O maestro John Neschling ganhou a ação trabalhista que movia contra a Fundação Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo).
A Justiça considerou nulos os contratos do regente com a orquestra e avaliou que ele deveria ser considerado um empregado, com direito a férias, 13º salário, FGTS e indenização por ter sido demitido. A sentença determina que Neschling receba R$ 4,3 milhões.
Os advogados da fundação informam que vão recorrer.
Neschling foi demitido da Osesp em janeiro e, dois meses depois, entrou na Justiça exigindo que a direção da orquestra lhe pagasse R$ 12,5 milhões.
O valor equivale a cem salários que ele recebia como regente (R$ 125 mil por mês). A defesa do maestro sustentou que ele foi desrespeitado como ser humano por ter sido demitido por e-mail, com ampla divulgação inclusive no site da orquestra.
Além disso, o advogado Luís Carlos Moro também defendia a nulidade do contrato que o maestro tinha com a Osesp.
Fonte: Folha OnLine - 11/11/2009

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