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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Orquestras Brasileiras Pedem Ajuda

A atual Lei de incentivo a cultura “Lei Rouanet” é uma conquista da sociedade e possibilitou que inúmeros grupos, instituições e artistas em geral, pudessem por em prática cultura do mais alto nível. A nova Lei esta propondo mudanças drásticas que poderá levar muitas instituições como a nossa a encerrar suas atividades.

Com o intuito de proteger a cultura em nosso país e evitar uma situação irreversível, iniciamos uma campanha para alertar a todos os artistas, produtores, patrocinadores e público em geral contra este inaceitável retrocesso. Preste atenção nos artigos 19, 24 e 32 do projeto de lei.

Não somos contra mudanças e melhorias desde que não signifiquem um retrocesso, que não acabem com o pouco de cultura de alto nível que conquistamos com a Lei Rouanet.

Saiba mais, dê sua opinião e principalmente, se estiver de acordo, ASSINE A LISTA e envie este e-mail ao maior número possível de pessoas, juntos faremos a diferença. As futuras gerações vão te agradecer.

Enviaremos ao Congresso uma carta de protesto contra a aprovação desta nova lei, com o abaixo assinado.

Visite o site e faça parte desta luta.


quarta-feira, 29 de abril de 2009

Confira 50 curiosidades sobre os 50 anos da Barbie


Getty Images

Ela é criticada por suas medidas inatingíveis, mas adorada por crianças e adultos do mundo todoEnquete
A Barbie é mesmo a boneca mais emblemática do mundo?

A boneca de 29cm completará 50 anos no dia 9 de março. Nestas cinco décadas, teve diversos pápeis, de astronauta a candidata à presidência dos Estados Unidos. Criticada por suas medidas inatingíveis, mas adorada por crianças (e adultos) de todo o mundo. Até os estilistas renderam-se a ela, que vai receber homenagens durante todo o ano, começando pelo desfile do próximo sábado, durante a Semana de Moda de Nova York. No embalo do aniversário de Barbie, o Terra selecionou 50 fatos históricos e curiosidades sobre a boneca mais vendida do mundo. Confira a seguir.

1- A Barbie foi criada por Ruth Handler, que morreu em 2002 aos 85 anos, e seu marido Elliot, fundadores da empresa de brinquedos Mattel, em 1959, nos Estados Unidos. A inspiração veio da filha do casal, Barbara (ainda viva), que brincava de trocar roupas em um boneco de papel. A silhueta da Barbie foi desenhada por Jack Ryan.

2- O nome completo da boneca Barbie, a primeira com forma adulta do mundo, é Barbara Milicent Roberts. Ela é de Willows e estudou na Willows High School. Ao longo do tempo, os membros da família foram lançados e atualmente Barbie tem seis irmãos: Skipper (1964), Tutti (1966), Todd (1966), Stacie (1992), Kelly (1995) e Krissy (1999). Durante as cinco décadas, Barbie já teve mais de 40 animais de estimação. Além de gatos e cachorros, já foi dona de cavalos, um urso panda, um filhote de leão e uma zebra.

3- A boneca foi lançada oficialmente no dia 9 de março numa feira de brinquedos na cidade de Nova York ao preço de 3 dólares cada.

4- A Barbie mais cara do mundo foi lançada em setembro de 2008 durante lançamento do DVD Barbie e o Castelo de Diamantes. No valor de US$ 94,8 mil, trazia uma tiara, sandálias, brincos, colar, pulseira e anel adornados com diamantes. Só no vestido, há 44 brilhantes.

5- A cada segundo, duas bonecas Barbie são vendidas em algum lugar do mundo.

6- Ela é fabricada na China e vendida em mais de 150 países.

7- Se fosse uma mulher de verdade, Barbie exibiria as seguintes medidas: 1,70m, 99cm de busto, 46cm de cintura e 84cm de quadril. Para se ter uma referência, a modelo Gisele Bündchen mede 1,79m e tem 92cm de busto, 61cm de cintura e 89cm de quadril. É a medida da cintura da boneca o principal alvo de críticas de feministas de todo o mundo, que consideram a Barbie um padrão de beleza inatingível. Mas há quem busque isso: 38cm é a circunferência da menor cintura do mundo, segundo o livro Guiness World Records (Livro dos Recordes). A detentora do título é Cathie Jung, americana que atualmente tem 72 anos, e que usa espartilhos desde os 25 anos para manter a cintura fina.

8- Três anos após seu lançamento, Barbie ganha um namorado, o boneco Ken, inspirado em Kenneth, nome do outro filho do casal criador da boneca. Kenneth morreu em 1994, vítima de tumor no cérebro. A história de vida dos dois pode ser acompanha no site oficial www.barbie.com que conta as aventuras do casal. Se estão juntos ou não.

9- A Barbie também foi a primeira boneca a ser maquiada e a receber acessórios. Em 1965, ganhou pernas flexíveis e, em 1968, apareceu em versão remodelada, com olhos azuis e cílios longos, duas características que viriam a ser suas marcas registradas.

10- Barbie acompanhou a moda ao longo das décadas. Nos anos 1960, era inspirada em uma típica estudante norte-americana. Usava twin-set, faixa no cabelo e vinha com três opções de perucas. Ela poderia ser loira, morena ou ruiva.

11- Desde o início, o estilo de pesonalidades em todo o mundo serviu de referência para a boneca. Já em 1962, apareceu com um tailleur cor-de-rosa, inspirado em Jacqueline Kennedy.

12- Não foi só a Barbie que atualizou o guarda-roupa e buscou inspiração para compor seu estilo em personalidades e personagens. Na década de 1970, Ken ganhou versão John Travolta, inspirada na onda Disco e no filme Embalos de Sábado à Noite. Em 1999, ganhou uma versão Brad Pitt.

13- A primeira amiga de Barbie chegou em 1969. Era Christie, a primeira boneca negra lançada no mercado norte-americano. Logo depois, veio Stacy. Em 1996, ela ganhou uma amiga paraplégica, Becky, que vinha com uma cadeira de rodas.

14- Depois de Christie, outras bonecas negras começam a ser lançadas na década de 1980. Surgiram também Barbies com inspiração hispânica.

15- A Barbie mais vendida de todos os tempos foi a de 1992, Totally Hair Barbie, com o cabelo comprido até os pés.

16- Em alguns países do Oriente Médio, a versão da Barbie chama-se Fulla e foi lançada em 2003. Trata-se, na verdade, de uma concorrente, porque não é fabricada pela Mattel. A boneca segue os padrões de se vestir da religião muçulmana, com véu e hijab (vestimenta que cobre as roupas), além de um tapete para orações. Mas nem todos os países liberaram as vendas. A comercialização é proibida, por exemplo, na Arábia Saudita.

17- Muito antes da febre da Barbie no Brasil, era a sua rival, Susi, quem fazia a cabeça das meninas. Lançada em 1966 (Barbie chega ao Brasil apenas em 1982), Susi atravessou décadas e conquistou meninas de várias gerações. Foram mais de 400 versões lançadas no país. Susi acompanhou todas as tendências dos anos 1960 e 1970. Parou de ser fabricada em 1985 e voltou ao mercado em 1997. Fashionista como a Barbie, em 2001, tornou-se consultora de moda do São Paulo Fashion Week e ganhou uma versão que apoiava a campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda. Em 2002, foi lançada uma boneca especial para o evento.

18- No fim dos anos 1960, Barbie passa a se vestir com roupas floridas, estampas psicodélicas, grandes óculos, adotando o estilo hippie que marcaria a década seguinte. Nos anos 1980, ela adota diversos looks-chave da época, desde peças com glitter e maquiagem mais pesada.

19- A boneca Barbie estilo Malibu, lançada em 1971, tornou-se referência eterna de beleza, inspirando diversas celebridades ao longo dos tempos. Basta lembrar-se de Pamela Anderson. A boneca tinha cabelos louros bem claros e a pele bronzeada.

20- Barbie não representava apenas um padrão de beleza, mas também um ideal de estilo de vida. Por isso, já na década de 1960, tinha um carro modelo esportivo na cor rosa-choque. Em 1972, ganhou um trailer. Barbie chegou em 1990 dirigindo uma Ferrari. Em 2000, para mostrar que é moderna e trabalha, usava telefone celular e computador. Em 2007, a Mattel lançou a nova geração da Barbie, que mistura a boneca com o MP3 player.

21- Em 1976, Barbie entra para o mundo dos esportes como atleta olímpica. Em 2000, na Olimpíada de Sydney, ela representou 17 modalidades de diferentes países.

22- Na década de 1980, começam a ser lançadas as versões para colecionadores e a coleção étnica inspirada na indumentária típica de vários países. Atualmente são mais de 50. A boneca brasileira estava vestida de baiana. E em 1992, foram lançadas Barbies com o rosto de famosas top models da época, como Naomi Campbell.

23- Em 1985, Andy Warhol pinta a boneca com fartos cabelos loiros.

24- Em 1992, sempre politicamente correta, ela se candidatou à presidência dos Estados Unidos.

25- Uma edição especial é lançada em comemoração ao seu aniversário de 40 anos.

26- Em 2002, deixa sua marca na calçada da Fama, em Hollywood, ao lado das celebridades como Marilyn Monroe e Charles Chaplin.

27- Depois de entrar nos 40, a boneca começou a rejuvenescer seu visual e a adotar cara mais adolescente com looks inspirados pela moda e pelo esporte. Em 2003, a Mattel lançou uma linha paralela da Barbie, a My Scene. A boneca ganhou uma cara mais jovem e moderna, tudo para conquistar as meninas que preferiam bonecas mais ousadas, como as Bratz.

28- A ligação de Barbie com a moda chegou até a alta-costura. Ela já ganhou vestidos sob medida feitos por mais de 70 de alguns dos mais importantes estilistas do mundo, como Christian Dior, Chanel, Versace, Givenchy, Carolina Herrera, Donna Karan, Giorgio Armani. No total, Barbie e seus amigos já ganharam cerca de 1 bilhão de roupas, criadas desde 1959.

29- No Brasil, os estilistas Walter Rodrigues, Lino Villaventura, Alexandre Herchcovitch já criaram roupas para a boneca. E agora Amir Slama mostrará maiô com recortes e aplicações no desfile em Nova York.

30- Já foram lançados 16 longa-metragens com a boneca. O primeiro, Barbie - A Estrela do Rock (1987) e o último Barbie - A Canção de Natal, de 2008 . Em 1999, Barbie aparece como convidada especial no filme Toy Story 2.

31- Em 50 anos, ela já teve mais de 100 profissões, todas retratando aspectos da cultura e da sociedade de suas épocas. Alguns exemplos emblemáticos são: Barbie astronauta (1965); Barbie médica cirurgiã (1973); e Barbie presidente dos EUA (1992).

32- Clássicos do cinema, teatro e TV também ganharam bonecas Barbie caracterizadas com seus personagens mais famosos, entre eles: Romeu e Julieta, O Mágico de Oz e Star Trek (Jornada na Estrelas), além de musas como Marilyn Monroe, Audrey Hepburn, Elizabeth Taylor e Vivien Leigh. Uma das mais famosas é a versão inspirada no filme Os Pássaros, de Alfred Hitchcock.

33- Barbie é uma das 100 marcas mais importantes no mundo e vale algo em torno de US$ 2 bilhões, segundo a revista norte-americana Business Week.

34- Apesar de fazer sucesso no mundo todo, a boneca foi e ainda é alvo de críticas de feministas contrárias à idéia de cultuar um tipo físico restrito a poucas mulheres. Além disso, foram registrados casos de golpes contra a imagem da Barbie, como a colocação de adesivos ofensivos nas embalagens do brinquedo. Há até uma comunidade (www.antibarbie.com), formada por ex-colecionadores da boneca, que promove atos contra a Barbie.

35- Para rebater tais críticas, a criadora Ruth Handler, em sua autobiografia lançada em 1994, diz: "Minha filosofia, ao criar a Barbie, é a de que por meio dela as menininhas podem imaginar que são a mulher que bem entenderem. A Barbie sempre representou as diversas escolhas que a mulher tem a sua disposição."

36- Apesar do frisson causado pela comemoração dos 50 anos da boneca, seu estilo também é associado a excessos e a pouco bom senso fashion. Roupas curtas e justas, longas cabeleiras e saltos altos são a combinação preferida de celebridades associadas à boneca. Em 1997, o grupo noruguês Aqua ficou famoso com a música Barbie Girl, que fazia referências pejorativas e sexuais à boneca. A Mattel processou o grupo, mas o caso não foi aceito pela corte americana. A empresa recorreu e perdeu novamente na Suprema Corte Norte Americana.

37- No Brasil, em 2004, foi realizada a 1ª Convenção Brasileira de Colecionadores de Barbie, o primeiro evento do gênero da América Latina reunindo mais de 200 pessoas de diversos Estados Brasileiros.

38- No Brasil, celebridades personificaram a boneca em desfiles de moda realizados pela Mattel. Barbie apareceu na "pele" de Wanessa Camargo, Grazi Massafera, Ana Hickmann.

39- Carlos Keffer é o maior colecionador brasileiro. Seu acervo pessoal conta com mais de 450 bonecas.

40- O maior acervo pessoal da boneca de que se tem notícia foi o acumulado durante mais de 40 anos pelo designer holandês Ietje Raebel desde 1960 até 2002. As mais de 4 mil Barbies da coleção foram leiloadas em 2006 pela empresa Christie's, arrecadando mais de 100 mil libras.

41- O maior encontro entre colecionadores da boneca será realizado em Washington, nos Estados Unidos, em julho. São esperados mais de mil aficionados de todo o mundo. Os ingressos para o evento esgotaram-se em apenas dois dias.

42- A Barbie em maiô preto e branco, a primeira versão da boneca, ganha uma versão atualizada também em comemoração ao aniversário. A partir do dia 9 de março, a boneca, que foi apresentada na Feira de Brinquedos de Nuremberg, na Alemanha, estará à venda em todo o mundo.

43- Pela primeira vez, Barbie ganha um desfile próprio na Semana de Moda de Nova York. Durante a Mercedes-Benz Fashion Week, será realizada uma apresentação com modelos reais inspirados na história da boneca. Serão 50 looks assinados por 50 designers diferentes. O evento será transmitido ao vivo pelo site www.barbie.com, às 18h (horário local)do Brasil no próximo sábado.

44- A data também serviu de mote para o relançamento das Barbies mais queridas de todos os tempos. São elas: The Original Teenage Fashion Model (1959), Brunette Bubble Cut (1962), Twist 'N Turn (1967), Barbie Malibu (1971), Superstar (1977), Barbie and the Rockets (1986).

45- Uma nova boneca será lançada, em edição comemorativa ao aniversário de 50 anos. Com um vestido longo de cor dourada com detalhes em brilho, a nova boneca aparece levemente bronzeada e com cabelos na cor de mel. A Barbie 50th Anniversary Collector terá edição limitada e custará US$ 50.

46- A boneca mais famosa do mundo ganha um coffee table book (livro de mesa, com capa dura) que conta sua história em relação à moda. The Barbie Book custará cerca de US$ 500. Há mais de 500 livros publicados tendo a boneca como personagem. Desde histórias de ficção a dicas de moda e de etiqueta. No Brasil, a editora Cosac & Naify lançou em 2000 o livro Barbie, integrante da coleção Universo da Moda e que conta a história da boneca mais vendida do mundo.

47- No novo site da Barbie (www.barbie.com) é possível assistir a depoimentos de celebridades contando como a boneca influenciou suas vidas, conhecer quais as novas parcerias, novos produtos e eventos em todo o mundo. Além dos comerciais nestes 50 anos de existência e, claro, galeria com fotos de todas as bonecas já lançadas.

48- No mundo, mais de 700 empresas vendem produtos licenciados Barbie. A venda de brinquedos e acessórios com a marca da boneca chegam a quase US$ 3 bilhões da receita global de US$ 4,8 bilhões da Mattel, eleita em 2008, pela revista Fortune, como uma das 100 melhores empresas para se trabalhar. No Brasil, mais de 50 empresas vendem mais de 700 itens com a boneca.

49- Vários eventos serão realizados em todo o mundo para comemorar o aniversário da boneca. Uma casa em tamanho real foi construída na Califórnia onde será realizada a festa de aniversário da Barbie. Os ambientes serão decorados por Jonathan Adler. A boneca também ganha uma butique especial dentro da famosa loja Colette, em Paris, e novas linhas de produtos, uma de roupas à venda na Bloomingdale de Nova York e uma de cosméticos, à venda na Sephora.

50- A primeira flagship store com a marca Barbie será aberta em Xangai no próximo mês. Serão 1,5 mil metros quadrados que abrigarão loja, restaurante e SPA.

Pele de bateria é leiloada por mais de R$ 230 mil

da Efe, em Londres

Uma pele de bumbo usada em bateria dos Beatles, com o logotipo do lendário quarteto de Liverpool, foi arrematada hoje por 72 mil libras (cerca R$ 232 mil), em um leilão de objetos relacionados com o mundo do rock e do espetáculo realizado em Londres.

Segundo a casa de leilões The Fame Bureau, a primeira do mundo especializada em vender esse tipo de objeto, o ex-empresário dos Beatles Mal Evans presenteou a pele de bumbo a um funcionário encarregado de transportar o equipamento musical do Pink Floyd.

A pele de bumbo, que pertenceu durante algum tempo ao baterista dos Beatles Ringo Star, tinha preço estimado de 100 mil libras (R$ 322 mil).

No mesmo leilão foi negociada também uma guitarra elétrica Gibson Les Paul Standard, de 1956, uma das primeiras fabricadas na década de 1950. O objeto foi arrematado por 45 mil libras (R$ 145 mil).

A The Fame Bureau vendeu recentemente por mais de 250 mil libras (R$ 805 mil) a primeira guitarra à qual Jimi Hendrix ateou fogo em um palco, assim como o primeiro contrato assinado entre os Beatles e o empresário Brian Epstein.

http://www1. folha.uol. com.br/folha/ ilustrada/ ult90u557784. shtml

'Não fui mau com Lennon', diz biógrafo

Livros
'Não fui mau com Lennon', diz biógrafo
29 de abril de 2009

Maria Carolina Maia

Um retrato de 839 páginas de um instável astro do rock. Este é um possível resumo de John Lennon: A Vida, biografia escrita pelo jornalista britânico Philip Norman, que, segundo a viúva do personagem em questão, a artista plástica Yoko Ono, pegou pesado nas tintas. "Ela acha que fui 'malvado' com John, quando na verdade eu o apresentei de maneira positiva, fazendo um retrato afetuoso", diz Nornam, de 65 anos. O jornalista, que é também autor de Shout! The Beatles in Their Generation, biografia da banda liderada por Lennon, chegou a conhecer brevemente seu personagem em vida. Mas foram os quatro anos de imersão em John Lennon: A Vida que os tornaram "íntimos". A proximidade se reflete nas fartas descrições do caráter de Lennon: mudanças extremadas de humor, manias, baixa auto-estima, insegurança sexual. Lennon flertou com o homossexualismo - até mesmo com Paul McCartney, segundo Yoko - e contou a diversas pessoas quase ter feito sexo com a mãe. Leia a seguir a entrevista que Norman (na foto abaixo) concedeu a VEJA.com.

Muitos críticos afirmam que esta é a biografia definitiva de Lennon. Qual o grande diferencial do livro?
Eu espero que esta seja a biografia definitiva. Sem dúvida, a grande revelação trazida pelo livro é a da complexidade do caráter de John, em particular da insegurança que toda a sua fama e riqueza - e toda a adoração recebida - foram incapazes de curar. Ele escreveu alguns dos maiores clássicos da música popular, mas no final da vida (foi o que ele disse a George Martin), desejava regravar tudo. Até mesmo a faixa Strawberry Fields Forever.

Yoko Ono e Paul McCartney foram colaboradores constantes dessa biografia. O que eles acharam da obra?
A Yoko não gostou, e eu ainda não entendi por quê. Ela acha que fui "malvado" com John, quando na verdade eu o apresentei de maneira positiva, fazendo um retrato afetuoso dele - e dela, o que a própria admitiu [vale citar, contudo, que ao descrever a incredulidade com que o público britânico recebeu a notícia da união de Lennon, Norman define Yoko como "uma japonesa ferozmente desprovida de glamour e pertencente à margem lunática do mundo artístico"]. Paul McCartney, por seu turno, eu acho que aprovou o livro. Essa obra traz mais informações sobre ele do que a minha biografia dos Beatles.

Já existiam centenas de biografias sobre os Beatles. Por que um novo livro sobre Lennon?
A minha mulher, que é escritora e produtora de TV, foi a primeira a sugerir que eu escrevesse a biografia de John Lennon. Embora centenas de livros tivessem sido publicados sobre os Beatles e sobre aspectos específicos de John Lennon, havia apenas duas biografias sólidas sobre ele, e ambas datavam da década de 1980. John merecia um monumento literário, não só como músico, mas também como escritor, poeta, ativista da paz - uma grande figura da cultura do século XX. John foi tanto um gênio musical como um ser humano inesquecível. Ao redor do mundo, ele é hoje considerado quase um santo secular - o que teria arrancado dele um rude gracejo.

Como é a relação de um biógrafo com um personagem morto? Você chegou a conhecer John Lennon quando ele era vivo?
Sim, eu o conheci ligeiramente: nós nos encontramos no início da minha carreira como jornalista, em 1965, naquela que seria a última turnê dos Beatles no Reino Unido. Nos vimos novamente em 1969, no começo da relação dele com a Yoko, iniciada no ano anterior. Eles estavam então mergulhados na campanha pela paz e eu, trabalhando para o Sunday Times, de Londres, escrevia sobre a empresa dos Beatles, a Apple. Aquele era justamente o momento certo para estar perto da banda: vi o grupo se dissolver embaixo do meu nariz. Mas a pesquisa para esse livro me aproximou de verdade de John. Eu convivi por anos com um personagem que era frequentemente arisco, até cruel e impiedoso, mas ao mesmo tempo gentil e cuidadoso, compassivo e romântico. Durante o trabalho, eu até sonhei com ele: eu era jovem jornalista, tanto nervoso quanto cativado por seu humor e por sua paciência. Eu não me desapontei ao me aproximar de John nesses anos, porque ele esteve sempre me surpreendendo. Eu sinto falta dele o tempo todo.

Você dedicou cerca de 150 páginas à infância e adolescência de Lennon. Foi um período crucial para entender quem ele foi?
A infância de John teve uma importância enorme, porque deu a ele a sensação de não ter sido desejado por seus pais, muito embora a criação que teve por parte de sua tia Mimi - que o assumiu como responsabilidade sua - tenha sido por diversas razões feliz e segura. Eu queria que o leitor vivesse esses anos junto com ele, um período de dor que [o terapeuta] Arthur Janov o fez acessar e liberar, em 1970. Mas quase metade do livro trata da vida de John após o encontro com Yoko. Ela foi, sem dúvida, a companheira de sua alma. Foi ela quem lhe deu o ímpeto de deixar os Beatles e se tornar o artista que ele queria ser. Mas, criativamente falando, seu trabalho com os Beatles será sempre superior a tudo.

Lennon decidiu oficializar a relação com Yoko Ono ao saber do casamento de Paul e Linda McCartney. E transformou a sua lua-de-mel em um evento multimídia, falando a jornalistas da cama que dividiu com Yoko por uma semana. Você acha que ele agiu movido por aquele sentimento de competição que surgia entre os Beatles ou estava seriamente envolvido com o movimento pela paz?
John foi sério em tudo o que fez - mesmo que o compromisso com as causas que abraçava às vezes durasse pouco. Para mim, não há dúvida de que ele foi uma pessoa profundamente humanitária, mas foi Yoko quem lhe forneceu o foco e a coragem para tomar as posições que tomou a partir de 1968.


http://veja. abril.com. br/noticia/ variedade/ nao-fui-mau- lennon-diz- biografo- 451633.shtml

EU QUERO!!!!!


Esse iMac nao eh oficial, foi um Alemao q colocou esse adesivo.ADOREI A IDEIA. Estava mesmo pensando em comprar um NoteBook. Pena o MacBook ser tao caro!!!

PEN DRIVES DIVERTIDOS


EU NAO GOSTO DE JAPANEESE FOOD, MAS ESSE D MORANGO EH BEM LEGAL. tEM DE MELANCIA TB...UM CHARME

Food shaped USB sticks!To see more go here! here!here!anddd here!.

MAIS DE BARBIE....AMOOONOOOS!!!!!

Move over trends and fads, the original it-girl is still reigning over fashion, one tiny plastic stiletto at a time. It's been very hard to miss Barbie's dominance over the fashion industry recently, from the New York barbie Fashion show...



















...to the amazing 50th Birthday celebrations going on over at Colette, where designers and names have made their very own interpretations of the ever youthful 50 year old's style, not to mention the Barbie & Ken by Karl Lagerfeld exhibition which will occupy the store from 9th-28th March.
The clothing in particular is bringing back fond memories of hours glued to my Barbie 'fashion designer' computer game. How soon can I get the eurostar again...

Jeremy Scott



Clothes made from tiny clothes? Genius. Andrea Crews
(TALVEZ EM UM OUTRO ESTILO)

The only way I will ever be blonde. Comb by Bless.

Louis Ghost. Catering to the home of my dreams.
(COMBINA CERTINHO NO MEU QUARTO)

Mp3/mirror/radio/voicerecorder/amazingness. Mattel
(EU QUERO, EU QUERO, EU QUEROOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!)

haha, enough said.

Barbie was on the knee high boots trend first, obviously...


True love.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Vestido de Madonna e pele de bateria dos Beatles vão a leilão

Figurino usado por Madonna no clipe de "Material Girl" sai por no mínimo R$ 225 mil> > Vestido de Madonna e pele de bateria dos Beatles vão a leilão> Da redação> > > > Guitarra de Ike Turner e desenho feito por John Lennon também estarão à venda em Londres na próxima terça, 28> > > > Tamanho do texto: A A A> > > Uma pele de tambor de bateria usada por Ringo Starr e o vestido rosa que Madonna usou no clipe de "Material Girl" serão leiloados pela The Fame Bureau (casa especializada em eventos com preciosidades musicais) na próxima terça-feira, 28, em Londres.> > Além dessas duas peças, uma guitarra autografada por Ike Turner, fotos assinadas pelos jogadores de futebol Cristiano Ronaldo e Pelé, um desenho feito à mão por John Lennon e pôsteres originais que anunciam shows de Elvis Presley e The Who, entre outros (assista a vídeo com os itens do leilão ao final desta página).> > De acordo com a The Fame Bureau, Mal Evans, ex-empresário dos Beatles, deu a pele do tambor da bateria de Ringo para um funcionário encarregado de transportar equipamentos do Pink Floyd quando as duas bandas gravavam no estúdio Abbey Road. A peça está avaliada em € 110 mil, cerca de R$ 318 mil.> > O vestido que Madonna usou no clipe de "Material Girl" (1985), juntamente com a estola branca de pele falsa, duas luvas de seda e um bracelete de cristal, terá lance inicial de € 88 mil, aproximadamente R$ 225 mil.> > Recentemente, a casa The Fame Bureau vendeu a primeira guitarra na qual Jimi Hendrix colocou fogo em cima do palco, além do primeiro contrato assinado entre os Beatles e o empresário Brian Epstein.> > http://www.youtube. com/watch? v=aiBwXlZUWtQ& feature=player_ embedded> > fonte:> http://www.rollings tone.com. br/secoes/ novas/noticias/ 5072/>

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Show “Carmen, I like you very much” em homenagem ao centenário de nascimento de Carmen Miranda na Associação Alumni

O show “Carmen, I like you very much”, a ser promovido pela Associação Alumni no dia 28 de abril, é uma homenagem ao centenário de nascimento de Carmen Miranda, que ficou conhecida como a pequena notável. Com direção de Dino Barioni (guitarra e piano), Renata Lima (cantora), Marcos Paiva (contrabaixo) e Ramon Montagner (percussão) relembram sucessos como os clássicos Adeus Batucada e Samba Rasgado, e outros não tão conhecidos como Meu rádio e meu mulato e Goodbye, além de músicas da fase americana de Carmen Miranda como Chatanooga Choo Choo e I like you very much.

O repertório, com arranjos de Dino Barioni, homenageia o centenário de nascimento de Carmen Miranda ocorrido em 9 de fevereiro último: I Like you very much (Harry Warren e Mack Gordon); E o mundo não se acabou (Assis Valente); Adeus Batucada (Synval Silva); Meu rádio e meu mulato (Herivelto Martins); Paris (Alcyr Pires Vermelho e Alberto Ribeiro); Disseram que eu voltei americanizada (Luis Peixoto e Vicente Paiva); South American Way (Jimmy Mc Hugh e Al Dubin, versão Aloysio de Oliveira); Good bye (Assis Valente); Uva de caminhão (Assis Valente); Samba Rasgado (Portelo Juno e J. Pereira); Taí (Joubert de Carvalho); Chatanooga Choo Choo (Harry Warren e Mack Gordon, versão Aloysio de Oliveira); Recenseamento (Assis Valente); O samba e o tango (Amado Régis).

Dino Barioni estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e continuou se aperfeiçoando em harmonia e arranjos. Em 2000 foi integrante da Orquestra Popular de Câmara tocando viola caipira. Vários de seus arranjos foram executados pela orquestra Heartbreakers e seus convidados, Armandinho, Carlinhos Brown, Cláudio Zoli, Toni Garrido e Zé Renato. Acompanha artistas brasileiros de destaque no cenário nacional como Tom Zé, Agnaldo Rayol, Virgínia Rosa, Edson Cordeiro, Wandi Doratiotto, Paula Lima, Célia.

Paulistana, em seu trabalho solo, ao longo de 10 anos, Renata Lima participou de grupos vocais como o Quarteto Mandassaia, que se apresenta regularmente desde 2001. Em 2007 participou do projeto A Era do Rádio, promovido pelo Sesc Vila Mariana, sob a direção do músico e arranjador Carlinhos Antunes. Ramon Montagner é um baterista que trafega facilmente entre a bateria e a percussão. Dono de uma técnica inigualável consegue acionar inúmeros dispositivos de percussão utilizando os pés enquanto mantém a linha rítmica na bateria. Nascido em Viçosa (MG), Marcos Paiva tem contato com a música desde os 10 anos, quando seu irmão começou a tocar violão. Ele domina a técnica no contrabaixo como poucos.

Referência em qualidade no ensino de inglês, a Associação Alumni é um centro binacional reconhecido pelo governo dos EUA por promover, durante quase meio século, a integração entre Brasil e Estados Unidos e desenvolver programas voltados ao ensino, à cultura e à cidadania. Fundada em 1961 por brasileiros, ex-alunos de universidades americanas, a Associação Alumni desenvolve uma gama de atividades e possui um alcance sem par em seu segmento de atuação.

Serviços:
Show: Carmen, I like you very much com Renata Lima
Data: 28 de abril, café com bate-papo às 19h30, show das 20h às 21h30 Gratuito
Inscrições: Tel. 5644-9733 e-mail cultural@alumni.org.br
Número de vagas: 180 Site: www.alumni.org.br
Classificação indicativa: livre
Colabore com o GAS - Grupo Alumni de Solidariedade levando 1 kg de alimento não-perecível.
Local: Centro Cultural Alumni – Rua Brasiliense, 65 Chácara Santo Antônio
Acesso a portadores de necessidades especiais.
Estacionamento com manobrista, gratuito

Jazz + Erudito

por Joaquim Vivas

As primeiras notas do Jazz nasceram em Nova Orleans, no início da década de 20, no final da Primeira Guerra Mundial. A fórmula desta música é, uma combinação de diversos elementos tradicionais da cultura negro - norte-americana, somado a um pouco de tudo da música popular e erudita européia.

Da cultura negra os spituals, o blues e o ragtime; da cultura européia a marcha, a valsa, a mazurca, a polca e outras formas de expressão musical.

Em meio século de existência esta música foi discriminada pela sociedade, que tentou aboli-la de vez do planeta. O próprio nome "Jazz", favoreceu uma conotação pejorativa para a música que nascia. Evoluíndo gradativamente, para impor-se definitivamente como arte musical marcante deste século.

Leonard Bernstein afirma que a música erudita- música séria, executada por orquestras sinfônicas, tem a influência do Jazz. Tal influência, é especialmente aparente nas próprias composições de Leonard Bernstein, Strawinsky, e Gerswhin.

Strawinsky demonstrou sua preocupação com o Jazz, escrevendo uma série de composições, com o título referindo-se ao "ragtime", e apesar disso, não se fazia perceber a presença do Jazz nestas composições. Analisada seriamente, podemos sentir o tempo do Jazz, mas ele foi incapaz de expressá-lo, mesmo com toda sua vitalidade musical, Strawinsky não abrangeu a qualidade americana que é a essência do Jazz.

O Jazz pode ser a grande base da música a ser escrita por compositores americanos, quanto a melodias folclóricas, mas só pode fazer uma contribuição adequada à música erudita , quando a composição e a execução da música que esteja se desenvolvendo dele , forem executadas por músicos que estejam à vontade com o idioma musical jazzístico. A música deve ser composta e tocada, concebida e interpretada por jazzistas experientes.

Grande parte dos músicos de Jazz não tinham formação clássica, tinham dificuldade para ler as partituras e só sabiam soltar o que estava dentro de si, seu sentimento e suas limitações. Consequentemente, a música que tocavam e a maneira que tocavam, estava delimitada por suas próprias limitações. "Existem músicos que podem compor e igualmente tocar essa música?" Segundo Gene Krupa em suas entrevistas, NÃO!! A música americana, no século XIX, era tudo, menos americana. Nova em folha, pejorativamente, enfrentava o problema de ser uma sociedade pioneira, dedicada a proposições revolucionárias e ousadas, mas sem nenhuma tradição, exceto as européias. Qualquer um que pretendesse ser figura importante musicalmente, deveria ter formação européia. Diferentemente do século passado, com o término da Primeira Guerra mundial, a música passa a ter que ser original e americana e, neste momento, o Jazz chega para ficar; assim, nenhum americano verdadeiro, poderia deixar de sentir o Jazz até na música erudita.

A originalidade - elemento novo, ocupa o espaço da formação erudita européia. Levando-se em conta que a inspiração é a voz interior, que se expressa através de uma melodia ou letra, no momento que era "obrigatório" ser americano e original, a criação passa a ser consciente, racional, sendo abolida a espontaneidade, característica principal do Jazz.

Todo movimento deixa um resíduo positivo. Neste caso a originalidade e a americanidade; utilizados maravilhosamente por George Gershwin, que conseguiu ser original, americano e ainda resgatando a espontaneidade.

A música de Gershwin, tinha todos os elementos citados, mais a influência européia- é uma espécie de síntese de todos os movimentos musicais e de sua experiência pessoal.

Ao contrário de Gershwin, Strawinsky utilizou o quinteto de madeira e a potência musical européia, acrescentando a isso, o Jazz. Em verdade, não havia uma integração- o que havia era Strawinsky more Jazz. Apesar de todas as tentativas, percebe-se que o objetivo de integrar o Jazz e a música erudita, não foi alcançado.

Com a queda da Bolsa, aconteceram vários questionamentos, inclusive na música. Ocorreu então, uma reflexão sobre todos os momentos e movimentos musicais, surgindo uma reavaliação dos valores tradicionais. A música americana, passa a ser o somatório de toda a tradição européia mais a criação tipicamente americana, consolidando o surgimento de um estilo real, derivado do inconsciente americano. A escassez de dinheiro, fez com que desaparecesse a música comercial, que objetivava a venda, dando espaço para uma "criação viagem", que é o Jazz. Momento este, importantíssimo para essa expressão musical.

A música, divide-se em melodia, harmonia, ritmo, forma, contraponto e viagem. Em minha opinião ISTO É JAZZ! Por isso mesmo, o Jazz influenciou todas os compositores americanos, principalmente na improvisação, fruto da viagem que o caracteriza.

Em meu ponto de vista, o sincopado, é diretamente associado ao Jazz, e literalmente nada mais é do que encurtamento ou corte, mas na música significa colocar o acento no tempo fraco, ou em notas inesperadas, trazendo-as pouco mais cedo ou tardiamente do que o convencional. Na década de 20, os compositores propositadamente, colocavam o sincopado jazzístico. Hoje por existir uma real influência do Jazz, este sincopado aparece espontaneamente, por ser parte integrante do inconsciente musical americano.

Exemplificando, cito a sinfonia Jeremiah de Leonard Bernstein, que aparentemente não tem nenhuma ligação com o Jazz, mas que tem o sincopado, por que Bernstein, por ser um compositor americano, sofre a influência do Jazz.

Bernstein, é reconhecido mundialmente como maestro, compositor de música erudita e autor dentre outras, da trilha sonora de West Side Story. Ouvidos mais atentos, sempre perceberão o Jazz em qualquer composição musical tipicamente americana, seja ela erudita ou popular, pós queda da Bolsa.

Muito mais poderia dizer sobre as notas sincopadas no erudito, mas aqui são apenas noções para semear o desejo de ouvir mais e mais o Jazz.

sábado, 25 de abril de 2009

Roberto Carlos antes da Jovem Guarda

Vejam só estes depoimentos sobre Roberto Carlos. Trata-se de pessoas que o conheceram em Porto Alegre entre 64 e 65.

http://zerohora. clicrbs.com. br/zerohora/ jsp/default2. jsp?uf=1& local=1&source= a2487385. xml&template= 3898.dwt& edition=12188& section=1029

http://zerohora. clicrbs.com. br/zerohora/ jsp/default2. jsp?uf=1& local=1&source= a2487386. xml&template= 3898.dwt& edition=12188& section=1029

O meu amigo Roberto Carlos
Entre o estúdio da TV Gaúcha, uma reunião dançante e shows na Capital e em Rio Grande, Roberto Carlos fez uma pequena história 45 anos atrás no Estado. Sete pessoas que conheceram o cantor recordam de um jovem humilde, afável e com carisma e talento
20 de maio de 1964

Iberê Crivella, 56 anos, industrial

Eu tinha 11 anos. Durante um almoço, meu pai, Amaury (já falecido), perguntou se eu conhecia um tal de Roberto Carlos, se ele era bom. Respondi que sim, que era mais que bom. Então meu pai explicou que o Roberto estava vindo a Porto Alegre para fazer um programa na TV Gaúcha, patrocinado por uma multinacional, mas que a empresa tinha mudado de ideia na última hora porque não queriam associar a imagem ao cantor. O Vagner, que era contato comercial da TV Gaúcha, propôs que a nossa empresa patrocinasse. Meu pai topou, para fazer propaganda do nosso principal produto, o Ces-Odor, primeiro desodorante em bastão para axilas. O show foi nos estúdios da tevê, sem público. Eu e meu pai assistimos, detrás das câmeras. Antes, Roberto nos cumprimentou, humilde e atencioso. Depois, sentou num banquinho para afinar seu violão. Era só ele e o violão. A apresentação foi transmitida ao vivo, no dia 20 de maio de 1964, e durou meia hora. O que mais me
chamou a atenção no RC foi a roupa - calça justa e camisa branca bem simples - e o jeito dele, meio tímido, que formava um tipo bem-comportado.

20 de dezembro de 1964

Ayrton dos Anjos, 67 anos, produtor musical

No início dos anos 1960, eu era representante e divulgador da gravadora Columbia. A juventude era muito influenciada pelo rock´n´roll e twist americanos, de Pat Boone, Elvis Presley, Bill Halley e seus Cometas, Chubby Checker. A gente assistia muito aos filmes musicais americanos, que mostravam esse pessoal todo. Mas, naquele ano, houve uma ruptura. Despontaram os Beatles e surgiu também a Jovem Guarda. Acho que a principal razão do sucesso do Roberto era trazer uma nova linguagem, um rock brasileiro. Músicas como Splish Spash e O Calhambeque eram quase infantis e contavam uma historinha inclusive com onomatopeias. Eram ingênuas como a nossa geração, em que quase ninguém fumava e em que beijar era compromisso sério. Em 1964, a gravadora me deu um Fusca zero quilômetro para eu rodar pelo Interior gaúcho. Conheci pessoalmente Roberto no dia 20 de dezembro de 1964. Ele faria show no Cine Cacique no dia seguinte. No aeroporto, havia umas
quatro ou cinco meninas fãs dele. Uma delas estendeu uma foto para o RC autografar, e ele, por engano, assinou em cima da imagem dele. Aí, o Roberto pediu a foto para a guria e autografou outra fotografia, dessa vez sem que a assinatura passasse por cima da imagem dele. Aí, eu vi que ele era um cara bem supersticioso. Pegamos o carro, e o Roberto comentou "Pô, cara, esse carro era para ser meu. Me acidentei (o Bel Air em que estava Roberto capotou entre as cidades de Três Rios e Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro em julho de 1964) e pedi um carro novo para a CBS, mas eles disseram que já tinham dado para um representante no Sul". De tarde, fomos até a Rádio Difusora, que ia promover o show no domingo de manhã. De noite, peguei o Roberto no hotel e o levei para uma reunião dançante. Ele ficou só olhando as pessoas dançando, mas já se percebia o carisma dele. Ele usava botinhas, coisa que nenhum de nós sequer ousaria pensar naquele
momento. Não segui com ele na noite. Emprestei o carro, dei as instruções para ele chegar na Churrascaria Recreio Avenida, na Presidente Roosevelt, e ele foi para lá com uma amiga minha. Dias depois, ela comentou comigo "Que amiga incrível que você tem". No domingo pela manhã, fomos até o Cine Cacique. Na saída, as fãs amassaram o meu Fusca novinho, querendo chegar perto do Roberto.

20 de dezembro de 1964

Marilú Roennau Barison, 67 anos, dona-de-casa

Naquela época, fazíamos muita reunião dançante na casa de amigos, geralmente nos finais de semana. Na eletrola, tocava Paul Anka, Elvis Presley, The Platters, algum Beatles, Celly Campello, Sergio Murillo... Para comer e beber, refrigerantes e Cuba Libre (Coca com rum), pizza caseira daquela altona e sanduíches. Todos entre 16, 17 anos, ninguém fumava, ninguém ficava torto de bebida, às vezes ficava uma mãe na sala... Uma das reuniões foi em cima da Importadora Americana, ali na Farrapos. Surgiu um zum-zum, dizia-se que o Roberto Carlos ia aparecer, trazido pelo Ayrton. Ele chegou, e não foi nenhum tcham. Na época, não tinha nem máquina fotográfica para registrar. Me lembro de ele chegar bem humilde, se encostar no balcão e ficar vendo a gente dançar. Ele usava aquele cabelinho com a franjinha para o lado. Parecia extasiado com a pureza da coisa. Ficou ali por uns 40 minutos, falando só o trivial, pois queria sair para a noite com o
Airton. "

21 de dezembro de 1964

Sergio Stosch, 62 anos, músico, radialista e professor universitário

Em meados dos anos 1960, eu fazia parte do grupo The Dazzles, que tinha no repertório alguns sucessos do Roberto Carlos. Acho que isso ajudou a que fôssemos escolhidos para acompanhar RC no show que ele fez no Cine Cacique, em comemoração ao aniversário do programa Lacta Clube, domingo de manhã (21/12/64). Às 15h de sábado, ele chegou na Rádio Difusora para dar entrevistas e ensaiar. Era um cara simples, parecia um cara da nossa banda. Disse qual era o repertório, a gente tocou duas vezes cada música, por uns 90 minutos e pronto. Depois do ensaio, fomos beber uma Coca numa lancheria ali na Rua Uruguai. Disse para algumas gurias "Olha, esse é o Roberto Carlos". Elas não acreditaram: "Ah, para". A imagem de Roberto ainda não estava popularizada, o que só aconteceu com a estreia do programa Jovem Guarda na TV (em agosto de 1965). Percebi o carisma dele quando subiu ao palco. Parecia beatlemania. Não deu para ouvir quase nada do que
ele cantou, tamanha a gritaria. Eram 2 mil pessoas gritando. RC usava paletozinho e gravatinha twist, aquela fininha. Havia poucos amplificadores e só dois microfones - um para o cantor, outro que foi colocado para amplificar a buzina que coloquei em cima do piano de cauda onde toquei. Era o efeito indispensável de Calhambeque. Falamos pouco depois do show, porque, claro, tínhamos de desmontar os equipamentos. O fenômeno Roberto Carlos coincidiu com a popularização do disco. Antes, só quem tinha dinheiro possuía discos. Nos anos 1960, o disco ficou barato. "

21 de dezembro de 1964

Carlos Alberto Carvalho, 70 anos, Professor universitário

Em 1964, eu era apresentador do programa Lacta Clube, da Rádio Difusora. Era um programa transmitido aos domingos, voltado para a juventude estudantil, promovendo apresentações, torneios. Já tínhamos trazido o Demetrius e o Tony Campello, e decidimos trazer o Roberto Carlos para comemorar o aniversário do programa. O show foi às 10h de 21 de dezembro de 1964, no Cine Cacique, e teria sido a primeira vez que ele cantou na capital gaúcha. Convivi com ele entre sábado e domingo, e me ficou a impressão de alguém gentil e educado. Ainda no sábado, ele ensaiou com o The Dazzles. No domingo pela manhã, entre 8h e 9h, antes do show, pediu para passear de carro pelo cento de Porto Alegre. Quando chegamos perto do Cacique, a fila já dava a volta no quarteirão. Acho que tinha mais de 2 mil pessoas no cinema, entre sentadas e de pé, espalhadas pelo corredor. O público cantava junto Calhambeque.

15 de maio de 1965

Nestor Mattos, 70 anos, empresário da área musical

Em 1964, eu fazia parte do quinteto Vocalistas do Luar, contratado da Rádio Gaúcha. Fui procurado por alunos do Colégio Parobé, que queriam trazer o RC. Era para uma festa que seria realizada dia 15 de maio de 1965, no salão do Círculo Militar, que funcionava no 6º andar do Grande Hotel (esquina da Caldas Junior com Andradas). O Jayme Sirotsky deu a passagem aérea para a vinda do RC. Os alunos conseguiram um calhambeque vermelho para trazer o Roberto desde o aeroporto, pela Avenida Farrapos toda, com um caminhão dos bombeiros escoltando. O show começou às 2h15min, com umas 300 pessoas no salão. Era o Roberto com guitarra, mais o Paulo Coelho em outra guitarra, mais um contrabaixo e uma bateria. Sem ensaio algum. Depois do show, ficamos eu, RC e os alunos do Parobé em uma mesa, conversando. Às 5h, quando íamos saindo, já com os garçons empilhando as mesas, o Salomão Platcheck, da foto Appolo, pediu para bater uma "chapa". Cinco anos
depois, o RC autografou essa foto e fez o comentário "Bicho, como a gente era devagar...". Dava para ver que ele seria um sucesso. Além de ser humilde e comunicativo, sempre conversando com o público entre as músicas, ele vinha preencher uma lacuna na música brasileira, propondo um romantismo que não era cafona. Tinha uma voz pequena, mas sabia usar o microfone e era afinadíssimo.

Entre maio e agosto de 1965

Lauro Barra, 76 anos, promotor de eventos, proprietário da Star Discos entre 1958 e 1982

Íamos inaugurar a nova filial da Star Discos, na Galeria Chaves, e imaginamos uma atração de peso, especialmente para os jovens. Liguei para a CBS e falei com o Othon Russo, que me indicou um grupo de artistas, um pacote "jovem guarda" com Roberto Carlos, Wanderléa, Renato e seus Blue Caps. Era pouco antes de começar o programa Jovem Guarda (que estreou em 22 de agosto de 1965, na TV Record, de São Paulo, e ficou no ar até 1969). Eles vieram para fazer uma sessão de autógrafos na loja e mais três shows - dois em Porto Alegre e um em Rio Grande. Fui buscá-los no aeroporto para levá-los até o Hotel Líder, na Andrade Neves. Eram artistas novos, humildes, mas se percebia a ascendência de Roberto. Fomos andando do hotel até a loja, pela Borges de Medeiros, sem problemas. Mas, na entrada da galeria, havia tumulto. Entramos correndo. As meninas chutavam, mordiam, choravam. Para sair da loja, usamos um subterrâneo da galeria. Os primeiros
shows eram na quinta-feira - das 18h às 20h, no Leopoldina Juvenil, às 21h, no ginásio do Grêmio Náutico União. Na sexta, iríamos para a Associação dos Funcionários da Ipiranga, em Rio Grande. Quando chegamos no Leopoldina Juvenil, havia umas 1,5 mil pessoas, entre jovens e society. Roberto foi ovacionado, mas sem exageros. Depois deste show, caiu uma chuva torrencial. Os carros não podiam andar, e decidimos ir a pé do Leopoldina para o União, por umas cinco quadras. Todos os músicos tiraram os sapatos, arregaçaram as calças e enfrentaram as ruas alagadas - menos o Roberto. Não tinha o público que a gente esperava no União, porque muitos tinham ido embora com a chuva. Roberto tocava sozinho com a guitarra, no final toda a jovem guarda cantava uma música.

No camarim, depois do show, havia umas 50 fãs esperando o Rei. Ele foi totalmente acessível, inclusive interferia quando se queria afastar algum. Depois, fomos todos para uma galeteria. Descontração total, com destaque para o Jerry Adriani. O RC era mais tímido, ficava dizendo "Fulano, conta aquela piada". Mas, ele, não.

Na sexta de manhã, viajaríamos para Rio Grande, mas os fãs cercaram o hotel. A solução foi encostar uma camionete na porta do hotel. Colocamos dois colchões, fazendo um caminho até a entrada da camionete, para os artistas correrem e pularem lá para dentro. O Roberto deu uma corridinha, mas os seguranças o ajudaram a subir.

Roberto estava sempre ao lado de Wanderléa, seja no carro, seja nas viagens. O show em Rio Grande foi sensacional - uma carreata nos levou pela estrada a caminho da Capital. Eu sentia que Roberto era uma estrela nascendo, mas achei que era só da Jovem Guarda. Um dos maiores talentos dele, o de compositor, ainda não tinha se revelado.

Um rei antes do trono
O Roberto Carlos que circulou em Porto Alegre entre 1964 e 1965 era um jovem de guitarra em punho, roupas diferentes e ideias revolucionárias na cabeça
Roberto Carlos é plural - e não é só porque seu nome termina por s. Compare as duas fotos reproduzidas nesta página: a da esquerda registra um cantor quase intimidado, tentando se afirmar no início de 1965, a outra flagra um ídolo nacional senhor de si e de um público de dimensões nacionais e faixa etária adolescente.

No ano em que Roberto Carlos comemora seu cinquentenário de reinado (ou carreira musical), o caderno Cultura foi atrás dos depoimentos de gaúchos que estiveram em contato com cantor nesse meio tempo, antes que o programa Jovem Guarda estreasse na TV Record e mudasse a música brasileira a partir das 16h30min de 22 de agosto de 1965.

Essa afirmação não é exagerada: antes de estrelar o programa e assumir em preto-e-branco o comando de um bem-comportado movimento jovem guarda, Roberto era apenas mais um cantor capaz de sucessos como Splish Splash, O Calhambeque e É Proibido Fumar. Depois que o programa Jovem Guarda foi ao ar, chegando a atingir quase três milhões de espectadores só em São Paulo, em seus picos de audiências, Roberto se tornou um dos primeiros ídolos midiáticos brasileiros. Seu reinado não se restringia ao disco - ele pilotava um programa de TV e um movimento de cantores (Wanderléa, Erasmo Carlos, Martinha, Leno e Lilian, Deny e Dino, Os Vips e Renato & Seus Blue Caps, entre muitos outros). Além disso, alinhado com a recente descoberta ocidental de que os adolescentes podiam ser um público consumidor respeitável, Roberto vendia comportamento na forma de gírias em seu programa (bonito era "pão", legal era "Uma brasa, mora"), calças
duas-faces, minissaias com botas de cano alto, bonecas e botinhas.

RC já havia gravado um elepê em 1961, emulando seu ídolo João Gilberto - mas a gravação foi rejeitada primeiro pelos bossa-novistas e pelo público (vendeu menos de 500 exemplares), e depois pelo próprio Roberto. Em 1964, entretanto, o cachoeirense já tinha encontrado seu caminho e estava pronto para se tornar Rei, apesar de a concorrência para assumir o trono da música brasileira fosse acirrada e heterogênea. Quem girasse o dial do rádio ou TV topava com boleros, como Que Queres Tu de Mim, joias raras, como Inútil Paisagem, e bossas já não tão novas, como Telefone. Ronnie Cord e Sérgio Murillo já antecipavam um iê-iê-iê nacional, embora a palavra iê-iê-iê só começasse a existir de fato em janeiro de 1965, quando a Odeon lançou o elepê A Hard Day´s Night, dos Beatles, rebatizado como Os Reis do Iê-Iê-Iê, parafraseando o refrão beatle "She loves you, yeah, yeah, yeah". Mas Roberto e Erasmo Carlos descobriram o pulo
do gato (ou Negro Gato, se a gente quiser lembrar outro grande sucesso de RC). Splish Splash e O Calhambeque, por exemplo, eram assumidamente ingênuas, narrativas diretas que incluíam até buzinas de carro, quase desenhos animados e musicais. No Brasil adulto, uma revolução (ou golpe militar, dependendo de que lado se estava) estava mudando o Brasil - a jovem guarda se contentava em criar a trilha sonora para jovens tardes de domingo.

Hoje, Roberto tem 68 anos, e certamente vai reunir mais de um milhão de amigos no show que fará na Avenida Paulista, no dia 1º de dezembro. É nosso Rei inconteste. Mas, entre em 1964 e no primeiro semestre de 1965, era apenas um príncipe tímido, reconhecido apenas como intérprete, não como o compositor que criaria marcos da canção brasileira com Detalhes, Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos, Emoções e Quero que Vá Tudo pro Inferno. Mas os gaúchos que cruzaram com ele naquela época logo perceberam que ele já tinha a majestade. Confira os depoimentos de quem o conheceu na época na página central.

João Lennon

http://br.geocities .com/beachboysbr azil
http://earlybeatles .cjb.net

Revista Blitz elege melhores cantores de sempre

A fadista Amália Rodrigues foi eleita a melhor cantora portuguesa de sempre pela redacção da revista Blitz, uma votação revelada na edição de Maio que inclui ainda as vozes de Carlos do Carmo, António Variações e José Afonso. A edição de Maio apresenta uma lista nacional e internacional dos melhores cantores de sempre. A lista dos melhores portugueses é liderada por Amália Rodrigues e integra ainda mais dois nomes do fado: Carlos do Carmo, em segundo lugar, e Mariza, em quinto. A par dos melhores da música portuguesa, a revista Blitz elegeu ainda os 25 melhores cantores a nível internacional, tendo em conta uma votação da revista norte-americana Rolling Stone. Em primeiro lugar surge Elvis Presley, em segundo Marvin Gaye e em terceiro Stevie Wonder.Fonte: Blitz

Filme relembra cantor americano que virou ''popstar'' comunista

Terça-feira, 7 de agosto de 2007, 10:11 - Dean Reed fez turnê pela AL em 1961 e teve contato com esquerdistas. De Frankfurt - Um filme alemão que chega nesta semana aos cinemas tira do esquecimento Dean Reed, um cantor americano que fez sucesso durante a guerra fria com músicas que exaltavam o marxismo. O filme Der rote Elvis (''O Elvis Vermelho'', na tradução literal) mostra a trajetória inusitada do cantor, que nasceu nos Estados Unidos e se tornou um superstar nos países comunistas antes da queda da cortina de ferro. Depois de uma carreira medíocre em seu país, Dean Reed acabou se tornando marxista ao fazer uma turnê pela América Latina em 1961, onde seu álbum Our Summer Romance fez bastante sucesso. Na época, o artista teve contato com grupos oposicionistas na Argentina, no Chile e também no Brasil e se revoltou com a pobreza no continente. A partir daí Reed fez propaganda para o comunismo e ficou sendo o americano mais conhecido nos países socialistas da Europa do leste. Foi nessa época que ele ficou conhecido pelo apelido que dá nome ao filme: o "Elvis vermelho", em uma alusão a Elvis Presley. O cantor protestou contra a guerra do Vietnã e era amigo pessoal do presidente chileno Salvador Allende e do líder palestino Yasser Arafat. Depois de se casar com uma alemã, Reed foi morar na Alemanha Oriental, onde atuou em vários filmes e foi privilegiado - e usado - pelo regime. O filme do diretor Leopold Gruen mostra a ascensão e queda do cantor, que acabou morrendo afogado em 1986 circunstâncias duvidosas em um lago nas cercanias de Berlim. No fim de sua vida, pouco antes do comunismo desmoronar de uma vez por todas, Dean Reed estava depressivo e tinha caído no esquecimento. O documentário inclui depoimentos de ex-políticos alemães orientais e também da escritora Isabel Allende, filha do presidente chileno morto em 1962. O ator americano Tom Hanks e o diretor Steven Spielberg também pretendem fazer um filme sobre a vida de Dean Reed com o título Comrade Rockstar. No entanto a pequena produtora de filmes Totho, de Berlim, chegou à frente de Holywood. Segundo o diretor Leopold Gruen, ele já pesquisa o assunto desde 2002. A carreira do cantor também é contada em um livro cujo título traz o que muita gente pensa sobre a vida do artista: A estória muito estranha de Dean Reed. ESTADO DE SÃO PAULO.

A mansão mais famosa do mundo

Pavões exóticos, espelhos aqui e ali, fragmentos de sonhos. O melhor do 'estilo' Elvis no interior de Graceland - Terça-feira, 17 de julho de 2007, 00: - Um apartamento simples, projeto de moradia popular do presidente Franklin Roosevelt. Uma casa de quatro quartos em bairro nobre. Uma mansão de 56 mil metros quadrados paga em cash: US$ 102.500. A vida de Elvis Presley deu uma virada radical em apenas três anos. Do anonimato para o sucesso, nada conta melhor a trilha do Rei do que as casas onde ele morou. Graceland, a mais emblemática, sem dúvida, tem cerca de 20 ambientes, incluindo sala de sinuca, quadra de raquetebol, estábulo e tudo que a imaginação de um novo-rico sonhar. Elvis fez da mansão seu refúgio por 20 anos. Cinco anos após sua morte, foi aberta aos fãs. E hoje só perde em visitação para a Casa Branca, em Washington. A mansão esconde-se atrás de grandes árvores e do famoso portão que imita uma partitura. Está em um dos lados da avenida que ficou conhecida como Elvis Presley Boulevard. Você pode não dar nada ao vê-la por fora: foi no interior que Elvis deixou aflorar seu estilo inusitado - cafona para alguns, original para a maioria. Não esqueça de pedir o áudio em português antes de começar o tour, que dura 30 minutos. Entender todos os detalhes é a graça do passeio. Além de clássicos do Rei, como Welcome to My World, o turista vai ouvir a voz da filha dele, Lisa Marie, contando histórias sobre a vida da família na mansão. A visita leva às principais salas da casa e às exposições de discos, roupas e objetos pessoais do cantor. O primeiro andar é o único local proibido. Ali estão os quartos e os escritórios de Elvis, conservados como no dia de sua morte. ''''Ele sempre descia as escadas fazendo ruídos, preparado para ser visto, com muitas jóias e correntes''' ', lembra Lisa, no roteiro. Dois pavões de vidro e um piano de cauda são os primeiros objetos que o turista vê ao entrar. Ficam na sala de estar, onde o cenário ainda inclui cortinas azuis, sofás brancos e espelhos na parede. Retratos de família estão por toda parte. A sala de jantar vem em seguida, com a mesa posta, como Elvis gostava. Está ligada à cozinha, a parte mais movimentada da casa - para Lisa, parecia um saguão de aeroporto -, com lustres em formato de frutas. Uma escadaria rodeada por espelhos leva à sala de televisão - ou melhor, das televisões. Elvis assistia a três canais ao mesmo tempo, como soube que o presidente Lyndon Johnson fazia à época. Decorada em amarelo brilhante e azul-marinho, também tem muitos espelhos, inclusive no teto. Um raio com as inicias TCB corta a parede e traduz o ''''slogan'' '' do astro: Taking Care of Business in a Flash.
TOQUE DE HAVAÍ
O visitante passa pela sala de bilhar, onde Elvis ficava madrugadas com os amigos, antes de chegar à famosa Jungle Room. A decoração lembra uma selva: tapete felpudo verde no chão e móveis de madeira, com estofado de pele de animais. Uma queda-d''''água completa o cenário e dá um toque de Havaí. Em 1976, a Jungle Room virou estúdio e serviu para a gravação do disco Elvis Presley Boulevard. O que vem depois é história. Salas e mais salas mostram como Elvis revolucionou a cultura americana. Roupas, troféus, discos de ouro, cartazes de filmes e até fardas do Exército. Os momentos mais emocionantes ficam para o fim. Foi na quadra de raquetebol que Elvis passou sua última manhã, em 16 de agosto de 1977, e tocou Blue Eyes Crying in The Rain no piano para os amigos. O Rei morreu de complicações cardíacas decorrentes do uso excessivo de remédios. O tour acaba no Jardim de Meditação, espaço com fontes e flores, onde Elvis está enterrado ao lado dos pais, dos avós e do irmão gêmeo, Jessie, que nasceu morto. Elvis tinha de ser único. A visita custa US$ 25; com os museus, sai por US$ 30. ESTADO DE SÃO PAULO.


A cidade de Memphis guarda a memória de Elvis três décadas após sua morte

http://img.estadao. com.br/fotos/ 1A/EC/5B/ G1AEC5BC2588E4AB 49ACF8CA4BE5D30C 9.jpg

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Finanças de Elton John e Paul McCartney sofrem com a crise



"As finanças dos maiores nomes da música britânica, incluindo Elton John,
Paul McCartney e Robbie Williams, foram atingidas duramente com a recessão
no Reino Unido, segundo uma lista prévia lista dos mais ricos do Reino Unido
publicada pelo "Sunday Times".

A fortuna pessoal de Elton John caiu 26% no último ano, indo de 238 milhões
de libras (R$ 773,3 milhões) em 2008 para 175 milhões de libras (R$ 568,6
milhões) para 2009, segundo a lista prévia das mil pessoas mais ricas do
Reino Unido.

O ex-Beatle Paul McCartney também viu sua fortuna cair em cerca de 60
milhões (R$ 194,9 milhões) de libras esterlinas nos últimos 12 meses devido
a ações e propriedades.

Robbie Williams perdeu 25 milhões de libras (R$ 81,2 milhões) e agora tem
cerca de 80 milhões de libras esterlinas (R$ 259,9 milhões)".

fonte: http://www1. folha.uol. com.br/folha/ ilustrada/ ult90u555458. shtml

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Taylor Hanson: Mi esposa se encarga de la "locura" de cuatro niños.


Por Aaron Parsley

Originalmente publicado el miércoles 22 de abril, 2009 03:45 PM EDT

Taylor Hanson Foto por: Tzirel Kaminetzky
Taylor Hanson tuvo un nuevo concierto!

El hermano de enmedio, del trío de la banda de rock, Hanson, acaba de lanzar un album con su nueva banda, Tinted Windows, e grupo power-pop que tambiuén incluye a James Iha (ex integrante) de Smashing Pumpkins, Adam Schlesinger de Fountains of Wayne y Bun E. Carlos de Cheap Trick.

Y con un nuevo trabajo vienen nuevas responsabiliades – llámese tours y promociones – que lo llevarán lejos de su esposa Natalie y sus cuatro hijos: Ezra, de 6 años; River de 2, Penelope de 3, y Viggo Moriah, quien nació en Diciembre.

Hanson, de 26 años, habló en Z100's Billy the Kidd el miércoles acerca de como maneja su vida en el camino con una gran familia en casa, en Tulsa, Oklahoma.

"Tú sólamente los dejas con suficiente comida y agua para sobrevivir," Hanson bromeó al aire con el DJ de New York. "No, primero que todo, tienes una esposa increíble, y ella se encarga de todas las locuras. Y tú sólo tratas de hacer que el tiempo que tienes sea agradable. Cuando estás ahí, estás totalmente presente, y simplemente rebotas de atrás a adelante."

Ir de atrás a adelante es algo que Hanson hará plenamente con Tinted Windows. Rl grupo ya ha aparecido en Late Show with David Letterman el martes y se prevé que estén en Late Night with Jimmy Fallon el jueves. incluso ellos le abrirán a No Doubt, tocando Bamboozle con la banda de Gwen Stefani el 3 de mayo.

Pero Hanson cuenta con sus bendiciones. "Por lo menos no estoy en la militar con gente disparandome. Tengo amigos quienes están en Irak," dijo. "Al menos cuando hemos ido, estoy en la habitación de un hotel Quizá, podría perder mi vida por ese mal servicio a la habitación. Esa es la amenaza."

O problema da marca Brando

Talvez algum dia as celebridades abram seus nomes e obras para domínio público. Isso resolveria o que pode ser chamado de problema Brando - o caso de uma grande figura publica que morre e deixa para trás uma enorme e contraditória imagem e nenhum legado comercial claro.

A tentativa de se criar uma marca Brando de toda a criação de Marlon Brando está nas mãos dos estranhos responsáveis por sua fundação: um produtor, um contador e seu antigo assistente pessoal. Até então, sua principal atividade foi processar companhias que infringiram o nome Brando, que é uma marca registrada.

Como Michael Cieply escreveu no The New York Times esta semana, os responsáveis pela fundação entraram com uma nova ação contra os operadores do chamado Loft Brando, no centro de apartamentos residenciais de Los Angeles. (A ação atesta que o nome de Brando também é usado sem permissão em outros locais, como um condomínio em Miami.)

Criar uma marca significativa de Brando (ao contrário se simplesmente alertar quem usa o nome sem permissão) não será uma tarefa fácil. A busca por um lado comercial viável em Brando deve atrair algumas distorções interessantes. Será o jovem homem que ficou famoso com o drama "The Wild One"? O brilhante ator de palco?

Irá evocar os pensamentos de Don Corleone ou Jor-El ou Maria Schneider? Ou será a figura que se escondeu em um atol particular no Pacífico sul, onde os responsáveis por sua fundação planejam construir um resort temático, ecologicamente correto?

Comparado com o legado unitário único de Elvis Presley, Brando (quem quer que fosse o homem quando não estava atuando) está envolto em névoa.

Ele é um otimo exemplo da figura que, em um mundo ideal, deveria pertencer ao público que fez o seu nome.

Leia mais sobre Marlon Brando

http://ultimosegund o.ig.com. br:80/new_ york_times/ 2009/04/22/ editorial+ o+problema+ da+marca+ brando+5657012. html

terça-feira, 21 de abril de 2009

Itália e Vaticano retornam fragmentos do Partenon para a Grécia

Itália e Vaticano retornam fragmentos do Partenon para a Grécia!

As excelentes notícias de que fragmentos do Partenon que estavam em Palermo e no Museu do Vaticano retornam para sua pátria foram anunciadas nos meses de Outubro e Novembro passados. O fragmento de Palermo trata-se de um pé de uma deusa, e o do Vaticano trata-se de uma cabeça, ambos esculpidos em frisos do Partenon.

http://news. bbc.co.uk/ 1/hi/world/ europe/7644689. stm

http://www.iht. com/articles/ ap/2008/11/ 05/arts/EU- Greece-Vatican- Parthenon. php




Eventos e exposição

Menção Honrosa "Coroa de Ouro" – Programa do Helenismo Ecumênico
Em 24 de Novembro de 2008 foi concedida aos representantes dos Comitês Internacionais para a Reunificação das Esculturas do Partenon a Menção Honrosa "Coroa de Ouro" pelo Programa do Helenismo Ecumênico. Representando o Comitê Brasileiro, a Vice-presidente Celina Lage recebeu a Coroa de Ouro das mãos do Ministro da Agricultura da Grécia Konstantinos Kiltidis.
A programação contou com visita ao Sitio Arqueológico de Messinia, guiada pelo Professor Themelis, que dedica-se as escavações deste sitio ha 25 anos; recepção tradicional no charmoso vilarejo de Arkhanois; visita ao novo Museu da Acrópole (a ser inaugurado em 2009), guiada pelo diretor do Museu, Dimitrios Pandermalis; e reunião dos representantes dos comitês da Itália, Suíça, Austrália, Brasil, Suécia e USA.





1o Simpósio de Cultura Helênica da Embaixada da Grécia
O evento realizado entre os dias 28 e 29 de novembro de 2008 em Brasília, direcionado aos estudantes, representantes e membros das diversas comunidades gregas existentes no Brasil, assim como aos membros da comunidade grega de Brasília, contou com a participação da Professora Dra. Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa, Presidente do Comitê Brasileiro para a Reunificação das Esculturas do Partenon, apresentando o tema "Reunificação das Esculturas do Partenon".

Menção Honrosa do Ministério da Cultura da Grécia
No dia 2 de Novembro de 2008 o Ministério da Cultura homenageou os professores Tonio Holscher, Luis Godart e Antonias Sofikitou, pela ajuda prestada ao governo nas negociações para o retorno dos fragmentos do Partenon que se encontravam na Universidade de Heidelberg na Alemanha, na Suécia e na Itália. Foi homenageada também a professora aposentada Sueca Martha Dahlgren, que retornou o fragmento da Acrópole que encontrava-se em seu poder. A cerimônia foi realizada no Novo Museu da Acrópole.

Exposição "Nostoi" - Atenas
Por ocasião do retorno dos fragmentos do Partenon oriundos da Itália e do Vaticano, foi inaugurada no andar térreo do Novo Museu da Acrópole e aberta ao público a exposição "Nostoi", organizada em cooperação entre a Grécia e a Itália, com importantes obras de arte que foram restituídas a estes países por diferentes museus do mundo, por terem sido consideradas fruto do comércio ilegal.

Veja o slide show - http://www.nytimes. com/slideshow/ 2007/12/17/ arts/20071218_ TREASURE_ SLIDESHOW_ index.html


Fragmento que estava em Palermo Fragmento do Partenon que estava no Vaticano

Unesco lança biblioteca mundial digital

BBC Brasil.comAtualizado em 21 de abril, 2009 - 06:22 (Brasília) 09:22 GMT
Unesco lança biblioteca mundial digital
Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lança nesta terça-feira a Biblioteca Digital Mundial, que permitirá consultar gratuitamente pela internet o acervo de grandes bibliotecas e instituições culturais de inúmeros países, entre eles o Brasil.

Dezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e gravações de bibliotecas em todo o mundo foram digitalizados e traduzidos em diversas línguas para a abertura do site da Biblioteca Digital da Unesco (www.wdl.org).

A nova biblioteca virtual terá sistemas de navegação e busca de documentos em sete línguas, entre elas o português, e oferece obras em várias outras línguas.

[...]

32 instituições

A Biblioteca Nacional do Brasil é uma das instituições que contribuíram com auxílio técnico e fornecimento de conteúdo ao novo site da Unesco.

O projeto contou com a colaboração de 32 instituições, de países como China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, México, Rússia, Arábia Saudita, Egito, Uganda, Israel e Japão.

[...]

O objetivo da Unesco é permitir o acesso de um maior número de pessoas a conteúdos culturais e também desenvolver o multilinguismo.
In:
OBSERVAÇÃO: O TEXTO FOI EDITADO E DELE SUPRIMIU-SE PARÁGRAFOS, PARA O LER NA INTEGRA BASTA ACESSAR O LINK ACIMA.

sábado, 18 de abril de 2009

Exposição de objetos pessoais leva Elvis de volta à Alemanha

Quarta-feira, 15 de agosto de 2007, 13:46 - BERLIM - Um alemão de 43 anos olha com reverência para um desodorante prateado e um vidro branco de antiácido "alta potência". Ele sabe que os dois artigos, que fazem parte de uma exposição em Berlim, pertenceram a seu herói, Elvis Presley, "o Rei". "Elvis está crescendo na Alemanha", disse à Reuters o homem, que identificou- se como Freddy. "Não são apenas as pessoas mais velhas (que o amam), são os jovens também." Freddy faz parte das centenas de visitantes que foram ao Ellington Hotel, em Berlim, para ver a maior coleção de objetos originais de Elvis já exposta fora dos Estados Unidos, para lembrar a morte do rei, há 30 anos, em 16 de agosto de 1977. Um olhar rápido para os fãs comprovou a observação de Freddy. Embora muitos evidentemente tinham 50 ou 60 anos, havia dezenas de jovens na casa dos 20 ou 30 anos, ansiosos para ver os ternos de Elvis, seu casaco de camurça, seus anéis, óculos de sol, colcha, chaves do carro e outros artigos pessoais. Elvis ocupa um lugar especial no coração dos alemães. Não só ele tinha ascendência alemã distante, como passou um ano e meio, entre 1958 e 1960, na Alemanha Ocidental, enquanto servia o exército americano. A cidade de Bad Nauheim, perto de Frankfurt, onde Elvis fez seu serviço militar, tem uma praça Elvis Presley (Elvis-Presley- Platz) e ainda é um destino turístico procurado por fãs. Franz Josef Wagner, colunista do jornal Bild, o mais vendido da Alemanha, procurou recordar o significado de Elvis para os alemães que reconstruíram seu país ocupado, após a guerra. "É verão, 50 anos atrás. A 2a Guerra Mundial acabou, e o rádio -- é a Armed Forces Network, a rádio militar americana -- está tocando ''My Happiness"'' , escreveu Wagner. Para alemães como ele, Elvis foi "a pessoa mais radical do século 20, e todas as outras que vieram depois não passam de imitadoras". Antes do aniversário da morte de Elvis, 11 ilustradores de quadrinhos alemães colaboraram para criar uma biografia gráfica do Rei, em alemão. Até o Ministério alemão do Exterior participou das comemorações. Em seu Web site, o ministério postou um lembrete sobre a morte de Elvis e um artigo sobre a biografia ilustrada. Entre 16 e 19 de agosto, Bad Nauheim vai sediar o 6o Festival Europeu Elvis. Franz Wagner resumiu o sentimento de muitos fãs de Elvis em todo o país quando concluiu: "Ele mudou minha vida. Em definitivo, mais que Mozart". ESTADO DE SÃO PAULO.

Chito Bertol, de 65 anos, tem uma coleção imensa de objetos ligados a Elvis

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O jardineiro Wong, que cuida de Graceland, posa com bandeira feita por fãs brasileiros

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Túmulo do cantor, repleto de flores

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A famosa mansão onde Elvis viveu, Graceland, situada em Memphis, Tennessee

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Canções do astro continuam fazendo novos fãs e consolando os antigos

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Fãs do mundo celebram o legado do rei do rock

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