira Guerra.No interior, um órgão com quase 10 mil tubos em operação, um enormealtar recheado de detalhes bíblicos, sinos gigantescos que podem servistos durante a subida à torre, vitrais seculares e esculturas eimagens em madeira. A torre principal, de 101 metros, é aberta aopúblico e oferece a mais completa vista da cidade.Banheiro tombadoPara entender o espírito da cidade, é preciso também entrar em campo.A despeito de ser a terra do badalado Liverpool FC, time inglês commais títulos na história (18 campeonatos nacionais e cinco Ligas dosCampeões da Uefa), por lá a torcida é dividida entre "reds" (LiverpoolFC) e "blues" (Everton FC). É uma paixão que em muito lembra abrasileira e faz parte da atmosfera da cidade tanto quanto os Beatles,a garoa insistente ou as gaivotas, que sobrevoam as ruas mesmo demadrugada. O estádio Merseyside Derby --clássico entre os times-- é um dos maisantigos do mundo, onde as equipes já se enfrentavam no final do século19. Com tanta história, vale uma tarde de visita aos estádios. Omoderno Anfield, do Liverpool, fica em uma via estreita e tem um belovestiário e gramado abertos à visitação, museu recheado de troféus,fotos, camisetas e demais objetos históricos e uma grande loja desuvenires.Mais modesto, o Goodison Park, casa do Everton, agrada a quem buscafugir do óbvio. Não tem museu, mas também é aberto ao público e contacom uma boa loja. Ambos ficam ao norte da cidade e são facilmentealcançados de ônibus.Depois de bater perna de dia, é hora de conhecer uma das cenasnoturnas mais variadas do Reino Unido. Como toda cidade inglesa,Liverpool está cheia de pubs. Tente primeiro o Philarmonic Pub, antigoclube de cavalheiros inaugurado em 1898, com diversos salões edecoração clássica, cheia de detalhes em madeira, lustres e grandessofás. Sua maior atração é o banheiro masculino (isso mesmo), commictórios em mármore rosado, paredes revestidas de mosaicos depastilhas, espelhos antigos e a mesma atmosfera dos salões doestabelecimento. Único banheiro listado como patrimônio a serpreservado pelo governo inglês, é visitado inclusive pelas mulheres.Em Liverpool, até a latrina é pop.Para quem: além de ser um prato cheio para quem gosta de rock e popinglês, também é um bom destino para os fãs do clima, cultura earquitetura britânicosQuando ir: entre maio e setembro, quando os dias são mais longos e achance de sol é maiorDica: vá de trem de Londres a Liverpool; há diferentes opções dehorários, partindo da estação de Euston, chegando em Lime St. Station,no centro de LiverpoolPara saber mais: www.liverpoolO8. com, sobre Liverpool como capitalcultural da Europa em 2008; www.visitliverpool. com, informações daregião; www.visitbritain. com.br; sobre a cidade, em português

Notas musicais no currículo do Ensino Básico

Ao mesmo tempo em que educadores apontam benefícios na inclusão da música no currículo das escolas brasileiras, a iniciativa do governo federal, oficializada esta semana, sustenta uma nota dissonante: especialistas questionam a capacidade de colégios darem conta de um número crescente de conteúdos.

Temas como ambiente, sexualidade, trabalho e saúde já devem ser abordados obrigatoriamente nas salas de aula do Ensino Fundamental.

Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na segunda-feira e publicada ontem no Diário Oficial, a lei estabelece o ensino musical no âmbito da disciplina de Artes nos níveis Fundamental e Médio. Porém, a definição sobre a periodicidade e o tempo que será ministrado caberá aos conselhos estaduais e municipais de Educação. Os sistemas educacionais terão três anos para se adaptarem à nova regra.

Para a coordenadora do Programa de Pós-graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luciana Del-Ben, a iniciativa facilitará a socialização.

– Levar a vivência musical dos estudantes para o colégio pode fazer com que ele se sinta valorizado – acredita.

A professora da Faculdade de Educação da UFRGS Maria Luisa Merino Xavier acrescenta que, além de promover educação mais abrangente, o acréscimo de notas musicais ao dia-a-dia escolar tende a melhorar o desempenho ao lidar com letras e números.

– Uma criança que lê o texto de uma música que gosta faz isso com muito mais prazer – exemplifica.

Embora o presidente tenha vetado o artigo que previa formação específica para os professores do novo conteúdo, a Secretaria Estadual da Educação (SEC) precisará estudar como colocar professores capazes de conduzir as aulas nos estabelecimentos gaúchos.

– Precisamos discutir como isso será feito. Temos de avaliar a disponibilidade de recursos humanos aptos para lecionar música – afirma a diretora pedagógica da SEC, Sonia Balzano.

Escolas podem estar com sobrecarga de conteúdos

O 1º vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Privado no Estado (Sinepe), Hilário Bassotto, reclama da sobrecarga a que as escolas estariam sendo submetidas.

– Daqui a pouco, teremos de trabalhar em dois turnos. A sociologia e a filosofia viraram disciplinas. Agora, a música é obrigatória. A educação para o trânsito já está na fila. Será que não vão querer tornar o ensino de teatro obrigatório também? – questiona.

Para o doutor em Psicologia Escolar Fernando Becker, as escolas deveriam ser obrigadas a oferecer um currículo mínimo que envolvesse disciplinas clássicas como português e matemática e ter liberdade para tratar de outros temas a sua escolha.

– Há alunos que adoram música, mas outros não querem saber. É arbitrariedade forçar isso – acredita.

O que as escolas devem ensinar

Confira as disciplinas e os temas transversais (abordados em diferentes aulas) obrigatórios conforme o nível do aluno:

ENSINO FUNDAMENTAL

Áreas de conhecimento:

Língua Portuguesa

Língua Materna, para populações indígenas e migrantes

Matemática

Ciências

Geografia

História

Língua Estrangeira

Educação Artística – incluindo Música

Educação Física

Educação Religiosa

Temas transversais:

Saúde

Sexualidade

Vida familiar e social

Meio ambiente

Trabalho

Ciência e tecnologia

Cultura

Linguagens

ENSINO MÉDIO

Áreas de ensino obrigatórias:

Linguagens, códigos e suas tecnologias – Língua Estrangeira, Literatura, Língua Portuguesa, Arte, Educação Física

Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias – Biologia, Física, Química, Matemática

Ciências humanas e suas tecnologias – História, Geografia, Sociologia, Filosofia

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Los hermanos más exitosos

Esta vez hablaré de los Jonas Brothers, aunque la verdad no me declaro fan de ellos, pero ¡cómo no hablar de estos chicos que están siendo el hit del momento!

La verdad es que su canción SOS, me gusta, el ritmo está súper cool y aunque tal vez sea la que mejor conozca de ellos, no dudo que sus demás canciones estén padres… ¡creo que tendré que escucharlas un día de estos!

Debo reconocer que su concepto se me hace un poco al de Hanson, los hermanos de Oklahoma, que hace algunos años fueran un éxito también.

Pero bueno, con respecto a los 3 chicos, hablando de Kevin, Joe y Nick Jonas, a mi gusto podría decir que Joe es el más guapo; la neta es que tiene unos ojos lindos y su look de galán y rompecorazones, lo hace más interesante.

Kevin pareciera el responsable, como el chico bueno que se porta bien y es romántico, eso lo hace ser también atractivo, además de sus lindos chinos que forman parte de su look.

Nick, el Jonas menor, tiene su encanto también; pareciera que todo el tiempo te hace reír; con esa sonrisa pícara y su pose buena onda, seguro ha de tener miles de chicas que mueren por él.

Lo cierto de todo esto es que los hermanos Jonas están siendo un exitazo, con discos vendidos por todas partes, obteniendo primeros lugares en las listas de música más importantes del mundo, giras impresionantes, películas, proyectos y demás cosas que los ha mantenido como uno de los mejores grupos pop del momento.

Así que tú cuéntame, ¿qué piensas de ellos?, ¿quién es tu favorito? ¡y todo lo que quieras compartir de estos exitosos chavos!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Veja Graceland pelo ar

View Elvis Home Graceland From The AirAs we observe August 16, the day Elvis Presley died, I thought highlighting Graceland might be the best way on my blog this year to remember the life and times of "The King Of Rock And Roll".Graceland was not the huge mansion that many superstars would have lived in. But Elvis was always the simple country boy at heart, and so the tasteful, but smaller home in Memphis was perfect for his tastes and needs. http://dekerivers. wordpress. com/2008/ 08/15/pictures- of-elvis- presleys- graceland- as-seen-from- a-plane/Gregory

Taylor Hanson Expecting Baby No. 4!

By Rennie Dyball

Originally posted Monday August 18, 2008 06:30 AM EDT
Taylor and Natalie Hanson


The Hanson baby boom continues!

Taylor, the middle brother of the rock trio Hanson, and his wife Natalie are expecting their fourth child this winter, they tell PEOPLE exclusively.

“Each of our kids has made life richer and more exciting,” gushed Taylor, 25, and Natalie, 24. “We can’t wait for this guy to join the party.”

Their little one will join a group of six cousins, including two recent additions: Zac and Kate Hanson welcomed their first child, Shepherd, in May, and Isaac and Nikki Hanson welcomed their second child, Monroe, in July. (Isaac’s son Everett and Taylor’s other kids – Ezra, Penelope and River – round out the bunch.)

This fall, the brothers will have their hands full as they set out on their recently-extended Walk Around the World Tour (see dates at www.hanson.net) – with babies in tow. As Zac recently told PEOPLE: “We may have to think about getting a second bus!”