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terça-feira, 30 de junho de 2009

Lançado livro polêmico sobre os Beatles

"Em meio a muita polêmica, acaba de ser lançado nos Estados Unidos o livro "Como os Beatles Destruíram o Rock'n'roll – uma História Alternativa da Música Popular Americana", de Elijah Wald. Ele aponta dois marcos em seu livro. O abandono da performance ao vivo pelos Beatles, que teria consolidado a gravação como referência primordial da música. E a evolução da banda que tocava música dançável com influência negra e tinha uma base de fãs adolescentes para uma banda de 'artistas"

UMA ENTREVISTA C/ O AUTOR: http://www.estadao. com.br/estadaode hoje/20090627/ not_imp393773, 0.php

segunda-feira, 29 de junho de 2009

História da carochinha

Especialista em Grécia e Roma antigas, o francês Paul Veyne diz que sua disciplina é assunto de "pura curiosidade" e não é mais importante que a astrologia

John Moore - 6.fev.04/Associated Press
Turista caminha por ruínas romanas em Leptis Magna, na Líbia


MARTINE FOURNIER

Especialista na Antiguidade greco-romana, grande erudito e leitor insaciável, Paul Veyne não fica limitado a fronteiras acadêmicas e nunca permanece dentro das correntes constituídas, como testemunham suas difíceis relações com a Escola dos Annales.
Em 1976, publicou sua tese "Le Pain et le Cirque" (O Pão e o Circo, ed. Seuil), um estudo fascinante sobre a sociedade romana, que lhe valeu uma cadeira no Collège de France. Desde então escreveu várias obras que unem reflexão epistemológica sobre o conhecimento histórico e análise do mundo greco-romano.
Com Michel Foucault, Paul Veyne afirmou que a história é a história das práticas e das crenças. Ele repudia qualquer ideia de racionalidade da história, de ser movida por fatores profundos como progresso ou luta de classes.
Sua reflexão sobre o estatuto da verdade o leva a demonstrar a dificuldade da explicação histórica: no máximo o historiador pode tentar explicitar fatos e historicizar noções (o Estado, o poder, a religião etc.).
Para Paul Veyne, "não se pode tirar nenhuma lição da história". Ele afirma a subjetividade de toda narrativa histórica e coloca em xeque o estatuto da verdade.

PERGUNTA - Em "O Pão e o Circo", o sr. propõe um estudo inovador do funcionamento político da cidade romana por meio da prática do evergetismo, ou seja, as doações públicas que os notáveis faziam à cidade. Por que escolheu essa abordagem?
PAUL VEYNE - A doação ocupava um lugar muito importante na sociedade romana: pão (sob a forma da distribuição de trigo), circo (organização de lutas de gladiadores) e festins públicos para o povo, mas também distribuição de terras, presentes para marcar o início do ano, presentes para o imperador e seus funcionários etc.
A maioria dos monumentos públicos das cidades greco-romanas (anfiteatros, basílicas, termas etc.) foi oferecida por notáveis.
Eu estava convencido de que essas doações não guardavam relação nenhuma com uma tentativa de despolitização e de manobra dos poderosos para afastar o povo da política.
Na sociedade romana, os notáveis não eram senhores que viviam em seus castelos, mas nobres que viviam na cidade -como, aliás, aconteceria mais tarde, na Itália medieval-, e essa nobreza enxergava a cidade como sua propriedade, que ela governava.
Em lugar de embelezar seus castelos, os nobres embelezavam a própria cidade, com o mecenato: construíam monumentos públicos e assim, com sua generosidade, mostravam que eram ricos e poderosos.
Essas doações ostentatórias também eram destinadas a mostrar que a cidade não podia viver senão graças a eles. Não se trata de uma despolitização dos espíritos, mas de um cálculo político mais sábio. Essa minha tese foi inspirada por "Ensaio sobre a Dádiva", de Marcel Mauss.

PERGUNTA - Apesar de sua prevenção com relação às ciências sociais, o sr. faz referências frequentes a Max Weber em sua obra. Qual foi a contribuição desse sociólogo?
VEYNE - A obra de Max Weber, justamente, mostra que toda noção é historicizada. Sua sociologia "abrangente" não procura formular leis. Ela reúne e classifica os casos particulares de um mesmo tipo de acontecimento ao longo dos séculos. Seus tipos ideais são um instrumento de interpretação, de hermenêutica dentro de uma problemática em que a história é concebida como conhecimento da individualidade.
Voltemos ao exemplo do mecenato na Antiguidade. Podemos enxergar a doação como uma espécie de invariável ao longo dos séculos e especular sobre categorias gerais: doação, imposto, troca...
Ou podemos nos espantar pelo fato de os nobres romanos terem dado pão e circo ao povo. A cidade era, de certo modo, seu castelo coletivo. Em nossos tempos, se um bilionário francês quisesse pagar parte do orçamento do Estado, ele seria rapidamente suspeito de ter desígnios obscuros.
Como se explica que o mecenato de Estado, público, fosse admitido na Antiguidade e seja impensável em nossa época? Em lugar de procurar invariáveis, passamos então a procurar nuanças, à maneira de Weber.
O cidadão romano não é visto como um sujeito abstrato, como o é o cidadão de direito da Revolução Francesa, mas como um personagem que contribui concretamente para a cidade, pelo fato de fazer parte dela. A cidade é o próprio grupo de notáveis.
Cada exemplo é específico, porque faz parte de um momento da história e, portanto, nos convida a raciocinar em termos concretos. O caso mais extremo é o da democracia antiga: como estabelecer um conceito geral que postule uma continuidade entre a democracia moderna e a dos gregos? Elas têm em comum apenas a palavra.

PERGUNTA - Poderíamos dizer, então, que a história serve apenas para contar belas histórias?
VEYNE - De um lado, eu responderia que todo trabalho histórico é parcial e subjetivo. Não existe uma narrativa canônica única da história da França, e seria impossível fazê-la. Somos obrigados a escolher um ângulo de apresentação, o da estruturação do espaço francês ou o da vida cotidiana dos franceses, a história da nação ou da sucessão dos poderes etc.
Existe necessariamente um corte. E, se você quiser fazer uma "história total", perceberá muito rapidamente que não fez mais do que reunir esses diferentes capítulos -e mais: que se esqueceu da história das mulheres e que isso não tem fim.
Por outro lado, penso que a história não tem mais utilidade que a astrologia. É um assunto de pura curiosidade ou, pelo menos, é preciso tratá-la como tal. A história não demonstra nada e não permite tirar lições eternas.
Algumas pessoas a utilizam para encontrar raízes fundadoras: é o caso da Sérvia atualmente, que está reconstruindo sua história a partir de todos os pedaços, enquanto os jovens historiadores israelenses desconstroem a história do Estado de Israel.
Vamos visitar ruínas que podem ser informes: é o caso da maioria das ruínas de Roma. Não visitamos esses monumentos por suas qualidades de relíquia nem por seu valor estético, mas porque são um pedaço do passado. Existe um interesse pelo passado humano, simplesmente por ele próprio. A que se deve esse fascínio?
Todos nós temos a tendência a imaginar uma natureza humana que teria necessidade de religião ou de uma atitude de piedade em relação aos ancestrais ou de ideais grandiosos como verdade, justiça etc. Nesse caso, o culto ao passado seria uma transformação da pulsão religiosa. Mas a partir disso podemos dizer tudo -ou seja, nada.

PERGUNTA - Em "Les Grecs Ont-Ils Cru à Leurs Mythes?" (Teriam os Gregos Acreditado em Seus Mitos?), o sr. mostra que a própria noção de verdade é historicizada. Existe, o sr. diz, "uma pluralidade de programas de verdade ao longo dos séculos".
VEYNE - Os gregos acreditavam muito firmemente em seus deuses. Por exemplo, ninguém punha em dúvida a existência do deus Baco.
Mas Baco era cercado de figuras fantásticas -as bacantes, os sátiros- em quem ninguém acreditava e cujas histórias eram consideradas fantasias que as babás contavam às crianças para distraí-las. Para nós, seria impossível dissociar essas crenças.
O fato de contos pueris e falsos serem associados à história de Baco contaminaria a crença nesse deus.
Os gregos abordavam seus deuses como um leitor de "Os Três Mosqueteiros" que zomba da realidade histórica e mergulha no romance de Alexandre Dumas sem se preocupar em saber se D'Artagnan, Athos, Porthos e Aramis existiram realmente.
Eu quis mostrar nesse ensaio que, ao longo dos séculos, as pessoas acreditaram firmemente em "verdades" que não eram verdades -a tal ponto que podemos enxergar a história do passado como uma sequência de crenças falsas. Nas ciências exatas, porém, desde Isaac Newton, poderíamos dizer, as verdades são cientificamente embasadas.
O estatuto da física não é o da astrologia e, em dado momento, a alquimia virou química, e a astrologia, astronomia. Por volta de 1800, a medicina começou a se tornar séria, quando antes não passava de uma série de crenças estarrecedoras.
A mesma coisa aconteceu com as ciências humanas por volta de 1860. Esse momento corresponde à contestação radical do cristianismo. A partir desse corte, descobrimos que tudo é histórico, e é a partir daí que as ciências humanas se desenvolvem, libertando-se de todos os preconceitos de nossos antepassados.
Essa mudança é marcada pelo filósofo Friedrich Nietzsche [1844-1900]. Ele foi o primeiro a mostrar que as noções ditas eternas tinham, na verdade, uma história.

PERGUNTA - Qual foi a importância de Foucault para os historiadores?
VEYNE - Foucault demonstrou que as convicções, por mais fortes que possam ser, devem ser analisadas dentro de seus contextos históricos. Se você me perguntar qual é a "verdadeira" democracia, não poderei lhe responder. Posso lhe dizer o que eu entendo por democracia, o que desejo e no que voto, aquilo que não estou disposto a colocar em dúvida.
Os trabalhos de Foucault sobre a prisão e a loucura são uma demonstração cabal da historicidade das convicções; para os historiadores, foram uma revelação. Foucault descreve as práticas e analisa os discursos.
Ele não procura definir o que seria a "verdadeira" loucura, mas descreve concepções diferentes que dominaram no passado. A verdade está, portanto, nessa descrição da maneira como a loucura foi vista e tratada segundo as diferentes épocas.

PERGUNTA - O sr. questionou o estatuto da verdade. Ao mesmo tempo, em cada um de seus livros, o sr. se distancia da corrente relativista, para a qual, na história, tudo é questão de ponto de vista. Suas posições não são contraditórias?
VEYNE - Sobre esse ponto, os historiadores sociológicos se safam muito bem: para eles, a verdade é mostrar as crenças e as representações que o homem construiu ao longo do tempo.
É evidente que a história séria não pode colocar em dúvida a existência dos campos de concentração ou o desaparecimento de famílias judias nas câmaras de gás. Existe uma verdade do passado.
Mas não existe uma vocação humana para ater-se à verdade: com a exceção dos historiadores que exercem sua profissão seriamente, as pessoas são capazes de negar as câmaras de gás ou de zombar delas ou, ainda, de inventar outras que não existiram.

PERGUNTA - Isso é assustador.
VEYNE - Não é sem inquietude que nos dizemos que é possível que dentro de cem anos os direitos humanos aos quais damos tanta importância não façam mais sentido nenhum para as pessoas.
Imagine um homem que lutou na Primeira Guerra, que se fez matar por sua pátria, mas que descobre, 66 anos mais tarde, que é visto como vítima ou como alguém que se deixou enganar. É de fato uma ideia muito angustiante. Mas -felizmente ou infelizmente?- a percepção da fragilidade da verdade não abala os homens em suas convicções.


A íntegra desta entrevista saiu na revista "Sciences Humaines".
Tradução de Clara Allain.

Mensagem de Lisa Marie Presley sobre a Morte de Michael Jackson

O artigo que se segue é retirado do blog de Lisa Marie no MySpace e foi escrito hoje, dia 27 de Junho de 2009 (eu traduzi agora mesmo para vos enviar). Lisa Marie, que foi casada com Michael Jackson durante 20 meses depois do casamento de ambos em 2004, escreveu o que se segue, intitulado “He Knew” (Ele Sabia), um dia depois da morte do cantor. Algumas das palavras de Lisa Marie poderiam ser as minhas palavras, pois também já expressei em várias ocasiões que, realmente, o destino de cada um é na sua maior parte traçado pela própria pessoa. E é muito difícil ajudar alguém que está no caminho da auto-destruiçã o se essa pessoa não aceitar a ajuda que os outros à sua volta lhe querem dar. Quando alguém bate no fundo do poço e consegue de lá sair, foi porque essa pessoa se colocou em primeiro lugar e quis ajudar-se a sair de lá, aceitando as ajudas à sua volta. Mas, no final de contas, seja lá qual for o objectivo que uma pessoa possa alcançar para largar um vício ou um problema, o mérito, é dela. E agora, as palavras de Lisa Marie:

Há anos atrás o Michael e eu estávamos a ter uma profunda conversa sobre a vida em geral. Não me recordo exactamente de qual era o tema da conversa, mas talvez ele me estivesse a questionar sobre as circunstâncias que rodearam a Morte do meu Pai. A dado momento ele parou, olhou para mim intensamente e disse com uma certeza quase calma, “Temo que eu vá acabar exactamente com ele, da forma que ele morreu.”

Tentei imediatamente fazê-lo mudar de ideias, ao que a dada altura, ele encolheu os ombros e acenou quase como que para me fazer saber que sabia o que sabia e era assim mesmo.

14 anos mais tarde, estou aqui sentada a ver nas notícias uma ambulância a sair do caminho de acesso da sua casa, através dos grandes portões, as multidões lá fora, os órgãos de comunicação social, as multidões no hospital, a Causa da Morte e o que pode ter levado a ela e esta conversa que tivemos veio-me imediatamente à cabeça, bem como as lágrimas imparáveis.

Um final previsto por ele, por entes queridos e por mim, mas o que não previ foi como me ia doer quando finalmente acontecesse.

A pessoa que eu não fui capaz de ajudar está agora a ser transferida para o instituto de medicina legal de LA para que lhe façam uma Autópsia. Toda a indiferença e desligamento que tentei com tanto esforço alcançar ao longo dos anos fez-me agora descer ao Inferno e sinto-me destroçada.

Agora vou dizer o que nunca disse antes porque quero que a verdade se saiba de uma vez por todas.

O nosso relacionamento não foi “uma farsa”, como se disse na imprensa. Foi um relacionamento invulgar, sim, em que duas pessoas invulgares que não vivem ou conhecem uma “Vida Normal” encontraram um elo de ligação, talvez com alguma desconfiança em relação ao timing da parte dele. Mesmo assim, acredito que ele me amou mesmo, tanto quanto poderia amar alguém e eu também o amei muito. Quis “salvá-lo”, quis salvá-lo do inevitável, que foi exactamente o que aconteceu.

A sua família e entes queridos também queriam salvá-lo disto, mas não sabiam como e isto acontecia já há 14 anos. Todos nós nos preocupávamos que este iria ser o resultado final.

Naquele tempo, ao tentar salvá-lo, perdi-me a mim mesma.

Ele era uma força e um poder incrivelmente dinâmicos que não se devem subestimar. Quando ele os usava para algo bom, era o melhor, e quando os usava para algo mau, era realmente, MESMO MUITO mau.

A mediocridade não era um conceito que poderia entrar nem durante um segundo na forma de ser e nos actos do Michael.

Fiquei muito doente e esgotada do ponto de vista emocional e espiritual na minha busca em tentar salvá-lo de um comportamento certo de auto-destruiçã o e dos horríveis vampiros e sanguessugas que ele sempre lá conseguia atrair à sua volta.

Fiquei louca enquanto tentei fazê-lo.

Eu tinha os meus filhos com quem me preocupar, tinha de tomar uma decisão.

Foi a decisão mais difícil que tive de tomar, que foi afastar-me e deixar que o destino dele fosse ao seu encontro, apesar de o amar desesperadamente e de tentar, de algum modo, reverter esse destino.

Depois do Divórcio, passei alguns anos obcecada e só a pensar nele e o que poderia ter eu feito de forma diferente, arrependida.

Depois passei alguns anos a sentir-me bem zangada com toda a situação.

A dado momento, fiquei realmente indiferente, até agora.

Enquanto estou aqui sentada, esmagada com tristeza, pensamentos e confusão em torno daquilo que considero o meu maior falhanço até agora, a ver as notícias quase passo a passo, revivo o Exacto Cenário do que aconteceu no dia 16 de Agosto de 1977. Está tudo a acontecer outra vez agora com o Michael (algo que eu não queria voltar a ver outra vez), tal como ele tinha previsto, sinto-me, muito e verdadeiramente como que esventrada.

Qualquer experiência ou palavras menos boas que tenha tido ou dito sobre ele no passado morreram agora dentro de mim, com a morte dele.

Ele era uma pessoa espantosa e sinto-me afortunada por ter estado assim tão perto dele e por ter tido tantas experiências e os anos que tivemos juntos.

Espero desesperadamente que agora ele se consiga sentir aliviado de todo o sofrimento, pressões e confusão. Ele merece libertar-se de tudo isso e espero que ele esteja num lugar melhor ou que vá para um lugar melhor. Também espero que qualquer pessoa que se sinta como se tivesse falhado a tentar ajudá-lo se liberte dessa sensação, pois com toda a certeza, ele agora está melhor.

O Mundo está em choque, mas de algum modo ele sabia exactamente como o seu destino iria ser representado um dia, muito mais do que qualquer outra pessoa. E ele estava certo.

Precisava mesmo de dizer isto agora, muito obrigada por me lerem e me ouvirem.

LMP

Hanson versus Jonas Brothers

Que tienen en común y cuales son las diferencias entre los dos tríos de hermanitos más famosos.

Muchas personas, al detectar el fenómeno de los Jonas Brothers (un trío de hermanos con pretensión rockera), inmediatamente asociaron en sus cabezas "Sí, ¡cómo los Hanson!". Entonces, acá van algunas cosas en común y algunas diferencias entre ambos tríos:
1) Caridad
Hanson: Desde 2007 y el lanzamiento de su disco The Walk envían dinero para la lucha contra el SIDA en Africa.
Jonas Brothers: Concibieron la Change For The Children Foundation, y donan dinero para la Asociación Estadounidense contra la Diabetes.
2) Nominaciones para los Grammys
Hanson: Fueron nominados como Artista Revelación en 1998, y perdieron con Paula Cole. Jonas Brothers: Fueron nominados como Artista Revelación en 2009, y perdieron con Adele.
3) "Poison Ivy"
Hanson: Realizaron un cover de esta canción de los Coasters en su disco independiente Boomerang (1995).
Jonas Brothers: Titularon así un tema de su reciente disco Lines, Vines and Trying Times.
4) Steve Greenberg
Hanson: Fueron descubiertos por Greenberg, quien los fichó en 1996 para Mercury Records, donde trabajaba.
Jonas Brothers: Fueron fichados por Greenberg para Columbia Records (sello donde se desempeña en la actulidad) en 2005.
5) Un grupo sobre el otro
Hanson sobre Jonas Brothers: "Espero que puedan traducir lo que han hecho hasta este momento en una carrera, tal como lo hicimos nosotros a lo largo de estos años" (Taylor Hanson).
Jonas Brothers sobre Hanson: "Vos tenés películas, yo tengo el calzado. Vayamos a bailar pop, hagamos la batalla del baile contra los Hanson" (letra de That's Just The Way We Roll").
¿A cuál grupo preferís?

Hanson versus Jonas Brothers

Que tienen en común y cuales son las diferencias entre los dos tríos de hermanitos más famosos.

Muchas personas, al detectar el fenómeno de los Jonas Brothers (un trío de hermanos con pretensión rockera), inmediatamente asociaron en sus cabezas "Sí, ¡cómo los Hanson!". Entonces, acá van algunas cosas en común y algunas diferencias entre ambos tríos:
1) Caridad
Hanson: Desde 2007 y el lanzamiento de su disco The Walk envían dinero para la lucha contra el SIDA en Africa.
Jonas Brothers: Concibieron la Change For The Children Foundation, y donan dinero para la Asociación Estadounidense contra la Diabetes.
2) Nominaciones para los Grammys
Hanson: Fueron nominados como Artista Revelación en 1998, y perdieron con Paula Cole. Jonas Brothers: Fueron nominados como Artista Revelación en 2009, y perdieron con Adele.
3) "Poison Ivy"
Hanson: Realizaron un cover de esta canción de los Coasters en su disco independiente Boomerang (1995).
Jonas Brothers: Titularon así un tema de su reciente disco Lines, Vines and Trying Times.
4) Steve Greenberg
Hanson: Fueron descubiertos por Greenberg, quien los fichó en 1996 para Mercury Records, donde trabajaba.
Jonas Brothers: Fueron fichados por Greenberg para Columbia Records (sello donde se desempeña en la actulidad) en 2005.
5) Un grupo sobre el otro
Hanson sobre Jonas Brothers: "Espero que puedan traducir lo que han hecho hasta este momento en una carrera, tal como lo hicimos nosotros a lo largo de estos años" (Taylor Hanson).
Jonas Brothers sobre Hanson: "Vos tenés películas, yo tengo el calzado. Vayamos a bailar pop, hagamos la batalla del baile contra los Hanson" (letra de That's Just The Way We Roll").
¿A cuál grupo preferís?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A CONTROVÉRSIA SOBRE A MORTE DE ELVIS PRESLEY

Desde o início de sua carreira artística, Elvis Presley gerou controvérsia, e sua morte não foi exceção

Em um estranho golpe de coincidência, em 1º de agosto de 1977, 15 dias antes da morte de Elvis, a Ballantine Books publicou um livro, Elvis: O que Aconteceu?, escrito por Steve Dunleavy. Ele consistia em entrevistas com três antigos guarda-costas de Elvis: Red West, Sonny West e Dave Hebler. Esses homens foram os primeiros a divulgar histórias do estilo de vida bizarro de Elvis. O livro falava de suas alterações de humor, seus relacionamentos com mulheres e do seu uso excessivo de drogas medicamentosas. O livro recebeu praticamente nenhuma publicidade até que o jornalista Bob Greene, um colunista da Chicago Sun-Times, entrevistou Sonny West. Por coincidência, o artigo foi publicado no dia em que Elvis morreu. A coluna de Greene provocou muito protesto de fãs por todo o país e gerou a ira de vários jornalistas, incluindo Geraldo Rivera, que "detonou" Dunleavy em Good Morning America por difamar o nome de Elvis. A história do guarda-costas era difícil de acreditar por várias razões. Nada disso havia sido revelado em ampla escala antes porque, basicamente, Elvis soube manter seus hábitos excêntricos e comportamento errôneo longe da imprensa. Dunleavy também não tinha credibilidade. Ele era repórter do tablóide The National Enquirer quando começou a trabalhar no livro sobre o Elvis e foi contratado pelo controverso jornal New York Post quando Elvis: O que Aconteceu? foi publicado. Dunleavy apareceu no documentário da NBC sobre Elvis que foi levado ao ar na manhã de sua morte. O repórter cometeu um erro ao usar o termo "lixo branco" em referência a Elvis, e isso soou como chumbo derretido sobre os fãs. Porque Dunleavy não era popular nem com o público nem com a imprensa e porque Vernon havia demitido os três guarda-costas no ano anterior, muitas pessoas acreditaram que seu relato escandaloso da vida de Elvis se devia ao revés de ter sido demitido. Dunleavy foi acusado de ter manipulado a história para torná-la o mais sensacionalista possível.

A autópsia não revelou nenhuma informação substancial. A família pediu uma autópsia particular, e as descobertas exatas não foram reveladas ao público. Todos os laudos, anotações e fotos relacionadas com a autópsia desapareceram para sempre em 19 de agosto, e o conteúdo do estômago de Elvis foi destruído antes que análises adicionais fossem feitas. Qualquer evidência concreta de uma morte relacionada a drogas somente poderia ser encontrada em um laudo de autópsia lacrado. Dois anos depois, em 13 de setembro de 1979, a revista de notícias da ABCTV, 20/20, publicou uma matéria intitulada "O Acobertamento de Elvis" e os detalhes que circundavam a morte de Elvis começaram a assumir ares de um romance de mistério. Essa reportagem investigativa, produzida por Charles Thompson com texto de Geraldo Rivera, marcou a primeira grande atenção da mídia nacional devotada a rumores de uma morte relacionada a drogas medicamentosas. O programa tentou apontar a causa exata da morte de Elvis e conseguiu chegar ao ponto de abrir um processo no dia 19 de agosto para obter uma cópia do laudo da autópsia do Dr. Jerry Francisco, o legista do Tennessee. Quando Francisco se recusou a mostrar o laudo, a revista 20/20 o acusou de participação em um acobertamento. O legista convocou uma conferência com a imprensa para declarar que não estava envolvido em nenhum acobertamento. Após a reportagem da 20/20, oficiais do Condado de Shelby foram pressionados a abrir uma investigação criminal do caso, mas, no fim, eles desistiram de fazer isso. O processo, movido por Thompson e pelo repórter local de Memphis, James Cole, eventualmente foi parar na Suprema Corte do Tennessee. Em 1982, a corte declarou que Francisco não era obrigado a revelar os resultados da autópsia porque o laudo pós-morte havia sido requerido pela família. Enquanto isso, o médico de Elvis em Memphis, Dr. George Nichopoulos (Dr. Nick), foi levado perante o Conselho de Médicos Legistas do Tennessee sobre várias acusações relacionadas à prescrição excessiva de drogas a Elvis Presley e outros pacientes. Em janeiro de 1980, o conselho suspendeu sua licença por três meses por prescrição indiscriminada e por ceder substâncias controladas a dez pessoas, incluindo Elvis e Jerry Lee Lewis. Apesar das conclusões do conselho não desafiarem a autoridade oficial de Francisco sobre a causa da morte de Elvis, a investigação revelou histórias sobre o uso intensivo de drogas medicamentosas pelo cantor. Os rumores exagerados que pairaram por mais de dois anos foram quase nada em comparação aos terríveis detalhes que surgiram no testemunho do Dr. Nick: ele havia receitado a Elvis mais de 12 mil pílulas e frascos de drogas potentes nos últimos 20 meses de sua vida. Ele havia sido hospitalizado várias vezes devido a inchaços da cabeça aos pés decorrentes do uso inadequado dessas drogas. Sempre que ele viajada para fazer shows, carregava consigo três maletas de pílulas e suprimentos, dos quais sua comitiva inteira fazia uso livremente. Essas histórias ressurgiram em novembro de 1981 quando Nichopoulos foi oficialmente acusado em uma corte criminal por 11 crimes dolosos de prescrição excessiva de drogas medicamentosas para nove pacientes, incluindo Elvis e Jerry Lee Lewis. Ele foi absolvido. Cinco novas acusações foram feitas contra ele em 1992 pelo estado do Tennessee por prescrição excessiva de drogas a Elvis. Naquela época, o Departamento Estadual de Saúde estava determinado a cassar a licença profissional do médico permanentemente. Com o passar dos anos, a causa da morte de Elvis geralmente tem sido apontada como o uso simultâneo de diversos medicamentos, ou a interação de várias drogas. Isso se baseia nas informações reveladas pelos testes de Nichopoulos como também pelas declarações feitas pelo Dr. Eric Muirhead, patologista do Baptist Memorial Hospital, e pelo Dr. Noel Foredo, que estava presente na autópsia. Enquanto isso, a luta para a divulgação dos resultados da autópsia continuava. Em 1991, a ABC foi aos tribunais para forçar Francisco a apresentar o laudo da autópsia. Em maio de 1993, a Comissão do Condado de Shelby entrou com um processo para forçar o estado do Tennessee a reabrir uma investigação sobre a morte de Elvis. Com isso, as anotações da autópsia (mas não o laudo) foram fornecidas ao patologista forense para ajudar a encerrar as disputas sobre a causa real da morte. A espontânea manifestação de dor sobre a morte de Elvis, a extensa cobertura da mídia impressa, e as condolências vindas de todo o mundo lembravam o luto que ocorre quando um líder de estado morre. Centenas de editoriais tentaram compendiar o lugar de Elvis em nossa cultura. Pela primeira vez, a nação inteira pareceu perceber que Elvis havia mudado a maneira como as pessoas se vestiam, como andavam, a música que ouviam e o tipo de herói no qual acreditavam. Com o passar do tempo, muitas pessoas sentiram que a morte de Elvis marcou o final de uma era, como também o fim de uma carreria lendária, mas isso não se mostrou verdadeiro. Após a morte de Elvis, a mitologia ao seu redor continuou a crescer com cada nova revelação sobre sua vida pessoal e cada nova reinterpretaçã o de sua contribuição à cultura popular. Elvis, o homem, morreu em 16 de agosto de 1977, mas Elvis, o mito, continua a florescer.

A adolescência de Elvis Presley

em antes de se tornar um ídolo, seus maiores fãs
foram seus pais e amigos em Memphis

Na sétima e oitava série, Elvis chegava todos os os dias à escola Milam Junior High School com seu violão, tocando para todos que queriam ouvir na hora do recreio e durante o almoço. Logo ele começou a enriquecer sua atuação com toques que eram chamados de "race music." Para muitos de seus colegas de escola, isso era chato - alguns cortavam as cordas do violão - mas outros prestavam atenção ao seu modo de vocalizar o padrão country. Ninguém fazia idéia de que estavam diante do nascimento de uma lenda. E ninguém também se importou muito quando souberam que ele se mudaria para Memphis. Sem dinheiro e agora sem razões para permanecer em Tupelo, Vernon e Gladys decidiram recomeçar no estado de Tennessee. Eles então venderam os poucos móveis que tinham, carregaram sua caminhonete com suas roupas e outros pertences e nunca olharam para trás. Em Memphis, eles moraram inicialmente em um quarto na Street Washington e depois em outro na Avenue Poplar, comendo e dormindo em um quarto e dividindo o banheiro com três outras famílias em uma casa de 16 cômodos. Vernon, que trabalha em diversas fábricas, se inscreveu no programa de moradia do governo para melhorar sua situação e, em setembro de 1949, o Órgão de Habitação de Memphis lhes deu um apartamento perto de Lauderdale Courts, na zona norte da cidade. O aluguel de US$ 35 era um dólar mais caro do que pagavam para morar na Poplar Avenue, e o lugar estava precisando de uma reforma, mas pelo menos os Presleys tinham espaço de sobra com sala, cozinha, dois banheiros, e um banheiro privativo. Lauderdale Courts, com sua grande variedade de famílias jovens, estava perto das atrações do centro, como lojas e cinema ao longo da Main Street, como também de clubes e bares ao longo da Beale Street. Para a grande maioria, era uma comunidade agitada; para um menino de 14 anos de olhos arregalados, acostumado com a calmaria de Tupelo, era nada menos do que incrivelmente inspirador. Continha todos os elementos para atiçar a imaginação de um adolescente, e ajudá-lo na realização de suas ambições, na música, ou em outras áreas. A essa altura, ainda não estavam claras as ambições de Elvis, exceto pelo seu sonho de um dia poder ter dinheiro suficiente para dar uma vida melhor a ele e à sua família. Começando do zero em mais uma escola, ele não dividia seu amor pela música com seus colegas novos na escola L. C. Humes High School, onde se especializou em artes industriais e carpintaria. Porém, ele sentiu-se livre para tocar seu violão e cantar no meio de um trio de garotos que se tornaram seus melhores amigos. Farley Guy, Paul Dougher, e Buzzy Forbess moravam em Lauderdale Courts, e juntos, iam ao cinema, nadavam, jogavam bola, passeavam pelo centro, e até ganhavam dinheiro cortando grama com um cortador de grama que Vernon havia comprado. Farley, Paul, e Buzzy sabiam do interesse de Elvis pela música, como também sabiam dos seus pais. Vernon, Gladys, e Elvis frequentemente passavam o tempo ouvindo juntos música country de artistas como Eddy Arnold, Sleepy Eyed John, e os Louvin Brothers; e música gospel de bandas como os Blackwood Brothers, e os favoritos de Elvis, os Statesmen. Liderados pelo carismático Jake Hess, as roupas extravagantes do quarteto e seu modo estiloso de cantar influenciaram profundamente o jovem Elvis. Influências culturais e musicais vinham de todas as direções e ele as absorvia como uma esponja. Quando Elvis entrou para o terceiro grau na escola Humes High, ele fazia parte de um grupo de adolescentes que moravam em Lauderdale Courts: Lee Denson e Johnny Black, e os irmãos Dorsey e Johnny Burnette. Os quatro tinham um grupo musical "mal resolvido" que tocava country ao ar livre para os residentes em noites de verão, e Elvis se juntou a eles, contribuindo com voz de fundo. Sua crescente confiança musical também começou a atrair a atenção feminina, incluindo as suas primeiras namoradas,Betty McMahan e Billie Wardlaw, ambas morando em Courts. Outros, em Humes High encontraram um Elvis completamente diferente – em termos de aparência e comportamento – durante seu ano no começo da faculdade em 1951. Até esse ponto, a sua música era dividida com a família, amigos mais próximos e vizinhos, mas tudo isso estava prestes a mudar.

http://lazer. hsw.uol.com. br/biografia- de-elvis- presley4. htm

Elvis não morreu! McCartney morreu…

Essas são duas lendas antiguíssimas que são bastante interessantes… De acordo com elas Elvis Presley estaria vivo e Paul McCartney (ex Beatle) estaria morto desde 1966!

http://www.braian. com.br/wp- content/uploads/ 2009/01/bubba_ ho_tep.jpg

Elvis não morreu?

3 de janeiro - No dia 16 de agosto de 1977 morria o cantor e intérprete Elvis Aron Presley, considerado o “Rei do Rock’n'Roll”. A morte se deu, segundo o atestado de óbito, por arritmia cardíaca. Um gigantesco aparato se deu nas cerimônias antes, durante e após o seu enterro, comovendo todo o país. Com fãs em todo mundo, houve um grande lamento geral. Apesar disso, há uma corrente de pessoas que acreditam que ele não morreu. O slogan “Elvis não Morreu!” é muito conhecido e bastante utilizado, tanto pelos que com sinceridade acreditam nisto, como com fins comerciais pelos detetores dos direitos sobre a imagem e a obra do artista.

Motivos para sumir:

Elvis era refém de seu sucesso. Sua vida tinha se tornado um peso muito grande para ele, com uma sucessão de turnês, entrevistas, contratos de gravações e outros compromissos que passaram a incomodá-lo. Estes fatos foram relatados antes de sua suposta morte por muitos de seus mais próximos conviventes. Além disso, há testemunhos de que ultimamente ele estava recebendo ameaças de morte por um grupo mafioso, por motivos não muito claros.

Aparições de Elvis após a morte:

Inúmeros são os relatos da aparição de Elvis durante algum tempo após a sua morte. Não há como provar tais aparições. Pelo menos ninguém ainda o fez. Além disso, Elvis é o artista mais imitado do mundo, o que certamente concorreria para confundir e mascarar tais aparições. Dizem que 1 dia depois de sua morte apareceu na base aérea da Argentina um avião saindo um homem bem parecido com Elvis Presley e entrou numa Limosine e foi embora, acham que era Elvis Presley porque ele tinha uma casa na Argentina.


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Paul McCartney Morreu:

Em 1966, logo após o lançamento do álbum Revolver, os Beatles pararam de excursionar em virtude da dificuldade de tocar ao vivo os arranjos cada vez mais complexos e inusitados de suas músicas. Este fato, aliado a um acidente de moto sem maiores conseqüências sofrido por Paul McCartney, deu origem ao surgimento algum tempo depois do maior e mais duradouro boato de todos os tempos: o de que Paul McCartney havia morrido e sido substituído por um sósia. Centenas de matérias em jornais, especulações de fãs e mesmo livros foram surgindo sustentando a versão da morte de Paul. As pessoas que acreditavam nisto se basearam em centenas de pistas que supostamente haviam sido deixadas de propósito pelos outros Beatles nas letras das músicas, nas capas dos discos e nos filmes posteriores da banda. Os Beatles sempre negaram qualquer envolvimento ou colaboração com os boatos, mas é possível que tenham visto nisso um meio de promoção e aderido à brincadeira com o decorrer do tempo. Muitas pistas não deixam margens para dúvidas de tão precisas que parecem ser. Propositais ou não, as pistas contribuíram durante algum tempo para melhorar a divulgação e aumentar as venda dos discos dos Beatles.

A suposta morte e o Paul subistituto:

Paul teria morrido em um acidente de carro às 5 horas da manhã de uma quarta-feira, dia 9 de novembro de 1966. Sofreu esmagamento craniano e/ou foi decapitado ao colidir com outro veículo por não ter observado o sinal do cruzamento fechar, conforme teria sido contado posteriormente na música A Day in the Life: “he blew his mind out in a car… he didn’t notice that the lights has changed”. No acidente ele teria perdido seu rosto e seus dentes. Em virtude disto, não teria sido possível fazer a identificação do cadáver. Desta forma, os outros Beatles teriam resolvido substituí-lo por um sósia. De fato, Paul sofreu um acidente de moto que lhe valeu um corte no lábio superior e um dente quebrado. Nada muito grave além disso. Isto pode ser observado no vídeo de “Paperback Writer” e “Rain”. Paul parece ter perdido um dente e tem os lábios inchados. Para a escolha do substituto teria sido foi feito um concurso nacional de sósias e o vencedor, William Campbell ou Billy Shears, após vencer o concurso teria feito algumas operações plásticas para aumentar sua semelhança com o Beatle morto e poder substituí-lo. A única falha no novo beatle teria sido uma cicatriz em seu lábio superior que não pôde ser removida e aparece nas fotos de Paul (o falso Paul) desde então. Esta cicatriz na realidade existiu e foi decorrente do acidente de moto sofrido por Paul, já anteriormente citado. Com o sósia colocado no lugar do verdadeiro beatle os outros componentes e produtores da banda teriam começado a divulgar várias pistas para que os fãs pudessem descobrir que o verdadeiro Paul havia morrido. A maioria das pistas relatadas exigem bastante senso crítico. A não ser que o corpo tivesse sido totalmente carbonizado, não tem como não ser executada uma identificação. Não existe nenhuma ocorrência policial ou relato de autópsia de um fato tão incomum. Além disso, não houve uma única testemunha de um acidente tão grave. Uma figura tão popular e sempre presente como Paul McCartney, seu sumiço certamente seria notado pela imprensa. Na época, nada foi noticiado.

Elvis, criador do Snoopy e Ledger são os mortos mais bem pagos

O cantor americano Elvis Presley, o desenhista do Snoopy, Charles Schulz, e o ator australiano Heath Ledger, que interpretou o Coringa no último filme do Batman, foram os famosos já mortos que ganharam mais dinheiro no ano passado, como mostrou o ranking anual publicado pela revista "Forbes" na semana do Halloween.

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Mesmo morto, ator Heath Ledger continua ganhando fortunas com seu trabalho

28/10/2008 - 17h24 - Trinta e um anos depois de sua morte, aos 42 anos, Elvis continua ganhando dinheiro e, em 2007, arrecadou nada menos do que US$ 52 milhões (R$ 118,7 milhões). O valor é bem superior ao de muitas estrelas bem vivas e em turnê mundial, como a rainha do pop Madonna. No ano passado, Madonna acumulou 40 milhões (R$ 91,3 milhões), informou a revista, que divulgou a lista nesta terça. É a segunda vez que Elvis lidera o ranking dos mortos endinheirados publicado pela "Forbes" na semana em que se comemora o Halloween nos EUA.

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Cartunista Charles Schulz mostra desenho de Snoopy em seu estúdio na Califórnia; ele está na lista dos que mais faturam

Graças às homenagens pelo 30º aniversário de sua morte, Elvis também foi o primeiro dessa sinistra lista, em 2006, quando foram vendidos milhões de discos e produtos com sua imagem produzidos por sua gravadora em Memphis, no Estado de Tennessee, com os quais somou mais de 49 milhões (R$ 111,8 milhões). Schulz, criador do cãozinho Snoopy, morto em 2000, aos 77 anos, ocupa o segundo lugar da lista da "Forbes", que estimou seus lucros póstumos em US$ 33 milhões (R$ 75,3 milhões), em função de um acordo entre seus herdeiros e o estúdio de cinema Warner Bros, que continua produzindo todos os produtos com o personagem e outros de sua turma. O ator australiano Heath Ledger, que morreu em janeiro, aos 28 anos, de uma overdose acidental, ganhou um salário de US$ 20 milhões (R$ 45,6 milhões), segundo a "Forbes", que creditou esse polpudo valor, principalmente, à sua atuação em "Batman - O Cavaleiro das Trevas".

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Novo museu da Acrópole

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/06/090620_museuacropoleebc.shtml

Grécia abre novo museu de Acrópole

Novo Museu da Acrópole

O novo Museu da Acrópole tem três andares e vista panorâmica

Autoridades da Grécia inauguraram neste sábado o aguardado Museu da Acrópole, em Atenas, quase 30 anos desde sua concepção e ao custo de mais de R$ 350 milhões.

O prédio moderno, um projeto do arquiteto suíço Bernard Tschumi em vidro e concreto construído ao pé das históricas construções gregas, abriga esculturas da época em que a democracia de Atenas vivia o seu apogeu.

O ministro da Cultura grego, Antonis Samaras, disse esperar que a abertura do museu sirva como "catalisador" para a volta das esculturas que decoravam o Partenon – abrigadas há quase 200 anos no Museu Britânico, em Londres.

As obras, também conhecidas como Mármores de Elgin, foram adquiridos pela instituição britânica em 1817.

"Depois de várias aventuras, obstruções e críticas, o novo Museu da Acrópole está pronto: um símbolo da Grécia moderna que presta homenagem aos seus ancestrais,o dever de uma nação à sua herança cultural", afirmou Samaris.

O diretor do novo museu grego, Dimitris Pandermalis, criticou duramente a retirada das peças de Atenas, que classificou de"ato de barbárie".

"Um destino trágico as separou, mas os seus criadores tiveram a intenção de que ficassem juntas", afirmou Pandermalis.

Novo prédio

O prédio tem três andares, vistas panorâmicas da Acrópole e abriga cerca de 350 objetos e esculturas que antes podiam ser vistas em um pequeno museu no alto do monte.

No primeiro andar, encontram-se cerâmicas e esculturas, enquanto as famosas cariátides, colunas esculpidas na forma de mulheres, que sustentavam o pórtico sul do templo de Erecteion, agora decoram a rampa que leva ao segundo andar.

Neste piso, pode-se ver as esculturas dos templos de Atena e o propileu na entrada da Acrópole. No terceiro, está uma reconstrução dos mármores do Partenon.

A cópia foi feita a partir de vários elementos que sobreviveram em Atenas, bem como reproduções dos polêmicos mármores do Museu Britânico.

A instituição londrina abriga 75 metros dos 160 metros originais do friso que rodeava o salão central do prédio, e afasta a possibilidade de devolução das peças.

"Acho que elas pertencem a todos nós. Somos todos cidadãos globais hoje em dia", disse a porta-voz do museu, Hannah Boulton.

A diferença entre os originais e as cópias é a cor mais branca das últimas, feitas a partir de moldes de gesso, enquanto os originais tem o tom amarelado do mármore milenar.

Hanson Pay Respect to Michael Jackson

From one musical family to another, Hanson pay their respect to Michael Jackson, who, like the brothers, was thrust into the musical spotlight at a young age. Jackson passed away Thursday at the age of 50.

"It is difficult to think of a more impactful loss from the passing of an icon, than that of Michael Jackson," the Hanson brothers -- Taylor, Isaac and Zac -- tell Spinner. "His entire 40-year career has been one of the greatest inspirations to our music. In the early part of our career he and his brothers helped motivate us to pursue music regardless of our age."

"He was an unequaled talent who set the bar for how music can affect the world," they continue. "We join the millions of music fans, mourning the passing of this true great."

domingo, 21 de junho de 2009

Os 90 anos do boêmio Nelson Gonçalves

Divulgação

Foto: Divulgação

Eu nasci numa família que considero romântica. Nos últimos dias tenho pensado muito no passado, quando eu era garoto e meus pais se sentavam em casa para ficar provando aquela comidinha caseira, tomando um aperitivo e ouvindo música durante um sábado ou domingo. Na casa dos meus pais ainda é assim, quando os filhos, netos, parentes e amigos dão uma chegada por lá e podem curtir momentos assim. E um dos cantores que eles sempre ouviam sempre me chamava a atenção pela voz forte, afinada e marcante, que eu aprendi a gostar. Não sabia eu que era, pelo menos pra mim, o maior cantor que o Brasil já teve: Nelson Gonçalves. Hoje, o "velho boêmio", como ficou conhecido, faria 90 anos e ficou marcado, além da voz, pela luta que conseguiu ganhar das drogas, bem antes de partir para outro plano, em 1998.

Antônio Gonçalves Sobral, o nome verdadeiro do velho Nelson, nasceu em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, num dia como hoje, em 1919, e chegou a ser o segundo maior vendedor de discos da história do Brasil, com 78 milhões de cópias até o ano de sua morte, ficando atrás apenas de Roberto Carlos, com oitenta milhões no mesmo período. Mesmo com o apelido de "Metralha", por causa da gagueira, decidiu ser cantor. O velho Nelson passou uma parte da vida como cocainômaco, quando descobriu a droga em 1958. Chegou a ser preso durante um tempo um mês por porte de entorpecentes e quase acaba com a vida artística.

Cansada de vê-lo se acabando e detonando uma brilhante carreira, Maria Luiza da Silva Ramos, que era secretária de Nelson e acabou se casando com ele, resolveu se trancar com o marido em casa, isolou janelas e portas, fazendo um certo tipo de tratamento de choque. Conseguiu tirar ele do vício. Era 1965 e o cantor voltou a fazer sucesso e superar as crises.

Apesar de ter gravado músicas marcantes na história da música popular brasileira, como "Maria Bethânia", de Capiba, ou "Caminhemos" , de Herivelto Martins, Nelson Gonçalves sempre se manteve atento a novos compositores. Nos anos 90, por exemplo, um dos úlitmos discos gravados pelo mestre trazia canções como "Simples Carinho", de Ângela Ro Ro, "Nada por Mim", de Kid Abelha, "Ainda É Cedo", da Legião Urbana, além de "Como uma Onda", de Lulu Santos.

Pra quem quer saber mais da vida desse "papa" da MPB, um dos grandes registros da carreira e da vida, está no "Nelson Gonçalves", contando toda a trajetória, com direção de Elizeu Ewald e protagonizado por Alexandre Borges e Júlia Lemmertz. Outra grande homenagem foi a criação do Bar do Nelson- Bar do Boêmio, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo, inaugurado no ano passado e dirigido por sua filha, Lilian Gonçalves.

Ganhador de um prêmio "Nipper" da RCA (que hoje faz parte do "complexo" Sony BMG), dado aos que permanecem muito tempo na gravadora e pelos números, entre discos e vendas. No mundo, apenas Elvis Presley e Gonçalves receberam a honraria durante a carreira. Nelson Gonçalves deixou, além da saudade, mais de duas mil canções, 183 discos em 78 rpm, 128 álbuns e ganhou 38 discos de ouro e 20 de platina. Pra gente ficou, para sempre, a marca da voz do velho boêmio.

sábado, 20 de junho de 2009

Museu da Acrópole é inaugurado em Atenas com boicote do R.Unido

Adriana Flores Borquez.

Atenas, 20 jun (EFE).- O novo Museu da Acrópole foi inaugurado hoje em Atenas em meio a uma grande expectativa e com a esperança renovada de conseguir a restituição à Grécia dos mármores do Parthenon, que atualmente são exibidos no Reino Unido, cujas autoridades boicotaram a abertura do evento.

Visitantes circulam ao redor de uma estátua de mármore durante inauguração novo Museu da Acrópole, em Atenas (20/06/2009)

A inauguração se deu diante de 300 convidados, como o presidente da Comissão Européia (órgão Executivo da União Européia), José Manuel Durão Barroso, e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Koichiro Matsuura.

As grandes ausências foram os representantes do Reino Unido, o país que se nega há anos a devolver dezenas de peças da Acrópole, expostas no British Museum de Londres, pois afirma que as obteve legalmente.

No evento, presidente grego, Carolos Papoulias, afirmou que "chegou a hora de curar as feridas do monumento com o retorno dos frisos" do Parthenon que estão no Reino Unido.

Barroso disse que, "após tantos anos de trabalho, todos os países do mundo estavam esperando" o novo museu da Acrópole que estivesse "em plena harmonia com a rocha sagrada".

O moderno prédio de vidro, cimento e ferro, com 14 mil metros quadrados de espaço de exposição construído no bairro de Makriyannis, a 300 metros da rocha sagrada, abriga mais de quatro mil peças arqueológicas exclusivas da Acrópole e restos das cidades descobertas durante as escavações.

Na cerimônia de inauguração, o ministro de Cultura grego, Antonis Samaras, expressou a esperança em que algum dia essas peças valiosas sejam devolvidas a seu local de origem.

Em um ato simbólico de reunificação, o ministro colocou o original da cabeça da deusa Íris sobre a cópia de uma métopa do Parthenon que se encontra no Museu Britânico de Londres.

"As peças que não se encontram aqui, as que foram removidas há 207 anos, voltarão (...), os mármores chamam os mármores", afirmou Samaras.

"Não podemos negociar sobre a propriedade dos mármores, nem sobre nossa dignidade (...) nem legalizar o saque de dois séculos atrás, só podemos apoiar a integridade do monumento", acrescentou.

O primeiro-ministro grego, Costas Caramanlis, declarou que as autoridades fizeram "hoje um ato fundamental do museu do monumento máximo da civilização antiga".

Para inaugurar o recinto, Caramalis colocou o resto de um cântaro para o vinho do século III a.C. no chão, coberto por um vidro. O primeiro a passar por cima dele, seguindo o ritual para selar a construção de um recinto nos tempos da Antiguidade, foi o presidente grego.

Um grande espetáculo de rua acompanhou a abertura com imagens projetadas nos muros externos do recinto de restos arqueológicos que ganhavam vida, acompanhado de música antiga.

Vários pedestres e turistas que se aproximaram do local desde cedo afirmaram que se tratava de "um espetáculo digno da Acrópole".

Todos os atenienses com os quais a Agência Efe conversou deixaram transparecer o orgulho que sentem do museu após 33 anos de concursos arquitetônicos, reivindicações e adiamentos pelas descobertas arqueológicos durante a construção do museu, entre 2003 e 2007.

Os convidados de honra, entre eles líderes de vários países europeus e muitos ministros de Cultura e de Exteriores, percorreram hoje os três andares do recinto.

O museu permanecerá aberto a partir deste domingo durante 12 horas para receber, até quarta-feira, os primeiros 2.250 visitantes que se inscreveram pela internet.

A seguir, serão oferecidas visitas por apenas um euro até o fim deste ano, pois a partir de 2010 o preço das entradas aumentará para cinco euros.

As autoridades gregas, que investiram 130 milhões de euros no novo museu, esperam receber dois milhões de visitantes por ano.

Site da USP disponibiliza 3.000 livros

FSP, Ilustrada, em 20/06/2009.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2006200922.htm

LITERATURA

Site da USP disponibiliza 3.000 livros

DA REPORTAGEM LOCAL

A Reitoria da USP lançou nesta semana um site que disponibiliza 3.000 livros para download - as obras estão no endereço www.brasiliana.usp.br.

Entre os títulos, estão livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.

Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden.

33 anos do Rei do Rock

OBITUÁRIO DO ROCK


Com 33 filmes na carreira e carisma que ainda angaria fãs no mundo todo, Elvis Presley está no rol dos astros mais importante do universo pop - Por André Azenha - 14/14/2008 | 11:58 - As opiniões sobre o “Rei do Rock” são distintas: enquanto alguns o vêem como um “pobre garoto sulista burro com um empresário paizão” (segundo Lester Bangs), há quem o achasse tão carismático quanto Rodolfo Valentino. Sua morte, em 16 de agosto de 1977, só evidenciou o culto à sua figura, mesmo ele tendo vivido uma fase decadente nos últimos anos de vida. Foi na esteira desse “aniversário” que uma penca de DVDs chegou ao mercado nacional ano passado, entre inéditos em vídeo e novas versões “reembaladas”. Elvis fez 33 filmes durante a vida, um recorde para quem a crítica dizia não saber atuar. Seus longas arrecadaram centenas de milhões em bilheteria e nem podia ser diferente – ele é o artista que mais vendeu discos até hoje, com mais de um bilhão de álbuns comercializados. Carisma pouco é bobagem. Ninguém discute que Elvis é o cara mais importante da música pop, quiçá do “universo pop” tal qual o conhecemos hoje. Além de cantar pra burro, tinha o rebolado certo na hora certa e foi o grande responsável pela principal revolução musical e adolescente no século XX. Sem ele, e isso é um clichê, mas é pura verdade, nada do que veio depois, seja punk, pop, metal ,etc teria visto a luz do sol. Não existia antes e nem surgiu depois quem despertasse tanto a imaginação e a libido em corações e mentes juvenis. Bem produzidas ou não, suas obras cinematográficas tinham tudo o que um garoto adora ver: o herói cercado por garotas lindas e gostosas, vivendo aventuras radicais e andando em carrões. Dessa batelada de DVDs, alguns merecem destaque especial. Para começar, chega o filme que melhor captura a energia do jovem Elvis, O Prisioneiro do Rock (1957). Favorito dos fãs, integra a chamada “trilogia rebelde” dos anos 50, que retrata o cantor como transgressor e incompreendido, na linha de “Juventude Transviada” – que ele idolatrava. Em O Prisioneiro do Rock, o astro vive um jovem que, após ser enviado à prisão por ter matado acidentalmente um homem, decide cantar atrás das grades. Mas as coisas se agitam quando uma bela caçadora de talentos surge pelo caminho. Destaque para a antológica cena da canção ‘’Jailhouse Rock’’, que foi coreografada pelo próprio Elvis. Reprisada várias vezes na TV, ao longo dos anos, acabou virando um dos primeiros videoclipes. Tornou-se tão popular que em pelo menos duas oportunidades foi homenageada no cinema: em The Blues Brothers (1980), com John Belushi e Dan Aykroyd, onde a canção “Jailhouse Rock” também é executada em uma prisão, e no divertidíssimo Cry Baby (1990), com Johnny Depp bancando o roqueiro de topetão, novamente no interior de um presídio. Em 2004, O Prisioneiro do Rock entrou para o “Registro Nacional de Filmes” (United States National Film Registry) dos EUA, consolidando sua importância histórica. Entre 1958 e 1960, o roqueiro esteve no exército, período no qual conheceu sua futura esposa Priscilla. Quando retornou do serviço militar, substituiu a imagem de rebelde pela de bom moço, passando a exe-cutar um repertório “mais calmo”, canções de inspi-ração gospel e baladas românticas como ‘’Are You Lonesome Tonight?’’ e ‘’Can’t Help Falling in Love’’.


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Entre os lançamentos em DVD da década de 60, chama atenção o famoso Amor a Toda Velocidade (1964), em que o ídolo contracena com Ann-Margret e canta a clássica ‘’Viva Las Vegas’’. A imprensa chegou a anunciar que os dois iam casar. De fato, a química do casal quase incendeia a tela e levou o empresário “paizão” Coronel Tom Parker a brigar com o diretor, o experiente George Sidney. Outra curiosidade, Viva um Pouquinho, Ame um Pouquinho (1968) chama atenção por suas “ousadias”. A última parceria entre Elvis e o diretor Norman Taurog, responsável por uma dúzia de comédias leves do artista, é o único de seus filmes a realmente lidar com a trilogia sexo, drogas e rock’n’roll e inclui uma trilha diferenciada, com incursão ao rock psicodélico, bossa nova do brasileiro Luis Bonfá e o single “A Little Less Conversation”, que na época foi o menos vendido da carreira de Elvis, mas virou um fenômeno e número 1 em vários países no século 21. Os filmes de Elvis viraram “um gênero próprio”, inspirando as produções da “Turma da Praia”. Eram divertidos, mas Elvis concordava com a crítica, que os achava descartáveis. “Obrigado” pelo Coronel Parker a largar os dramas por comédias musicais, o roqueiro caiu em depressão e nas drogas. Além de uma saúde debilitada (fato evidenciado pelo ganho de peso), houve o estouro dos Beatles – segundo o próprio John Lennon, o quarteto não teria existido sem Presley –, que começou a lhe roubar o público.


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Mas Elvis nunca desapareceu por completo. Após a morte, o cantor continuou nas telas, em inúmeras homenagens e documentários, como “Elvis – O Ídolo Imortal”, que traz, inclusive, cenas de seu funeral. Sua morte paralisou os EUA. Mas 30 anos depois é como se ele continuasse em plena atividade. O relançamento de seus hits ainda chega ao primeiro lugar de diversas paradas internacionais e, este ano, Elvis até voltou a aparecer na TV “ao vivo”, num dueto do além (na verdade, via rotogravura) com Celine Dion no programa de maior audiência dos EUA, “American Idol”. Elvis morreu, mas não saiu de cena.

ALGUMAS PAGINAS DE REVISTAS

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