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terça-feira, 30 de junho de 2009

Lançado livro polêmico sobre os Beatles

"Em meio a muita polêmica, acaba de ser lançado nos Estados Unidos o livro "Como os Beatles Destruíram o Rock'n'roll – uma História Alternativa da Música Popular Americana", de Elijah Wald. Ele aponta dois marcos em seu livro. O abandono da performance ao vivo pelos Beatles, que teria consolidado a gravação como referência primordial da música. E a evolução da banda que tocava música dançável com influência negra e tinha uma base de fãs adolescentes para uma banda de 'artistas"

UMA ENTREVISTA C/ O AUTOR: http://www.estadao. com.br/estadaode hoje/20090627/ not_imp393773, 0.php

segunda-feira, 29 de junho de 2009

História da carochinha

Especialista em Grécia e Roma antigas, o francês Paul Veyne diz que sua disciplina é assunto de "pura curiosidade" e não é mais importante que a astrologia

John Moore - 6.fev.04/Associated Press
Turista caminha por ruínas romanas em Leptis Magna, na Líbia


MARTINE FOURNIER

Especialista na Antiguidade greco-romana, grande erudito e leitor insaciável, Paul Veyne não fica limitado a fronteiras acadêmicas e nunca permanece dentro das correntes constituídas, como testemunham suas difíceis relações com a Escola dos Annales.
Em 1976, publicou sua tese "Le Pain et le Cirque" (O Pão e o Circo, ed. Seuil), um estudo fascinante sobre a sociedade romana, que lhe valeu uma cadeira no Collège de France. Desde então escreveu várias obras que unem reflexão epistemológica sobre o conhecimento histórico e análise do mundo greco-romano.
Com Michel Foucault, Paul Veyne afirmou que a história é a história das práticas e das crenças. Ele repudia qualquer ideia de racionalidade da história, de ser movida por fatores profundos como progresso ou luta de classes.
Sua reflexão sobre o estatuto da verdade o leva a demonstrar a dificuldade da explicação histórica: no máximo o historiador pode tentar explicitar fatos e historicizar noções (o Estado, o poder, a religião etc.).
Para Paul Veyne, "não se pode tirar nenhuma lição da história". Ele afirma a subjetividade de toda narrativa histórica e coloca em xeque o estatuto da verdade.

PERGUNTA - Em "O Pão e o Circo", o sr. propõe um estudo inovador do funcionamento político da cidade romana por meio da prática do evergetismo, ou seja, as doações públicas que os notáveis faziam à cidade. Por que escolheu essa abordagem?
PAUL VEYNE - A doação ocupava um lugar muito importante na sociedade romana: pão (sob a forma da distribuição de trigo), circo (organização de lutas de gladiadores) e festins públicos para o povo, mas também distribuição de terras, presentes para marcar o início do ano, presentes para o imperador e seus funcionários etc.
A maioria dos monumentos públicos das cidades greco-romanas (anfiteatros, basílicas, termas etc.) foi oferecida por notáveis.
Eu estava convencido de que essas doações não guardavam relação nenhuma com uma tentativa de despolitização e de manobra dos poderosos para afastar o povo da política.
Na sociedade romana, os notáveis não eram senhores que viviam em seus castelos, mas nobres que viviam na cidade -como, aliás, aconteceria mais tarde, na Itália medieval-, e essa nobreza enxergava a cidade como sua propriedade, que ela governava.
Em lugar de embelezar seus castelos, os nobres embelezavam a própria cidade, com o mecenato: construíam monumentos públicos e assim, com sua generosidade, mostravam que eram ricos e poderosos.
Essas doações ostentatórias também eram destinadas a mostrar que a cidade não podia viver senão graças a eles. Não se trata de uma despolitização dos espíritos, mas de um cálculo político mais sábio. Essa minha tese foi inspirada por "Ensaio sobre a Dádiva", de Marcel Mauss.

PERGUNTA - Apesar de sua prevenção com relação às ciências sociais, o sr. faz referências frequentes a Max Weber em sua obra. Qual foi a contribuição desse sociólogo?
VEYNE - A obra de Max Weber, justamente, mostra que toda noção é historicizada. Sua sociologia "abrangente" não procura formular leis. Ela reúne e classifica os casos particulares de um mesmo tipo de acontecimento ao longo dos séculos. Seus tipos ideais são um instrumento de interpretação, de hermenêutica dentro de uma problemática em que a história é concebida como conhecimento da individualidade.
Voltemos ao exemplo do mecenato na Antiguidade. Podemos enxergar a doação como uma espécie de invariável ao longo dos séculos e especular sobre categorias gerais: doação, imposto, troca...
Ou podemos nos espantar pelo fato de os nobres romanos terem dado pão e circo ao povo. A cidade era, de certo modo, seu castelo coletivo. Em nossos tempos, se um bilionário francês quisesse pagar parte do orçamento do Estado, ele seria rapidamente suspeito de ter desígnios obscuros.
Como se explica que o mecenato de Estado, público, fosse admitido na Antiguidade e seja impensável em nossa época? Em lugar de procurar invariáveis, passamos então a procurar nuanças, à maneira de Weber.
O cidadão romano não é visto como um sujeito abstrato, como o é o cidadão de direito da Revolução Francesa, mas como um personagem que contribui concretamente para a cidade, pelo fato de fazer parte dela. A cidade é o próprio grupo de notáveis.
Cada exemplo é específico, porque faz parte de um momento da história e, portanto, nos convida a raciocinar em termos concretos. O caso mais extremo é o da democracia antiga: como estabelecer um conceito geral que postule uma continuidade entre a democracia moderna e a dos gregos? Elas têm em comum apenas a palavra.

PERGUNTA - Poderíamos dizer, então, que a história serve apenas para contar belas histórias?
VEYNE - De um lado, eu responderia que todo trabalho histórico é parcial e subjetivo. Não existe uma narrativa canônica única da história da França, e seria impossível fazê-la. Somos obrigados a escolher um ângulo de apresentação, o da estruturação do espaço francês ou o da vida cotidiana dos franceses, a história da nação ou da sucessão dos poderes etc.
Existe necessariamente um corte. E, se você quiser fazer uma "história total", perceberá muito rapidamente que não fez mais do que reunir esses diferentes capítulos -e mais: que se esqueceu da história das mulheres e que isso não tem fim.
Por outro lado, penso que a história não tem mais utilidade que a astrologia. É um assunto de pura curiosidade ou, pelo menos, é preciso tratá-la como tal. A história não demonstra nada e não permite tirar lições eternas.
Algumas pessoas a utilizam para encontrar raízes fundadoras: é o caso da Sérvia atualmente, que está reconstruindo sua história a partir de todos os pedaços, enquanto os jovens historiadores israelenses desconstroem a história do Estado de Israel.
Vamos visitar ruínas que podem ser informes: é o caso da maioria das ruínas de Roma. Não visitamos esses monumentos por suas qualidades de relíquia nem por seu valor estético, mas porque são um pedaço do passado. Existe um interesse pelo passado humano, simplesmente por ele próprio. A que se deve esse fascínio?
Todos nós temos a tendência a imaginar uma natureza humana que teria necessidade de religião ou de uma atitude de piedade em relação aos ancestrais ou de ideais grandiosos como verdade, justiça etc. Nesse caso, o culto ao passado seria uma transformação da pulsão religiosa. Mas a partir disso podemos dizer tudo -ou seja, nada.

PERGUNTA - Em "Les Grecs Ont-Ils Cru à Leurs Mythes?" (Teriam os Gregos Acreditado em Seus Mitos?), o sr. mostra que a própria noção de verdade é historicizada. Existe, o sr. diz, "uma pluralidade de programas de verdade ao longo dos séculos".
VEYNE - Os gregos acreditavam muito firmemente em seus deuses. Por exemplo, ninguém punha em dúvida a existência do deus Baco.
Mas Baco era cercado de figuras fantásticas -as bacantes, os sátiros- em quem ninguém acreditava e cujas histórias eram consideradas fantasias que as babás contavam às crianças para distraí-las. Para nós, seria impossível dissociar essas crenças.
O fato de contos pueris e falsos serem associados à história de Baco contaminaria a crença nesse deus.
Os gregos abordavam seus deuses como um leitor de "Os Três Mosqueteiros" que zomba da realidade histórica e mergulha no romance de Alexandre Dumas sem se preocupar em saber se D'Artagnan, Athos, Porthos e Aramis existiram realmente.
Eu quis mostrar nesse ensaio que, ao longo dos séculos, as pessoas acreditaram firmemente em "verdades" que não eram verdades -a tal ponto que podemos enxergar a história do passado como uma sequência de crenças falsas. Nas ciências exatas, porém, desde Isaac Newton, poderíamos dizer, as verdades são cientificamente embasadas.
O estatuto da física não é o da astrologia e, em dado momento, a alquimia virou química, e a astrologia, astronomia. Por volta de 1800, a medicina começou a se tornar séria, quando antes não passava de uma série de crenças estarrecedoras.
A mesma coisa aconteceu com as ciências humanas por volta de 1860. Esse momento corresponde à contestação radical do cristianismo. A partir desse corte, descobrimos que tudo é histórico, e é a partir daí que as ciências humanas se desenvolvem, libertando-se de todos os preconceitos de nossos antepassados.
Essa mudança é marcada pelo filósofo Friedrich Nietzsche [1844-1900]. Ele foi o primeiro a mostrar que as noções ditas eternas tinham, na verdade, uma história.

PERGUNTA - Qual foi a importância de Foucault para os historiadores?
VEYNE - Foucault demonstrou que as convicções, por mais fortes que possam ser, devem ser analisadas dentro de seus contextos históricos. Se você me perguntar qual é a "verdadeira" democracia, não poderei lhe responder. Posso lhe dizer o que eu entendo por democracia, o que desejo e no que voto, aquilo que não estou disposto a colocar em dúvida.
Os trabalhos de Foucault sobre a prisão e a loucura são uma demonstração cabal da historicidade das convicções; para os historiadores, foram uma revelação. Foucault descreve as práticas e analisa os discursos.
Ele não procura definir o que seria a "verdadeira" loucura, mas descreve concepções diferentes que dominaram no passado. A verdade está, portanto, nessa descrição da maneira como a loucura foi vista e tratada segundo as diferentes épocas.

PERGUNTA - O sr. questionou o estatuto da verdade. Ao mesmo tempo, em cada um de seus livros, o sr. se distancia da corrente relativista, para a qual, na história, tudo é questão de ponto de vista. Suas posições não são contraditórias?
VEYNE - Sobre esse ponto, os historiadores sociológicos se safam muito bem: para eles, a verdade é mostrar as crenças e as representações que o homem construiu ao longo do tempo.
É evidente que a história séria não pode colocar em dúvida a existência dos campos de concentração ou o desaparecimento de famílias judias nas câmaras de gás. Existe uma verdade do passado.
Mas não existe uma vocação humana para ater-se à verdade: com a exceção dos historiadores que exercem sua profissão seriamente, as pessoas são capazes de negar as câmaras de gás ou de zombar delas ou, ainda, de inventar outras que não existiram.

PERGUNTA - Isso é assustador.
VEYNE - Não é sem inquietude que nos dizemos que é possível que dentro de cem anos os direitos humanos aos quais damos tanta importância não façam mais sentido nenhum para as pessoas.
Imagine um homem que lutou na Primeira Guerra, que se fez matar por sua pátria, mas que descobre, 66 anos mais tarde, que é visto como vítima ou como alguém que se deixou enganar. É de fato uma ideia muito angustiante. Mas -felizmente ou infelizmente?- a percepção da fragilidade da verdade não abala os homens em suas convicções.


A íntegra desta entrevista saiu na revista "Sciences Humaines".
Tradução de Clara Allain.

Mensagem de Lisa Marie Presley sobre a Morte de Michael Jackson

O artigo que se segue é retirado do blog de Lisa Marie no MySpace e foi escrito hoje, dia 27 de Junho de 2009 (eu traduzi agora mesmo para vos enviar). Lisa Marie, que foi casada com Michael Jackson durante 20 meses depois do casamento de ambos em 2004, escreveu o que se segue, intitulado “He Knew” (Ele Sabia), um dia depois da morte do cantor. Algumas das palavras de Lisa Marie poderiam ser as minhas palavras, pois também já expressei em várias ocasiões que, realmente, o destino de cada um é na sua maior parte traçado pela própria pessoa. E é muito difícil ajudar alguém que está no caminho da auto-destruiçã o se essa pessoa não aceitar a ajuda que os outros à sua volta lhe querem dar. Quando alguém bate no fundo do poço e consegue de lá sair, foi porque essa pessoa se colocou em primeiro lugar e quis ajudar-se a sair de lá, aceitando as ajudas à sua volta. Mas, no final de contas, seja lá qual for o objectivo que uma pessoa possa alcançar para largar um vício ou um problema, o mérito, é dela. E agora, as palavras de Lisa Marie:

Há anos atrás o Michael e eu estávamos a ter uma profunda conversa sobre a vida em geral. Não me recordo exactamente de qual era o tema da conversa, mas talvez ele me estivesse a questionar sobre as circunstâncias que rodearam a Morte do meu Pai. A dado momento ele parou, olhou para mim intensamente e disse com uma certeza quase calma, “Temo que eu vá acabar exactamente com ele, da forma que ele morreu.”

Tentei imediatamente fazê-lo mudar de ideias, ao que a dada altura, ele encolheu os ombros e acenou quase como que para me fazer saber que sabia o que sabia e era assim mesmo.

14 anos mais tarde, estou aqui sentada a ver nas notícias uma ambulância a sair do caminho de acesso da sua casa, através dos grandes portões, as multidões lá fora, os órgãos de comunicação social, as multidões no hospital, a Causa da Morte e o que pode ter levado a ela e esta conversa que tivemos veio-me imediatamente à cabeça, bem como as lágrimas imparáveis.

Um final previsto por ele, por entes queridos e por mim, mas o que não previ foi como me ia doer quando finalmente acontecesse.

A pessoa que eu não fui capaz de ajudar está agora a ser transferida para o instituto de medicina legal de LA para que lhe façam uma Autópsia. Toda a indiferença e desligamento que tentei com tanto esforço alcançar ao longo dos anos fez-me agora descer ao Inferno e sinto-me destroçada.

Agora vou dizer o que nunca disse antes porque quero que a verdade se saiba de uma vez por todas.

O nosso relacionamento não foi “uma farsa”, como se disse na imprensa. Foi um relacionamento invulgar, sim, em que duas pessoas invulgares que não vivem ou conhecem uma “Vida Normal” encontraram um elo de ligação, talvez com alguma desconfiança em relação ao timing da parte dele. Mesmo assim, acredito que ele me amou mesmo, tanto quanto poderia amar alguém e eu também o amei muito. Quis “salvá-lo”, quis salvá-lo do inevitável, que foi exactamente o que aconteceu.

A sua família e entes queridos também queriam salvá-lo disto, mas não sabiam como e isto acontecia já há 14 anos. Todos nós nos preocupávamos que este iria ser o resultado final.

Naquele tempo, ao tentar salvá-lo, perdi-me a mim mesma.

Ele era uma força e um poder incrivelmente dinâmicos que não se devem subestimar. Quando ele os usava para algo bom, era o melhor, e quando os usava para algo mau, era realmente, MESMO MUITO mau.

A mediocridade não era um conceito que poderia entrar nem durante um segundo na forma de ser e nos actos do Michael.

Fiquei muito doente e esgotada do ponto de vista emocional e espiritual na minha busca em tentar salvá-lo de um comportamento certo de auto-destruiçã o e dos horríveis vampiros e sanguessugas que ele sempre lá conseguia atrair à sua volta.

Fiquei louca enquanto tentei fazê-lo.

Eu tinha os meus filhos com quem me preocupar, tinha de tomar uma decisão.

Foi a decisão mais difícil que tive de tomar, que foi afastar-me e deixar que o destino dele fosse ao seu encontro, apesar de o amar desesperadamente e de tentar, de algum modo, reverter esse destino.

Depois do Divórcio, passei alguns anos obcecada e só a pensar nele e o que poderia ter eu feito de forma diferente, arrependida.

Depois passei alguns anos a sentir-me bem zangada com toda a situação.

A dado momento, fiquei realmente indiferente, até agora.

Enquanto estou aqui sentada, esmagada com tristeza, pensamentos e confusão em torno daquilo que considero o meu maior falhanço até agora, a ver as notícias quase passo a passo, revivo o Exacto Cenário do que aconteceu no dia 16 de Agosto de 1977. Está tudo a acontecer outra vez agora com o Michael (algo que eu não queria voltar a ver outra vez), tal como ele tinha previsto, sinto-me, muito e verdadeiramente como que esventrada.

Qualquer experiência ou palavras menos boas que tenha tido ou dito sobre ele no passado morreram agora dentro de mim, com a morte dele.

Ele era uma pessoa espantosa e sinto-me afortunada por ter estado assim tão perto dele e por ter tido tantas experiências e os anos que tivemos juntos.

Espero desesperadamente que agora ele se consiga sentir aliviado de todo o sofrimento, pressões e confusão. Ele merece libertar-se de tudo isso e espero que ele esteja num lugar melhor ou que vá para um lugar melhor. Também espero que qualquer pessoa que se sinta como se tivesse falhado a tentar ajudá-lo se liberte dessa sensação, pois com toda a certeza, ele agora está melhor.

O Mundo está em choque, mas de algum modo ele sabia exactamente como o seu destino iria ser representado um dia, muito mais do que qualquer outra pessoa. E ele estava certo.

Precisava mesmo de dizer isto agora, muito obrigada por me lerem e me ouvirem.

LMP

Hanson versus Jonas Brothers

Que tienen en común y cuales son las diferencias entre los dos tríos de hermanitos más famosos.

Muchas personas, al detectar el fenómeno de los Jonas Brothers (un trío de hermanos con pretensión rockera), inmediatamente asociaron en sus cabezas "Sí, ¡cómo los Hanson!". Entonces, acá van algunas cosas en común y algunas diferencias entre ambos tríos:
1) Caridad
Hanson: Desde 2007 y el lanzamiento de su disco The Walk envían dinero para la lucha contra el SIDA en Africa.
Jonas Brothers: Concibieron la Change For The Children Foundation, y donan dinero para la Asociación Estadounidense contra la Diabetes.
2) Nominaciones para los Grammys
Hanson: Fueron nominados como Artista Revelación en 1998, y perdieron con Paula Cole. Jonas Brothers: Fueron nominados como Artista Revelación en 2009, y perdieron con Adele.
3) "Poison Ivy"
Hanson: Realizaron un cover de esta canción de los Coasters en su disco independiente Boomerang (1995).
Jonas Brothers: Titularon así un tema de su reciente disco Lines, Vines and Trying Times.
4) Steve Greenberg
Hanson: Fueron descubiertos por Greenberg, quien los fichó en 1996 para Mercury Records, donde trabajaba.
Jonas Brothers: Fueron fichados por Greenberg para Columbia Records (sello donde se desempeña en la actulidad) en 2005.
5) Un grupo sobre el otro
Hanson sobre Jonas Brothers: "Espero que puedan traducir lo que han hecho hasta este momento en una carrera, tal como lo hicimos nosotros a lo largo de estos años" (Taylor Hanson).
Jonas Brothers sobre Hanson: "Vos tenés películas, yo tengo el calzado. Vayamos a bailar pop, hagamos la batalla del baile contra los Hanson" (letra de That's Just The Way We Roll").
¿A cuál grupo preferís?

Hanson versus Jonas Brothers

Que tienen en común y cuales son las diferencias entre los dos tríos de hermanitos más famosos.

Muchas personas, al detectar el fenómeno de los Jonas Brothers (un trío de hermanos con pretensión rockera), inmediatamente asociaron en sus cabezas "Sí, ¡cómo los Hanson!". Entonces, acá van algunas cosas en común y algunas diferencias entre ambos tríos:
1) Caridad
Hanson: Desde 2007 y el lanzamiento de su disco The Walk envían dinero para la lucha contra el SIDA en Africa.
Jonas Brothers: Concibieron la Change For The Children Foundation, y donan dinero para la Asociación Estadounidense contra la Diabetes.
2) Nominaciones para los Grammys
Hanson: Fueron nominados como Artista Revelación en 1998, y perdieron con Paula Cole. Jonas Brothers: Fueron nominados como Artista Revelación en 2009, y perdieron con Adele.
3) "Poison Ivy"
Hanson: Realizaron un cover de esta canción de los Coasters en su disco independiente Boomerang (1995).
Jonas Brothers: Titularon así un tema de su reciente disco Lines, Vines and Trying Times.
4) Steve Greenberg
Hanson: Fueron descubiertos por Greenberg, quien los fichó en 1996 para Mercury Records, donde trabajaba.
Jonas Brothers: Fueron fichados por Greenberg para Columbia Records (sello donde se desempeña en la actulidad) en 2005.
5) Un grupo sobre el otro
Hanson sobre Jonas Brothers: "Espero que puedan traducir lo que han hecho hasta este momento en una carrera, tal como lo hicimos nosotros a lo largo de estos años" (Taylor Hanson).
Jonas Brothers sobre Hanson: "Vos tenés películas, yo tengo el calzado. Vayamos a bailar pop, hagamos la batalla del baile contra los Hanson" (letra de That's Just The Way We Roll").
¿A cuál grupo preferís?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A CONTROVÉRSIA SOBRE A MORTE DE ELVIS PRESLEY

Desde o início de sua carreira artística, Elvis Presley gerou controvérsia, e sua morte não foi exceção

Em um estranho golpe de coincidência, em 1º de agosto de 1977, 15 dias antes da morte de Elvis, a Ballantine Books publicou um livro, Elvis: O que Aconteceu?, escrito por Steve Dunleavy. Ele consistia em entrevistas com três antigos guarda-costas de Elvis: Red West, Sonny West e Dave Hebler. Esses homens foram os primeiros a divulgar histórias do estilo de vida bizarro de Elvis. O livro falava de suas alterações de humor, seus relacionamentos com mulheres e do seu uso excessivo de drogas medicamentosas. O livro recebeu praticamente nenhuma publicidade até que o jornalista Bob Greene, um colunista da Chicago Sun-Times, entrevistou Sonny West. Por coincidência, o artigo foi publicado no dia em que Elvis morreu. A coluna de Greene provocou muito protesto de fãs por todo o país e gerou a ira de vários jornalistas, incluindo Geraldo Rivera, que "detonou" Dunleavy em Good Morning America por difamar o nome de Elvis. A história do guarda-costas era difícil de acreditar por várias razões. Nada disso havia sido revelado em ampla escala antes porque, basicamente, Elvis soube manter seus hábitos excêntricos e comportamento errôneo longe da imprensa. Dunleavy também não tinha credibilidade. Ele era repórter do tablóide The National Enquirer quando começou a trabalhar no livro sobre o Elvis e foi contratado pelo controverso jornal New York Post quando Elvis: O que Aconteceu? foi publicado. Dunleavy apareceu no documentário da NBC sobre Elvis que foi levado ao ar na manhã de sua morte. O repórter cometeu um erro ao usar o termo "lixo branco" em referência a Elvis, e isso soou como chumbo derretido sobre os fãs. Porque Dunleavy não era popular nem com o público nem com a imprensa e porque Vernon havia demitido os três guarda-costas no ano anterior, muitas pessoas acreditaram que seu relato escandaloso da vida de Elvis se devia ao revés de ter sido demitido. Dunleavy foi acusado de ter manipulado a história para torná-la o mais sensacionalista possível.

A autópsia não revelou nenhuma informação substancial. A família pediu uma autópsia particular, e as descobertas exatas não foram reveladas ao público. Todos os laudos, anotações e fotos relacionadas com a autópsia desapareceram para sempre em 19 de agosto, e o conteúdo do estômago de Elvis foi destruído antes que análises adicionais fossem feitas. Qualquer evidência concreta de uma morte relacionada a drogas somente poderia ser encontrada em um laudo de autópsia lacrado. Dois anos depois, em 13 de setembro de 1979, a revista de notícias da ABCTV, 20/20, publicou uma matéria intitulada "O Acobertamento de Elvis" e os detalhes que circundavam a morte de Elvis começaram a assumir ares de um romance de mistério. Essa reportagem investigativa, produzida por Charles Thompson com texto de Geraldo Rivera, marcou a primeira grande atenção da mídia nacional devotada a rumores de uma morte relacionada a drogas medicamentosas. O programa tentou apontar a causa exata da morte de Elvis e conseguiu chegar ao ponto de abrir um processo no dia 19 de agosto para obter uma cópia do laudo da autópsia do Dr. Jerry Francisco, o legista do Tennessee. Quando Francisco se recusou a mostrar o laudo, a revista 20/20 o acusou de participação em um acobertamento. O legista convocou uma conferência com a imprensa para declarar que não estava envolvido em nenhum acobertamento. Após a reportagem da 20/20, oficiais do Condado de Shelby foram pressionados a abrir uma investigação criminal do caso, mas, no fim, eles desistiram de fazer isso. O processo, movido por Thompson e pelo repórter local de Memphis, James Cole, eventualmente foi parar na Suprema Corte do Tennessee. Em 1982, a corte declarou que Francisco não era obrigado a revelar os resultados da autópsia porque o laudo pós-morte havia sido requerido pela família. Enquanto isso, o médico de Elvis em Memphis, Dr. George Nichopoulos (Dr. Nick), foi levado perante o Conselho de Médicos Legistas do Tennessee sobre várias acusações relacionadas à prescrição excessiva de drogas a Elvis Presley e outros pacientes. Em janeiro de 1980, o conselho suspendeu sua licença por três meses por prescrição indiscriminada e por ceder substâncias controladas a dez pessoas, incluindo Elvis e Jerry Lee Lewis. Apesar das conclusões do conselho não desafiarem a autoridade oficial de Francisco sobre a causa da morte de Elvis, a investigação revelou histórias sobre o uso intensivo de drogas medicamentosas pelo cantor. Os rumores exagerados que pairaram por mais de dois anos foram quase nada em comparação aos terríveis detalhes que surgiram no testemunho do Dr. Nick: ele havia receitado a Elvis mais de 12 mil pílulas e frascos de drogas potentes nos últimos 20 meses de sua vida. Ele havia sido hospitalizado várias vezes devido a inchaços da cabeça aos pés decorrentes do uso inadequado dessas drogas. Sempre que ele viajada para fazer shows, carregava consigo três maletas de pílulas e suprimentos, dos quais sua comitiva inteira fazia uso livremente. Essas histórias ressurgiram em novembro de 1981 quando Nichopoulos foi oficialmente acusado em uma corte criminal por 11 crimes dolosos de prescrição excessiva de drogas medicamentosas para nove pacientes, incluindo Elvis e Jerry Lee Lewis. Ele foi absolvido. Cinco novas acusações foram feitas contra ele em 1992 pelo estado do Tennessee por prescrição excessiva de drogas a Elvis. Naquela época, o Departamento Estadual de Saúde estava determinado a cassar a licença profissional do médico permanentemente. Com o passar dos anos, a causa da morte de Elvis geralmente tem sido apontada como o uso simultâneo de diversos medicamentos, ou a interação de várias drogas. Isso se baseia nas informações reveladas pelos testes de Nichopoulos como também pelas declarações feitas pelo Dr. Eric Muirhead, patologista do Baptist Memorial Hospital, e pelo Dr. Noel Foredo, que estava presente na autópsia. Enquanto isso, a luta para a divulgação dos resultados da autópsia continuava. Em 1991, a ABC foi aos tribunais para forçar Francisco a apresentar o laudo da autópsia. Em maio de 1993, a Comissão do Condado de Shelby entrou com um processo para forçar o estado do Tennessee a reabrir uma investigação sobre a morte de Elvis. Com isso, as anotações da autópsia (mas não o laudo) foram fornecidas ao patologista forense para ajudar a encerrar as disputas sobre a causa real da morte. A espontânea manifestação de dor sobre a morte de Elvis, a extensa cobertura da mídia impressa, e as condolências vindas de todo o mundo lembravam o luto que ocorre quando um líder de estado morre. Centenas de editoriais tentaram compendiar o lugar de Elvis em nossa cultura. Pela primeira vez, a nação inteira pareceu perceber que Elvis havia mudado a maneira como as pessoas se vestiam, como andavam, a música que ouviam e o tipo de herói no qual acreditavam. Com o passar do tempo, muitas pessoas sentiram que a morte de Elvis marcou o final de uma era, como também o fim de uma carreria lendária, mas isso não se mostrou verdadeiro. Após a morte de Elvis, a mitologia ao seu redor continuou a crescer com cada nova revelação sobre sua vida pessoal e cada nova reinterpretaçã o de sua contribuição à cultura popular. Elvis, o homem, morreu em 16 de agosto de 1977, mas Elvis, o mito, continua a florescer.

A adolescência de Elvis Presley

em antes de se tornar um ídolo, seus maiores fãs
foram seus pais e amigos em Memphis

Na sétima e oitava série, Elvis chegava todos os os dias à escola Milam Junior High School com seu violão, tocando para todos que queriam ouvir na hora do recreio e durante o almoço. Logo ele começou a enriquecer sua atuação com toques que eram chamados de "race music." Para muitos de seus colegas de escola, isso era chato - alguns cortavam as cordas do violão - mas outros prestavam atenção ao seu modo de vocalizar o padrão country. Ninguém fazia idéia de que estavam diante do nascimento de uma lenda. E ninguém também se importou muito quando souberam que ele se mudaria para Memphis. Sem dinheiro e agora sem razões para permanecer em Tupelo, Vernon e Gladys decidiram recomeçar no estado de Tennessee. Eles então venderam os poucos móveis que tinham, carregaram sua caminhonete com suas roupas e outros pertences e nunca olharam para trás. Em Memphis, eles moraram inicialmente em um quarto na Street Washington e depois em outro na Avenue Poplar, comendo e dormindo em um quarto e dividindo o banheiro com três outras famílias em uma casa de 16 cômodos. Vernon, que trabalha em diversas fábricas, se inscreveu no programa de moradia do governo para melhorar sua situação e, em setembro de 1949, o Órgão de Habitação de Memphis lhes deu um apartamento perto de Lauderdale Courts, na zona norte da cidade. O aluguel de US$ 35 era um dólar mais caro do que pagavam para morar na Poplar Avenue, e o lugar estava precisando de uma reforma, mas pelo menos os Presleys tinham espaço de sobra com sala, cozinha, dois banheiros, e um banheiro privativo. Lauderdale Courts, com sua grande variedade de famílias jovens, estava perto das atrações do centro, como lojas e cinema ao longo da Main Street, como também de clubes e bares ao longo da Beale Street. Para a grande maioria, era uma comunidade agitada; para um menino de 14 anos de olhos arregalados, acostumado com a calmaria de Tupelo, era nada menos do que incrivelmente inspirador. Continha todos os elementos para atiçar a imaginação de um adolescente, e ajudá-lo na realização de suas ambições, na música, ou em outras áreas. A essa altura, ainda não estavam claras as ambições de Elvis, exceto pelo seu sonho de um dia poder ter dinheiro suficiente para dar uma vida melhor a ele e à sua família. Começando do zero em mais uma escola, ele não dividia seu amor pela música com seus colegas novos na escola L. C. Humes High School, onde se especializou em artes industriais e carpintaria. Porém, ele sentiu-se livre para tocar seu violão e cantar no meio de um trio de garotos que se tornaram seus melhores amigos. Farley Guy, Paul Dougher, e Buzzy Forbess moravam em Lauderdale Courts, e juntos, iam ao cinema, nadavam, jogavam bola, passeavam pelo centro, e até ganhavam dinheiro cortando grama com um cortador de grama que Vernon havia comprado. Farley, Paul, e Buzzy sabiam do interesse de Elvis pela música, como também sabiam dos seus pais. Vernon, Gladys, e Elvis frequentemente passavam o tempo ouvindo juntos música country de artistas como Eddy Arnold, Sleepy Eyed John, e os Louvin Brothers; e música gospel de bandas como os Blackwood Brothers, e os favoritos de Elvis, os Statesmen. Liderados pelo carismático Jake Hess, as roupas extravagantes do quarteto e seu modo estiloso de cantar influenciaram profundamente o jovem Elvis. Influências culturais e musicais vinham de todas as direções e ele as absorvia como uma esponja. Quando Elvis entrou para o terceiro grau na escola Humes High, ele fazia parte de um grupo de adolescentes que moravam em Lauderdale Courts: Lee Denson e Johnny Black, e os irmãos Dorsey e Johnny Burnette. Os quatro tinham um grupo musical "mal resolvido" que tocava country ao ar livre para os residentes em noites de verão, e Elvis se juntou a eles, contribuindo com voz de fundo. Sua crescente confiança musical também começou a atrair a atenção feminina, incluindo as suas primeiras namoradas,Betty McMahan e Billie Wardlaw, ambas morando em Courts. Outros, em Humes High encontraram um Elvis completamente diferente – em termos de aparência e comportamento – durante seu ano no começo da faculdade em 1951. Até esse ponto, a sua música era dividida com a família, amigos mais próximos e vizinhos, mas tudo isso estava prestes a mudar.

http://lazer. hsw.uol.com. br/biografia- de-elvis- presley4. htm

Elvis não morreu! McCartney morreu…

Essas são duas lendas antiguíssimas que são bastante interessantes… De acordo com elas Elvis Presley estaria vivo e Paul McCartney (ex Beatle) estaria morto desde 1966!

http://www.braian. com.br/wp- content/uploads/ 2009/01/bubba_ ho_tep.jpg

Elvis não morreu?

3 de janeiro - No dia 16 de agosto de 1977 morria o cantor e intérprete Elvis Aron Presley, considerado o “Rei do Rock’n'Roll”. A morte se deu, segundo o atestado de óbito, por arritmia cardíaca. Um gigantesco aparato se deu nas cerimônias antes, durante e após o seu enterro, comovendo todo o país. Com fãs em todo mundo, houve um grande lamento geral. Apesar disso, há uma corrente de pessoas que acreditam que ele não morreu. O slogan “Elvis não Morreu!” é muito conhecido e bastante utilizado, tanto pelos que com sinceridade acreditam nisto, como com fins comerciais pelos detetores dos direitos sobre a imagem e a obra do artista.

Motivos para sumir:

Elvis era refém de seu sucesso. Sua vida tinha se tornado um peso muito grande para ele, com uma sucessão de turnês, entrevistas, contratos de gravações e outros compromissos que passaram a incomodá-lo. Estes fatos foram relatados antes de sua suposta morte por muitos de seus mais próximos conviventes. Além disso, há testemunhos de que ultimamente ele estava recebendo ameaças de morte por um grupo mafioso, por motivos não muito claros.

Aparições de Elvis após a morte:

Inúmeros são os relatos da aparição de Elvis durante algum tempo após a sua morte. Não há como provar tais aparições. Pelo menos ninguém ainda o fez. Além disso, Elvis é o artista mais imitado do mundo, o que certamente concorreria para confundir e mascarar tais aparições. Dizem que 1 dia depois de sua morte apareceu na base aérea da Argentina um avião saindo um homem bem parecido com Elvis Presley e entrou numa Limosine e foi embora, acham que era Elvis Presley porque ele tinha uma casa na Argentina.


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Paul McCartney Morreu:

Em 1966, logo após o lançamento do álbum Revolver, os Beatles pararam de excursionar em virtude da dificuldade de tocar ao vivo os arranjos cada vez mais complexos e inusitados de suas músicas. Este fato, aliado a um acidente de moto sem maiores conseqüências sofrido por Paul McCartney, deu origem ao surgimento algum tempo depois do maior e mais duradouro boato de todos os tempos: o de que Paul McCartney havia morrido e sido substituído por um sósia. Centenas de matérias em jornais, especulações de fãs e mesmo livros foram surgindo sustentando a versão da morte de Paul. As pessoas que acreditavam nisto se basearam em centenas de pistas que supostamente haviam sido deixadas de propósito pelos outros Beatles nas letras das músicas, nas capas dos discos e nos filmes posteriores da banda. Os Beatles sempre negaram qualquer envolvimento ou colaboração com os boatos, mas é possível que tenham visto nisso um meio de promoção e aderido à brincadeira com o decorrer do tempo. Muitas pistas não deixam margens para dúvidas de tão precisas que parecem ser. Propositais ou não, as pistas contribuíram durante algum tempo para melhorar a divulgação e aumentar as venda dos discos dos Beatles.

A suposta morte e o Paul subistituto:

Paul teria morrido em um acidente de carro às 5 horas da manhã de uma quarta-feira, dia 9 de novembro de 1966. Sofreu esmagamento craniano e/ou foi decapitado ao colidir com outro veículo por não ter observado o sinal do cruzamento fechar, conforme teria sido contado posteriormente na música A Day in the Life: “he blew his mind out in a car… he didn’t notice that the lights has changed”. No acidente ele teria perdido seu rosto e seus dentes. Em virtude disto, não teria sido possível fazer a identificação do cadáver. Desta forma, os outros Beatles teriam resolvido substituí-lo por um sósia. De fato, Paul sofreu um acidente de moto que lhe valeu um corte no lábio superior e um dente quebrado. Nada muito grave além disso. Isto pode ser observado no vídeo de “Paperback Writer” e “Rain”. Paul parece ter perdido um dente e tem os lábios inchados. Para a escolha do substituto teria sido foi feito um concurso nacional de sósias e o vencedor, William Campbell ou Billy Shears, após vencer o concurso teria feito algumas operações plásticas para aumentar sua semelhança com o Beatle morto e poder substituí-lo. A única falha no novo beatle teria sido uma cicatriz em seu lábio superior que não pôde ser removida e aparece nas fotos de Paul (o falso Paul) desde então. Esta cicatriz na realidade existiu e foi decorrente do acidente de moto sofrido por Paul, já anteriormente citado. Com o sósia colocado no lugar do verdadeiro beatle os outros componentes e produtores da banda teriam começado a divulgar várias pistas para que os fãs pudessem descobrir que o verdadeiro Paul havia morrido. A maioria das pistas relatadas exigem bastante senso crítico. A não ser que o corpo tivesse sido totalmente carbonizado, não tem como não ser executada uma identificação. Não existe nenhuma ocorrência policial ou relato de autópsia de um fato tão incomum. Além disso, não houve uma única testemunha de um acidente tão grave. Uma figura tão popular e sempre presente como Paul McCartney, seu sumiço certamente seria notado pela imprensa. Na época, nada foi noticiado.

Elvis, criador do Snoopy e Ledger são os mortos mais bem pagos

O cantor americano Elvis Presley, o desenhista do Snoopy, Charles Schulz, e o ator australiano Heath Ledger, que interpretou o Coringa no último filme do Batman, foram os famosos já mortos que ganharam mais dinheiro no ano passado, como mostrou o ranking anual publicado pela revista "Forbes" na semana do Halloween.

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Mesmo morto, ator Heath Ledger continua ganhando fortunas com seu trabalho

28/10/2008 - 17h24 - Trinta e um anos depois de sua morte, aos 42 anos, Elvis continua ganhando dinheiro e, em 2007, arrecadou nada menos do que US$ 52 milhões (R$ 118,7 milhões). O valor é bem superior ao de muitas estrelas bem vivas e em turnê mundial, como a rainha do pop Madonna. No ano passado, Madonna acumulou 40 milhões (R$ 91,3 milhões), informou a revista, que divulgou a lista nesta terça. É a segunda vez que Elvis lidera o ranking dos mortos endinheirados publicado pela "Forbes" na semana em que se comemora o Halloween nos EUA.

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Cartunista Charles Schulz mostra desenho de Snoopy em seu estúdio na Califórnia; ele está na lista dos que mais faturam

Graças às homenagens pelo 30º aniversário de sua morte, Elvis também foi o primeiro dessa sinistra lista, em 2006, quando foram vendidos milhões de discos e produtos com sua imagem produzidos por sua gravadora em Memphis, no Estado de Tennessee, com os quais somou mais de 49 milhões (R$ 111,8 milhões). Schulz, criador do cãozinho Snoopy, morto em 2000, aos 77 anos, ocupa o segundo lugar da lista da "Forbes", que estimou seus lucros póstumos em US$ 33 milhões (R$ 75,3 milhões), em função de um acordo entre seus herdeiros e o estúdio de cinema Warner Bros, que continua produzindo todos os produtos com o personagem e outros de sua turma. O ator australiano Heath Ledger, que morreu em janeiro, aos 28 anos, de uma overdose acidental, ganhou um salário de US$ 20 milhões (R$ 45,6 milhões), segundo a "Forbes", que creditou esse polpudo valor, principalmente, à sua atuação em "Batman - O Cavaleiro das Trevas".

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Novo museu da Acrópole

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/06/090620_museuacropoleebc.shtml

Grécia abre novo museu de Acrópole

Novo Museu da Acrópole

O novo Museu da Acrópole tem três andares e vista panorâmica

Autoridades da Grécia inauguraram neste sábado o aguardado Museu da Acrópole, em Atenas, quase 30 anos desde sua concepção e ao custo de mais de R$ 350 milhões.

O prédio moderno, um projeto do arquiteto suíço Bernard Tschumi em vidro e concreto construído ao pé das históricas construções gregas, abriga esculturas da época em que a democracia de Atenas vivia o seu apogeu.

O ministro da Cultura grego, Antonis Samaras, disse esperar que a abertura do museu sirva como "catalisador" para a volta das esculturas que decoravam o Partenon – abrigadas há quase 200 anos no Museu Britânico, em Londres.

As obras, também conhecidas como Mármores de Elgin, foram adquiridos pela instituição britânica em 1817.

"Depois de várias aventuras, obstruções e críticas, o novo Museu da Acrópole está pronto: um símbolo da Grécia moderna que presta homenagem aos seus ancestrais,o dever de uma nação à sua herança cultural", afirmou Samaris.

O diretor do novo museu grego, Dimitris Pandermalis, criticou duramente a retirada das peças de Atenas, que classificou de"ato de barbárie".

"Um destino trágico as separou, mas os seus criadores tiveram a intenção de que ficassem juntas", afirmou Pandermalis.

Novo prédio

O prédio tem três andares, vistas panorâmicas da Acrópole e abriga cerca de 350 objetos e esculturas que antes podiam ser vistas em um pequeno museu no alto do monte.

No primeiro andar, encontram-se cerâmicas e esculturas, enquanto as famosas cariátides, colunas esculpidas na forma de mulheres, que sustentavam o pórtico sul do templo de Erecteion, agora decoram a rampa que leva ao segundo andar.

Neste piso, pode-se ver as esculturas dos templos de Atena e o propileu na entrada da Acrópole. No terceiro, está uma reconstrução dos mármores do Partenon.

A cópia foi feita a partir de vários elementos que sobreviveram em Atenas, bem como reproduções dos polêmicos mármores do Museu Britânico.

A instituição londrina abriga 75 metros dos 160 metros originais do friso que rodeava o salão central do prédio, e afasta a possibilidade de devolução das peças.

"Acho que elas pertencem a todos nós. Somos todos cidadãos globais hoje em dia", disse a porta-voz do museu, Hannah Boulton.

A diferença entre os originais e as cópias é a cor mais branca das últimas, feitas a partir de moldes de gesso, enquanto os originais tem o tom amarelado do mármore milenar.

Hanson Pay Respect to Michael Jackson

From one musical family to another, Hanson pay their respect to Michael Jackson, who, like the brothers, was thrust into the musical spotlight at a young age. Jackson passed away Thursday at the age of 50.

"It is difficult to think of a more impactful loss from the passing of an icon, than that of Michael Jackson," the Hanson brothers -- Taylor, Isaac and Zac -- tell Spinner. "His entire 40-year career has been one of the greatest inspirations to our music. In the early part of our career he and his brothers helped motivate us to pursue music regardless of our age."

"He was an unequaled talent who set the bar for how music can affect the world," they continue. "We join the millions of music fans, mourning the passing of this true great."

domingo, 21 de junho de 2009

Os 90 anos do boêmio Nelson Gonçalves

Divulgação

Foto: Divulgação

Eu nasci numa família que considero romântica. Nos últimos dias tenho pensado muito no passado, quando eu era garoto e meus pais se sentavam em casa para ficar provando aquela comidinha caseira, tomando um aperitivo e ouvindo música durante um sábado ou domingo. Na casa dos meus pais ainda é assim, quando os filhos, netos, parentes e amigos dão uma chegada por lá e podem curtir momentos assim. E um dos cantores que eles sempre ouviam sempre me chamava a atenção pela voz forte, afinada e marcante, que eu aprendi a gostar. Não sabia eu que era, pelo menos pra mim, o maior cantor que o Brasil já teve: Nelson Gonçalves. Hoje, o "velho boêmio", como ficou conhecido, faria 90 anos e ficou marcado, além da voz, pela luta que conseguiu ganhar das drogas, bem antes de partir para outro plano, em 1998.

Antônio Gonçalves Sobral, o nome verdadeiro do velho Nelson, nasceu em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, num dia como hoje, em 1919, e chegou a ser o segundo maior vendedor de discos da história do Brasil, com 78 milhões de cópias até o ano de sua morte, ficando atrás apenas de Roberto Carlos, com oitenta milhões no mesmo período. Mesmo com o apelido de "Metralha", por causa da gagueira, decidiu ser cantor. O velho Nelson passou uma parte da vida como cocainômaco, quando descobriu a droga em 1958. Chegou a ser preso durante um tempo um mês por porte de entorpecentes e quase acaba com a vida artística.

Cansada de vê-lo se acabando e detonando uma brilhante carreira, Maria Luiza da Silva Ramos, que era secretária de Nelson e acabou se casando com ele, resolveu se trancar com o marido em casa, isolou janelas e portas, fazendo um certo tipo de tratamento de choque. Conseguiu tirar ele do vício. Era 1965 e o cantor voltou a fazer sucesso e superar as crises.

Apesar de ter gravado músicas marcantes na história da música popular brasileira, como "Maria Bethânia", de Capiba, ou "Caminhemos" , de Herivelto Martins, Nelson Gonçalves sempre se manteve atento a novos compositores. Nos anos 90, por exemplo, um dos úlitmos discos gravados pelo mestre trazia canções como "Simples Carinho", de Ângela Ro Ro, "Nada por Mim", de Kid Abelha, "Ainda É Cedo", da Legião Urbana, além de "Como uma Onda", de Lulu Santos.

Pra quem quer saber mais da vida desse "papa" da MPB, um dos grandes registros da carreira e da vida, está no "Nelson Gonçalves", contando toda a trajetória, com direção de Elizeu Ewald e protagonizado por Alexandre Borges e Júlia Lemmertz. Outra grande homenagem foi a criação do Bar do Nelson- Bar do Boêmio, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo, inaugurado no ano passado e dirigido por sua filha, Lilian Gonçalves.

Ganhador de um prêmio "Nipper" da RCA (que hoje faz parte do "complexo" Sony BMG), dado aos que permanecem muito tempo na gravadora e pelos números, entre discos e vendas. No mundo, apenas Elvis Presley e Gonçalves receberam a honraria durante a carreira. Nelson Gonçalves deixou, além da saudade, mais de duas mil canções, 183 discos em 78 rpm, 128 álbuns e ganhou 38 discos de ouro e 20 de platina. Pra gente ficou, para sempre, a marca da voz do velho boêmio.

sábado, 20 de junho de 2009

Museu da Acrópole é inaugurado em Atenas com boicote do R.Unido

Adriana Flores Borquez.

Atenas, 20 jun (EFE).- O novo Museu da Acrópole foi inaugurado hoje em Atenas em meio a uma grande expectativa e com a esperança renovada de conseguir a restituição à Grécia dos mármores do Parthenon, que atualmente são exibidos no Reino Unido, cujas autoridades boicotaram a abertura do evento.

Visitantes circulam ao redor de uma estátua de mármore durante inauguração novo Museu da Acrópole, em Atenas (20/06/2009)

A inauguração se deu diante de 300 convidados, como o presidente da Comissão Européia (órgão Executivo da União Européia), José Manuel Durão Barroso, e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Koichiro Matsuura.

As grandes ausências foram os representantes do Reino Unido, o país que se nega há anos a devolver dezenas de peças da Acrópole, expostas no British Museum de Londres, pois afirma que as obteve legalmente.

No evento, presidente grego, Carolos Papoulias, afirmou que "chegou a hora de curar as feridas do monumento com o retorno dos frisos" do Parthenon que estão no Reino Unido.

Barroso disse que, "após tantos anos de trabalho, todos os países do mundo estavam esperando" o novo museu da Acrópole que estivesse "em plena harmonia com a rocha sagrada".

O moderno prédio de vidro, cimento e ferro, com 14 mil metros quadrados de espaço de exposição construído no bairro de Makriyannis, a 300 metros da rocha sagrada, abriga mais de quatro mil peças arqueológicas exclusivas da Acrópole e restos das cidades descobertas durante as escavações.

Na cerimônia de inauguração, o ministro de Cultura grego, Antonis Samaras, expressou a esperança em que algum dia essas peças valiosas sejam devolvidas a seu local de origem.

Em um ato simbólico de reunificação, o ministro colocou o original da cabeça da deusa Íris sobre a cópia de uma métopa do Parthenon que se encontra no Museu Britânico de Londres.

"As peças que não se encontram aqui, as que foram removidas há 207 anos, voltarão (...), os mármores chamam os mármores", afirmou Samaras.

"Não podemos negociar sobre a propriedade dos mármores, nem sobre nossa dignidade (...) nem legalizar o saque de dois séculos atrás, só podemos apoiar a integridade do monumento", acrescentou.

O primeiro-ministro grego, Costas Caramanlis, declarou que as autoridades fizeram "hoje um ato fundamental do museu do monumento máximo da civilização antiga".

Para inaugurar o recinto, Caramalis colocou o resto de um cântaro para o vinho do século III a.C. no chão, coberto por um vidro. O primeiro a passar por cima dele, seguindo o ritual para selar a construção de um recinto nos tempos da Antiguidade, foi o presidente grego.

Um grande espetáculo de rua acompanhou a abertura com imagens projetadas nos muros externos do recinto de restos arqueológicos que ganhavam vida, acompanhado de música antiga.

Vários pedestres e turistas que se aproximaram do local desde cedo afirmaram que se tratava de "um espetáculo digno da Acrópole".

Todos os atenienses com os quais a Agência Efe conversou deixaram transparecer o orgulho que sentem do museu após 33 anos de concursos arquitetônicos, reivindicações e adiamentos pelas descobertas arqueológicos durante a construção do museu, entre 2003 e 2007.

Os convidados de honra, entre eles líderes de vários países europeus e muitos ministros de Cultura e de Exteriores, percorreram hoje os três andares do recinto.

O museu permanecerá aberto a partir deste domingo durante 12 horas para receber, até quarta-feira, os primeiros 2.250 visitantes que se inscreveram pela internet.

A seguir, serão oferecidas visitas por apenas um euro até o fim deste ano, pois a partir de 2010 o preço das entradas aumentará para cinco euros.

As autoridades gregas, que investiram 130 milhões de euros no novo museu, esperam receber dois milhões de visitantes por ano.

Site da USP disponibiliza 3.000 livros

FSP, Ilustrada, em 20/06/2009.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2006200922.htm

LITERATURA

Site da USP disponibiliza 3.000 livros

DA REPORTAGEM LOCAL

A Reitoria da USP lançou nesta semana um site que disponibiliza 3.000 livros para download - as obras estão no endereço www.brasiliana.usp.br.

Entre os títulos, estão livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.

Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden.

33 anos do Rei do Rock

OBITUÁRIO DO ROCK


Com 33 filmes na carreira e carisma que ainda angaria fãs no mundo todo, Elvis Presley está no rol dos astros mais importante do universo pop - Por André Azenha - 14/14/2008 | 11:58 - As opiniões sobre o “Rei do Rock” são distintas: enquanto alguns o vêem como um “pobre garoto sulista burro com um empresário paizão” (segundo Lester Bangs), há quem o achasse tão carismático quanto Rodolfo Valentino. Sua morte, em 16 de agosto de 1977, só evidenciou o culto à sua figura, mesmo ele tendo vivido uma fase decadente nos últimos anos de vida. Foi na esteira desse “aniversário” que uma penca de DVDs chegou ao mercado nacional ano passado, entre inéditos em vídeo e novas versões “reembaladas”. Elvis fez 33 filmes durante a vida, um recorde para quem a crítica dizia não saber atuar. Seus longas arrecadaram centenas de milhões em bilheteria e nem podia ser diferente – ele é o artista que mais vendeu discos até hoje, com mais de um bilhão de álbuns comercializados. Carisma pouco é bobagem. Ninguém discute que Elvis é o cara mais importante da música pop, quiçá do “universo pop” tal qual o conhecemos hoje. Além de cantar pra burro, tinha o rebolado certo na hora certa e foi o grande responsável pela principal revolução musical e adolescente no século XX. Sem ele, e isso é um clichê, mas é pura verdade, nada do que veio depois, seja punk, pop, metal ,etc teria visto a luz do sol. Não existia antes e nem surgiu depois quem despertasse tanto a imaginação e a libido em corações e mentes juvenis. Bem produzidas ou não, suas obras cinematográficas tinham tudo o que um garoto adora ver: o herói cercado por garotas lindas e gostosas, vivendo aventuras radicais e andando em carrões. Dessa batelada de DVDs, alguns merecem destaque especial. Para começar, chega o filme que melhor captura a energia do jovem Elvis, O Prisioneiro do Rock (1957). Favorito dos fãs, integra a chamada “trilogia rebelde” dos anos 50, que retrata o cantor como transgressor e incompreendido, na linha de “Juventude Transviada” – que ele idolatrava. Em O Prisioneiro do Rock, o astro vive um jovem que, após ser enviado à prisão por ter matado acidentalmente um homem, decide cantar atrás das grades. Mas as coisas se agitam quando uma bela caçadora de talentos surge pelo caminho. Destaque para a antológica cena da canção ‘’Jailhouse Rock’’, que foi coreografada pelo próprio Elvis. Reprisada várias vezes na TV, ao longo dos anos, acabou virando um dos primeiros videoclipes. Tornou-se tão popular que em pelo menos duas oportunidades foi homenageada no cinema: em The Blues Brothers (1980), com John Belushi e Dan Aykroyd, onde a canção “Jailhouse Rock” também é executada em uma prisão, e no divertidíssimo Cry Baby (1990), com Johnny Depp bancando o roqueiro de topetão, novamente no interior de um presídio. Em 2004, O Prisioneiro do Rock entrou para o “Registro Nacional de Filmes” (United States National Film Registry) dos EUA, consolidando sua importância histórica. Entre 1958 e 1960, o roqueiro esteve no exército, período no qual conheceu sua futura esposa Priscilla. Quando retornou do serviço militar, substituiu a imagem de rebelde pela de bom moço, passando a exe-cutar um repertório “mais calmo”, canções de inspi-ração gospel e baladas românticas como ‘’Are You Lonesome Tonight?’’ e ‘’Can’t Help Falling in Love’’.


http://www.revistao grito.com/ page/wp-content/ uploads/2008/ 10/elvis. jpg

Entre os lançamentos em DVD da década de 60, chama atenção o famoso Amor a Toda Velocidade (1964), em que o ídolo contracena com Ann-Margret e canta a clássica ‘’Viva Las Vegas’’. A imprensa chegou a anunciar que os dois iam casar. De fato, a química do casal quase incendeia a tela e levou o empresário “paizão” Coronel Tom Parker a brigar com o diretor, o experiente George Sidney. Outra curiosidade, Viva um Pouquinho, Ame um Pouquinho (1968) chama atenção por suas “ousadias”. A última parceria entre Elvis e o diretor Norman Taurog, responsável por uma dúzia de comédias leves do artista, é o único de seus filmes a realmente lidar com a trilogia sexo, drogas e rock’n’roll e inclui uma trilha diferenciada, com incursão ao rock psicodélico, bossa nova do brasileiro Luis Bonfá e o single “A Little Less Conversation”, que na época foi o menos vendido da carreira de Elvis, mas virou um fenômeno e número 1 em vários países no século 21. Os filmes de Elvis viraram “um gênero próprio”, inspirando as produções da “Turma da Praia”. Eram divertidos, mas Elvis concordava com a crítica, que os achava descartáveis. “Obrigado” pelo Coronel Parker a largar os dramas por comédias musicais, o roqueiro caiu em depressão e nas drogas. Além de uma saúde debilitada (fato evidenciado pelo ganho de peso), houve o estouro dos Beatles – segundo o próprio John Lennon, o quarteto não teria existido sem Presley –, que começou a lhe roubar o público.


http://www.revistao grito.com/ page/wp-content/ uploads/2008/ 10/elvis_ presley-getty_ images-blue. jpg

Mas Elvis nunca desapareceu por completo. Após a morte, o cantor continuou nas telas, em inúmeras homenagens e documentários, como “Elvis – O Ídolo Imortal”, que traz, inclusive, cenas de seu funeral. Sua morte paralisou os EUA. Mas 30 anos depois é como se ele continuasse em plena atividade. O relançamento de seus hits ainda chega ao primeiro lugar de diversas paradas internacionais e, este ano, Elvis até voltou a aparecer na TV “ao vivo”, num dueto do além (na verdade, via rotogravura) com Celine Dion no programa de maior audiência dos EUA, “American Idol”. Elvis morreu, mas não saiu de cena.

ALGUMAS PAGINAS DE REVISTAS

http://3.bp. blogspot. com/_GDwdIvE46As /RlO4rX5kAWI/ AAAAAAAABA8/ 7xdS-3z-23s/ s1600/18a11- Elvis-ilus% C3%A3o.JPG

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http://3.bp. blogspot. com/_GDwdIvE46As /RjwjI7KtM6I/ AAAAAAAAA0U/ HicZcprlt5o/ s1600/2a- Elvis-ilus% C3%A3o.JPG

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http://3.bp. blogspot. com/_GDwdIvE46As /RsS9ekzycLI/ AAAAAAAABe4/ 19fHRdOSgdw/ s1600/ElvisFuner al.a.jpg

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Site da USP disponibiliza 3.000 livros

FSP, Ilustrada, em 20/06/2009.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2006200922.htm

LITERATURA

Site da USP disponibiliza 3.000 livros

DA REPORTAGEM LOCAL

A Reitoria da USP lançou nesta semana um site que disponibiliza 3.000 livros para download - as obras estão no endereço www.brasiliana.usp.br.

Entre os títulos, estão livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.

Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden.


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Cláudia Andréa Prata Ferreira

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Filho de John Lennon diz que odiou seu pai

Julian, filho do primeiro casamento de Lennon, chegou à conclusão de que a raiva foi perda de tempo

O cantor Julian Lennon, filho de John Lennon com sua primeira esposa, Cynthia Powell, disse ter chegado à conclusão de que "a raiva e o ódio são uma grande perda de tempo" e que, se seu pai estivesse vivo, o abraçaria.

Em declarações publicadas hoje pelo jornal italiano "La Stampa", Julian, que inaugura hoje em Liverpool uma exposição de objetos pertencentes a seu pai chamada "White Feather Exhibition", explica que "converteu em energia positiva" o ódio que antes sentia em relação a seu pai por ter sido abandonado por ele.

"Se meu pai entrasse agora por aquela porta, nos abraçaríamos e choraríamos juntos", diz Julian na entrevista.

Durante anos, o filho mais velho de John Lennon atacou a imagem de seu pai. Em 2000, no 20º aniversário da morte do ex-Beatle, Julian afirmou que ele "podia falar de paz e amor ao mundo, mas nunca os mostrou para as pessoas mais próximas".

No entanto, desde então, se reconciliou com Yoko Ono, a segunda esposa de Lennon e a qual considerava como a ruína de sua família.

Julian também agradece a Paul McCartney por ter escrito a música "Hey Jude", dedicada a ele em seu quinto aniversário, por causa do divórcio de seus pais, e diz que só soube que era o protagonista da letra da canção com 15 anos de idade, quando sua mãe lhe contou isso.

"A música me fez entender que eu não era o único que estava fora do lugar. Meu pai perdeu sua mãe duas vezes, aos 5 anos, quando ela o deixou, e aos 17, quando ela morreu em um acidente de trânsito", conta Julian.

John Lennon foi casado com Cynthia Powell entre 1962 a 1968. Julian é o único filho do casal e nasceu em 1963.

Lennon se divorciou de Powell em 1968, quando conheceu a artista japonesa Yoko Ono, com quem se casou um ano depois e teve outro filho, Sean, também cantor.

GOOGLE HOMENAGEIA MEMORIA DE STRAWINSKY!

http://img44.imageshack.us/img44/6817/17junho.jpg

terça-feira, 16 de junho de 2009

Tesouro brasileiro na internet

Especiais

Tesouro brasileiro na internet

18/6/2009

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Foi lançado oficialmente, na última terça-feira (16/6), o projeto Brasiliana Digital, que disponibilizará pela internet, com acesso livre, a coleção de cerca de 40 mil volumes da Biblioteca Guita e José Mindlin, doada à Universidade de São Paulo (USP) em 2006, além de outros acervos da USP.

A versão inicial, que já está funcionando, oferece acesso a 3 mil documentos da coleção reunida por Mindlin ao longo de mais de 80 anos. O lançamento do projeto, realizado em conjunto com uma homenagem ao bibliófilo, ocorreu durante a cerimônia de abertura do seminário Livros, Leituras e Novas Tecnologias, no Museu de Arte de São Paulo (Masp), na capital paulista.

“Desde que comecei a coleção, já sabia que a biblioteca não podia ser para sempre um patrimônio particular. Estava claro que éramos depositários e formadores desse conjunto, mas sem o viés da propriedade. Como toda minha família tem forte relação com a USP desde a década de 1930, quando entrei no curso de Direito da universidade recém-inaugurada, não tive dúvidas sobre a escolha da instituição para a qual deveria doar esse patrimônio”, disse Mindlin.

A fase piloto de implantação do projeto conta com apoio da FAPESP, por meio da modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular. Os recursos fornecidos pela Fundação permitiram a compra de um sistema integrado de digitalização robotizada de livros encadernados.

“O robô foi adquirido em janeiro e neste primeiro semestre parte da nossa equipe foi para os Estados Unidos receber treinamento para operá-lo. Há sete semanas estamos trabalhando com ele. O robô permite digitalizar cerca de 2,4 mil páginas por hora, o que equivale a cerca de 40 livros por dia”, disse Pedro Puntoni, professor do Departamento de História da USP e coordenador da Brasiliana Digital, à Agência FAPESP.

A Biblioteca Guita e José Mindlin reúne diversos tipos de livros, folhetos e manuscritos sobre assuntos brasileiros. “O acervo cobre áreas como literatura, prosa e poesia, história, relatos de viagens, crítica literária, ensaios, filologia, dicionários, obras de cronistas, história natural, botânica e zoologia. Nem tudo está em português, mas tudo diz respeito ao Brasil”, explicou Puntoni.

Segundo ele, o projeto permitirá aliar a conservação das obras – muitas delas com vários séculos de existência – e a universalização do acesso a elas. “O governo brasileiro, em suas três esferas, tem investido muito em inclusão digital, que deverá aumentar imensamente a parcela da população brasileira com acesso à internet. A Brasiliana Digital dará acesso a esse acervo riquíssimo, preservando-o ao mesmo tempo”, afirmou.

O historiador explicou que ainda não há previsão do tempo necessário para a digitalização integral do acervo doado por Mindlin. Mas, com a tecnologia de digitalização avançada e um sistema de gestão de informação adequado, a equipe está pronta para ampliar o ritmo do projeto.

“Como o prédio no qual o acervo será instalado ainda não está pronto, não pudemos ainda definir a dinâmica do processo. O robô, apelidado pela equipe de Maria Bonita, é operado por conservadores. Quando lidamos com um livro do século 16, por exemplo, temos que diminuir o ritmo. Estamos ainda aprendendo a lidar com o equipamento”, disse.

O projeto recebeu da FAPESP até o momento cerca de US$ 980 mil, usados para a compra do robô e apoio a 15 bolsistas. Segundo Puntoni, a equipe envolvida com o projeto tem cerca de 30 integrantes, entre pesquisadores, bibliotecários, analistas e programadores.

A base do projeto Brasiliana Digital, segundo Puntoni, é o projeto Brasiliana USP, coordenado por István Jancsó, do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP. “A Brasiliana USP é um projeto da reitoria da USP que permitirá o acesso para pesquisa e ensino da maior coleção de livros e documentos de e sobre o Brasil custodiada por uma universidade em escala mundial, tornando-a disponível na internet”, explicou Puntoni.

Para abrigar o acervo doado por Mindlin e a nova sede do IEB, a Brasiliana USP está construindo um edifício com cerca de 20 mil metros quadrados no centro da Cidade Universitária, em São Paulo. O projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb, com a assessoria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.

“O contrato com a construtora prevê o prédio pronto no fim de outubro, incluindo toda a parte estrutural, como ar-condicionado, cadeiras do auditório, elevadores, etc. A partir daí será preciso trabalhar na instalação de equipamentos, sistemas de segurança e no acabamento. Acreditamos que em 2010 o novo prédio estará operacional”, disse Puntoni.

A parte do prédio onde ficará o IEB, no entanto, deverá levar aproximadamente mais dois anos para ser finalizada. “A parte da construção voltada à coleção Mindlin foi privilegiada, para podermos trazer logo o acervo. Precisaremos ainda levantar recursos para a finalização da outra parte”, disse.

Integração digital

Segundo Jancsó, a concepção básica do projeto Brasiliana USP parte da ideia de criar uma estrutura de conservação de uma parcela do patrimônio cultural da nação, que é a Biblioteca Guita e José Mindlin.

“A partir daí, poderemos investir na conservação do extraordinário acervo documental guardado pela USP. A universidade tem, em suas bibliotecas, cerca de 6,5 milhões de livros. Tudo isso hoje está à disposição dos interessados quase que exclusivamente mediante acesso presencial”, disse.

A ideia do projeto, segundo Jancsó, é contribuir para a conservação de todo o acervo da USP por meio da constituição de um centro de formação de restauradores que levará o nome de Guita Mindlin – a esposa de José Mindlin, morta em 2006 aos 89 anos, pioneira nas ações de restauro de livros e documentos no Brasil.

“Por outro lado, é papel da universidade pública fazer com que a visão patrimonial seja superada e fazer com que esse acervo custodiado pela USP possa estar ao alcance, de modo universal e irrestrito, a todos os brasileiros interessados”, afirmou.

De acordo com Jancsó, os acervos do IEB e da Biblioteca Guita e José Mindlin são complementares e, juntos, deverão formar a principal coleção existente de livros e documentos voltados aos estudos brasileiros. “A construção desse prédio no centro da USP resgata a ideia de que essa universidade foi criada para pensar o Brasil”, disse.

Jancsó conta que a USP investiu R$ 15 milhões para a construção do novo prédio e o projeto captou mais R$ 18 milhões junto a fundações e recursos provenientes de mecanismos de renúncia fiscal. Já os recursos da Brasiliana Digital foram integralmente fornecidos pela FAPESP. “Agora, conseguimos autorização para captar mais R$ 11 milhoes pela lei Rouanet, para finalizar a obra. E vamos ter que buscar mais recursos. A obra é do tamanho do projeto”, destacou.

O site Brasiliana USP reúne informações sobre o projeto, sobre a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin e Brasiliana Digital, com destaques como o primeiro livro impresso no Brasil (A Relação da Entrada[...], por Antonio Isidoro da Fonseca), cenas da vida urbana de Jean-Baptiste Debret (1768-1848) e o relato do marinheiro Hans Staden (1525-1579), de 1557.

“A edição de 1557 de Marpurg é a verdadeira primeira edição da obra de Hans Staden. Comprei-a encadernada com mais três livros (Varthema, Federman e um romance de cavalaria alemão), numa encadernação de 1558. A biblioteca possui também uma edição pirata de Frankfurt, provavelmente do mesmo ano, que, não dispondo das matrizes da primeira edição, foi ilustrada com gravuras da viagem de Varthema ao Oriente, sem qualquer relação com o Brasil e com os índios”, disse Mindlin.

Brasiliana Digital: www.brasiliana.usp.br/bbd.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

30 anos sem Elvis: o que disse a BBCBrasil

Da BBCBrasil - Milhares de pessoas estão se reunindo em Memphis, nos Estados Unidos, para o começo de uma semana com uma série de eventos para marcar os 30 anos da morte de Elvis Presley. A Elvis Week ("Semana Elvis", em tradução livre) começou com um concurso de imitadores do Rei do Rock, que morreu no dia 16 de agosto de 1977. Graceland, a mansão onde Elvis morava, está se preparando para uma semana cheia de shows e tributos especiais.A expectativa é de que 50 mil pessoas visitem Memphis na quarta-feira, quando uma vigília à luz de velas será realizada na mansão do cantor.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

29 years... in Memory

Sunday, August 20, 2006 - No passado dia 16 de Agosto recordou-se, mais uma vez, a morte de um fantástico músico que decididamente se fez notar, com um grande destaque, no panorama musical. Fez, na passada quarta-feira, 29 anos que morreu Elvis Presley em 1977. A sua vida é relembrada até aos dias de hoje pois, para além de se ter tornado um 'icon' em vida e simbolo da música dos anos 50, ficou conhecido como o marco que deu alma ao inicio do rock'n'roll com os seus temas de inspiração gospel, r'n'b, blues e country. Presley vendeu mais de 100 milhões de discos e até hoje continua a ser influência para inúmeros artistas. Em vida foi galardoado com 131 discos de platina e recebeu 14 nomeações para os prémios Grammy, dos quais Elvis venceu três, um deles pelo conjunto da sua obra.

http://brevesnotici as.blogspot. com/2006_ 08_01_archive. html

Grécia recusa pegar emprestado frisos de mármore do Partenon

ATENAS, Grécia, 11 Jun 2009 (AFP) - A Grécia recusou nesta quinta-feira uma proposta do British Museum de emprestar-lhe os frisos de mármore do Partenon, arduamente disputados, considerando que se aceitasse estaria "legalizando sua pilhagem no século 19 por um diplomata britânico".

"O governo, assim como teria feito qualquer outro governo grego, se viu forçado a recusar a oferta", disse em um comunicado o ministro grego da Cultura, Antonis Samaras.

"Aceitar a oferta equivaleria a legalizar a pilhagem destes mármores e o saque do monumento há 207 anos", acrescentou o ministro.

O comunicado de Antonis Samaras respondeu assim à porta-voz do British Museum, Hannah Boulton, que declarou quarta-feira que o museu emprestaria os mármores à Grécia por três meses.
http://entretenimen to.uol.com. br/ultnot/ afp/2009/ 06/11/ult32u2081 1.jhtm

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Estoque regulador cultural

Júlio Medaglia

Não é função do Estado comprar e vender feijão. Mas, se por algum acontecimento atípico - climático, mercadológico ou político - o alimento faltar ou atingir preços estratosféricos, o Governo tem o dever de intervir na área. Em geral adquire grande quantidade do produto no exterior, o estoca e vai abastecendo gradativamente o mercado até que ele se regularize - daí "estoque regulador". Como sabemos, o Poder Público tem funções específicas como as de cuidar da saúde, construir estradas, legislar, segurança nacional, educação etc. Sabemos também que produzir cultura é uma atribuição da sociedade. Mesmo porque, no século XX, quando alguns governos mais deslumbrados, de externa esquerda ou direita, se manteram a produzir cultura e mesmo a apontar os caminhos estéticos dessa produção, o resultado foi desastroso.

Mas, se na movimentação cultural, quando a economia de mercado, ao invés de criar condições para a criação e veiculação do bem de consumo artístico de alto repertório, permite ou mesmo atua no sentido de sua deterioração, por ser um componente vital da sociedade, o Poder Público deve, como no caso do feijão, intervir. E isto não significa ditar regras estéticas e sim criar mecanismos para que a boa produção cultural possa ser feita naturalmente por pessoas de talento e oferecida à população.

Neste início de século e de uma psicológica "nova era", o desafio cultural é o de enfrentar os grandes conglomerados que movimentam a economia de mercado no mundo, já que estes atuam no sentido da utilização dos bens culturais e seus subprodutos como objetos meramente mercadológicos. A tendência é de transformar tudo num gigantesco aparato de entretenimento, rico em efeitos pirotécnicos com sofisticada produção, para que tudo alimente ininterruptamente essa máquina globalizada e o princípio do "consuma e descarte". Ora, a criação intelectual joga com o componente sensível da alma humana, com dinâmica própria, portanto não pode ser tratada com os mesmos princípios com os quais se produz um simples parafuso.

Intervenção do Estado significa: subsidiar ou mesmo criar escolas de música; insistir para que o ensino musical volte ao banco escolar para que o jovem conheça as dimensões do universo cultural; criar leis que facilitam a iportância de instrumentos, livros ou equipamentos de produção cultural; insentar de taxas empresas que produzem eventos de qualidade; restaurar, transformar ou construir espaços para a exibição artística; captar recursos para produção de festivais, e assim por diante.

Temos alguns casos isolados significativos no País. No Pará, por exemplo, o Governo do Estado está restaurando de cima a baixo o belíssimo Teatro da Paz, construído no final do século XIX. Pretende inaugurá-la no início do próximo ano, assim como dotá-lo de orquestra de alta qualidade. Em Belém produziu-se em 2001 festivais de canto e de composição com ampla participação de jovens artistas, com grande de êxito. Em Manaus criou-se há quatro anos uma sinfônica de qualidade internacional para o Teatro Amazonas. Com o trabalho de ensino daqueles músicos, hoje a cidade possui 4 orquestras jovens, 2 big-bands de música popular e inúmeros conjuntos que se espalham pela cidade. Há também um significativo festival anual de ópera. Em Joinville, um prefeito absolutamente consciente da necessidade da atuação do poder do Estado na movimentação cultural, trouxe me moscou não apenas a grife Bolshoi, mas todo o know-how da dança daquela tradicional casa, através de professores, do currículo e até de pianistas que lá atuavam. Aqui em São Paulo, também com verbas públicas, tivemos oportunidade de presenciar uma revolução na área da produção de música sinfônica. O Estado não só construiu um espaço apropriado, mas também, uma orquestra de padrão internacional. Incluindo aí um esquema de produção cuja estrutura e atuação é comparável ao de grandes instituições mundiais.

É bom que se diga que, nos países europeus o Estado investe pesadamente em cultura, mesmo porque o retorno, através de bilheteria, impostos e taxas, é maior que o investimento feito. Por essa razão é que lá, os ministérios de cultura e turismo são um só. Em outras palavras, se o estoque regulador do feijão apenas nornatiza o mercado, o da cultura pode dar lucro. Quem diria, heim?!...

http://www.projetomusical.com.br/artigos/index.php?pg=artigo_14

Capes e Elsevier oferecem acesso livre a artigos brasileiros

Dentro de alguns meses, os artigos científicos escritos por pesquisadores brasileiros em periódicos da editora holandesa Elsevier poderão ser consultados livremente no mundo inteiro

Desde janeiro deste ano, quando um autor submete um manuscrito para publicação em um periódico da Elsevier, ele tem a opção de escolher se o artigo pode ou não ter seu acesso liberado. Para isso, é necessário que ele esteja afiliado a uma instituição de ensino e pesquisa brasileira e que tenha seu trabalho financiado com verbas públicas.

Será a Capes quem vai indicar quais artigos ficarão disponíveis para consulta. A liberação acontecerá após um período, que varia conforme a área do conhecimento da pesquisa publicada.

"O acordo é um reconhecimento da importância da parceria entre Capes e Elsevier no desenvolvimento da Pesquisa no Brasil e busca contribuir para que o país continue alcançando novos patamares de excelência em ciência e tecnologia", afirmou Dante Cid, diretor regional de Vendas e Marketing da América do Sul da Elsevier.

Segundo ele, a solução vai aumentar ainda mais visibilidade da produção científica brasileira, que estará disponível inclusive para pesquisadores e instituições que não têm acesso ao Portal de Periódicos.

O Portal de Periódicos pode ser acessado no site: http://www.periodic os.capes. gov.br/

Elsevier

A Elsevier é uma das mais antigas editoras do mundo, líder global em publicações de saúde, ciência e tecnologia. Com sede em Amsterdam, na Holanda, a editora possui mais de sete mil funcionários em 77 escritórios de 24 países, atendendo a uma comunidade de 30 milhões de cientistas, estudantes e profissionais de informação e saúde em todo o mundo.

Ao todo, a Elsevier publica mais de dois mil periódicos e 1.900 novos livros por ano, além de oferecer produtos eletrônicos inovadores, como o ScienceDirect, o Scopus e o MD Consult, entre outros.
(Informações da Assessoria de Comunicação da Capes)

terça-feira, 9 de junho de 2009

gente, le isso....muito hilario...se fosse no Brasil eu tava f*****

Music Piracy Suit Against N.Y. Family Is Settled for $7,000


Published: April 27, 2009

After battling a suburban family for four years over music downloads, the recording industry has agreed to accept $7,000 to settle a federal music piracy lawsuit.

If approved by a judge, the settlement would end a four-year fight between record companies and the family of Patricia Santangelo, 46, a mother of five, who lives in Wappingers Falls, N.Y.

She was accused of illegally downloading and distributing music, but she says she could not have downloaded anything because she did not know how.

She was one of thousands of people sued in the Recording Industry Association of America’s antipiracy campaign, and she refused to settle. Instead, she took her case to national news outlets and became a heroine to supporters of online freedom. An Internet campaign raised about $15,000 for her defense.

The industry eventually dropped its suit against the mother. But it filed a new one against two of her children, Michelle and Robert, ages 20 and 16 at the time.

The new lawsuit said the children had downloaded and distributed more than 1,000 songs, including “MMMBop” by Hanson and “Beat It” by Michael Jackson.

It said that Michelle had admitted piracy in a deposition and that Robert had been implicated by a family friend. They denied wrongdoing.

Under the terms of the settlement, filed in court in White Plains late Friday, the Santangelos will pay $7,000.

They paid half the amount April 20 and are to make six payments of $583.33 by October.

“We are pleased to have reached an agreement with the Santangelos,” Cara Duckworth, a spokeswoman for the R.I.A.A., said in an e-mailed statement. Asked how much had been spent to win the $7,000 settlement, and whether it was a victory, she said, “We don’t break out costs per case, and it’s not a question of it being ‘worth it’ or a ‘victory.’ ”

She said the lawsuit had succeeded in showing that breaking the law has consequences and in steering music fans toward legal online services “that fairly compensate musicians and labels.”

Jordan Glass, a lawyer for the family, said the Santangelos had never admitted wrongdoing, and that with both Santangelo children now in college, the settlement offer was accepted to control costs.

http://www.nytimes.com/2009/04/28/business/media/28piracy.html?scp=4&sq=hanson&st=nyt

When Shakira Calls, Even the Shy Appear

Luis Acosta/Agence France-Presse — Getty Images

Carlos Slim Helú, Shakira and Howard Buffett, seated from left, at a press conference in Mexico City to promote an early-childhood education foundation

Published: May 18, 2008

The Mexican telecommunications billionaire Carlos Slim Helú does not seem to like appearing in public, but he apparently could not resist an invitation from the Colombian pop star Shakira and about a dozen other Latin music stars.

Mr. Slim was on hand in Mexico City for the announcement of two free rock concerts to raise awareness of ALAS, a foundation started by Shakira and other musicians. The concerts were scheduled to be held on Saturday in Mexico City and Buenos Aires.

The goal of ALAS, which means “wings” in Spanish, is to press business leaders and governments to finance early-childhood development programs in Latin America. The foundation claimed a major success on Thursday: Mr. Slim pledged $110 million to children’s programs.

Mr. Slim sat stiffly in a leather chair during the press conference last week, but he appeared to loosen up backstage when Shakira planted a kiss on his cheek.

Also in attendance was Howard Buffett (son of the billionaire Warren E. Buffett), who pledged $85 million to existing Latin American projects.

“When Shakira calls, you show up, so here I am,” said Mr. Buffett, who noted that he did not usually publicize his philanthropy.

ELISABETH MALKIN

ADVICE FROM THE BIG NAMES When it comes to money matters, who better to steer professional women from common mistakes than Pearl Meyer, the executive compensation expert, or Alexandra Lebenthal, a third-generation investment adviser?

One of the biggest errors women make, Ms. Meyer said, is that they “undersell their value.” Ms. Lebenthal, meanwhile, cautioned that “even the smartest women, and even those who have conquered compensation, still take a back seat when it comes to investing.”

The two spoke at a recent gathering organized by the legal recruiters Greene-Levin-Snyder and held at Kentshire Galleries, an antiques and jewelry store in Manhattan.

Coincidentally, both Ms. Meyer and Ms. Lebenthal have the distinction of knowing what it’s like to lose their names, professionally speaking.

When Ms. Meyer sold the firm bearing her name to Clark Consulting in 2000, she relinquished professional rights to her name, and now works at a firm named for her longtime business partner, Steven Hall.

In 2001, the Lebenthal family sold its name, along with its business, to the Advest Group, which was acquired by Merrill Lynch in 2005. Ms. Lebenthal ultimately persuaded an executive at Merrill to allow the family to use its name in a new wealth management and bond business.

When she finally got her name back last fall, “I was complete again,” Ms. Lebenthal said.

ELLEN ROSEN

HIP-HOP HUB Within the business world, Russell Simmons is not known for sitting still. Mr. Simmons, who founded the Def Jam music label and the Phat Farm clothing brand, among other ventures, is training much of his attention these days on a new Web site called Global Grind.

The purpose of the site, in which is he a major investor, is “to connect the hip-hop generation — motivate them politically and socially,” he said.

The site includes crowd-pleasing links to gossip, and sections on entertainment, sports and fashion (along with ads for his new clothing collection, Argyleculture, and his recent book, “Do You!”).

But Mr. Simmons says he also hopes the site will mobilize young people to become involved in the coming election — he supports Barack Obama for president — and to take big and little steps to save the environment, even if it’s just “to turn off the water while we’re brushing our teeth,” he said.

PHYLLIS KORKKI

STEPPING DOWN Henry Samueli, co-founder of the chip maker Broadcom, stepped down as the company’s chairman last week after the Securities and Exchange Commission charged him and another company co-founder, Henry T. Nicholas III, with improperly backdating stock options between 1998 and 2003. Because of backdated options, regulators said, the company failed to record more than $2 billion in compensation expenses.

Mr. Nicholas resigned as chief executive in 2003. Mr. Samueli, who owns the Anaheim Ducks hockey team, also served as Broadcom’s chief technology officer. The company said he would take a leave of absence from that post.

In April, Broadcom as a company agreed to pay $12 million to settle charges over the backdated options. The company did not admit or deny wrongdoing.

Mr. Samueli’s lawyer, Gordon A. Greenberg, said that a 2006 audit, commissioned by outside board members, cleared his client of wrongdoing. Mr. Nicholas’s lawyer declined to comment.

ELIZABETH OLSON

Shakira’s Children

Shakira’s Children

Joachim Ladefoged/VII, for The New York Times

Homecoming: Shakira (left) outside the Pies Descalzos school in Barranquilla, Colombia, the night before the school’s dedication in February. She has built five schools in her country since 2004.

Published: June 2, 2009

Last October, on the plane from Miami to San Salvador, Shakira stared into her MacBook, pondering. The next morning, she was to give a speech on the importance of early-childhood development to an Ibero-American summit meeting that would gather most of the heads of state of Latin America as well as the prime minister and king of Spain, the prime minister of Portugal and a select group of somewhat lesser dignitaries.

Joachim Ladefoged/VII, for The New York Times

No hooky here: Shakira's fans await her arrival at the school.

This was not the usual venue for Shakira Mebarak Ripoll of Barranquilla, Colombia. That would be stadium-size, and could be anywhere in the world, filled with thousands and thousands of fans, the people who have made her among the biggest-selling female vocalists on the planet. But Shakira has this other side — she began charitable work right after she had her first big hit, at 18 — and two years ago she, her longtime boyfriend, Antonio de la Rua, and some of their friends conceived the idea of a loose union of Ibero-American singers, called ALAS (“wings” in Spanish), which would use the power of their fame to mobilize fans, and the politicians fans vote for, to advance the cause of early-childhood development. Since then they had rallied most of the biggest pop stars in the Spanish-speaking and Portuguese-speaking worlds; held enormous concerts in Mexico and Argentina; gained the philanthropic support of some of Latin America’s richest families (as well as Warren Buffett’s son Howard); and captured the attention of a good number of heads of state. Now, flying down to El Salvador, staring at her Mac, she was, perhaps, approaching her moment of political breakthrough.

“It’s already too long!” she said, smiling resignedly as she typed out her speech. “And I still have more I want to say.” Tap tap tap. At the back of the eight-seater plane was the Spanish megastar Alejandro Sanz, scratching out his own speech, his girlfriend next to him, in a leggy bundle, nursing a bad cold. His relaxed focus contrasted with Shakira’s nervousness, and periodically Shakira ribbed him about it, which made him grin. Tap tap tap.

She turned back to look at him. “I’m afraid,” she said in Spanish, her face momentarily still.

Y por qué?” Sanz asked.

“Because it’s so important.”

The little group — a publicist, a manager, an aide, the already mute girlfriend — went silent. Then Shakira returned to her speechwriting as we passed above Cuba.

Celebrity philanthropy, rock ’n’ roll philanthropy, is no longer a novelty, but what Shakira and ALAS were trying was indeed new. They were looking to use the power of pop to help the populations not of distant impoverished lands but of the Ibero-American world from which they come. They have a policy focus — early-childhood nutrition, education and medical care — that is on a scale beyond the reach of private charity. It requires the steady effort of the state. It cannot be addressed by rich countries’ check-writing. So the trick is to take pop celebrity, marry it to big business and permanently alter the way Latin American governments help care for the young and the poor. What the golden-haired young woman staring at her laptop was trying to do was a tall order, given the fragility of celebrity influence, the dubious track record of Latin American governments in providing social services and the lengthening shadow of a global recession that was straitening everyone’s budget. But she is not someone whom it would be reasonable to underestimate.

Shakira’s normal manner is intense and preoccupied, with interruptions of bright enthusiasm; but with fans she is all attentive patience. As she prepared to exit the plane in San Salvador, she kept her back to the small crowd of airport employees, adjusted her hair and composed her features. Then she flipped the charisma switch, turned, released the full wattage of her brilliant smile and descended the stairs.

Once we were in the S.U.V.’s, the pace quickened. We had an armed escort, sirens blared and we moved very fast along a narrow road past brightly colored hammocks strung up inside fruit and vegetable stands made of boards and rusting tin. She told me in English that she had been here before, “many times.” She said that with her first and second albums — actually her third and fourth, but she doesn’t like to speak of the first two — she toured constantly through Latin America, “to every radio station, even the smallest,” slowly building an audience. Her theory, which would have meshed well with her somewhat extreme work ethic, was that the hard effort would pay off in loyalty.

“All an artist needs,” she added, by way of explanation, “is her fans.” The odd thing was that she looked so sad when she said it.

That third album, “Pies Descalzos” (“Barefoot”), came out when Shakira was 18. It was a huge hit, and she quickly took some of the profits and put them into projects for feeding and educating children in Colombia. The chorus of the title track begins, “You are part of an ancient race/With bare feet and blank dreams/You were dust, you will be dust.” Not all her songs have this kind of melancholy, but a lot of them do. While her high-energy, hip-slinging persona has taken her fame to the heights, it is this very intimate, often suffering, sometimes insecure and wised-up voice that won her fans as she trooped along the byways of Central and South America, one radio station at a time.

Speeding along in the S.U.V. past the rickety roadside stalls of San Salvador, Shakira kept her focus on practical policy: “It has been scientifically proven,” Shakira said — as Bono told me in an e-mail message, “When she gets going on the subject of child poverty she can be pretty scary” — “that a kid that receives proper stimulation and nutrition during these early years will develop all their potential in life: intellectual skills, learning abilities, social and emotional abilities. . . . So many other countries in Asia or in Europe are already putting early-childhood development at the top of their agendas, and we want our heads of state to do the same.” To that end, she told me she would insist on obtaining promises of action and the establishment of an early-childhood working group at this year’s Ibero-American Summit. “We want that every president walks out with a firm commitment. We want to make sure that they will go back to their countries with those children between zero and 6 years old in their minds, and understanding very well what early-childhood development initiatives mean.”

The meeting’s working committee would, helped by ALAS’s research wing in New York and a more political headquarters in Bogotá, establish and define best practices and help states develop pilot projects in at least five countries. Shakira explained that “the idea is that this committee could report back during the next summit in Portugal in 2009,” looking back on what was accomplished or at least presenting “a very concrete plan” for future accomplishments, to be agreed and acted on before the 2010 meeting. Of course, even the most concrete plans can vanish into a bureaucratic void. Much depended on how strong the committee’s pulse would be, under the leadership of Enrique V. Iglesias, a former head of the Inter-American Development Bank (for more than 17 years) and once Uruguay’s foreign minister. A great deal also depended on how well ALAS’s Bogotá office was able to bird-dog projects and generally keep momentum up when there were no pop stars around.

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Joachim Ladefoged/VII, for The New York Times

Statues don't lie: A sculpture of Shakira outside Barranquilla stadium.

In private or public, Shakira often uses the sound bites of the expert social entrepreneur. “I grew up in the developing world, I grew up seeing injustice,” she told me. “I grew up in the middle of a severe social crisis, left and right wings fighting with each other, people in the middle caught in the crossfire. I’ve seen millions of people displaced in Colombia. But I’ve also seen that, in countries like mine, when a child is born poor, he will die poor, unless he receives an opportunity. That opportunity is education. It’s that helping hand that they’re looking for. Latin America is a young continent, it’s malleable, it’s flexible. We still can change.”

ALAS may seek to change Latin America, but it also represents something very traditional — the power of concentrated wealth. Its president, Alejandro Santo Domingo, is the 32-year-old scion of Colombia’s formidable Santo Domingo family. The vice presidents are Shakira’s boyfriend, de la Rua, who is a son of a former president of Argentina, and Alejandro Soberón, a very successful Mexican entertainment promoter and developer. He is a business associate of Carlos Slim, one of the world’s richest men (and a prominent stakeholder in The New York Times). Slim is on ALAS’s board, as are Joseph Safra (Brazilian banker and investor), Alejandro Bulgheroni (Argentina; oil and gas), Emilio Azcárraga (Mexico; broadcasting) and Stanley Motta (Panama; airlines). Latin America is run by families, and together the ALAS board accounts for a significant portion of the region’s economy. Could Latin America’s richest philanthropists succeed in reducing its crushing levels of inequality when generations of strongmen, technocrats, guerrillas and reformers have failed?

Over the past decade, Latin American governments have increased their spending on primary and secondary education, which have improved significantly. But early childhood was much less of a priority, and according to Inter-American Development Bank (I.D.B.) figures, 46 million children in Latin America under the age of 6 are going without basic health care and education. Governments have been working on early-childhood development more in the past five years, although it remains an immense challenge to get a country’s health, education and social-service ministries to work together. And the recession has indeed led Latin American governments to look to richer countries for help in financing social services.

The evening I arrived in El Salvador, I discussed ALAS’s aspirations with the president of the I.D.B., Luis Alberto Moreno, at a heavily defended ultramodern hotel. Security was very tight for the meeting, with large parts of the city closed to normal traffic. As you drove through the dim streets, you’d see few people until, at the edge of the light cast by a stray street lamp, there would appear a clump of small men with big rifles — or else a single sentry, trying to blend in with the foliage. Latin America is far from the fire zone it once was. There are young adults now who don’t really remember the civil wars. Yet it took a tremendous political heave to bring many Latin American countries out of the serial miseries of the late cold war and into some semi-peace with themselves. And if it was so immensely difficult to do that, might it be all too easy to slip back? This, as the economic skies darkened, was the unofficial theme of the meeting. It preoccupied Shakira, of course: just as she was getting the attention of this powerful audience, they might be newly able to plead poverty! And it preoccupied Luis Alberto Moreno, who has advised Shakira and whose bank is one of the principal vehicles for Latin American development.

A former Colombian ambassador to the United States — and businessman and government minister and, in the bloody 1980s, television journalist — Moreno is a very shrewd observer of Latin American politics and politicians. We were both old enough to remember El Salvador’s civil war and to think of the country partly in those terms, but as Moreno pointed out, the generations have changed. In ours, “We first took sides, then looked for solutions. That’s not the way they” — the younger generation, including Shakira — “look at things.” This younger generation is more practical. It is also more global. “What I think Shakira and that whole group did,” he said as our first beers arrived, “was to touch on a new generation of Latin Americans that, with their music, has become global. It is a generation that she represents.” With her Lebanese ancestry and English-language songs — with her huge bilingual hit “Hips Don’t Lie,” done with the Haitian-American singer Wyclef Jean, for example — Shakira showed how universal a Latin artist could be. At the same time, in a difficult balance, she has tried to stay Latin American. “When you compare everything that everybody has done — Bono and others — toward Africa, it has been largely G8-type artists, or from G8 countries rather, looking to Africa,” Moreno explained. In the case of ALAS: “Latino artists are looking to Latin America, and I think that is unique. And I think that is extremely powerful, because their relationship is deeper as a consequence.”

The depth of engagement brings with it many complexities, not least the prospect of glamorous people having to take on unglamorous work. “Doing programs on early-childhood development, for the most part, has to be done by governments,” Moreno said. “This gets into something very complex, which is understanding how governments work, which is not an easy thing. Especially how governments spend, how the whole process of a budget takes place. And, at the end of the day, it’s all about a budget.”

I told Moreno how, on the drive in, Shakira said to me that, for an artist, all audiences are the same, but that she was now learning that politicians are a different audience, and not all audiences are the same after all. “What is equal to politicians and artists is that they both try to achieve as big an audience as they can,” Moreno said. The artists “do it with music,” while politicians “do it by selling hope and building up people’s aspirations. And yes, there is a gap of knowledge, probably more for the artists — to understand governments and how they work. Their star power is so strong that they get accustomed to solving problems easily.”

The next morning, Shakira went to the conference hotel for a ladies’ tea. If you have heard her music or seen her videos, you might have to strain to imagine her at a ladies’ tea. Yet this was where gender, fate and ambition had led her: to a tea with the wives of the assembled presidents, before her conference appearance. Shakira’s feminine allure is at once limiting and critical to her power. At a Columbia University forum last fall, Jeffrey Sachs noted her attractiveness as part of his speech, quoting Wyclef Jean’s line from “Hips Don’t Lie”: “She makes a man want to speak Spanish”; Shakira took the compliment, if that is the right word, gracefully. In person, she inhabits her attractiveness with a pleasant carelessness, as if to say, Why would I want to be any other way? In her songs and videos the repertory is much wider: rage and hunger; sheer athletic joy; easygoing, self-confident lust; physical insecurity (one of her English lyrics memorably makes use of the phrase “lose those pounds,” and elsewhere she sings of her “humble breasts”); and an acute sense of the physical and mental pain of attraction. In an essay written when Shakira was 22, Gabriel García Márquez remarked not just on Shakira’s “will of granite” but on an “innocent sensuality that she seems to have invented by herself.”

She got there by stages: a child prodigy, she recorded two albums she did not like for Sony, and acted in a soap opera, and won the “Best Bottom in Colombia” contest, all by age 17. This hot-teenager period ended in some kind of crisis; she emerged from it a mix of dark spirits and high energy. She became a pop star, with a particularly strong following among young women and girls. By her mid-20s she was changing again, blonder now, not quite so innocent, the rhythms more adventurous: still danceable, but less poppy. This was the persona that went into the two-album “Oral Fixation” series, which made her more famous still, and rich, and took her to the point where she could aspire to influence the public policies of an entire region.

The presidential meeting appeared to require subdued glamour, and for her late-morning speech Shakira wore a light gray dress with her hair down. At her entrance, diplomats discreetly took photos from their chairs, while a Salvadoran military officer strode up, cellphone before him like a prow, until he nearly collided with her.

The president of El Salvador welcomed her, Sanz and Fher, the lead singer of the hugely successful Mexican rock band Maná. Then Shakira began: “We are here to initiate the creation of a grand alliance, between the public sector and civil society, to protect the most fragile people in our population, the children.” She noted the economic crisis — “We realize that the coming period will be a difficult one” — but moved on to her talking points. She cited research to the effect that “for each dollar invested in the early education of a child, this child will eventually return to the state $17” (an I.D.B. figure). She spoke of the “regional working group” that would be set up as a result of this meeting, describing its structure and goals, then concluded, “Let us find the strength to defend the very youngest in these difficult times.”

When the speeches were over, Shakira bolted to a reception room. The president of Honduras, Manuel Zelaya, proved to be a fleet-footed head of state and was soon trying to charm Shakira with praise. With slicked hair and a forceful black mustache, Zelaya came from a big landowning family and was well into an undistinguished term tainted by scandal. Unsmiling, Shakira pressed him for specifics on his early-childhood programs and to make concrete commitments for the future, which put the man back on his heels. In came Chile’s president, Michelle Bachelet, and Shakira turned to her happily, crying out, “Mi heroína!” and embracing her. They chatted for a while, with the Honduran struggling to insert himself into the conversation.

Back into the S.U.V.’s, back along the narrow road with motorcycle cops fore and aft and a helicopter above, back into the jet, and soon San Salvador was beneath and we were off to the northeast and the Caribbean. Had I been able to see, Shakira asked, whether the eyes of Colombia’s president, Alvaro Uribe, teared up when he spoke at the meeting?

I had wondered about it, too, but couldn’t tell, though I was sure his voice had caught.

This is Shakira’s difficult dance: to be close enough to the politicians to move them, but not so close that you become their tool and their enemies become your enemies. The Salvador meeting in October was a high point, but by the beginning of this year there were mutterings — questions about what it had really amounted to. Was it just a very fancy photo opportunity? ALAS was preoccupied with some internal issues: in a short time it had gone through two executive directors and, by the time of the Salvador meeting, was on to a third. The size of ALAS’s promise was still much larger than its activities and impact: a classic political problem.

This provided an opening for Shakira’s enemies. She had never taken a public position for or against President Uribe’s grinding war — popular but quite bloody — on the decades-old insurgency of the Revolutionary Armed Forces of Colombia, or FARC. The influential Colombian columnist María Isabel Rueda wrote in El Tiempo on Feb. 1 that the country had twin pop-political poles: the singer Juanes, who openly supported President Uribe and generally took political stands (and whose music was more self-consciously Colombian); and Shakira, whom Rueda tagged as diplomatic, unwilling to take a strong stand (for or against Uribe, for example) and, in her international style, “more Canadian than Colombian.” Now that is hurtful.

The controversy had roots: Juanes led a peace concert at the Colombian-Venezuelan border in March 2008, at a time of tension between Uribe and President Hugo Chávez of Venezuela, and Shakira did not participate; conclusions were drawn from this fact. In her column and a long interview the next day with the singer Miguel Bosé, a key ALAS backer, Rueda was poking at something, trying to make a stir. If Shakira was going to hold herself above politics, Rueda seemed to ask, then why should she have any claim on political power? Who exactly was Shakira to be leading a political movement? Who elected her? At least on a local or national level, an artist can seem to be quasi-elected, or accountable: because his appeal and artistic territory are local, he is subject to recall by the local audience. A global artist, by contrast, can transcend the local dynamic in pursuit of a more universal (or at least regional) message — and might lose her accountability.

There are abundant oddities here: the ancestrally Lebanese Christian educated by nuns in Barranquilla going on to become an international sex symbol; the political player who stays out of politics. It’s the job of Shakira’s boyfriend and all-purpose adviser, de la Rua, to smooth these contradictions and perform the alchemy of pop politics. Early-childhood development, he said, somewhat disarmingly, was such a blameless goal that, once it entered the political discourse, it was impossible to oppose. “It’s a fashion that we are creating,” he told me in English. “We are forcing a modern president to talk about early-childhood education. If they don’t know what it is, we make them look bad, in a way.” Having created a fashion, ALAS was now, with its research capacity and political-lobbying arm, aiming to help give substance to it. “Presidents are reacting, and nobody wants to be behind,” de la Rua said. “So every president is asking their minister, ‘What are we doing in early-childhood development?’ ”

His hope is that ALAS will have a life without Shakira. “We would love to see that happen,” he said. “We would feel very proud to see that the foundation is working on its own.” The stature and charisma of popular singers would then be something like a renewable resource to be called on by ALAS for the shaping of public policies. And if Shakira or another artist were to be dragged into political battle, at least her enemies would not become ALAS’s enemies as well.

One lyric Shakira takes special pride in is from “Hips Don’t Lie,” when she sings, “En Barranquilla se baila así” — “In Barranquilla they dance like this.” A Caribbean port town, notable in Colombia for its ethnic mix (Basques and Arabs, in particular), Barranquilla is not a thriving place these days. You can occasionally still spot a horse-drawn cart clopping through town. But it has a highly engaged citizenry, an exuberant annual Carnival and a tradition of achievement in the arts. This is where Shakira’s story began. Her father’s marriage was falling apart when he met her mother, Nidia Ripoll. Their only child, Shakira, captivated them. She was intellectually and artistically precocious, reading and writing and singing and dancing. Her father lobbied the nuns at Colegio La Enseñanza to admit her early, and when he later had trouble making the school payments — his jewelry business was going through hard times — he told the sisters: “Don’t worry about the money. Shakira is going to be famous. I will pay.” She sang at birthday parties; she won all the local talent shows (and there were many). In talking to her childhood friends and former schoolteachers, I found myself almost laughing at the sheer consistency of the story: the extremely intelligent, limitlessly ambitious girl, a natural leader, whose little body emitted a sound you could hear across town.

Barranquilla is also where her charity began. The Colegio La Enseñanza required students to help teach reading and writing to poor kids. This took young Shakira to La Playa (“the Beach”), a neighborhood of squatters, mostly, next to a band of swamp where the Magdalena River reaches the sea. It is among the most desperate sections of greater Barranquilla, which is saying something. Shakira formed the idea of helping the children of La Playa once she had fulfilled her father’s vision of global fame and fortune. And now here she was back, 15 or so years later, two days after her 32nd birthday, to dedicate what one member of her entourage called “her masterpiece”: a pre-K-through-high-school colegio in minimalist exposed-cement style, complete with a dance studio, a lovely pond and an artificial-turf soccer field.

It was such a tranquil place — organized, focused and calm — in the middle of a tumbledown neighborhood. What Shakira has done here is simpler than ALAS, with its political maneuverings. She has built five schools since 2004. The schools are real, with a fixed number of children getting a good education in a safe environment. The simplicity ends there, of course; earlier that day, at the old school across the street, some parents were lined up, too late, hoping their children might be able to attend Shakira’s colegio. (The school is public, but its classes had already been selected by application and lottery.) In the streets of La Playa, I met kids who were going to attend the new school, and they were predictably thrilled; and I met kids who were going to be in the regular schools. They were struggling with the knowledge that they had already missed what was probably the only great chance they would ever have.

Later that day, Shakira wandered up and down the hallways with de la Rua, her parents and María Emma Mejía (the head of her personal foundation and a key adviser). When the crowds gathered outside the school spotted her, they would shout her name, and she’d wave and smile. The rest of the time she was all seriousness, asking questions, examining every corner. When I told her how nice the school looked, she said, with a grin: “It better. I paid enough for it.” There was no bitterness in it, but there was no joy either. She was such a mix of charm, control and anxiousness. It was hard to know whether she took much pleasure in her achievements. Her childhood friends tended to say she seemed less happy now than she had in years past. I suppose that’s the kind of thing people will say about someone who has traveled a long way from them. Still, it reminded me of the lyrics from a song on her last album: “What is your guess, darling?/Have I lived too much, too fast?/. . . Can you tell me how I used to be?/Have I missed my chance?”

Near dusk, on her way to a photo shoot, Shakira climbed the school’s central staircase with some difficulty, using the railing and gently lifting her hips up at each stair. (“On various occasions she has had an irregular heartbeat, inflammation of the colon and skin allergies,” García Márquez wrote 10 years ago, noting that toward the end of one tour she had to be carried from the stage once the performance ended.) After the photo shoot she asked to be left alone before beginning a round of news conferences. The sun was setting. She sat at the top of the stairs for some time, looking to the northwest, across the pretty new quadrangle with its blocks of sod, then the rusting rooftops of La Playa, and on to the breakwater at the mouth of the Magdalena. When the sun had gone she strode in heels to a room crowded with journalists, smiled convincingly and gave interviews until well past 10 o’clock.

The next day involved another exhausting round of visits and speeches­ to inaugurate the La Playa school. President Uribe was there, and he spoke at length about early-childhood education, which Shakira took as vindication. (The facility has, of course, a state-of-the-art early-childhood wing.) There were speeches and performances and more speeches, then a party at the mansion of a prosperous Barranquillan, followed all too closely by breakfast meetings and a press junket to Quibdó, a bend in the Atrato River, where Shakira built a school five years ago for children displaced by Colombia’s internal conflict.

On the flight to Quibdó, Shakira wanted to talk, again, about early-childhood development. She said that Latin presidents “want to be on the same ship as, you know, Obama and some of the other presidents. They’re noting that this is becoming a priority for so many other governments in the first world, and that the underdeveloped countries should not stay behind.” She endorsed Obama, sang at his inauguration and spoke with him backstage. Obama asked her about her coursework at U.C.L.A. (Shakira’s career stinted her education.) He asked her, she said, to “help” with Latin America. That’s the kind of thing that can boost a person’s confidence. (So was Bill Clinton’s visit to the Barranquilla school in March.)

The Quibdó school was impressive, a clean, safe, earnest place with Internet access (via satellite), on a dirt road pitted enough to require four-wheel-drive cars. Shakira talked to most of the students, or so it seemed. It was extremely hot. Shakira appears not to perspire. Nor does her energy flag. I heard this attributed in part to clean living; she had, for example, celebrated her recent birthday with rounds of ice skating and bowling.

Back at the Quibdó airstrip, Shakira posed with various soldiers — they were part of the ongoing counterinsurgency in the area — and then we took off. The journalists and others on the plane started to drop into sleep, leaving Shakira in the unaccustomed position of being inactive. She looked around. Her adviser, María Emma Mejía, went forward in the cabin to chat. Mejía is a former foreign minister and education minister of Colombia, and a serious politician. She knelt in the aisle and they — together with Trevor Neilson, a philanthropy adviser — talked about future plans as the other passengers rested. What about a nutrition program in El Salvador? What should they talk to Howard Buffett about for a next project? How big should their next moves be? They talked rapidly, in English mostly (for Neilson’s benefit). Mejía returned to the rear of the plane after 20 minutes, saying with a world-weary smile, “There, we had our board meeting.” Shakira turned to Antonio de la Rua and, with her gaze fixed on his face, started talking with him about what to do, what to do next in this relentless and unlikely life.

http://www.nytimes.com/2009/06/07/magazine/07Shakira-t.html?_r=2&ref=global-home

The Shakira Dialectic

Gary Hershorn/Reuters

Shakira takes to the mosh pit at the 2002 MTV Music Video Awards at Radio City Music Hall.

Published: November 13, 2005

LONDON

ON the cover of her new album, "Oral Fixation, Vol. 2," the Colombian pop singer and songwriter Shakira plays Eve, clothed only in strategic leaves. Perched next to her in a tree is a baby girl, reaching for the apple Shakira holds in her hand.

For obvious reasons, it's eye-catching, as was the cover of the Spanish-language companion album Shakira released in June, "Fijación Oral, Vol. 1," which showed her fully dressed and holding the same baby to her breast. Although it had been four years since her previous album, "Fijación Oral, Vol. 1" zoomed to No. 4 on the Billboard pop charts.


Pedro Armestre/Agence France-Presse

Shakira performing in Madrid in June.

As an attention-getter, a pop star showing skin needs no further justification. Yet Shakira, 28, has other ideas about her latest chosen image. "I want to attribute to Eve one more reason to bite the forbidden fruit, and that would be her oral fixation," she said in an interview. "I've always felt that I've been a very oral person. It's my biggest source of pleasure."

"From a psychoanalytical point of view, we start discovering the world through our mouths in the very first stage of our lives, when we're just born," she continued. "The first album cover is more Freudian, and the second one more resembles Jung, because Eve is a universal archetype. I tried to keep a unity between the two album covers, and I chose to use some Renaissance iconography. Mother and child and original sin are recurrent concepts of the Renaissance period, and I wanted the historical character."

Psychoanalysis, biblical revisionism, Renaissance paintings. Not to mention DNA-level multiculturalism, torrid dance moves and an ear for rhythms and hooks from all over. Fulfilling the basic needs of current pop - a catchy song, a pretty face - doesn't begin to match Shakira's gleeful ambitions. She is pop's 21st-century Latina bombshell, a sweetly upbeat face of globalization, and then some.

"I'm not the one who's causing this to happen," she said. "I'm just a consequence of the great musical momentum and the great changes we are going through in the world."

And she just might seduce the world. Gabriel García Márquez, the Nobel Prize-winning novelist from Colombia, wrote, "She has invented her own brand of innocent sensuality." Chatting over Indian samosas and chicken tikka, she seems candid, confident, light-hearted and completely disarming.

In her new single, "Don't Bother," Shakira sings about being rejected in favor of a woman who's tall and "fat-free," but insists she'll get over it. The video clip, after a flashback of lovemaking in the shower, shows her taking vengeance: she has the man's car crushed.

"Did it hurt?" she said, laughing, curious about a male viewer's reaction. "A man's car is like an extension of their ego and their manhood. I thought this would be a video that would make women say, 'Yeah, yeah!' and it would make men feel" - she gave a pained sound: " 'Ohh. ...' " She giggled.

Songs and videos "exorcise the bad things that could happen to your relationship," she said. "Inside me there's a real jealous beast I'm trying to tame."

Still, she said: "My videos represent the artist in me very well, but not the kind of woman I am. When they watch my videos, people might think that I'm very sexually aggressive person, but I am completely the opposite. I'm very shy of my body. The most I can show is my belly. I admire people who can do nudes for the love of art. I can't. And I wear enough to cover what my mother wishes I cover."

"I think art, music should be sensual," she added. "Not necessarily sexual. I think that's a huge difference between that N and that X. It's more than the 11 letters of difference. Sensual is everything that refers to the delight of the senses. And that's what artists do, is stimulate the senses in any possible way. I don't think I have to hang myself a little sign that says 'Hey, I'm sexy,' and then take it off and now say, 'Hey, now I'm serious.' I can just fluctuate and oscillate from one side to the other whenever my instincts tell me to."

If her songs hadn't become international pop hits, Shakira would have been lauded as an innovator in Latin alternative rock. Her lyrics, almost always about romance, mix generalized pop sentiments with unlikely confessional nuggets. In the ballad "Your Embrace" on her new album, Shakira wonders, "What's the use of a 24-inch waist if you don't touch me/ Tell me what's the use again of being on TV every day if you don't watch me?"

And her music has a savvy but nearly unhinged eclecticism. Another new song, "Animal City," starts with an Arabic-flamenco vocal flourish, switches to synth-pop, tosses in some surf guitar and tops it with mariachi horns: "Never mind the rules we break," she sings. Even in her more conventional rock or pop songs, her voice is untamed, or rather, her voices: a tearful, sultry alto; a cutting, breaking rock attack; a girlish lilt; a whispery insinuation. It's deliberate yet willful, sure of its impulses.

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Pascal Le Segretain/Getty Images

The Colombian-born singer Shakira at Live 8 Paris at the Palais de Versailles in July.

No boardroom plan for crossover success could have devised a figure like Shakira. Her mother is Colombian, her father Lebanese; in Arabic, Shakira means "woman full of grace." "I look for the most primal elements of both cultures, and I bring them into my music," she said. "I think that that's why I am probably a romantic and a passionate person. But I also have a very disciplined side, very disciplined and very demanding. Sometimes my sense of responsibility is my worst torturer."

Shakira speaks Spanish, Portuguese and English, and wants to learn more languages. She calls herself a nomad; she has houses in the Bahamas, where she now lives, and in Miami, while she still regularly visits her hometown, Barranquilla, on Colombia's Caribbean coast. Her Middle Eastern side comes out in vocal arabesques and belly-dance moves, but she's also steeped in rock, pop and disco; the first album she owned, on a cassette, was Donna Summer's "Bad Girls."

"I feel comfortable in my pop shoes," Shakira said. "They let me walk in any direction. I like to go from one extreme to the other. One day I feel that I want to do a song with reggaetón influence, I do it. The next day I feel I need to do a song with rock elements to it, I do it. And sometimes I try to see if an Argentine bandoneón" - the accordion used in tango - "can survive in a song with fluegelhorns."

Shakira was taking a break from rehearsing her band in a South London warehouse, getting ready for television and radio appearances that would, in the next week, take her to Denmark, Germany, Italy and Portugal. A petite figure in a black T-shirt and jeans, she was multi-tasking; the night would include not only an interview and rehearsal but also a costume fitting, a quick takeout dinner and, sometime after midnight, a flight to Copenhagen. Her arm had a bright red burn mark from the curling iron that had styled her blonde Botticelli ringlets: "A good excuse for getting a tattoo," she said with a laugh.

Singing as she faced her band, her big, tremulous alto rose unamplified across the room. As a song ended, the band members looked to her and she asked, in a gentle uptalk: "Do you think we could have a little more dynamically? So it can grow? So it can move higher?"

Shakira has been in charge of her own music for a decade. She began writing songs at 8 and was signed to a recording contract at 13. In Bogotá, she made two albums of Latin pop that, she said, "don't represent me at all." She had a brief stint acting in a Colombian soap opera; she doesn't think she was very good at it. Then, with "Pies Descalzos" ("Bare Feet"), released in 1996, Shakira started producing herself with collaborators she chose.

"I was always very sure of what I wanted to hear," she said. "I had to fight to be heard: 'Don't play that melody in this part, play the other one.' Guys don't like women telling them what to do. It reminds them of their mothers, or something like that."

She added: "I don't want to sound like a feminist saying this. But it's true, it's a man's world."

Shakira was already a star across Latin America by the end of the 1990's. So she set out to learn English well enough to write lyrics, and she conquered the rest of the world with "Laundry Service," which sold three million copies in the United States and an estimated 10 million more worldwide.

Between albums, Shakira wrote 60 songs, some in Spanish and some in English, and winnowed them down to 20 before deciding to make two albums, one in each language. As usual, she says, she agonized over details. "I'm a perfectionist in recovery," she said, laughing. "I'm trying to deal with that monster inside of me that wants to do everything right. Or better than right."

She took a full month, she said, tweaking "La Tortura," the first single from "Fijación Oral, Vol. 1," which mixed Colombian cumbia, Puerto Rican reggaetón, Jamaican dancehall, rock guitars, electronic blips and guest vocals by a major pop star from Spain (Alejandro Sanz). "If there's a problem, then I need to fix it," she said, "and it's painful because you don't know what to fix, you know? The bass sounds, the drum sounds - I changed them many times. That's a song that needed clearly the right, the accurate production. If I went a little bit left or little bit far right, the song would suffer and get affected. And I struggled with the song until I finally got it."

And she was still working on "Oral Fixation, Vol. 2" after its single, "Don't Bother," had been released. She was under deadline pressure by that point but, she says, "You can't ripen a fruit by hitting it with rocks."

"Fijación Oral, Vol. 1" reconnected Shakira with her longtime Spanish-speaking fans. "Oral Fixation, Vol. 2" includes English versions (though not direct translations) of two songs from "Vol. 1"; the other nine are new. Perhaps because the songs are in English rather than Spanish, the music moves closer to Anglo rock and pop, dipping into folk-rock, power ballads and the Cure. "Sometimes a melody suggests in what language that song should be written," she said. "I just learned to listen to what the song wants to tell me."

Although "Vol. 1" holds more unconventional songs, the rock songs on "Vol. 2" still have Shakira's own quirks. Along with her love songs, this time Shakira also looks beyond the domestic. The opening song, "How Do You Do," begins with prayers for forgiveness - recurring in Arabic, Hebrew, Latin and English - then fires off a series of tough questions at a deity.

And she ends the album with "East Timor," which is not an earnest anthem about one more troubled place in the world, but an ironically perky, synthesizer-pumped dance tune with lyrics about the ways happy-talk media and pop culture distract us from sufferings far away: "It's all right, at least there's half the truth/ Hearing what we want's the secret of eternal youth," she sings, adding, "I'll keep selling records and you've got your MTV."

She almost dropped "East Timor" from the album. "For a second I thought, people are not going to understand this," she said. "They are going to think I'm trying to talk about world peace, and to find ways to fix problems that are so complex, not even critics or politicians can find the solutions. And then a 28-year-old girl from Barranquilla is going to find solutions? I just wrote this song because it was an impulse."

Rehearsal beckoned; in a few days, Shakira would be singing the songs in public for the first time. "Just today," she said, "I'm starting to get in touch with the songs from the performer point of view. O.K., how am I going to interpret this with my body? How am I going to start to have now a physical relationship with my songs?"

The band kicked into "Hey You," a flirtatious song with a 1960's Merseybeat bounce. In it, Shakira offers herself to a man as everything from queen to cook to slave: "I'd like to be the owner of the zipper on your jeans, and that thing that makes you happy." As she sang, she stood still at first, then let the music carry her. Her shoulders start to roll, her feet picked up the rhythm, and soon her hips started to swivel.

"My hips tell me where and when I should move," she had said before returning to work with the band. "And my hips don't lie - my hips tell me the truth."


http://www.nytimes.com/2005/11/13/arts/music/13pare.html?ref=magazine

domingo, 7 de junho de 2009

Programa Metrópolis - Série "Meu Primeiro Disco"

02/06/2009 - 17h37 - Por: UOL Música

João Bosco e Nação Zumbi estão na série "Meu Primeiro Disco". Projeto da Sony Music que relança álbuns em vinil. O programa "Metrópolis" é exibido pela TV Cultura de segunda a sexta-feira às 21h40.

Fonte:http://tvuol.uol.com.br/#list/type=tags/tags=144/edFilter=all/

Para muitos a qualidade dos bolachões ainda não foi superada por nenhuma dessas novas tecnologias de mídias musicais atuais, e é apostando neste público que a Sony volta com lançamentos de álbuns no formato de vinis.

Com a série “Meu Primeiro Disco” a gravadora trouxe de volta às lojas os primeiros discos da carreira de cerca de 30 artistas diferentes. Entre eles o primeiro trabalho do Engelheiros do Hawaii “Longe Demais das Capitais” (foto) de 1986, Chico Science & Nação Zumbi com “Da Lama ao Caos”, 1994, Inimigos do Rei com “Inimigos do Rei” de 1986, e João Bosco com o álbum que levou seu nome “João Bosco” de 1973, todas em Vinil. Essas reedições são fabricadas nos Estados Unidos e chegam ao consumidor brasileiro por cerca de R$90 cada unidade.

No Brasil, a única fábrica ainda existente, porém desativada, é a Poly Som, que fica em Belford Roxo, no Rio de Janeiro. A gravadora Deckdisc confirmou recentemente a compra dessa fábrica, que passará por reforma e restauração de seus equipamentos. A promessa é de que até o fim do ano a indústria volte a produzir discos em vinis para a venda nacional.

Fontes

sexta-feira, 5 de junho de 2009

RINGO STARR DEVE GRAVAR COM DYLAN E MCCARTNEY

o baterista ingles Ringo Starr pode se juntar ao outro ex-companheiro nos beatles, Paul Mccartney, em uma parceria com Bob Dylan. Os tres devem se reunir nos proximos meses, na California, para gravar uma musica.
De acordo com o jornal Daily Mail, Ringo Starr mora atualmente em Los Angeles.

quarta-feira 3 de junho de 2009 - Jornal Destak SP

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Dueto das negociações de Carrie Underwood com Elvis Presley

27 de novembro de 2008 03:58: GMT 50 - Carrie Underwood diz que isso fazer um dueto com Elvis Presley no “mim será Home para o Natal” é “muito surreal” e sente honrada para dado a possibilidade.

O cantor Carrie Underwood da música country faz um dueto com Elvis Presley legendário e durante uma entrevista com entretenimento hoje à noite, disse que sente honrada para ser dado a possibilidade para fazer assim. “Eu nunca pensei que eu estarei cantando um dueto com Elvis Presley que fosse muito surreal mas isso sentiu como uma boa coisa para fazer, eu sou honrado muito,” indic. Carrie será caraterizado na canção “que eu serei Home para o Natal” que aparece nos duetos os mais atrasados do Natal do LP “Elvis Presley” do Natal de Elvis. Comentou no trabalho, “eu amo canções de amor tradicionais da canção… I do Natal como “eu serei Home para o Natal” apenas porque é tão tradicional e… todos as sabe algo que esperançosamente todos pode apreciar.” De “os duetos do Natal Elvis Presley” foram liberados no mercado desde miado de outubro abaixo registros do RCA. Ao lado de alinhar Carrie Underwood, é misturado igualmente com os vocals modernos por cantores contemporâneos do país e do evangelho tais como Rimes de LeAnn, por Martina McBride, por Sara Evans, e por muito mais. Carrie Underwood entrevistou por Entretenimento Hoje à noite:

http://www.iconocas t.com/B000000000 000104_Portu/ K4/News1. htm

Loucos por lambretas caem na estrada

terça-feira, 8 de abril de 2008, 00:00 - Eles rodam o mundo em baixa velocidade. E adoram a experiência

Eurolambretta - evento anual reúne cerca de 600 participantes

SÃO PAULO - Foi há cerca de meio século: lambretas eram tão amigas das estradas quanto os discos de Elvis Presley das vitrolas. Hoje, as músicas do rei do rock continuam vivíssimas nos Ipods, mas e as viagens sobre as simpáticas motocas? Acredite se quiser: há grupos que se reúnem todos os anos para rodar por muitos quilômetros a bordo desse tipo de veículo. Apesar de os brasileiros estarem bem representados, os entusiastas que promovem encontros maiores e mais organizados moram na Europa e nos Estados Unidos. São pessoas como Tino Sacchi e Nadia Amileni, ambos de 61 anos. O casal de italianos honra o fato de o país ter concebido a marca Lambretta, em 1947. Isto porque eles já conheceram o mundo a bordo desse veículo. Eles fizeram a primeira grande viagem em 1995. Foram até o extremo norte europeu, em Nordkapp, na Noruega - voltaram para casa depois de 22 dias (e 8.500 quilômetros). No ano seguinte, a dupla desembarcou nos Estados Unidos para cruzar o país, de Nova York a São Francisco. Aproveitaram a "proximidade" para alcançar - ele com um modelo 47 e ela, um 53 - Vancouver, no Canadá, onde enfrentaram 30 graus negativos. A expedição, de 16 mil quilômetros, durou dois meses. Mas é fácil viajar de lambreta? "Você deve se organizar muito bem e não pode carregar muita coisa", conta Sacchi, para quem a questão mecânica é um mero detalhe. Eles tiveram apenas quatro pneus estourados quando fizeram a rota entre Sydney e Perth, cruzando 6 mil quilômetros australianos, em 2005. Antes disso, já haviam rodado pelo país em outras quatro ocasiões. A aventura mais recente foi em dezembro passado. As duas motocas que a dupla usou para ir de Buenos Aires a Ushuaia ainda estão na Argentina aguardando o vôo de volta para casa. Os italianos se preparam, agora, para participar do evento mais conhecido do gênero no continente. Chama-se EuroLambretta e ocorre uma vez por ano desde 1989. Foi Sacchi, aliás, quem organizou o primeiro deles, reunindo 270 motocas em Estrasburgo, na França. Desta vez, a festa vai de 13 a 15 de junho, na Suécia, e deverá receber 600 participantes - é lambreta que não acaba mais. O acampamento será montado na cidade de Karlskrona. Apesar de ser celebrado sempre na Europa, o evento é aberto para visitantes de outros continentes. Neste ano, receberá representantes até de Hong Kong e do Vietnã. Os brasileiros interessados podem se informar no www.soulscooter. com/el. Tradicionalmente, a maioria dos viajantes vem da Inglaterra. "Eles têm mais capacidade financeira e muito entusiasmo", explica José Paiva, de 68 anos, presidente do Clube da Lambretta de Portugal.


Velhinha enxuta


"Elas chamam a atenção por onde passam", conta Kieran Walsh, de 36 anos, presidente do Clube da Lambreta dos Estados Unidos. Ele estará no encontro da Suécia acompanhado da namorada, Amy, mas longe da companheira DL 125. O modelo de 1969 - mais velho que ele - será substituído por um veículo emprestado na Europa. Enquanto espera pela viagem, Walsh dirige sua motoca na Flórida, onde mora, e organiza eventos em seu país. O próximo encontro será de 26 a 29 de junho. Na quarta edição, o Lambretta Jamboree dos Estados Unidos deverá reunir cerca de 300 pessoas. Para Walsh, que adora pilotar várias horas por dia, não vai ser difícil cruzar o país até a costa oeste e prestigiar o evento deste ano, na Califórnia. "Em uma lambreta, você realmente sente a estrada", diz. Confira a programação no www.lambretta. org.


Brasil


As lambretas começaram a ser fabricadas por aqui em 1955, no bairro da Lapa, em São Paulo, e se tornaram muito populares. Hoje, o País abriga muitos apreciadores do veículo, mas não tem eventos organizados como os do exterior. Um dos grupos mais tradicionais é o Clube da Lambreta de Santa Catarina, com sede em Indaial, a 160 quilômetros de Florianópolis. De vez em quando, eles programam viagens pela região do Vale Europeu, no próprio Estado.

Sem destino, com cautela


É preciso ter astúcia para viajar em uma lambreta. Apesar da boa estabilidade, seus mecanismos não têm a tecnologia das motos modernas. Por isso, o cuidado deve ser redobrado. Prefira rodar por estradas secundárias - evite rodovias de alta velocidade. Isto porque será difícil alcançar os 100 quilômetros por hora. Calcule bem a distância entre os postos de combustível. Apesar de serem econômicas, as motonetas têm um tanque pequeno, com capacidade média de seis litros, e uma autonomia de cerca de 120 quilômetros. ESTADO DE SÃO PAULO.

'Elvis morreu Sim. Eu fui ao funeral', diz guitarrista

terça-feira, 11 de novembro de 2008, 10:40 - Prestes a vir tocar em São Paulo, James Burton, o ‘chefe’ do Rei, fala ao 'JT' sobre os mistérios do cantor

Durante oito anos, Burton foi o principal guitarrista de Elvis

SÃO PAULO - Durante oito anos, de 1969 a 1977, James Burton foi o principal guitarrista de Elvis Presley, feito que o faz ser lenda para muitos fãs de rock and roll. E não foi só. Burton, 69 anos, também tocou com Frank Sinatra, Jerry Lee Lewis, Bob Dylan e Chuck Berry e escreveu seu nome no Hall da Fama do Rock, em 2001. Burton estará no Brasil entre os dias 27 e 30 de novembro para shows no Bourbon Street, em Moema, e uma tarde de autógrafos no The Clock Rock Bar, em Perdizes. Quem o traz é o pianista e vocalista brasileiro Alex Valenzi e sua banda, The Hideaway Cats, que está comemorando 15 anos de carreira. Com Elvis Presley, Burton gravou sucessos como Suspicious Minds, Burning Love, A Little Less Conversation e Always on my mind. O músico que aprendeu a tocar guitarra aos 13 anos diz que o rock ainda faz parte da sua vida. Quando atende o telefone, sua primeira palavra não é ‘alô’, mas ‘rock and roll!’. Direto da James Burton Foundation, espaço em Los Angeles que fundou para ensinar música a crianças carentes, localizado na Avenida Elvis Presley, em Shreveport, o guitarrista falou com exclusividade ao JT, por telefone. O senhor ainda tem na memória a reação do público cada vez que Elvis subia ao palco? Elvis é um ícone. O rei do rock. Todos os fãs o adoravam. Eles ficavam completamente loucos, batiam as mãos, gritavam e choravam muito. Em todas as centenas de apresentações que fizemos foi a mesma coisa. Lembro da maioria delas. É algo inesquecível. Sua relação com Elvis era de amizade ou mais profissional? Éramos bons amigos. Ele era um bom chefe e uma ótima pessoa. Fui seu guitarrista de 1969 até a sua morte. Sempre conversávamos por telefone, não importava em que lugar ele estivesse. Ele sempre foi muito acessível. O senhor já tocou com Rick Nelson, Frank Sinatra, Jerry Lee Lewis, The Mamas and the Papas, Bob Dylan, Les Paul, Chuck Berry... Algum deles foi mais importante do que Elvis? Cada um foi importante. Eram todos ótimos músicos. Cada um fazia uma música diferente. Aprendi muito. É ótimo tocar com diferentes pessoas. Elvis Presley tinha um comportamento complexo. Chegou a presenciar alguma de suas famosas mudanças de humor? Nunca tive problemas com ele. Tanto no palco quanto nos bastidores ele sempre foi cortês. Existem pessoas diferentes com opiniões diferentes da sua. Mas, comigo, ele sempre foi um bom amigo. O senhor estava no palco, em 27 de setembro de 1974, em College Park, em Maryland. Os fãs dizem que este foi o pior show de Elvis Presley. É verdade? Não acho. Cada um tem sua opinião. Todos os shows de Elvis eram memoráveis. Você pode pensar o que quiser, os fãs também. Cada um pensa de um jeito. Mas, para mim, o show foi bom. Quando Elvis morreu, o senhor estava com a banda em pleno vôo, a caminho de um show em Portland. Como foi a reação de vocês? Ficamos chocados. Foi uma surpresa muito grande. Não pousamos em Portland. Voltamos para Pueblo, Colorado, para abastecer e seguir viagem para Memphis, para ficar com a família e acompanhar o velório. Alguém chegou a imaginar que ele poderia morrer? Foi uma surpresa incrível. Não tínhamos idéia que ele morreria. Não havia nenhuma indicação de que ele estava doente. Não sei se ele ia ao médico periodicamente. Eu era apenas o músico dele. Não sabia muitas coisas de sua vida particular. Quanto a isso ele era reservado. Eu vivia na Califórnia e ele em Memphis. Nos encontrávamos nos palcos, durante os shows. Não perceberam que a saúde de Elvis estava se degradando? Nunca percebemos isso. Tocamos juntos em centenas de shows, gravamos vários discos, sem que ele não apresentasse nenhum problema. Absolutamente nada. É por isso que sua morte foi uma surpresa para nós. Seu primeiro sucesso foi ‘Susie Q’, composta quando você tinha apenas 14 anos. Como é tocá-la ainda hoje? Quando a compus, eu tocava em uma banda de blues. Essa música foi o começo do meu sucesso. Comecei a tocar guitarra com 13 anos e até hoje lembram de Susie Q. Ela será uma das canções que apresentaremos no show brasileiro. Algum cover do Elvis Presley consegue imitá-lo com perfeição? Sabe, eu conheço muitas dessas pessoas. Mas Elvis Presley é incomparável. Todos o imitam porque o admiram. Mas, lembre-se: só existe um Elvis. Podem falar e se vestir como ele, mas nunca serão iguais. Acredita que hoje tem surgido poucos bons guitarristas- solo ? Não sei. Eu sou um guitarrista solo, mas não posso falar pelos outros. Para os novatos eu diria: ‘pratique bastante e aprenda com os mais experientes.’ Como foi ter tido da imprensa mais reconhecimento do que o próprio Elvis quando lançaram o single ‘The Wonder of You’, em 1970? Acho que a imprensa gostou muito do meu solo, você não acha? Sei que é uma sensação maravilhosa. Eu sempre digo que minha música é uma bênção de Deus. Ele sempre foi o meu melhor professor. É Ele quem continua me ensinando. Quanto ao reconhecimento da crítica, fico honrado até hoje. O senhor é muito religioso? Sou sim, freqüento a igreja batista. Vivo com meu coração aberto a Deus, sempre converso com Ele. O momento mais importante da minha carreira é quando Deus assume o comando. Deus controla minha música, minha família e meu dia-a-dia. Das lendas urbanas, a mais famosa é de que Elvis não morreu. Sim. Ele morreu, fui ao funeral. Escreva aí: "James Burton foi ao funeral do Elvis Presley e o viu morto." Foi uma tremenda perda. Na minha opinião, Elvis ainda vive nos nossos corações e no legado que ele deixou no mundo hoje. Elvis tinha noção de que estavam fazendo músicas que entrariam para a história? Não conseguimos imaginar a dimensão daquilo que estávamos fazendo. Sabíamos que era uma coisa muito grande. Mas não dava para saber que aquelas músicas seriam importantes ainda hoje. Só percebemos que estamos escrevendo a história quando analisamos à distância. É o que eu percebo hoje. Quando estamos fazendo história, nós não percebemos. É verdade que Elvis Presley teria pedido à CIA para proibir a entrada dos Beatles nos Estados Unidos? Elvis gostava dos Beatles, e eu também. Quando eles vieram aos Estados Unidos, eu e Elvis fomos conhecê-los. O Elvis gostava da música deles. Não sei dessas coisas da CIA. Isso não é importante. A resposta para esta pergunta é que Elvis gostava dos Beatles e da música que eles faziam. Elvis nunca foi um bom guitarrista. O senhor chegou a dar aulas para ele? Não dei aulas para ele. Mas, realmente, ele nunca foi um sensacional guitarrista ou um excelente pianista. Elvis, no entanto, era um excepcional cantor. Assim como ele não tocava bem guitarra, eu não sou um excelente cantor. Sua performance no palco era inacreditável. Ele adorava guitarra, por isso, nos shows, durante os meus solos, ele olhava para o lado, dava um grande sorriso e trocávamos olhares. Tínhamos esta comunicação no palco pelo olhar. Ele adorava o que fazíamos. E quando Elvis Presley errava? Quais eram suas limitações? Todos somos humanos. Minha resposta é: ninguém é perfeito, e Elvis também não é. Elvis chegou a mencionar alguma vez se gostaria de tocar no Brasil? Sim. No Brasil, no Japão, na Rússia, na China e na Austrália. Eu amo São Paulo. Já toquei aí. Desta vez vou conhecer também o Rio de Janeiro. Ainda fica nervoso quando sobe ao palco? Nervoso, não. Excitado. É sempre uma oportunidade de conhecer novas pessoas, novos fãs. Isso é excitante. ESTADO DE SÃO PAULO.

E lá se foi o lendário homem da guitarra quadrada

Terça-Feira, 03 de Junho de 2008 - Bo Diddley, um dos ''fundadores' ' do rock (ao lado de Chuck Berry e Little Richard), morreu ontem


http://www.estadao. com.br/estadaode hoje/20080603/ img/2.1.imagem_ bo.jpg

Os ''originadores' ' do rock''n''roll, segundo tese aceita pela maioria dos críticos e historiadores de música, são, pela ordem: Bo Diddley, Chuck Berry e Little Richard. Pois bem: Bo Diddley já não está mais entre nós. Aos 79 anos, após sofrer o terceiro ataque cardíaco - safou-se de outros dois no meio do ano passado -, não resistiu e morreu dentro de casa em Archer, Florida. Ele apresentava um histórico de hipertensão e diabetes. Foi esse famoso homem da guitarra quadrada que, em 1955, com o single Bo Diddley, introduziu uma nova dimensão rítmica que mudaria os destinos da música popular. Logo, gente como Elvis Presley (com a música His Latest Flame) e Buddy Holly (com Not Fade Away) começariam a mimetizar a chamada ''batida da selva'' criada por Diddley. Nascido Otha Ellas Bates (também chegou a ser conhecido com o nome de Ellas McDaniel) em 28 de dezembro de 1928, na cidade de McComb, Mississippi, ele começou a vida como boxeador. Em seguida, peregrinou pelos clubes de blues de Chicago, tocando canções de Louis Jordan, John Lee Hooker e Muddy Waters. Em 1954, juntou-se a Billy Boy Arnold e gravou demos de I''m A Man e Bo Diddley, num esquema mais profissional, tempos depois, no Chess Studios, acompanhado de Otis Spann (piano), Lester Davenport (gaita), Frank Kirkland (bateria) e Jerome Green (maracas). Há dois anos, ele comemorou os 50 anos de carreira com um show em Nova York, na Broadway. No mesmo ano, na mesma cidade, tocou com Eric Clapton e Robbie Robertson no hotel Waldorf Astoria, na cerimônia do Rock''n''roll of Fame. Na lista dos 50 maiores artistas de todos os tempos, elaborada pela revista Rolling Stone, Diddley ficou com o 20º lugar. O grupo The Pretty Things foi batizado em homenagem a uma de suas mais famosas composições. Uma constelação do rock gravou Bo Diddley: Rolling Stones, the Animals, The Who, Manfred Mann, the Kinks, the Yardbirds, Downliners Sect and the Zephyrs. Ele tocou com Chuck Berry e Muddy Waters e os Doors gravaram sua versão de Who do You Love. Bo Diddley é de um tempo em que a música que ele fazia (assim como a de Howlin'' Wolf e Muddy Waters) era chamada de R&B - algo que passa léguas de distância do que hoje se convenciona chamar de R&B. Ele mesmo é controverso ao analisar seu legado. ''Nada disso hoje é parecido com R&B ou rock''n''roll como nós o conhecíamos. A molecada hoje diz que o que faz é rock''n''roll com suas guitarras gritantes e coisas do tipo. Bem, não é rock''n''roll! Não soa como Elvis Presley, não soa como The Beatles... Bem, The Beatles também não era rock''n''roll. Não aceito a palavra rock''n''roll associada aos Beatles. Não pertencem à lista. Eles eram, mais ou menos, folk country ou algo do tipo. Não sei o que era.'' Nos anos 70, o The Clash convidou Diddley para ser o músico de abertura de sua turnê de 1979 pela América do Norte. A revista Uncut perguntou para ele, há alguns anos: ''Então, o lendário Bo Diddley. Você praticamente inventou o rock''n''roll. Como isso o faz se sentir?'' O guitarrista respondeu ao seu estilo: ''Bom, não é muito diferente de nada, eu acho. Eu comecei algo. Apenas aconteceu de eu ser o primeiro. E ainda estou aqui, me sinto ótimo. Mas nunca no que se tornaria aquilo que eu fiz. Alguém tinha de ser o primeiro, e acontece de ser eu.'' E como teria Bo Diddley sobrevivido tanto tempo num meio tão agitado quanto o rock?, quis saber o repórter. ''Bem, um pouco porque eu me cuido, e meu interesse é dizer aos garotos sobre se manter longe das drogas, que devem obedecer seus pais, fazer a coisa certa, ser construtivos e não destrutivos. Definitivamente funciona, sou uma prova de que funciona.'' ESTADO DE SÃO PAULO.

Pesquisa traz Aretha Franklin como maior cantora da era rock

quarta-feira, 12 de novembro de 2008, 12:30 - Rainha do Soul ficou à frente de grandes nomes como Ray Charles, Elvis Presley, Sam Cooke e John Lennon


LOS ANGELES - Ela já é a Rainha do Soul, mas agora Aretha Franklin foi considerada também a maior cantora da era do rock, segundo pesquisa da revista Rolling Stone. Aretha, de 66 anos, ficou à frente de Ray Charles, o segundo colocado, Elvis Presley (terceiro), Sam Cooke (quarto) e John Lennon (quinto), de acordo com a pesquisa feita pela revista com 179 músicos, produtores, editores da Rolling Stones e outras figuras da indústria musical. A lista de 100 nomes será divulgada na sexta-feira, quando a Rolling Stone vai chegar às bancas com quatro capas diferentes. O número da revista inclui depoimentos de músicos. A cantora de R&B Mary J. Blige, por exemplo, escreve que Aretha Franklin é "a razão pela qual as mulheres querem cantar". O ex-vocalista do Led Zeppelin Robert Plant, ele próprio número 15 na lista, descreve a voz de Elvis Presley como "confiante, insinuante e implacável". Além de Aretha Franklin, os únicos outros cantores vivos entre os Top 10 são Bob Dylan (sétimo colocado) e Stevie Wonder (nono). Marvin Gaye foi o sexto, Ottis Redding, o oitavo, e James Brown o décimo. Outros notáveis na lista incluem Paul McCartney na 11a posição, uma à frente de seu ídolo Little Richard, e Mick Jagger na 16ª, também uma à frente de uma de suas influências chaves, Tina Turner. Entre os Top 25, Michael Jackson, de 50 anos, é o mais jovem, tendo ficado na 25ª posição. Votaram na pesquisa, entre outros, o vocalista do Metallica, James Hetfield, os cantores folk David Crosby e Yusuf Islam, o guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards, o veterano do punk rock Iggy Pop e o popstar inglês James Blunt. Cada um apresentou seus 20 primeiros indicados, e uma firma de auditoria tabulou os resultados. ESTADO DE SÃO PAULO.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Diretor grego encena "As bacantes" com o Nós do Morro

Leandro Souto Maior, Jornal do Brasil

RIO - Samba, bossa nova, tropicalismo, Augusto Boal, Nelson Rodrigues... O diretor teatral grego Sotiris Karamesini discorre com tamanha fluência sobre nomes e acontecimentos culturais brasileiros que nem parece estar pela primeira vez por aqui. Morando há apenas oito meses na favela do Vidigal, ele prepara desde o início do ano o grupo Nós do Morro para uma aventura tipicamente grega: encenar a tragédia As bacantes, reconhecido culto a Dionísio, ou Baco, o Deus do vinho, do dramaturgo ateniense Eurípedes.
– Estudo o Brasil há 10 anos, sou um apaixonado – conta o diretor em um português capenga, porém esforçado, do alto de um varandão na sede do Nós do Morro, em pleno Vidigal.
Anoitece. As estrelas se confundem com a frisa de pequenas luzes projetadas pelos casebres da comunidade. Totalmente a vontade no lugar, o “gringo” continua:
– Estava tendo aulas de percussão brasileira em Paris quando, fuçando notícias sobre como estavam as coisas por aqui, descobri que existia este projeto social e cultural que tinha o teatro como fio condutor. Comecei a ver os atores participando em filmes como Cidade de Deus e ficava de lá sempre acompanhando. Mas eles aqui nem imaginavam.

A parceria do grego com o grupo carioca será conferida nos palcos em junho, quando o espetáculo entra em cartaz no Rio. Depois, parte para a sonhada terra onde o teatro nasceu – e que serve de base para artistas, dramaturgos e demais envolvidos nas artes cênicas até hoje. A Grécia de seu diretor, claro.
– Já temos convite para ir ao Festival Internacional de Delfos, que é evento teatral muito importante na Europa – adianta Karamesini. – Esta não será uma adaptação de As bacantes e sim a peça no original. Nada daquilo que alguns viram numa releitura que o Zé Celso colocou até o Caetano Veloso para tirar a roupa em cena. O desafio proposto pelo diretor do Nós do Morro, Guti Fraga, foi justamente colocar essa moçada de cara com o verdadeiro e original teatro grego. Estou passando uma metodologia totalmente nova para eles.
Karamesini relaciona a relação dos gregos com os palcos ao vínculo quase que umbilical do brasileiro com o futebol e o samba. Nascido e criado respirando teatro com a mesma fixação de quem acompanha a Copa do Brasil ou o desfile das campeãs, iniciou seus estudos aos 22 anos com um dos maiores nomes das artes cênicas da Grécia, o diretor Sotiris Hatzakis.
Bastante conceituado em seu país – e também no exterior, já tendo ministrado oficinas na Filadélfia – a versatilidade de Karamesini transita do infantil Pequeno príncipe à recriação da clássica comédia The lover, de Harold PInter, e ao espetáculo de dança Dreamstream, baseado na obra de James Joyce. Hoje, com 40 anos, trocou os ares mediterrâneos de seu país para “vivenciar algo único e apaixonante”, como define a vida em um morro do Rio. Tal como um Samurai da também milenar cultura japonesa, passa adiante os conhecimentos adquiridos por seu mestre.
– Queria ter essa experiência, essa troca, e está sendo algo muito forte. Agora estou vendo os dois lados, que aqui não é só alegria e samba. Os dias no morro são de trabalho duro – define. – Aqui me sinto seguro, participando voluntariamente de um projeto social de arte sem fins lucrativos. Não sinto que a violência que existe no Rio seja menor que nos Estados Unidos.
Ao dar de cara com a realidade antes só conhecida através de relatos, sites e filmes, o diretor compara as caricaturizações de ambas as culturas.
– Tem um anúncio na TV que mostra um monte de gregos quebrando os pratos, quebrando tudo em casa - descreve. – Claro que nós não somos assim, mas tem um pouco disso. Assim como lá fora eu ouvia falar que Brasil é só futebol, samba e mulheres de bunda grande.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Jimi Hendrix: roadie diz que músico foi morto por empresário

Por Karina Detrigiachi | Em 31/05/09 | Mais informações: Bravewords

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James ‘Tappy’ Wright, ex-roadie de JIMI HENDRIX, declarou em seu livro que, na verdade, Hendrix não morreu em 1970 sufocado pelo próprio vômito e sim, que foi assassinado por Michael Jeffery, então seu empresário, como parte de um esquema de seguro.

Wright disse que Jeffery, um ano após a morte de Hendrix, estava bêbado em seu apartamento e confessou ter assassinado o guitarrista.

O livro, chamado "Rock Roadie", foi lançado no mês passado e relata a vida de Wright com vários rock stars dos anos 60 entre eles TINA TURNER e ELVIS PRESLEY.

Michael Jeffery morreu em um acidente de avião em 1971. Leia a matéria completa (em inglês) neste link.

http://whiplash.net/materias/news_875/090065-jimihendrix.html