CulturaQuinta, 31 de Julho de 2008 - 08h03Gravações nunca lançadas pelos Beatles foram encontradas no sotão deuma casa em Liverpool, Inglaterra. A fita de rolo contendo o registrofonográfico foi descoberta por um homem que limpava a casa de seu paiidoso.Pela fita - que não era tocada desde a década de 60 -, pode-se ouvircerca de 30 minutos minutos de versões inéditas de músicas como I FeelFine e I'm A Loser.Em certa altura da fita, a banda pode ser ouvida caindo na gargalhadadepois de interromper a execução de I'll Follow The Sun.O site da revista inglesa New Music Express cita o blog beatlemaníacoWogew, que informa que o material foi possivelmente gravado em 1964,para o programa de TV da BBC Top Gear. Ainda não se sabe como a fitafoi parar no sotão do idoso inglês.A fita será leiloada em agosto e espera-se que receba lances de R$ 25mil a R$ 37 mil.Do Portal Terra http://www.portalco rreio.com. br/noticias/ matler.asp? newsId=43875
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Megamuseu celebra 105 anos da Harley Davidson
da Folha Online
Em agosto, a Harley Davidson comemora seus 105 anos. Mas os fãs da célebre fabricante de motocicletas já estão festejando com o megamuseu inaugurado neste mês em Milwaukee (Wisconsin), terra natal da marca.
Morry Gash/AP
Museu é formado por três edifícios e deve atrair cerca de 350 mil pessoas por ano, de acordo com estimativa dos organizadores
A construção de 81 mil metros quadrados formada por três prédios de tijolos pretos, aço galvanizado e vidro se tornou um templo para os adoradores da Harley, informa a agência de notícias Associated Press. Há cerca de 200 motos e várias outras peças que mostram a história e a cultura da marca.
Entre elas está a mais antiga: Serial Number One. Trata-se de uma espécie de protótipo com pedal e um pequeno motor, construído pelos fundadores da companhia, William S. Harley e Arthur Davidson.
Mais "recentes", há os modelos de serviço de três rodas, usados durante a Grande Depressão, e os criados para a Segunda Guerra Mundial.
Também está no museu a moto KH vermelha e branca 1956 de Elvis Presley, que a comprou alguns meses antes de estourar com a música "Heartbreak Hotel".
Morry Gash/AP
Serial Number One está exposta no museu; modelo construído por volta de 1903 tem pedal e um pequeno motor acoplado ao quadro
Outros famosos também marcam presença virtual em telas que exibem os momentos mais importantes da Harley no cinema e na televisão. Estão lá "Sem Destino ("Easy Rider") e "Pulp Fiction", entre outros, além da versão animada dos "Simpsons".
Dez exemplares estão à disposição dos visitantes para que se lembrem de como é subir em uma Harley.
E para se sentir em casa --ou na estrada-- de vez, o museu tratou de colocar o característico ronco do motor em diversos locais para o público ouvir.
História
Hoje, a fabricante é a maior dos Estados Unidos. Cerca de metade de todas as vendidas no país são da marca, e há mais de 1 milhão de pessoas no Harley Owners Group, que reúne fãs proprietários.
Morry Gash/AP
Além de ver diversas peças, como esses tanques de combustível, o visitante pode subir em uma Harley e escutar o som do motor
"A história da Harley Davidson espelha a história dos Estados Unidos de muitas formas", afirmou Rebecca Bortner, à Associated Press. "A empresa tem 105 anos, passou por recessões, depressões, guerras, altos e baixo... Acho que esta é uma das razões pelas quais as pessoas têm muito orgulho da marca", completou.
Cinco anos atrás, mais de 250 mil pessoas festejaram o centenário da marca na cidade. As comemorações para os 105 anos acontecerão entre 28 e 31 de agosto.
A expectativa é que o museu atraia 350 mil pessoas por ano. A entrada custa de US$ 10 a US$ 16. Crianças menores de cinco anos não pagam.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Beatles, em 1963, pegam sol antes da fama

se bronzeia num dos intervalos de shows na Inglaterra
Eles não sabiam que poucas semanas após essas fotos suas vidas iriam mudar para sempre. Segundo o site do jornal britânico "Daily Mail", as imagens, de julho de 1963, são dos Beatles, antes de virarem mania mundial. Os músicos aparecem à vontade tomando sol - sem nenhum sinal de fã ao redor - do lado de fora do cinema Odeon, onde se apresentaram num fim de semana em Somerset, no sudoeste da Inglaterra.Na época, George Harrison, 20, Paul McCartney, 21, John Lennon, 22, e Ringo Starr, 23, já tinham três hits de sucesso “Love Me Do”, “Please Please Me” e “From Me To You”. Mas só um mês depois, quando a música “She Loves you” ficou em primeiro lugar entre as mais escutadas, os quatro rapazes de Liverpool se tornaram astros mundiais.
The Times libera arquivos
Iê-iê-iê diferente
Beatles
29/07/2008
Ivan Marques
A paixão pelos quatro rapazes de Liverpool que revolucionaram a música
no mundo continua viva. E, de uma forma ou de outra, os artistas
atuais tentam mostrar que as canções dos Beatles podem se adaptar a
qualquer estilo. Liderados pelo vocalista Alex Pochat, 12
instrumentistas baianos resolveram montar a Orquestra Beatles de
Câmara, que une música erudita com o pop rock do grupo inglês.
Depois de se apresentar timidamente em alguns eventos, a banda faz um
show completo depois de amanhã, às 19h30, no pátio do Goethe Institut
(Icba), no Corredor da Vitória. No repertório, cerca de 20 canções
(ver boxe), entre clássicos como Let it be, Yesterday, Hey Jude e
Revolution, e outras não tão conhecidas para quem não é beatlemaníaco,
como Mother nature´s son ou With a little help from my friends.
Todas elas tocadas em uma mistura de formação de banda de rock com
orquestra. Voz, violão, guitarra, piano e bateria se unem a um
quarteto de cordas com violinos e violoncelo e um quarteto de madeira
(oboé, flauta, clarinete e fagote) para reler as canções dos Beatles
de forma mais fiel ou encaixando arranjos um pouco mais contemporâneos.
Quem explica essa diferente reunião é o músico Alex Pochat, 34 anos,
que tem um histórico no rock `n' roll baiano e formação na Escola de
Música da Ufba. "Já é um pouco diferente por ter uma pessoa cantando.
E a gente ainda faz umas inserções de música clássica. Por exemplo em
Come together, que tem uma colagem de Bolero de Ravel no meio", adianta.
Mas e os fãs não acham que as canções são um tanto "agredidas"? Pochat
afirma que a maioria dos beatlemaníacos tem reagido bem. "A gente
começou lá no Beatles Social Clube, no Rio Vermelho, onde os mais
ferrenhos se encontram. E tinha gente chorando quando tocamos pela
primeira vez", conta. Ele acredita que isso acontece pelo fato da
banda não mudar a estrutura das músicas. "Elas continuam com a mesma
letra, refrões encaixados e duração. Se o cara acompanhar, vai ver que
a gente as respeitou. As pessoas reconhecem isso".
Acompanhando Pochat na Orquestra Beatles de Câmara estão integrantes
identificados com o rock, como o guitarrista Ricardo `Flash'
(ex-Cascadura e atual Demoiselle), e outros com a música erudita, como
o violinista Mário Soares, pertencente ao corpo de apoio da Orquestra
Sinfônica da Bahia. "A gente fica naquele misto entre banda e
orquestra, mais ou menos como o Aerosmith e o Metallica fizeram, mas
numa escala menor", declara em referência aos projetos dos grupos
americanos com a Boston Pops Orchestra e com a Sinfônica de San
Francisco, respectivamente.
"Não dá para dizer que é fácil ou difícil adaptar as músicas. Essa
coisa de repaginar é bem relativa, tem vários vetores.
Indiscutivelmente, os Beatles são ricos em harmonia, mas isso depende
inclusive do ponto da carreira deles", crê Pochat, que pretende em
breve repetir o projeto com músicas de Luiz Gonzaga. De acordo com
ele, as opções eram escolher canções mais simples, do início da
trajetória do quarteto, e fazer algo mais complicado, ou pegar
trabalhos dos últimos discos, mais complexos, e fazer uma
transformação simples. "Decidimos fazer as duas coisas. É algo para
quem é beatlemaníaco e para quem gosta de música erudita. Até agora,
as pessoas gostaram muito e isso deu um ânimo para a gente", afirma.
***
Para todos os gostos
Fazer versão da obra de John, Paul, George e Ringo não é novidade no
mundo. Álbuns e canções dos quatro rapazes de Liverpool já ganharam
repaginações em diversos estilos como clássico, heavy metal, blues,
bossa nova, chorinho e, acredite, salsa, tocados por gente famosa ou
pouco conhecida.
Em relação à música clássica, os Beatles ganharam tributo da Sinfônica
de Londres, das filarmônicas de Orlando (EUA) e Tel-Aviv (Israel) e
até da Filarmônica Real inglesa, a mais importante do país natal do
grupo. No Brasil, a Filarmônica do Ceará, a de Câmara da Ulbra
(Canoas-RS), a Sinfônica de Limeira (SP), entre outras, também já
adaptaram algumas músicas. Na internet existem registros, inclusive,
de uma Orquestra Filarmônica dos Beatles e de uma Orquestra Sinfônica
dos Beatles, com discos lançados internacionalmente.
***
Repertório
Strawberry Fields forever
Here comes the sun
Hey Jude
Mother nature´s son
Revolution
Can´t buy me love
Get back
Yesterday
Let it be
With a little help from my friends
I wanna hold Your hand
Help!
Come together
Lucy in the sky with diamonds
Fool on the hill
All you need is love
We can work it out
Michelle
The long and winding road
Yellow submarine
***
FICHA
Artista: Orquestra Beatles de Câmara
Onde: Pátio do Goethe Institut (Icba)
Quando: Depois de amanhã, às 19h30
Ingresso: R$10
http://www.correiod abahia.com. br/folhadabahia/ noticia.asp? codigo=157976
Fita com gargalhada dos Beatles vai a leilão na Inglaterra
Leonardo Lichote - O Globo
RIO - Uma gravação rara de John Lennon e Paul McCartney gargalhando,durante as gravações de "I'll follow the sun", será leiloada na Inglaterra. A fita é de 1964.- Quando você ouve a gravação, você se arrepia, porque é de um período quando os Beatles ainda eram amigos, são os Beatles no início - diz o leiloeiro Jon King. Lennon e McCartney são ouvidos tentando gravar a canção algumas vezes,antes de se desmancharem em gargalhadas. A fita, de 30 minutos, que inclui sucessos e covers de outros artistas, vai a leilão em agosto.
Avril Lavigne assume liderança dos mais vistos no YouTube
MARCO AURÉLIO CANÔNICOda Folha de S.Paulo
Com o videoclipe para seu hit "Girlfriend", a loirinha canadense assumiu o posto de vídeo mais assistido de todos os tempos no YouTube, destronando o já histórico "Evolution of Dance", em que o palestrante motivacional Judson Laipply mostra diversos passos de dança, de Elvis Presley a Jay-Z.
A troca de posições vinha se desenhando há algumas semanas e se concretizou no início da semana passada, graças a uma campanha de um fã-clube da cantora, o Avril Lavigne Bandaids (em www.avrilbandaids. com), que instigou admiradores do mundo todo a assistirem ao vídeo, para levá-lo à liderança.
Houve acusações, não-confirmadas, de que o fã-clube teria fraudado a contagem, usando uma página que ficaria recarregando o vídeo sistematicamente. À Folha o departamento de comunicação do YouTube disse que monitora e bane esse tipo de artimanha.
Além da liderança, Lavigne também faturou US$ 2 milhões (cerca de R$ 3,1 milhões) apenas com os anúncios que aparecem na página do vídeo no YouTube, segundo afirmou Terry McBride, presidente da Nettwerk Management, que cuida da carreira da cantora.
Falando em uma conferência em Londres, na semana passada, McBride disse que o próximo passo é a Ásia. "Vamos lançar um site em mandarim, com anúncios nessa língua, e vamos fazer um caminhão de dinheiro, porque 40% dos lucros dela vêm daquela região."
A diferença de audiência entre "Girlfriend" e "Evolution of Dance", que oscila na casa das centenas de milhares, é pequena em termos absolutos, já que ambos estão se aproximando de 100 milhões de visitas.
Mas "Evolution.. ." foi postado em abril de 2006, e "Girlfriend" , em fevereiro de 2007. O vídeo de Laipply reinou sozinho por dois anos, mas, desde que foi ultrapassado, viu a diferença entre eles aumentar: ontem, no início da tarde, a líder registrava 94.252.471, e o vice, 93.964.182.
Saidinha
E que tal o novo campeão dos vídeos? Esteticamente, "Girlfriend" é bastante simples --um cineminha de três minutos e 48 segundos mostrando a trama narrada na canção, com Lavigne como protagonista.
E, para quem tem uma legião de fãs pré-adolescentes, o vídeo é, digamos, bem saidinho. Lavigne diz a um garoto que não gosta da namorada dele e que quer ocupar a vaga. Ela esculhamba a namorada do garoto e solta insinuações sexuais do tipo "posso fazer muito melhor", além de usar um palavrão (censurado no clipe).
A música é bobinha, mas bem animada, o típico pop com refrão-chiclete, que gruda na cabeça. Nada, no entanto, que Judson Laipply fosse querer incluir na sua história da evolução da dança.
http://www1. folha.uol. com.br/folha/ ilustrada/ ult90u427201. shtml
Concurso de karaokê marcará aniversário de Elvis Presley em Graceland
MEMPHIS, Tennessee - Karaokê e Elvis formarão um par perfeito em Graceland e no MySpace.
Esse ano, os responsáveis pela famosa antiga morada de Elvis Presley se uniram ao site de relacionamento social MySpace na criação do "Concurso de Karaokê da Semana Elvis".
"Nós encorajamos as pessoas a mostrar sua versão dos clássicos de Elvis", disse Kevin Kern, porta-voz da Elvis Presley Enterprises, companhia que coordena as atrações turísticas em Graceland.
Presley morreu no local no dia 16 de agosto de 1977 e todos os anos a casa de famosas colunas brancas se torna o centro de uma celebração semanal que atrai milhares de fãs de todo o mundo. Neste ano a celebração se centrará no concurso de karaokê.
Os participantes podem ir ao site de karaokê do MySpace e gravar uma dessas músicas Elvis: "Hound Dog", "If I Can Dream" ou "Suspicious Minds."
O vencedor irá se apresentar em Graceland no dia 12 de agosto para os fãs reunidos no gramado para ver filmes do cantor e ouvir bandas tocarem seus sucessos.
"Isso acontecerá em Graceland. Então o importante é que o vencedor cantará na casa de Elvis", disse Kern.
O concurso de karaokê é aberto aos usuários do MySpace dos Estados Unidos e Canadá.
"Ainda não sabemos quantas pessoas irão concorrer, mas temos uma grande expectativa" , disse Pedram Yasharel, gerente de produto de marketing do MySpace.
As gravações podem ser feitas até o dia 4 de agosto. Apenas quem conseguir ao menos 100 ouvintes entre os usuários do MySpace será incluído na competição.
O concurso de karaokê vale apenas para gravações de áudio e os participantes são encorajados fazer sua própria interpretação dos clássicos.
Os vencedores serão julgados por representantes de Graceland, MySpace e da gravadora Sony BMG.
Leia mais sobre karaokê
MySpace em busca de imitadores de Elvis Presley
Os imitadores têm até 4 de Agosto para fazerem o upload de vídeos deles próprios a cantar temas de Elvis Presley para o site http://ksolo. myspace.com, informa a AFP.O vencedor, que será escolhido por um júri composto por elementos da Elvis Presley Enterprises e do MySpace, irá subir ao palco e actuar com músicos que tocaram com o "Rei" entre 1969 e 1972.A actuação decorrerá durante a "Semana Elvis", que começa a 9 de Agosto na cidade natal do artista norte-americano, Memphis, e é constituída por vários eventos em honra do ícone, que morreu a 16 de Agosto de 1977, quando tinha 42 anos.O concurso apenas está disponível nos Estados Unidos, devido a questões relativas às licenças de karaoke do MySpace.Apesar de - pelo menos para a maioria das pessoas - já não se encontrar entre os vivos, Elvis Presley tem um perfil no MySpace, que pode ser acedido aqui.
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Dão-se alvíssaras a quem encontrar Elvis vivo
terça-feira, 29 de julho de 2008
Os dez discos mais influentes de todos os tempos
Bringing It All Back Home, Bob Dylan (1965) - Ao eletrificar o folk, Dylan não estava apenas comprando uma briga ferrenha com seu público pseudo-intelectual (que o queria amarrado eternamente a um estilo) como também abria caminho para influenciar gerações e gerações, com estilhaços pingando até no Brasil, através da Tropicália (que era algo mais do que eletrificar o samba, mas havia ali um estilhaço deste álbum de Bob Dylan).
Revolver, The Beatles (1966) - "Revolver" marca a concretização da relação de amor dos Beatles com o estúdio. Aqui a banda deixa definitivamente para trás o formato boy band (os cabelos bem cortados, os terninhos, as canções pop chicletudas de três minutos) para trás, espalha influências pelo disco – que vão de mestres eruditos até clássicos da Motown, passando pelos sons da Índia, jazz, folk e o bom e velho rock’n’roll – e muda (novamente) os rumos da música pop. Tematicamente, saem as canções de amor inocentes para donzelas dando lugar para Paul cantar o amor pela maconha ("Got To Get You Into My Life"), George Harrison criticar o sistema de impostos britânico ("Taxman") e John contar a história de um tal "Dr. Robert" um médico alemão que trabalhava em Nova York e era famoso por distribuir anfetaminas para seus pacientes. A música pop descobre que existem outras palavras no dicionário.
The Velvet Underground & Nico, The Velvet Underground (1967) Você já deve ter ouvido um dos maiores clichês do rock sobre este disco: Ele diz que o álbum de estréia do Velvet Underground foi um retumbante fracasso comercial, e que pouco mais de 500 pessoas viu um show da banda na época, mas cada uma dessas pessoas saiu e montou sua própria banda. Se isso não é influência, sei lá o que pode ser. O engraçado é Lou Reed comentando a frase em um documentário. "Se isso é verdade, quem dera me dessem parte dos direitos autorais". Tematicamente, "The Velvet Underground & Nico" fala de coisas nada comuns na época. E sua capa já era uma obra de arte que nem trazia o nome da banda, e sim o nome do artista que a fez: Andy Warhol.
Black Sabbath, Black Sabbath (1970) - Eu nunca entendi creditarem ao Led Zeppelin a criação do heavy metal. O Led levou à frente aquilo que o The Who vinha fazendo desde 1965, que era acelerar o blues com doses cavalares de guitarradas. James Patrick Page mexia com magia negra, Robert Plant era fascinado pela religião celta, mas tudo isso é fichinha perto do peso demoníaco do disco de estréia do Black Sabbath. Todos os pilares do que se convencionou chamar de heavy metal foram levantados aqui. De quebra, o Sabbath ainda marcou a geração grunge. Disco pra lá de fundamental e decisivo nos rumos do rock mundial.
What's Going On, Marvin Gaye (1971) - Marvin Gaye já era um cantor de sucesso quando, em 1971, decidiu desafiar sua gravadora (a popular Motown) e lançar um disco tematicamente forte. "Música é para entreter e não para fazer pensar", dizia o dono da Motown, Barry Gordon. "What’s Going On", no entanto, acabou por se tornar um clássico, e serviu de start para a carreira de gente como Michael Jackson e, principalmente, Prince, além de influenciar o rap através do uso da música como válvula de escape para se falar de assuntos como a guerra, o racismo e religião.
The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars, David Bowie (1972) - Daria para dizer que é exatamente este disco que marca a grande ruptura do homem que cria a obra com o artista que a interpreta. Os Beatles cresceram, enlouqueceram e envelheceram perante o público. De terninhos a barbas e roupas psicodélicas. Bowie não. Ele criou uma persona, um homem que caia na Terra e se tornava um ídolo pop. Se vestir de mulher, passar lápis no olho, mudar de personalidade, ser gótico e o escambau é tudo derivativo desde álbum, que não bastasse ser grandioso em conceito, traz um dos repertórios mais matadores de todos os tempos em um disco pop.
Dark Side of the Moon, Pink Floyd (1973) - A questão aqui não é definir qual Pink Floyd é o melhor: se o psicodélico de Syd Barret ou se o grandiloquente de Roger Waters. No entanto, como influencia, "Dark Side Of The Moon" é imbatível. Além de ser um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos (estima-se que 1 em cada 14 pessoas nos EUA, com menos de 50 anos, tenha uma cópia deste álbum), "Dark Side Of The Moon" é um marco do que viria a ser chamado de rock progressivo, e também bateu forte na geração européia pós-britpop (leia-se: Radiohead, The Verve e outros)
London Calling, The Clash (1979) - Que o punk mudou a história da música pop, isso todo mundo sabe. Porém, há uma linha que separa as duas bandas mártires do movimento: Sex Pistols e The Clash. Enquanto os primeiros representavam o lado niilista do movimento, algo datado para acabar resumido no chegar, colocar fogo e ir embora, o The Clash partiu em frente seguindo uma linha evolutiva em sua carreira, e que encontra poucos paralelos na história da música pop. O que começou como algo simples (tocar o rock de Chuck Berry o mais rápido possível) é ampliado ao extremo neste álbum, cuja variedade de estilos é o que mais chama a atenção no disco, que reúne punk, reggae, rockabilly, bebop, ska, R&B, pop, lounge jazz, hard rock e baladas.
Doolittle, Pixies (1989) - Um ano antes o Pixies havia colocado nas lojas "Surfer Rosa", um álbum muito mais violento que pop, e que seu líder, Black Francis, resumia como "bom e antiquado rock and roll". O segundo disco do Pixies é muito mais pop que violento, e bateu na música pop de tal maneira que até hoje ela ainda não sabe direito o impacto. Kurt Cobain quis compor como o Pixies, e acabou criando "Smells Like a Teen Spirit". Bob Mould, ex-líder do seminal Husker-Dü, sempre invejou a banda (e nunca escondeu isso). David Bowie também abriu seu coração. Depois de "Doolittle", encher uma música de guitarras na primeira parte da melodia, para deixar o baixo carregar a canção no segundo trecho virou mania mundial até desembocar no punk pop de Green Day e afins.
http://z001. ig.com.br/ ig/18/46/ 935086/blig/ revoluttion/ 2006_53.html
Banda Catedral homenageia Elvis Presley
Roqueiro que é roqueiro admite ter Elvis Presley como uma de suas principais referências. É o que ocorre com a banda carioca Catedral. O trio, formado por Kim (voz, guitarras), Julio Cezar (baixo, guitarras, teclados, cordas, arranjos) e Guilherme (bateria) lança seu primeiro trabalho pela I! Produções (e 21º da carreira), THE ELVIS MUSIC. Trata-se, claro, de uma homenagem ao Rei do Rock, feita com emoção e reverência por este grupo vencedor, que iniciou a carreira no gospel e tornou-se um dos mais populares em todo o Brasil.
O CD, produzido por Kim e Júlio Cezar e com o auxílio de Carlos Trilha, traz dez clássicos do repertório de Elvis Presley, todos interpretados em inglês. Em muitos casos, a banda foge do usual dando novas cores às canções. A festa abre com I Just Can’t Help Believin’ (Barry Mann/Cynthia Weil), lançada por B.J. Thomas e que fez também enorme sucesso com Elvis. O Catedral dá um peso instrumental maior do que os dos registros dos dois cantores. Polk Salad Annie (de Tony Joe White, compositor bastante gravado por Elvis) aparece com sabor de rock dos anos 80. O blues Heartbreak Hotel (Elvis Presley/Hoyt Axton/Durden) , um dos maiores clássicos do Rei do Rock, tem o peso das guitarras ampliado, dando um punch ainda maior ao tema. You’ve Lost That Lovin’ Feelin’ (Barry Mann/Cynthia Weil/Phil Spector) foi lançado pelo duo Righteous Brothers, formado por Bill Medley e Bobby Hatfield e fez sucesso também com Johnny Rivers e Daryl Hall & John Oates. Elvis Presley deu seu toque todo especial e a canção cresceu ainda mais. O Catedral vem com roupagem semi-acústica, com direito a belo arranjo de cordas. Suspicious Minds (Mark James) é outra marca registrada de Elvis. A banda coloca peso no refrão, mas a estrutura se mantém fiel à gravação do homenageado.
You Don’t Have To Say You Love Me versão de Vicky Wickham e Simon Napier-Bell para a balada clássica Io Che Non Vivo Senza Te, de Pino Donaggio e Vito Pallavicini, gravada por Donaggio, transformou- se num dos maiores hits românticos da carreira de Elvis Presley. O Catedral põe peso nas guitarras e mantém a estrutura de balada, dando à canção um sabor especial. Blue Suede Shoes (Carl Perkins) foi um dos primeiros hits de Elvis. O trio transforma o rockabilly original num igualmente pulsante hard rock. Steamroller Blues é um clássico de James Taylor que recebeu belíssima versão de Elvis. O Catedral mantém a pegada da versão do Rei do Rock. A pulsante Guitar Man (Jerry ‘Reed’ Hubbard) é outro standard de Elvis, que recebe aqui ares a la Bo Diddley, com forte marcação rítmica dada pelas guitarras. I’ve Got a Thing About You Baby (Tony Joe White) fecha o repertório, com uma surpresa. A canção, originalmente uma balada, é transformada pelos intérpretes numa deliciosa Bossa Nova.
A voz de Kim está no auge da forma e beleza. O cantor imprime interpretações sensíveis a todos os temas. O instrumental de Julio Cezar e Guilherme garante o peso necessário. THE ELVIS MUSIC é um CD pautado ao mesmo tempo por reverência e criatividade. Se estivesse entre nós, certamente Elvis Presley vestiria um de seus macacões brancos da fase Las Vegas e cairia na estrada com o Catedral. Belíssima homenagem!
http://elvisblues.blogspot.com/
sábado, 26 de julho de 2008
Arquivos pessoais da ativista americana Rosa Parks serão leiloados
Os arquivos pessoais de Rosa Parks foram colocados à venda pela casa de leilões Guernsey, que espera assim colocar em uma única instituição os milhares de objetos que pertenceram a uma das maiores representantens do movimento pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.
"Estes arquivos compreendem milhares de artigos que vão de livros escolares de Parks até suas medalhas do Congresso", indica em um comunicado a casa Guernsey, conhecida por já ter colocado à venda objetos que pertenceram a John F. Kennedy, Elvis Presley e, inclusive, relíquias do Titanic.A arrecadação da venda, estimada em dez milhões de dólares, será repartida entre a família Parks e um instituto que promove os direitos cívicos fundado em Detroit pelo casal Parks.Falecida em 24 de outubro de 2005, aos 92 anos, Rosa Parks se atreveu, há 53 anos, a infringir as leis raciais ao se negar a ceder seu lugar no ônibus a um branco, o que abriu caminho para a abolição da segregação.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
A música de Alan Moore
Em Watchmen, de 1986, trechos das letras de "All Along the Watchtower" e "Desolation Row", de Bob Dylan, foram usados para batizar capítulos. Em certo momento, o personagem Ozymandias dá uma entrevista em que diz que seu estilo predileto de música é a eletrônica (dos pioneiros Stockhausen e John Cage) e confessa ter interesse pelo dub jamaicano.
Certa vez, em uma entrevista à revista inglesa Mojo, Moore disse que se pudesse ser algum músico, escolheria Brian Eno, fundador do Roxy Music e produtor de gente como David Bowie, Talking Heads, Devo e U2. Ele inclusive chegou a entrevistar o ídolo para um programa de rádio da BBC (a transcrição, em inglês, está aqui).
Uma edição de luxo do novo volume da série A Liga Extraordinária deve sair com um compacto em vinil em que o próprio Moore canta, imitando, acreditem, Elvis Presley. Por falar nisso, recentemente Moore demonstrou seus dotes vocais ao cantar o tema do desenho da Luluzinha (!) em sua participação em um episódio dos Simpsons.
Moore é amigo de David J., ex-baixista do Bauhaus e chegou a ter um projeto musical com ele (inclusive há um capítulo em V de Vingança em que os quadrinhos são acompanhados pela partitura de uma parceria entre eles). Uma letra que foi feita para este projeto permanecia inédita e o Dirtbombs, banda de soul-punk de Detroit resolveu musicá-la em seu novo disco, We Have You Surrounded.
O Dirtbombs é liderado pelo ex-Gories Mick Collins, herói de gente como Jack White, dos White Stripes. Confira aqui a parceria deles com Moore, a música "Leopardman At C&A".
http://www.clicrbs. com.br/blog/ jsp/default. jsp?source= DYNAMIC,blog. BlogDataServer, getBlog&uf=1&local=1&template=3948. dwt§ion=Blogs&post=88923&blog=467&coldir=1&topo=3994.dwt
Confissões de grandes nomes do rock, cinema e política são reunidos em livro pela revista 'Rolling Stone'
Plantão Publicada em 25/07/2008 às 09h41mO Globo Online
RIO - O livro "As melhores entrevistas da revista 'Rolling Stone'" será lançado no Brasil em agosto com os depoimentos de 40 grandes estrelas da música, da política e do cinema. Incluindo o histórico depoimento de John Lennon ao editor Jan Wenner, em que o ex-Beatle derrama amargor sobre o fim do grupo, dispara contra Paul McCartney e declara o fim do sonho utópico de mudar o mundo acalentado por sua geração.
A "Rolling Stone" nasceu como um jornal de cultura undeground na São Francisco psicodélica de 1967 e se tornou uma revista com cobertura cultural ampla e assuntos políticos, como a recente capa dedicada ao candidato presidencial americano Barack Obama. Entre as entrevistas do livro estão a de Mick Jagger sobre a concepção de grandes sucessos dos Rolling Stones, a de Bono sobre seu conturbado relacionamento com o pai e a do diretor Francis Ford Coppola sobre a loucura que o acometeu quando rodou "Apocalypse now".
Outros entrevistados são o líder do Who Pete Townshend, o escritor Truman Capote, o diretor George Lucas, o ator Jack Nicholson, o vocalista do Guns'n'Roses Axl Rose, o líder do Nirvana Kurt Cobain e o ex-presidente Bill Clinton.
A seguir algumas citações das entrevistas:
John Lennon - "Estamos todos um pouco livres e tudo o mais mas é o mesmo jogo de sempre. Que droga! Eles continuam a fazer as mesmas coisas, vendendo armas para a África do Sul, matando os negros na rua. As pessoas vivendo nessa droga de pobreza com os ratos sobre elas. Isso me faz vomitar e eu acordo sobre o vômito. O sonho acabou. É tudo a mesma coisa, com exceção de que estou com 30 anos e tenho cabelo mais longo. É isso que é cara, nada aconteceu a não ser o fato de termos crescido e termos feito o que fizemos - exatamente como falavam para a gente."
Ray Charles - " Eu adoro olhar o sol. É ruim para os meus olhos, mas eu gosto. Costumava adorar olhar a lua à noite. Eu saía para o quintal e ficava observando-a. Aquilo me fascinava pra caramba. E outra coisa que me fascinava muito, mas assustava a maioria das pessoas, era a luz. Quando eu era moleque, achava muito bonito. Qualquer coisa brilhante, qualquer brilho. Eu, provavelmente, devo ter sido um piromaníaco, ou qualquer coisa assim. E havia as cores. Eu era louco pelo vermelho. Sempre achei uma cor linda. Eu me lembro das cores básicas. Não sei nada a respeito de licores coloridos - não sei que diabo é isso".
Kurt Cobain - "Oh, sim. John Lennon era definitivamente meu Beatle favorito. Não sei quem escreveu quais partes das canções, mas Paul McCartney me deixa constrangido. Lennon obviamente era perturbado (risos). E eu me identificava com isso".
Patti Smith - "Algumas vezes eu conseguia abrir para outras bandas. Os New York Dolls tocavam com três ou quatro bandas que você nunca tinha ouvido falar, e eu tinha que abrir a noite inteira. Ninguém queria me ver. Eu não tinha microfone. Eu apenas gritava minha poesia. E os caras falavam: "Vai arrumar um emprego! Vai lavar panelas!".
Keith Richards - "Mick precisa impor as coisas. Quer controlar. Para mim, a vida é como um animal selvagem. Você espera conseguir controlá-la quando ela pula em cima de você. Essa é a grande diferença entre nós dois. Ele simplesmente não consegue ir dormir sem escrever o que precisa fazer quando acordar. Eu só espero conseguir acordar, e não é nenhum desastre".
Elvis passa de 100 milhões de discos vendidos
Terça-feira, 13 de Agosto de 2002, 13:26 - Conforme levantamento da Forbes, o astro é a celebridade morta cuja obra mais rende. Os 25 anos de sua morte serão lembrados nesta sexta-feira - Elvis Presley passou da marca de 100 milhões de discos vendidos nos Estados Unidos, de acordo com a Recording Industry Association of America. Na última pesquisa da instituição da indústria fonográfica, os números de vendas do rei do rock estavam na casa dos 80 milhões de unidades. A nova marca coloca o cantor apenas atrás dos Beatles, que tiveram 165 milhões de discos vendidos nos Estados Unidos, do Led Zeppelin e do cantor de country music Garth Brooks, com 105 milhões cada. O rei do rock deve aumentar consideravelmente suas vendas este ano, por conta de uma série de compilações e caixas que foram lançadas recentemente para celebrar os 25 anos de sua morte (nesta sexta-feira) . De acordo com a revista Billboard, Elvis também tem os recordes de maior número de discos a chegar ao topo da parada, de singles top 10 e de semanas no topo da lista de vendas. Ainda não é oficial, mas os Beatles podem revidar em breve na disputa pelo domínio das paradas mundiais no fim do ano. De acordo com o semanário inglês New Musical Express, a gravadora Parlophone está planejando lançar em outubro uma nova compilação "definitiva" de sucesso dos Beatles, para marcar os 40 anos de Love Me Do. O disco duplo teria 50 das mais conhecidas faixas da banda inglesa. Fortuna póstuma - Elvis é também a celebridade do além que fatura mais alto no mundo dos vivos. O cantor foi o artista morto cuja obra mais rendeu nos últimos 12 meses, de acordo com a revista de economia Forbes. De junho do ano passado a junho deste ano, o rei do rock arrecadou US$ 37 milhões com vendas de discos e pagamento de direitos autorais. Este é o segundo ano consecutivo que o artista fatura alto. Todo o dinheiro faturado pelo cantor fica para sua única herdeira, Lisa Marie Presley, que se casou no fim de semana com o ator Nicolas Cage. O resto da lista dos mortos milionários inclui o criador de Snoopy, Charles Schulz, com US$ 28 milhões faturados no período; e John Lennon, com US$ 20 milhões. ESTADO DE SÃO PAULO.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Paul McCartney to help celebrate Quebec's 400th anniversary
Canwest News ServicePublished: Monday, June 30, 2008
QUEBEC - This is one British invasion Quebec City will welcome.
Organizers of Quebec City's 400th anniversary bash announced Monday that Paul McCartney would appear at a July 20 concert on the Plains of Abraham to mark the celebrations.
"I am doing a big gig in Quebec City," McCartney said in a video message taped in London to announce the event. "That is to help Quebec celebrate their 400th anniversary - that's a long time!"
The show will be the ex-Beatle's only North American performance this year and is his first concert in Canada since 2005.
McCartney's presence brings the type of headliner the organizers of the festivities were hoping for.
"Paul McCartney, is more than a celebrity, he's a legend, a reference, a musical and cultural icon," said organizer Daniel Gelinas. "His presence here will draw the attention of the entire world."
"Music is a good way to celebrate an anniversary like this. It's a universal language which unites everyone," McCartney went on in his video message. "Our two countries have historic links which remain important today. We're eager to celebrate this 400th anniversary with Quebec."
© Canwest News Service 2008
Catálogo assinado por John Lennon é leiloado por quase 32 mil euros
da Efe, em LondresUm catálogo de uma exposição artística de John Lennon assinado pelopróprio ex-beatle e sua esposa, Yoko Ono, foi leiloado nestaquarta-feira (23) na Inglaterra por 25 mil libras (31.741 euros). O catálogo foi publicado para a exposição de Lennon intitulada "BagOne", apresentada em Londres em 1970.Lennon, assassinado em Nova York em 1980, e Yoko assinaram o catálogopara a jornalista americana Sandra Shevey em 1972.O colecionador de artigos dos Beatles Tony Barnes, que vive naEspanha, foi quem comprou o catálogo na casa de leilões Lewes, em EastSussex (sul inglês).http://www1. folha.uol. com.br/folha/ ilustrada/ ult90u425602. shtml
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terça-feira, 22 de julho de 2008
Stripper de 80 anos diz que namorou Elvis Presley
Estrelato e grupos de fãs fazem parte da vida da stripper americana Tempest Storm, que, apesar dos 80 anos, não pensa em se aposentar. Em seu elegante apartamento de dois quartos em Las Vegas, os visitantes podem ver fotos de Elvis Presley ainda jovem, seu astro do rock favorito e, segundo diz, antigo namorado.
Ele a conheceu depois de um show dela em Las Vegas, brincou com a saia que ela usava e se apresentou. O relacionamento terminou cerca de um ano depois porque o empresário de Elvis não aprovou seu namoro com uma stripper, diz Tempest.Mas ela não poderia mudar quem era. O strip-tease já havia feito dela uma mulher famosa e colocado-a na mesma sala que artistas de peso como Frank Sinatra, Dean Martin, Mickey Rooney e Nat King Cole. Ela namorou alguns e com outros apenas dançou. As provas estão expostas na mesa e nas paredes da sala de estar.Lá estão Tempest e Vic Damone, ensinando Walter Crozkite a dançar, ela e seu quarto e último marido Herb Jefferies, estrela de filmes de caubói que arrastou a mulher pelos pés em 1957 quando essas uniões eram escândalos instantâneos. Eles se divorciaram em 1970."Quando eu olho para esta foto, digo o que aconteceu com esse lindo casal?", diz. O momento reflexivo passa rápido. Tempest raramente é melancólica. Ela não tem dúvida de que continua a mesma pessoa de sempre.Apesar de se apresentar apenas meia dúzia de vezes durante o ano, Tempest diz que faria mais apresentações se fosse convidada. Ela condena aqueles que pensam que a idade interfere no sex appeal. "Ridículo", diz.Apenas algumas fotografias são recentes: Storm e sua filha, enfermeira em Indiana, com seu noivo, morto há alguns anos e com um cavalheiro radiante, um fã que se aproximou para uma foto.Em outras, a bela - com longos chicotes e seu glamoroso cabelo - aparece sozinha, fora de foco, maquiada e com um sorriso largo. Em uma, ela aparece deitada no sofá da sala de estar, vestindo um terno e um chapéu vermelho. "Eu mesma tirei essa foto", diz orgulhosa. "Eu tenho uma câmera com timer. Eu tirei essas daqui também".
segunda-feira, 21 de julho de 2008
ORKUT
"PENSAVAS TU TALVEZQUE EU HAVIA DE ODIAR A VIDAE FUGIR PARA OS DESERTOS, LÁ PORQUE NEM TODOS OS SONHOSEM FLOR FRUTIFICARAM?"
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Para alguns, música não é apenas um passatempo,É um fato inegável de viver,Uma escravidão feliz da mente, corpo e alma.Erguer-se das cinzas da mediocridade é raro,Ainda que o presente da música seja livremente dado para qualquer um que se importe em recebê-lo,Instantaneamente quebrando nossa rotina diáriaO caminho para lutar mais do que o habitualMais do que é seguro e conhecido,É um feito com lâminas dentadas afiadas pelo tempo, que cortam profundamente,Bloqueando grande parte da estrada que leva para algo melhor,Além da estagnada imaginação de seus semelhantes.Nas veias de alguns,A paixão cobre cada nervo com um doce e interminável propósito,Acalmando o medo daqueles caminhos traiçoeiros.Embora cada pedaço queime e sangre,Eles ainda pegam cada corteE usam as cicatrizes com orgulho para sinalizar sua escolha,Na eterna busca da felicidade maior dentro de cada acorde.E então eles dizem - me vejam sangrar - Taylor Hanson.
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"Se a fantasia funciona como realidade; se nao conseguimos agir senao mutilando o nosso eu; se o que há de mais profundo em nós é no fim das contas a opinião dos outros; se estamos condenados a não atingir o que nos parece realmente valioso; qual a diferença entre o bem e o mal, o justo e o injusto, o certo e o errado?"
Paul McCartney faz show em Quebec
Não aos Beatles
O empresário que recusou os Beatles e outras burradas do mundo da música19/07 - 09:30Redação MúsicaErrar é humano. Por outro lado, rir dos erros alheios é mais humano ainda. E com a mesma naturalidade que são cometidos no esporte e na política, os equívocos musicais costumam render muitas gargalhadas para alguns, e anos de arrependimento para outros.Tendo em mente o pitoresco boato do empresário que recusou um contrato com os Beatles, fato que realmente aconteceu, a redação do iG Música peneirou algumas burradas históricas para o seu divertimento.O "não" mais famoso da músicaComo já foi citado acima, vamos começar com aquela que talvez seja a maior burrada da história da indústria fonográfica.Tudo aconteceu em 1962, durante uma reunião entre Dick Rowe, um executivo da Decca Records A&R, e Brian Epstein, então empresário dos Beatles. Nesse encontro um empolgado Epstein teve de engolir a recusa da gravadora seguida da famosa frase "Guitar groups are on their way out", ou numa tradução com licença poética, "bandas com guitarras estão saindo de cena".Pouco tempo depois o grupo dos quatro rapazes de Liverpool assinava um contrato com a EMI, e o resto é história. Vale lembrar que só entre 1962 e 1968 os Beatles fizeram aproximados £7.8 milhões, um preço nada barato para uma inacreditável falta de timing.Uma pedra rolando solitária...Assim como os Beatles, os Rolling Stones também vivenciaram uma burrada para se recordar, mas dessa vez ela veio de dentro da própria banda. O protagonista foi ninguém menos do que Bill Wyman, ex-baixista e um dos membros fundadores do grupo.Após as gravações do álbum Steel Wheels, de 1989, Wyman decidiu abandonar os Stones e se aposentar. Se tivesse comprado uma propriedade no campo e fugido de vez do estrelato, ele provavelmente não estaria na nossa lista, mas o que aconteceu foi bem diferente.Após algum tempo parado o baixista voltou a trabalhar com música, e chegou a admitir que tocaria novamente com a banda "se eles pedissem", fato que nunca aconteceu. Para piorar, está documentado que os Rolling Stones fizeram a turnê mais lucrativa de 2006 e são a banda mais cara para shows privados da atualidade.Já Wyman segue lançando livros sobre o ex-grupo e fazendo turnês com a Bill Wyman's Rhythm Kings. Se arrependimento matasse...Troca-troca de vocalistasEm 1972 os irmãos Eddie e Alex Van Halen resolveram montar uma banda. Junto com os amigos David Lee Roth e Michael Anthony eles batalharam por mais de uma década até emplacar o sucesso "Jump" nas paradas norte-americanas, em 1984.Com a crítica e o público ao seu lado, tudo parecia certo para o Van Halen, até que tensões envolvendo problemas - entre eles o ego do atual vocalista - resultaram na saída de Roth.Pouco tempo depois a banda anunciava a entrada de Sammy Hagar. Milagrosamente o novo integrante conquistou seu espaço e deu uma nova cara para o grupo, fato que agradou os fãs e deu ao Van Halen o Grammy de Best Hard Rock Performance em 1991.Porém, a idéia de lançar um greatest hits mesclando faixas de Roth com as do novo vocalista desagradou Hagar, que saiu da banda em 1996. Nesse momento o grupo ensaiou um possível retorno com David Lee Roth, mas a coisa não vingou.Sem seus dois vocalistas, restou a banda recrutar o cantor Gary Cherone, conhecido por seu trabalho no Extreme, e com ele lançar o risível Van Halen III. Uma burrada em dose dupla - que, vale lembrar, rendeu duas reuniões: uma com Hagar (2003-2005) e outra com Roth (2006 até o presente). Será que uma terceira reunião com Cherone está agendada?Muito dinheiro por nadaMuitas vezes aquilo que parece ser uma grande idéia torna-se uma enorme burrada. E foi isso o que aconteceu com a Geffen Records, gravadora norte-americana do grupo de hard rock Guns N' Roses.Empolgada com as vendas da banda, que há dez anos contabilizava a marca de 32 discos de platina, em 1998 a Geffen deixou na conta de Axl Rose US$ 1 milhão para que ele completasse seu quinto álbum, o mítico Chinese Democracy.Apesar da promessa de entregar-lhe mais US$ 1 milhão assim que o disco fosse finalizado, o vocalista continuou regravando e remixando suas faixas, processo que implicou na perda dos membros originais do grupo e até no debande de novos músicos contratados.Mesmo não gastando o segundo milhão prometido, a gravadora seguiu cobrindo as despesas de Axl. Em 2001, por exemplo, a produção do disco chegou em US$ 244 mil. Sete anos mais tarde e nada de Chinese Democracy. Dizem por aí que o álbum chega às lojas em 25 de agosto desse ano... você acredita?Chuvas de latas e garrafasAs três edições brasileiras do Rock in Rio tiveram em comum noites de shows com escalações duvidosas, que de certa forma indicavam um desastre eminente e, mesmo assim, não foram alteradas pela organização.No primeiro Rock in Rio, de 1985, Erasmo Carlos e Ney Matogrosso foram colocados no mesmo dia em que estavam agendadas as bandas Iron Maiden e Whitesnake. Apesar dos públicos diferentes, nada grave aconteceu - ou ao menos foi documentado.Na segunda edição do evento, que aconteceu em 1991, o músico Lobão foi jogado aos leões quando escalado para tocar no mesmo palco que Guns N' Roses, Judas Priest, Megadeth e Sepultura, protagonizando o famoso episódio em que interrompeu seu show por causa das latas de cerveja - muitas inclusive com areia dentro - atiradas no palco.Não contente, a produção do terceiro Rock in Rio repetiu a dose e em 2001 colocou Carlinhos Brown para esquentar o público da noite em que tocaram as bandas Guns N' Roses, Oasis e Papa Roach. O show do músico baiano foi marcado por uma constante chuva de garrafas plásticas, que alcançou seu ápice quando o cantor disse no meio do público que eles podiam jogar o que quiserem, pois como "é da paz" nada o atingiria.Ficamos aguardando ansiosamente a escalação de shows do quarto Rock in Rio, marcado para 2014. Quem sabe a organização não coloca a cantora Kelly Key na mesma noite que o Metallica.
João Suplicy e Bossa Project
Fãs de Elvis irão trocar o balanço pélvico do Rei do Rock pelo embalo sereno da bossa nova. O som lascivo de Chuck Berry irá inspirar rodas de pogo (roda de roqueiros que se batem amigavelmente enquanto curtem o som). Guitarras no lugar do violão, nas músicas do Clube da Esquina. Tudo isso vai acontecer entre os dias 25 e 26 de julho, sexta e sábado, às 21horas, na 2ª edição do projeto Traições Musicais do SESC Pompéia, na Choperia da Unidade, que propõe versões inusitadas de músicas consagradas na história da música.O músico João Suplicy e a dupla Bossa Project (dia 25 de julho) abrem o final de semana com uma noite totalmente bossa nova. O primeiro lançou recentemente o CD Love Me Tender, com releituras de clássicos de Elvis Presley em versões próprias da nova onda que conquistou, primeiramente, o Rio de Janeiro e, pouco tempo depois, os audiófilos mais sofisticados do Brasil e mundo inteiro. No repertório rock’n’bossa do show estão os clássicos It's Now or Never e Blues Suede Shoes, entre outros.O Bossa Project abre o leque de possibilidades e abrange hits pop de Lauryn Hill a Pet Shop Boys. A banda foi formada em 2005, quando Bettina, cantora e professora de técnica vocal, conheceu o violonista e maestro Eddy Marcos. O objetivo da dupla era transfigurar canções pop de várias épocas e estilos, conferindo a elas uma cara brasileira, alegre e sofisticada com a bossa nova. O trabalho resultou em um disco homônimo com versões de How Deep is Your Love, do Bee Gees, e Fool on the Hill, dos Beatles.A segunda noite é dominada pelas bandas Fuck Berry e Troll (dia 26 de julho). O vocalista Thunderbird (Devotos de N.S.A), o baixista Gaspa (Ira!) e os guitarristas Ricardo Kriptonita (Kriptonitas) e Zé Derliner (Borderliners) fazem parte do grupo que homenageia o Pai do Rock. Fuck Berry faz versões livres do ícone roqueiro americano em músicas como Memphis Tennesee, No Particular Place to Go, Too Much Monkey Business e Route 66.A banda Troll, por sua vez, resgata o Clube da Esquina, movimento da MPB dos anos 60 e 70, que contou com a participação de Milton Nascimento. As saudosas canções agora recebem o fermento roqueiro de guitarras distorcidas. Tudo com autorização dos membros do Clube. Lô Borges, por exemplo, ouviu e aprovou a nova versão da música Um Girassol da Cor de Seu Cabelo, de sua autoria. Outras canções do repertório da banda são: Clube da Esquina, Linda Juventude, Para Lennon e Mc Cartney, Todos Nós, e outras, além de Eu Não Sei, de autoria da Troll. Para atingir o objetivo, a banda leu Os Sonhos Não Envelhecem, de Márcio Borges.Serviço: Projeto Traições Musicais do SESC Pompéia – Shows com artistas fazendo releituras de clássicos pop. São duas noites com dois shows cada, dias 25 e 26 de julho, sexta-feira e sábado, sempre às 21 horas, na Choperia do SESC Pompéia. Dia 25 – João Suplicy e Bossa Project. Dia 26 – Fuck Berry e Troll. Capacidade – 800 lugares. Censura - Livre. Ingressos – De R$ 4,00 a R$ 16,00. Duração – 90 minutos. SESC POMPÉIA – Rua Clélia, 93. Telefone – 3871-7700. Acesso para deficientes físicos. Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações ligue, 0800-118220 ou acesse o portal SESC POMPÉIA – Rua Clélia, 93. Telefone – 3871-7700. Ar condicionado e acesso para deficientes físicos. Funcionamento da bilheteria do SESC Pompéia – de segunda a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 19h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico). Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org. br Assessoria de ImprensaARTEPLURAL ComunicaçãoJornalista responsável - Fernanda TeixeiraMTb-SP: 21.718 - tel. (11) 3885-3671 / 9948-5355arteplural@uol. com.brwww.artepluralweb. com.br
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sábado, 19 de julho de 2008
104 anos depois, reconhecem autor de "O Sole Mio"
Músicos apostam em trilhas de comerciais
Acapulco mantém glamour dos anos 60
Quinta-feira, 20 de Junho de 2002, 17:01 - Se Elvis não morreu, é bem provável que esteja escondido em Acapulco. Os tempos de glória, quando era chique passar uma temporada neste balneário do sudoeste mexicano, foram embora há décadas. Mas algo desse clima glamouroso ficou no ar. Imagine que Elizabeth Taylor passou lá sua lua-de-mel com Richard Burton, assim como Kennedy e Jackie, Bill e Hillary Clinton. Mas quem imortalizou a fama do lugar foi mesmo Elvis Presley, que, no filme Seresteiro de Acapulco, de 1963, mostrou o que havia - e ainda há - de mais típico. Se você assistiu ao filme, deve se lembrar do espetáculo dos clavadistas, saltadores que se jogam de um rochedo de La Quebrada, na encosta de Revolcadero, de 35 metros de altura em direção ao mar. Todos os dias, às 13h, 19h30, 20h30, 21h30 e 22h30, ocorrem os "clavados". São duas as opções para vê-lo. Ou você compra um ingresso e fica de pé numa ponta do rochedo oposto ao dos saltos, ou reserva uma mesa no restaurante do Hotel El Mirador, com seu terraço que dá de frente para o show. Dos dois modos o programa é imperdível. Uma dica: vá às 19h30, quando o pôr-do-sol é o pano de fundo. De volta às celebridades, os hotéis de luxo que hospedaram a nata de Hollywood continuam em pé, firmes e fortes. Fiesta Americana é um dos mais famosos. Grande parte dos 400 hotéis de Acapulco possui acesso direto às praias - ficam ao longo da avenida principal, a Costera Miguel Aleman. E há os da parte alta. Por causa da distância do centro, eles não são a melhor pedida caso você não esteja disposto a gastar com locomoção. A vantagem de andar a pé pela Costera é descobrir o bar que mais lhe agrada para tomar cerveja, tequila ou o famoso mezcal (tequila mais forte) durante a "hora feliz", o happy hour. Você ainda pode dar uma espiada no Hard Rock Café, no Planet Hollywood ou no Señor Frog, casas temáticas situadas lado a lado na avenida. Mais à frente está o mercado de artesanato. Dá para encher a mala de souvenirs, peças maias e artigos de prata a preços convidativos. Depois, prossiga caminhando, e observe cada detalhe da cidade. A principal dificuldade do passeio, porém, é conviver com o calor de no mínimo 27° C e que chega a mais de 40° C em julho e agosto. Uma peculiaridade, dentre muitas, são os táxis, a maioria Fuscas que mais parecem a casa dos motoristas, carregados de "objetos de decoração", néons e penduricalhos. No vidro frontal, inscrições do tipo usado por caminhoneiros. Ônibus públicos abusam do mesmo recurso. E, para os que forem pegar um táxi, atenção: não há taxímetro, o valor da corrida é combinado previamente. Nessa hora, pechinche. A regra vale em qualquer situação em que o vendedor ofereça algo. Seja no mercado de artesanato ou com os ambulantes da praia. Os mexicanos adoram essa prática e até se sentem decepcionados caso você não a adote. Só não tente negociar nos restaurantes mais chiques. Eles têm preços salgados e cobram propina (os nossos "10%", só que de 15% a 20%). Mas são parada obrigatória, pelo menos para um jantar. Escolha os que se localizam na montanha, como o Casanova ou o Spicey, para degustar não só da ótima comida, mas também da vista deslumbrante da orla. À noite, tudo em Acapulco se ilumina; inclusive barcos que promovem passeios para casais. E a visão que se tem é inesquecível. ESTADO DE SÃO PAULO.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Isaac Hanson e sua esposa Nikki têm um menino!
Tradução: Juliana Bittencourt
A ninhada dos irmãos Hanson ficou ainda maior.
Dia 1o de julho, Isaac Hanson e sua esposa Nikki celebraram a chegada de seu segundo filho, James Monroe Hanson, em Tulsa, cidade natal da família.
O bebê Monroe pesava 3,94 kg e chegou para se juntar ao irmão mais velho, Clark Everett Hanson, de 1 ano. Os dois meninos atendem por seus nomes do meio.
"A adição de Monroe à nossa família é incrível e excitante," disse Isaac, 27, o mais velho do trio de rock Hanson, à revista PEOPLE. "Com Monroe e Everett tendo idades tão próximas, sera ótimo vê-los crescer juntos."
"Com dois menininhos a diversão vai ser dobrada," ele acrescenta.
O irmão mais novo de Isaac, Zac, e sua mulher Kate deram as boas vindas a seu primeiro filho, John Ira Shepherd Hanson, em maio. O irmão do meio, Taylor, tem três filhos, fechando um total de seis crianças entre os colegas de banda.
Depois de ser diagnosticado com uma embolia pulmonar e passar por uma cirurgia para a remoção de uma costela em dezembro, Isaac está com a ficha de saúde limpa desde janeiro.
No outono ele pisará na estrada com a banda para a turnê de 8 semanas do álbum The Walk, nos Estados Unidos e América do Sul.
Pra quem tem Myspace e lê em inglês, aí vai o link: http://blog. myspace.com/ index.cfm? fuseaction= blog.view&friendID=20342225&blogID=413662322
Notem que no final eles falam de uma turnê na América do Sul. Será que eles vêm aqui? Será que dessa vez eu vou?? Hum...
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Expressão Musical I
Figuras Pontuadas
Nas partituras, freqüentemente aparecem figuras pontuadas como uma colcheia seguida por uma semicolcheia que, muitas vezes, são tocadas incorretamente. Muito se deve observar antes de executar tal figura:
1º. - Verificar se a música é popular ou erudita.
No popular:
É muito comum um aluno que estuda erudito ter dificuldades em executar um trecho musical popular, para o qual muitas vezes é tachado de "duro" ou "travado". Por outro lado, o que estuda popular pode ser repreendido por não ter precisão ao tocar um erudito.
Isso acontece porque as concepções de interpretação do erudito e do popular muitas vezes são opostas. Veja o exemplo a seguir:
O que seria proibido na música erudita é justamente a característica principal para se executar este trecho musical popular, sem deixá-lo pesado. Isso significa que, para tocar em bom estilo popular, devo ler "tercinando" a colcheia pontuada seguida da semicolcheia, assim:
No erudito:
Muitos são os cuidados:
a) Não se deve tocar com o mesmo volume de som a nota que segue a figura pontuada. A colcheia pontuada, por exemplo, é mais forte que a semicolcheia que a segue.
b) Observe que, apesar dos números de volume do início estarem constantes (3-1), existe uma dinâmica indicada de que cada grupo será progressivamente mais forte que o outro. Mesmo que a dinâmica não estivesse marcada, o intérprete faria o crescendo naturalmente. Quando temos a repetição de um mesmo grupo ou mesma nota por mais de duas vezes seguidas, cria-se uma tensão gerada pela insistência. É de bom estilo interpretá-las com um crescendo.
c) Em oposição ao estilo da música popular, não se pode executar como tercinas. Deve-se respeitar o valor integral de cada nota.
d) Sempre que estas figuras, colcheia pontuada mais semicolcheia, aparecem numa passagem duas ou mais vezes seguidas, a corrente de ar deve parar por um instante depois de cada colcheia pontuada. Em outras palavras, cada colcheia pontuada é separada da semicolcheia e com menor duração que o escrito. Porém, à semicolcheia é dado o valor total e ela é tocada legato.
Quando somente uma dessas figuras aparecer na melodia, a colcheia pontuada deverá ser tocada legato (dando seu valor integral). Neste caso, a colcheia pontuada deve soar como uma semínima seguida por uma pequena apoggiatura. Portanto, a melodia dada anteriormente deve ser tocada como se tivesse sido escrita assim:
Observe que no início aparecem quatro vezes seguidas esses grupos de notas, e as colcheias pontuadas são tocadas um pouco mais curtas. Já nos compassos dois e três, elas devem ser tocadas com total valor, porque as figuras ocorrem separadamente. Nestes casos, deve-se tomar cuidado para não quebrar o som entre a colcheia pontuada e a semicolcheia.
e) Na última nota desse trecho, no 4º compasso, o volume da semínima não deve diminuir até que seu valor total termine. Ela é executada numa dinâmica mais baixa porque é final de frase, mas deve-se posteriormente sustentá-la ou mesmo crescê-la até que conclua sua total duração. O hábito de diminuir o volume de notas longas antes de concluir sua total duração é um descuido cometido por artistas que tocam metais, madeiras, cordas e até mesmo por cantores. Isso não significa que uma nota longa não deva ser diminuída quando assim for indicado, mas na maioria dos casos soa como se o artista não tivesse ar suficiente para terminar a frase.
f) A semínima pontuada seguida por uma colcheia deve ser tratada da mesma maneira descrita nos itens anteriores. Se mudarmos a unidade de tempo do exemplo citado, deverá soar como a anterior:
São atitudes altamente essenciais para quem deseja executar com expressão: observar conscientemente as regras aqui citadas, ter controle absoluto do som e habilidade para tocar suavemente.
Referência Bibliográfica : VanderCook - "Expression in Music"
* Mônica Giardini é Maestrina da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo.
Cia. Filarmônica canta canções dos Beatles
quarta-feira, 16 de julho de 2008
As melhores músicas pop de todos os tempos
Qua, 16 Jul, 09h51
Por Redação Yahoo! Notícias
O que faz de uma música a melhor de todos os tempos, o ritmo, a
importância da banda ou somente o gosto pessoal? Para os britânicos,
parece que todos os requisitos contam.
Em uma pesquisa feita com 10 mil pessoas no Reino Unido, a ópera rock
da banda Queen, "Bohemian Rhapsody", foi eleita a melhor canção pop de
todos os tempos.
A música da banda inglesa alcançou o topo das paradas duas vezes: em
1975, quando foi lançada no álbum "A Night at the Opera", e em 1991,
quando o vocalista Freddie Mercury morreu. A canção chegou a ficar 14
semanas em primeiro lugar.
O segundo lugar, de acordo com a escolha dos britânicos, ficou para o
hit "Y.M.C.A", do grupo Village People. Em seguida, vem a balada
"(Everything I Do) I Do It for You", do cantor Bryan Adams, que fez
parte da trilha sonora do filme "Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões",
de 1991.
Confira as dez melhores músicas pop de todos os tempos segundo os
britânicos:
1. Bohemian Rhapsody - Queen
2. Y.M.C.A. - Village People
3. (Everything I Do) I Do It for You - Bryan Adams
4. Angels - Robbie Williams
5. Red, Red Wine - UB40
6. Imagine - John Lennon
7. Sweet Child O' Mine - Guns N' Roses
8. Billie Jean - Michael Jackson
9. Dancing Queen - Abba
10. Can't Get You out of My Head - Kylie Minogue
http://br.noticias. yahoo.com/ s/080716/ 48/gjpyb8. html
Pete Best lança primeiro disco solo
Ex-baterista dos Beatles lança primeiro disco solo16/07 - 12:53 - Agência AnsaLONDRES – O baterista Pete Best, o azarado "quinto Beatle" que saiu dogrupo inglês um pouco antes da conquista da fama mundial, lançouagora, aos 66 anos, o seu primeiro álbum solo com canções originais.O CD estará disponível nas lojas a partir do dia 16 de setembro e sechamará "Hayman's Green", nome da rua de Liverpool onde se encontra oCasbah Coffee Club – local de propriedade da mãe de Best em que osBeatles se apresentaram no início da carreira.As canções são autobiográficas e falam não apenas da profunda amarguravivida nos anos que sucederam a saída de Best do grupo, mas também doseu caráter orgulhoso, que o impediu de "entrar em colapso".Best foi o baterista dos Beatles no começo da carreira da banda; elesaiu em 1962, antes do sucesso do single "Love Me Do", sendosubstituído por Ringo Starr – as más línguas dizem que o seuafastamento deveu-se ao ciúme de John Lennon e Paul McCartney pelabeleza do rapaz.Em 1995, Best recebou mais de US$ 4 milhões pelos direitos de algumasdas canções inseridas no CD "Anthology 1", que foram gravadas quandoele ainda fazia parte dos Beatles.http://ultimosegund o.ig.com. br/cultura/ 2008/07/16/ ex_baterista_ dos_beatles_ lanca_primeiro_ disco_solo_ 1446883.html
Hanson Ready to Hit the Road!

Before each of their 35 tour stops (beginning Sept. 7 in Portland, Ore.) on the "Walk Around The World Tour," the band will continue their tradition of taking a barefoot, one-mile walk with fans with the goal of walking 'around the world,' or 24,902 miles, to raise awareness about poverty and AIDS in Africa.
Hanson's takethewalk.net campaign also gives fans a chance to organize their own walks. The band plans to donate $ 1 per mile walked to fight poverty in Africa, where their album – which dropped last year – was partially recorded.
The first single, "Great Divide," features children from Mozambique and South Africa.
Click here to listen to the exclusive live version of the song.
"Africa has become a bigger and bigger part of our lives with this album," Zac Hanson tells PEOPLE. (The band visited last year to provide TOMS shoes for children in need). "When you look at what AIDS is doing to families over there and think about how our little son is never going to deal with those kinds of struggles, it helps you realize how important it is to give these people the ability to help themselves."
For a complete list of tour dates, visit hanson.net
terça-feira, 15 de julho de 2008
O rock nas mais diversas formas
O rock nas mais diversas formas Há cerca de 60 anos, um gênero musical à base de guitarra, baixo e bateria começou a contagiar o mundo. Os culpados? A lista é longa... Chuck Berry, Elvis Presley, Bob Dylan, The Beatles e Rolling Stones foram alguns dos nomes que disseminaram esse tal de rock n´ roll. Com o decorrer do tempo, o estilo se segmentou em várias vertentes, o que vem causando uma certa confusão. Em comemoração ao Dia Mundial do Rock, no último domingo, o Zoeira convidou artistas locais e fãs incondicionais para explicar o ´bê-a-bá´ do som
Pop rock, hard rock, punk rock, indie rock, hard core, emocore... Muito mais do que apenas barulho, o rock ganhou uma amplitude inimaginável de subgêneros. Se listarmos todos os estilos existentes na face da Terra, melhor consultar o livro ´Vocabulário de Música Pop´, do escritor Roy Shuker, que apresenta um glossário abrangente de verbetes musicológicos em 328 páginas! Mas para ficar a par dos gêneros essenciais do rock não é preciso se descabelar. Basta estar com os olhos (e ouvidos) atentos para algumas sonoridades.
Hard rock
Por exemplo, a Vulcani ficou famosa em Fortaleza por fazer cover das bandas Guns n´ Roses, Bon Jovi, Kiss e White Snake. Na ativa há cinco anos, os cearenses, que lançaram o primeiro disco autoral ano passado, intitulado ´Rise up´, mesclam em seus shows canções inéditas e ainda hinos do hard rock, como ´Rock n´ roll all nite´, ´You give a love a bad name´ e ´Sweet child o´mine´.
Segundo o band leader Fets Dômino - que junto com seu grupo abriu recentemente para o lendário Nazareth (o mais antigo do hard rock, com 40 anos de carreira) em Fortaleza -, o gênero surgiu nos anos 70, quando alguns grupos, como o Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple, passaram a colocar ´mais peso´ nas músicas: vocais mais ´esganiçados´ e virtuosos solos de guitarras. ´São marcantes também os chamados refrões pegajosos e a performance de grandes músicos´, lembra.
Para Fets, o estilo começou a decair nos anos 90. ´O mundo precisava de uma novidade. Então veio o movimento grunge, mais underground e descompromissado, representado pelo Nirvana e Pearl Jam´, comenta. Outro fator bastante presente no hard rock é a preocupação estética com o visual. O cabelo grande, a maquiagem carregada e as roupas exageradas (calças de couro, lycra, jeans colantes e muitas estampas) chamaram a atenção, principalmente nos anos 80, época em que qualquer excesso era bem-vindo.
Atualmente, o cantor aponta a ascensão do movimento indie rock e emocore no cenário musical, mas acentua também a retomada de veteranas do hard rock, como a Van Halen e a própria White Snake, e pela renovação do gênero, encabeçada pela Darkness e Dimension.
Rock alternativo e indie
É comum existir um certo desentendimento em relação ao rock alternativo e indie. Primeiro, porque ´alternativo´ é um rótulo genérico e amplo, mas, em geral, traduz-se em música menos comercial e desvinculada a tendências. Surgiu em resposta ao mercado, dando ênfase no rock como uma arte ou expressão. ´Significa o rock à sua maneira, sem seguir qualquer fórmula. Vejo mais como uma música feita de forma criativa, buscando sempre o ineditismo, nunca fica na mesmice. Tem também muita influência do punk´, explica Felipe Lima, vocalista da Café Colômbia.
O indie está inserido dentro desse contexto. O termo apareceu para designar bandas independentes, sem gravadoras, mas hoje tornou-se uma categoria mercadológica, para definir um estilo de música, de ser e de vestir. Musicalmente falando, o indie rock bebe no retrô com uma cara ´moderninha´. ´O indie acabou ficando caracterizado como aquelas bandas de caras vestidos de terninhos, tocando meio disco, soando moderno´, brinca o músico, de 20 anos, que cita o The Strokes, Franz Ferdinand, The Hives e Interpol como referências do som, também chamado de Novo Rock.
Emocore
O emocore é uma versão mais light e sentimental do hard core, ritmo popularizado nos anos 90, caracterizado por uma batida mais dura e rápida que o punk. O que chamou a atenção de Igor Mariano Coelho Serra, de 20 anos, é que o emocore traz melodias mais introspectivas e poéticas. ´O que conta mais é a letra, uma música que faz pensar, trazendo ainda um pouco de rebeldia´, diz o estudante, fã da Fresno e Abril.
O movimento emo virou até tema de trabalho acadêmico. As reuniões semanais de fãs do gênero, na Praça Portugal, com o mesmo visual - franjinha, piercings, calças jeans coladas, tênis all star, munhequeiras e cintos de rebite - motivou o publicitário Bruno Vasconcelos a pesquisar de que forma um segmento musical podia influenciar no estilo de vida.
´Foquei nos emos por eles representarem bem o modo contemporâneo de se consumir e se produzir música, onde a internet se mostra cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, nas mais diversas classes sociais´, conta.
Na pesquisa, ele descobriu a ascensão de uma nova corrente: o From UK. ´Em uma entrevista, um ex-emo estava migrando pra esse novo estilo que é baseado no visual das bandas do Reino Unido, bem diferente do visual do emocore, sem franjas caídas sobre o rosto. É mais largado´.
Pop rock
Esse é o estilo mais popular nos quatro cantos do mundo. O pop chegou como uma diluição do rock, uma versão mais suave, associado a arranjos mais rítmicos e à harmonia vocal mais agradável. ´O pop rock é aquele som que não agride os ouvidos, fácil de o público aceitar´, afirma Terccia Jones, da banda The Jones.
Normalmente, as guitarras têm pegada mais leve e são melodiosas. ´A maioria das bandas aposta na batida ´funkeada´ (quer dizer uma levada mais dançante)´, acrescenta. O pop ocupa as paradas de sucesso com refrões grudentos (fáceis de decorar), muitas vezes, com temática romântica.
Apesar de ser visto com preconceito pelos fãs de rock mais pesado ou alternativo, pelo apelo comercial, o pop costuma ser a ´base´ para quem quiser se aprofundar nas outras vertentes do rock. Muito metaleiro não assume, mas já curtiu em uma fase da vida ´Faroeste caboclo´ do Legião Urbana.
Punk rock
A frase ´Faça você mesmo´ é imediatamente associada ao punk, subcultura jovem que explodiu no final da década de 70, na Inglaterra. O movimento eclodiu para reagir contra o romantismo dos hippies e para chocar a sociedade conservadora da época, muitas vezes com atos impróprios em lugares públicos. A moda do corte moicano, piercings e tatuagens em várias partes do corpo surgiu dos punks com o objetivo de ser diferente.
Barulhento, rápido e agressivo, persiste o mito de que o som se resumia a três acordes e a ´atitude´ (símbolo-mor do rock n´ roll), mas vale ressaltar que alguns dos instrumentistas eram experientes e talentosos, como os do The Clash. ´É a minha paixão. É uma linguagem direta, urgente, calcada na idéia de rapidez e simplicidade. Nem por isso menos sofisticado. Na simplicidade dos poucos acordes existem reflexões sobre o cotidiano que emolduraram gerações´, observa Robério Augusto, vocalista da cearense Dago Red.
O punk influenciou vários outros estilos, dentre eles o rock alternativo, o grunge, o hard core e emocore.
Juliana Colares
Repórter
Curiosidade
No livro ´Vocabulário de Música Pop´, da editora Hedra, o leitor poderá encontrar termos da indústria da música. Em ordem alfabética, cada item traz explicações sucintas e dicas de leituras aprofundadas.
Fique por dentro dos estilos
Hard Rock
Fets Dômino, vocalista da Vulcani
Representantes: Guns n´ Roses, Bon Jovi (anos 80), Aerosmith, Black Sabbath, Kiss, Van Halen
Alternativo/ Indie
Felipe Lima, vocalista da Café Colômbia,
Representantes: Radiohead, Sonic Youth, Mombojó, Cidadão Instigado,Los Hermanos, Interpol, Franz Ferdinand
Emocore
Igor Mariano Coelho Serra, estudante
Representantes: Fresno, Abril, NX Zero, Good Charlotte, Fall Out Boy, 30 Seconds to Mars
Pop Rock
Terccia Jones, vocalista da The Jones
Representantes: Capital Inicial, Lulu Santos, Paralamas, Jota Quest, Kid Abelha, Skank, U2, Coldplay
Punk
Robério Augusto, vocalista da banda punk Dago Red
Representantes: Sex Pistols, The Clash, Buzzcocks, Stranglers, Ira! e Titãs (anos 80)
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Produtor dos Beatles recebe prêmio por conjunto da obra
Estrelas do mundo da música e as viúvas de John Lennon e GeorgeHarrison prestaram no sábado uma homenagem ao produtor musical GeorgeMartin pela passagem de seus 82 anos. Martin, que assinou arranjos eproduziu a maioria dos discos dos Beatles, ganhou da Fundação Grammyum prêmio pelo conjunto da obra. Após recebê-lo, Martin encarregou seufilho e parceiro musical Gilles de falar com os jornalistas presentesao evento. Yoko Ono falou da primeira vez que viu o produtor,supreendendo- se com sua sofisticação e com o fato de o inglês Martinser, antes de tudo, um músico vinculado à tradição clássica. Asinformações são do jornal O Estado de S. Paulo.http://br.noticias. yahoo.com/ s/14072008/ 25/entreteniment o-produtor- dos-beatles- recebe-premio- conjunto- da-obra.html
