Imagine o que as mulheres poderiam ter feito se não tivessem sido privadas dos seus direitos, de soltarem a sua voz, os seus sentimentos e experiências através da música?
"Maestrinas: as mulheres de batutaHistoricamente as mulheres sempre foram colocadas de lado, meio que desprezadas e ignoradas pelos homens, ditadores das regras e das leis, sejam elas religiosas ou políticas, reprimindo a participação mais ativa delas em todos os níves da sociedade, sobretudo nas posições que exigem liderança. Por isso, o assunto que abordo esta semana ainda pode soar como uma curiosidade, um fato inusitado em pleno século XXI: a profissão de maestrina. Realmente algo raro de se ouvir falar. Felizmente as coisas têm melhorado e, principalmente desde o século passado, a mulher tem coquistado o seu espaço, independentemente da cultura em que vive. Hoje vemos mulheres presidentes, astronautas, pilotos de corrida e até ministrando cultos em algumas religiões.
Numa revista de bordo da compania aérea TAP, a caminho de Portugal para tocar com o Hail no Rock in Rio Lisboa (www.myspace.com/hail), eu li uma reportagem sobre a maestrina portuguesa Joana Carneiro. Desde os oito anos ela já tinha esta vontade de reger orquestras e, numa família de oito irmãos, com pais que consideravam o ensino musical tão importante quanto a matemática ou o português, ela teve o apoio indispensável para que conseguisse o seu objetivo, sendo mulher e numa profissão dominada pelos homens. Hoje ela é a diretora da Orquestra Sinfônica de Berkeley, nos Estados Unidos, onde além de reger obras dos compositors mais famosos como Mozart e Beethoven, ela também trabalha com compositores contemporâneos, como o americano John Adams , a chinesa Du Yun e o mexicano Enrico Chapela.
Joana Carneiro tem um estilo vigoroso, físico, com muita vibração. E está conseguindo destaque num mundo cheio de tradições e medo das novas tendências, numa posição que com 40, 50 anos de idade você ainda é considerado novo, com pouca experiência. Ela tem muito a inspirar. Outras maestrinas também merecem ser citadas, como as brasileiras Lígia Amado e Érika Hindrkson, a venezuelana Natalia Luis-Bassa, a chinesa Xian Zhan, a inglesa Jane Glover, a galesa Sian Edwards e a americana Marin Alsop, que é a diretora musical da Orquestra Sinfônica do Colorado.
Imagine o que as mulheres poderiam ter feito se não tivessem sido privadas dos seus direitos, de soltarem a sua voz, os seus sentimentos e experiências através da música? Se tivessem sido encorajadas a compor, a reger, a liderar? Com certeza, hoje não estaríamos somente idolatrando os grandes homens, mestres compositores, mas estaríamos também idolatrando grandes mulheres, mestres compositoras que poderiam ter trazido várias coisas diferentes para a música em geral. Infelizmente a ignorância e arrogância masculina nos privou disso.
Agora o caminho está aberto e hoje – antes tarde do que nunca – a mulher tem mais condições e apoio para seguir a carreira de maestrina, podendo trazer uma maneira mais doce, ou simplesmente diferente, de se interpretar grandes concertos consagrados, como criar novos caminhos para a música orquestral. Para saber mais informações sobre a Joana acesse, clique aqui.
Este mês faz um ano do acidente do voo da Air France, que caiu no Atlântico a caminho da França, e até hoje não se sabe direito o que aconteceu. No avião, infelizmente, estava o meu amigo e grande maestro Silvio Barbato. Tenho certeza que ele conhecia muitas meninas que estavam batalhando para seguir esta carreira tão especial e ele iria gostar muito de ver que as mulheres estão conqusitando o seu espaço para reger as grandes orquestras do mundo. Passo o convite para a missa em memória deste um ano que se passou desde o desaparecimento do maestro.
Andreas KisserMaestrinas: as mulheres de batuta
Historicamente as mulheres sempre foram colocadas de lado, meio que desprezadas e ignoradas pelos homens, ditadores das regras e das leis, sejam elas religiosas ou políticas, reprimindo a participação mais ativa delas em todos os níves da sociedade, sobretudo nas posições que exigem liderança. Por isso, o assunto que abordo esta semana ainda pode soar como uma curiosidade, um fato inusitado em pleno século XXI: a profissão de maestrina. Realmente algo raro de se ouvir falar. Felizmente as coisas têm melhorado e, principalmente desde o século passado, a mulher tem coquistado o seu espaço, independentemente da cultura em que vive. Hoje vemos mulheres presidentes, astronautas, pilotos de corrida e até ministrando cultos em algumas religiões.
Numa revista de bordo da compania aérea TAP, a caminho de Portugal para tocar com o Hail no Rock in Rio Lisboa (www.myspace.com/hail), eu li uma reportagem sobre a maestrina portuguesa Joana Carneiro. Desde os oito anos ela já tinha esta vontade de reger orquestras e, numa família de oito irmãos, com pais que consideravam o ensino musical tão importante quanto a matemática ou o português, ela teve o apoio indispensável para que conseguisse o seu objetivo, sendo mulher e numa profissão dominada pelos homens. Hoje ela é a diretora da Orquestra Sinfônica de Berkeley, nos Estados Unidos, onde além de reger obras dos compositors mais famosos como Mozart e Beethoven, ela também trabalha com compositores contemporâneos, como o americano John Adams , a chinesa Du Yun e o mexicano Enrico Chapela.
Joana Carneiro tem um estilo vigoroso, físico, com muita vibração. E está conseguindo destaque num mundo cheio de tradições e medo das novas tendências, numa posição que com 40, 50 anos de idade você ainda é considerado novo, com pouca experiência. Ela tem muito a inspirar. Outras maestrinas também merecem ser citadas, como as brasileiras Lígia Amado e Érika Hindrkson, a venezuelana Natalia Luis-Bassa, a chinesa Xian Zhan, a inglesa Jane Glover, a galesa Sian Edwards e a americana Marin Alsop, que é a diretora musical da Orquestra Sinfônica do Colorado.
Imagine o que as mulheres poderiam ter feito se não tivessem sido privadas dos seus direitos, de soltarem a sua voz, os seus sentimentos e experiências através da música? Se tivessem sido encorajadas a compor, a reger, a liderar? Com certeza, hoje não estaríamos somente idolatrando os grandes homens, mestres compositores, mas estaríamos também idolatrando grandes mulheres, mestres compositoras que poderiam ter trazido várias coisas diferentes para a música em geral. Infelizmente a ignorância e arrogância masculina nos privou disso.
Agora o caminho está aberto e hoje – antes tarde do que nunca – a mulher tem mais condições e apoio para seguir a carreira de maestrina, podendo trazer uma maneira mais doce, ou simplesmente diferente, de se interpretar grandes concertos consagrados, como criar novos caminhos para a música orquestral. Para saber mais informações sobre a Joana acesse, clique aqui.
Este mês faz um ano do acidente do voo da Air France, que caiu no Atlântico a caminho da França, e até hoje não se sabe direito o que aconteceu. No avião, infelizmente, estava o meu amigo e grande maestro Silvio Barbato. Tenho certeza que ele conhecia muitas meninas que estavam batalhando para seguir esta carreira tão especial e ele iria gostar muito de ver que as mulheres estão conqusitando o seu espaço para reger as grandes orquestras do mundo. Passo o convite para a missa em memória deste um ano que se passou desde o desaparecimento do maestro.
Andreas Kisser
Maestrinas: as mulheres de batuta
Historicamente as mulheres sempre foram colocadas de lado, meio que desprezadas e ignoradas pelos homens, ditadores das regras e das leis, sejam elas religiosas ou políticas, reprimindo a participação mais ativa delas em todos os níves da sociedade, sobretudo nas posições que exigem liderança. Por isso, o assunto que abordo esta semana ainda pode soar como uma curiosidade, um fato inusitado em pleno século XXI: a profissão de maestrina. Realmente algo raro de se ouvir falar. Felizmente as coisas têm melhorado e, principalmente desde o século passado, a mulher tem coquistado o seu espaço, independentemente da cultura em que vive. Hoje vemos mulheres presidentes, astronautas, pilotos de corrida e até ministrando cultos em algumas religiões.
Numa revista de bordo da compania aérea TAP, a caminho de Portugal para tocar com o Hail no Rock in Rio Lisboa (www.myspace.com/hail), eu li uma reportagem sobre a maestrina portuguesa Joana Carneiro. Desde os oito anos ela já tinha esta vontade de reger orquestras e, numa família de oito irmãos, com pais que consideravam o ensino musical tão importante quanto a matemática ou o português, ela teve o apoio indispensável para que conseguisse o seu objetivo, sendo mulher e numa profissão dominada pelos homens. Hoje ela é a diretora da Orquestra Sinfônica de Berkeley, nos Estados Unidos, onde além de reger obras dos compositors mais famosos como Mozart e Beethoven, ela também trabalha com compositores contemporâneos, como o americano John Adams , a chinesa Du Yun e o mexicano Enrico Chapela.
Joana Carneiro tem um estilo vigoroso, físico, com muita vibração. E está conseguindo destaque num mundo cheio de tradições e medo das novas tendências, numa posição que com 40, 50 anos de idade você ainda é considerado novo, com pouca experiência. Ela tem muito a inspirar. Outras maestrinas também merecem ser citadas, como as brasileiras Lígia Amado e Érika Hindrkson, a venezuelana Natalia Luis-Bassa, a chinesa Xian Zhan, a inglesa Jane Glover, a galesa Sian Edwards e a americana Marin Alsop, que é a diretora musical da Orquestra Sinfônica do Colorado.
Imagine o que as mulheres poderiam ter feito se não tivessem sido privadas dos seus direitos, de soltarem a sua voz, os seus sentimentos e experiências através da música? Se tivessem sido encorajadas a compor, a reger, a liderar? Com certeza, hoje não estaríamos somente idolatrando os grandes homens, mestres compositores, mas estaríamos também idolatrando grandes mulheres, mestres compositoras que poderiam ter trazido várias coisas diferentes para a música em geral. Infelizmente a ignorância e arrogância masculina nos privou disso.
Agora o caminho está aberto e hoje – antes tarde do que nunca – a mulher tem mais condições e apoio para seguir a carreira de maestrina, podendo trazer uma maneira mais doce, ou simplesmente diferente, de se interpretar grandes concertos consagrados, como criar novos caminhos para a música orquestral. Para saber mais informações sobre a Joana acesse, clique aqui.
Este mês faz um ano do acidente do voo da Air France, que caiu no Atlântico a caminho da França, e até hoje não se sabe direito o que aconteceu. No avião, infelizmente, estava o meu amigo e grande maestro Silvio Barbato. Tenho certeza que ele conhecia muitas meninas que estavam batalhando para seguir esta carreira tão especial e ele iria gostar muito de ver que as mulheres estão conqusitando o seu espaço para reger as grandes orquestras do mundo. Passo o convite para a missa em memória deste um ano que se passou desde o desaparecimento do maestro.
Andreas KisserMaestrinas: as mulheres de batuta
Historicamente as mulheres sempre foram colocadas de lado, meio que desprezadas e ignoradas pelos homens, ditadores das regras e das leis, sejam elas religiosas ou políticas, reprimindo a participação mais ativa delas em todos os níves da sociedade, sobretudo nas posições que exigem liderança. Por isso, o assunto que abordo esta semana ainda pode soar como uma curiosidade, um fato inusitado em pleno século XXI: a profissão de maestrina. Realmente algo raro de se ouvir falar. Felizmente as coisas têm melhorado e, principalmente desde o século passado, a mulher tem coquistado o seu espaço, independentemente da cultura em que vive. Hoje vemos mulheres presidentes, astronautas, pilotos de corrida e até ministrando cultos em algumas religiões.
Numa revista de bordo da compania aérea TAP, a caminho de Portugal para tocar com o Hail no Rock in Rio Lisboa (www.myspace.com/hail), eu li uma reportagem sobre a maestrina portuguesa Joana Carneiro. Desde os oito anos ela já tinha esta vontade de reger orquestras e, numa família de oito irmãos, com pais que consideravam o ensino musical tão importante quanto a matemática ou o português, ela teve o apoio indispensável para que conseguisse o seu objetivo, sendo mulher e numa profissão dominada pelos homens. Hoje ela é a diretora da Orquestra Sinfônica de Berkeley, nos Estados Unidos, onde além de reger obras dos compositors mais famosos como Mozart e Beethoven, ela também trabalha com compositores contemporâneos, como o americano John Adams , a chinesa Du Yun e o mexicano Enrico Chapela.
Joana Carneiro tem um estilo vigoroso, físico, com muita vibração. E está conseguindo destaque num mundo cheio de tradições e medo das novas tendências, numa posição que com 40, 50 anos de idade você ainda é considerado novo, com pouca experiência. Ela tem muito a inspirar. Outras maestrinas também merecem ser citadas, como as brasileiras Lígia Amado e Érika Hindrkson, a venezuelana Natalia Luis-Bassa, a chinesa Xian Zhan, a inglesa Jane Glover, a galesa Sian Edwards e a americana Marin Alsop, que é a diretora musical da Orquestra Sinfônica do Colorado.
Imagine o que as mulheres poderiam ter feito se não tivessem sido privadas dos seus direitos, de soltarem a sua voz, os seus sentimentos e experiências através da música? Se tivessem sido encorajadas a compor, a reger, a liderar? Com certeza, hoje não estaríamos somente idolatrando os grandes homens, mestres compositores, mas estaríamos também idolatrando grandes mulheres, mestres compositoras que poderiam ter trazido várias coisas diferentes para a música em geral. Infelizmente a ignorância e arrogância masculina nos privou disso.
Agora o caminho está aberto e hoje – antes tarde do que nunca – a mulher tem mais condições e apoio para seguir a carreira de maestrina, podendo trazer uma maneira mais doce, ou simplesmente diferente, de se interpretar grandes concertos consagrados, como criar novos caminhos para a música orquestral. Para saber mais informações sobre a Joana acesse, clique aqui.
Este mês faz um ano do acidente do voo da Air France, que caiu no Atlântico a caminho da França, e até hoje não se sabe direito o que aconteceu. No avião, infelizmente, estava o meu amigo e grande maestro Silvio Barbato. Tenho certeza que ele conhecia muitas meninas que estavam batalhando para seguir esta carreira tão especial e ele iria gostar muito de ver que as mulheres estão conqusitando o seu espaço para reger as grandes orquestras do mundo. Passo o convite para a missa em memória deste um ano que se passou desde o desaparecimento do maestro.
Andreas Kisser
Maestrinas: as mulheres de batuta
Historicamente as mulheres sempre foram colocadas de lado, meio que desprezadas e ignoradas pelos homens, ditadores das regras e das leis, sejam elas religiosas ou políticas, reprimindo a participação mais ativa delas em todos os níves da sociedade, sobretudo nas posições que exigem liderança. Por isso, o assunto que abordo esta semana ainda pode soar como uma curiosidade, um fato inusitado em pleno século XXI: a profissão de maestrina. Realmente algo raro de se ouvir falar. Felizmente as coisas têm melhorado e, principalmente desde o século passado, a mulher tem coquistado o seu espaço, independentemente da cultura em que vive. Hoje vemos mulheres presidentes, astronautas, pilotos de corrida e até ministrando cultos em algumas religiões.
Numa revista de bordo da compania aérea TAP, a caminho de Portugal para tocar com o Hail no Rock in Rio Lisboa (www.myspace.com/hail), eu li uma reportagem sobre a maestrina portuguesa Joana Carneiro. Desde os oito anos ela já tinha esta vontade de reger orquestras e, numa família de oito irmãos, com pais que consideravam o ensino musical tão importante quanto a matemática ou o português, ela teve o apoio indispensável para que conseguisse o seu objetivo, sendo mulher e numa profissão dominada pelos homens. Hoje ela é a diretora da Orquestra Sinfônica de Berkeley, nos Estados Unidos, onde além de reger obras dos compositors mais famosos como Mozart e Beethoven, ela também trabalha com compositores contemporâneos, como o americano John Adams , a chinesa Du Yun e o mexicano Enrico Chapela.
Joana Carneiro tem um estilo vigoroso, físico, com muita vibração. E está conseguindo destaque num mundo cheio de tradições e medo das novas tendências, numa posição que com 40, 50 anos de idade você ainda é considerado novo, com pouca experiência. Ela tem muito a inspirar. Outras maestrinas também merecem ser citadas, como as brasileiras Lígia Amado e Érika Hindrkson, a venezuelana Natalia Luis-Bassa, a chinesa Xian Zhan, a inglesa Jane Glover, a galesa Sian Edwards e a americana Marin Alsop, que é a diretora musical da Orquestra Sinfônica do Colorado.
Imagine o que as mulheres poderiam ter feito se não tivessem sido privadas dos seus direitos, de soltarem a sua voz, os seus sentimentos e experiências através da música? Se tivessem sido encorajadas a compor, a reger, a liderar? Com certeza, hoje não estaríamos somente idolatrando os grandes homens, mestres compositores, mas estaríamos também idolatrando grandes mulheres, mestres compositoras que poderiam ter trazido várias coisas diferentes para a música em geral. Infelizmente a ignorância e arrogância masculina nos privou disso.
Agora o caminho está aberto e hoje – antes tarde do que nunca – a mulher tem mais condições e apoio para seguir a carreira de maestrina, podendo trazer uma maneira mais doce, ou simplesmente diferente, de se interpretar grandes concertos consagrados, como criar novos caminhos para a música orquestral. Para saber mais informações sobre a Joana acesse, clique aqui.
Este mês faz um ano do acidente do voo da Air France, que caiu no Atlântico a caminho da França, e até hoje não se sabe direito o que aconteceu. No avião, infelizmente, estava o meu amigo e grande maestro Silvio Barbato. Tenho certeza que ele conhecia muitas meninas que estavam batalhando para seguir esta carreira tão especial e ele iria gostar muito de ver que as mulheres estão conqusitando o seu espaço para reger as grandes orquestras do mundo. Passo o convite para a missa em memória deste um ano que se passou desde o desaparecimento do maestro.
Andreas Kisser
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