
Uma multidão enlouquecida em todas as partes do mundo. Singelas melodias recheadas com frases de amor e desilusão muito simples. Rimas que roubavam a respiração das garotinhas e que qualquer um consegue compreender e cantar junto.
Assim se pode caracterizar a primeira fase da carreira do quarteto de Liverpool. Os Beatles, no início da década de 1960, desbravaram o mundo e popularizaram ainda mais a música pop. Foram, de fato, o primeiro grande grupo de rock.
Até 1965, as letras compostas pela dupla Lennon e McCartney poderiam ser muito bem elaboradas, mas não traziam muita carga de complexidade. Em princípio, conquistaram as adolescentes, depois, os garotos antes admiradores de Chuck Berry e Elvis Presley. A linguagem utilizada por eles no começo, tanto musical quanto esteticamente, não era subversiva o suficiente para chocar, apesar da revolução que foi o aparecimento da banda.
Com o passar dos anos e das experiências vividas pelos quatro músicos, uma maturidade foi se desenvolvendo, e pode ser identificada a partir dos álbuns de 1966. Nessa nova fase, eles tentam transparecer nas letras e melodias esse novo processo de composição, ligado ao uso de drogas pelos integrantes. O sucesso era tanto, que eles arriscaram-se com elementos experimentais mesmo tendo no repertório recente as fáceis canções de amor.
Psicodelia e, de vez em quando, até um pouco de surrealismo. A partir do álbum "Revolver", de 1966, os Beatles mudaram o visual, pararam de se apresentar e se tornaram uma banda adulta. Parte do público acompanhou as mudanças, mas além disso, eles alcançaram outra parcela da população. Não apenas as meninhas apaixonadas, mas admiradores da boa música.
Quando levantaram a bandeira da paz com a conhecida "All you need is love", já não estavam mais influenciando apenas com a música, mas com uma ideologia que recrutava os jovens para dizer não à guerra. A linguagem agora não estava disposta apenas a satisfazer os ouvidos, mas a estimular as atitudes daqueles que estavam antenados nas idéias que o quarteto pretendia disseminar.
Em ambas as fases, conseguiram dar o recado, se tornaram tão grandes que viraram a própria linguagem. E fizeram bem feito, tanto que até hoje são considerados um dos maiores acontecimentos da música.
- Amanhã, às 8h em ponto, um novo e excitante post na saga Dixi pelo sono.
http://www.clicrbs. com.br/blog/ jsp/default. jsp?source= DYNAMIC,blog. BlogDataServer, getBlog&uf=1&local=1&template=3948. dwt§ion=Blogs&post=99324&blog=508&coldir=1&topo=3994.dwt
Assim se pode caracterizar a primeira fase da carreira do quarteto de Liverpool. Os Beatles, no início da década de 1960, desbravaram o mundo e popularizaram ainda mais a música pop. Foram, de fato, o primeiro grande grupo de rock.
Até 1965, as letras compostas pela dupla Lennon e McCartney poderiam ser muito bem elaboradas, mas não traziam muita carga de complexidade. Em princípio, conquistaram as adolescentes, depois, os garotos antes admiradores de Chuck Berry e Elvis Presley. A linguagem utilizada por eles no começo, tanto musical quanto esteticamente, não era subversiva o suficiente para chocar, apesar da revolução que foi o aparecimento da banda.
Com o passar dos anos e das experiências vividas pelos quatro músicos, uma maturidade foi se desenvolvendo, e pode ser identificada a partir dos álbuns de 1966. Nessa nova fase, eles tentam transparecer nas letras e melodias esse novo processo de composição, ligado ao uso de drogas pelos integrantes. O sucesso era tanto, que eles arriscaram-se com elementos experimentais mesmo tendo no repertório recente as fáceis canções de amor.
Psicodelia e, de vez em quando, até um pouco de surrealismo. A partir do álbum "Revolver", de 1966, os Beatles mudaram o visual, pararam de se apresentar e se tornaram uma banda adulta. Parte do público acompanhou as mudanças, mas além disso, eles alcançaram outra parcela da população. Não apenas as meninhas apaixonadas, mas admiradores da boa música.
Quando levantaram a bandeira da paz com a conhecida "All you need is love", já não estavam mais influenciando apenas com a música, mas com uma ideologia que recrutava os jovens para dizer não à guerra. A linguagem agora não estava disposta apenas a satisfazer os ouvidos, mas a estimular as atitudes daqueles que estavam antenados nas idéias que o quarteto pretendia disseminar.
Em ambas as fases, conseguiram dar o recado, se tornaram tão grandes que viraram a própria linguagem. E fizeram bem feito, tanto que até hoje são considerados um dos maiores acontecimentos da música.
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