Imortalizado por Elvis Presley, Johnny Cash e Morrisey, o topete sempre foi sinônimo de sensualidade. Nas mais diversas décadas, o penteado já passou pela cabeça de renomados sex symbols – de estadistas a celebridades. Nas últimas temporadas, entretanto, o topete voltou a ser visto nas ruas e nas passarelas. Mas, desta vez, são as mulheres que estão se divertindo com a tendência.
Cantoras jovens e cheias de estilo andam explorando-o de vários jeitos, tamanhos e tipos. A prova da disseminação? Só colocar “topete” no YouTube e um monte de meninas ensinam como armá-los.
As mais radicais raspam do lado, como um moicano. As mais clássicas gostam de reviver o estilo dos anos 1950, quando as meninas usavam com rabo de cavalo e um grande volume no alto da cabeça. As que pendem para o visual andrógino podem optar por fios curtos e o topete armado com gel.
Quanto à roupa, não há segredo. Algumas combinam o topete com peças bem masculinas: ternos, alfaiataria e camisas brancas. Outras buscam reforçar a feminilidade, como as pin-ups da década de 1950.
Para a cabeleireira Isabela Ferrugem, as mulheres que optam pelo estilo não têm que se preocupar com nada. A única regra é encher a cabeça de laquê para conseguir segurá-lo nas alturas por mais tempo. Ela destaca os topetes retrô de Rockabilly como os mais atuais.
– Apesar de serem bem masculinos, eles podem facilmente ter toques femininos com fitas de cetim e rabo de cavalo – argumenta.
Cantoras jovens e cheias de estilo andam explorando-o de vários jeitos, tamanhos e tipos. A prova da disseminação? Só colocar “topete” no YouTube e um monte de meninas ensinam como armá-los.
As mais radicais raspam do lado, como um moicano. As mais clássicas gostam de reviver o estilo dos anos 1950, quando as meninas usavam com rabo de cavalo e um grande volume no alto da cabeça. As que pendem para o visual andrógino podem optar por fios curtos e o topete armado com gel.
Quanto à roupa, não há segredo. Algumas combinam o topete com peças bem masculinas: ternos, alfaiataria e camisas brancas. Outras buscam reforçar a feminilidade, como as pin-ups da década de 1950.
Para a cabeleireira Isabela Ferrugem, as mulheres que optam pelo estilo não têm que se preocupar com nada. A única regra é encher a cabeça de laquê para conseguir segurá-lo nas alturas por mais tempo. Ela destaca os topetes retrô de Rockabilly como os mais atuais.
– Apesar de serem bem masculinos, eles podem facilmente ter toques femininos com fitas de cetim e rabo de cavalo – argumenta.

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